🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Relato - Minha primeira sessão de BDSM Parte 1: Recebendo meu primeiro spanking

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Da série Mel: O Drama
Um conto erótico de Honeymoon
Categoria: Heterossexual
Contém 3871 palavras
Data: 18/07/2026 15:27:09
Última revisão: 18/07/2026 15:32:15

Diferente dos meus contos anteriores, esse se trata de uma adaptação de experiências reais vividas por mim como submissa em minha primeira sessão de BDSM.

Tenho consciência de que possuo interesses sexuais diferentes dos usuais conhecidos por pessoas do meio como “baunilha” desde a puberdade, mas apesar de saber que nenhum desejo é uma construção unicamente natural, esses estão tão enraizados em mim que parecem ter nascido comigo. Tenho memórias bem antigas de quando eu sequer era alfabetizada e me divertia vendo mocinhas de filmes e animações sendo amarradas e imobilizadas pelo vilão, e depois de muito tempo invejando Penelope Charmosa por vivenciar shibari diariamente, cresci e esbarrei com pornografia literátria virtual através de fanfictions e contos desse mesmo site que vos publico.

Nunca enterrei e nem tentei deixar de lado esses meus gostos, pesquisava vagamente sobre Submissão e Dominação e a minha lista de fetiches só crescia, porém na realidade foi muito difícil vivenciá-los em minha carne.

Aos 19 anos tive meu primeiro namorado, e isso acarretou em uma série de relacionamentos baunilhas em que passei todos os dias esperando por alguém que tivesse desejos compatíveis aos meus, enquanto me contentava com alguns puxões de cabelo e tapas no rosto. Começava a pesquisar sobre D/S com maior profundidade mas ainda não sabia como conhecer pessoas do meio, até que decidi que nunca mais entraria em um relacionamento baunilha e daria o meu melhor para encontrar um dominador.

Moro em uma cidade muito pequena e isolada, então não foi uma tarefa fácil, tive que procurar pela internet, e isso tornou tudo duas vezes mais difícil do que seria para qualquer um, pois sou naturalmente uma mulher de personalidade estranha e com dificuldade de criar vínculo, mas ao mesmo tempo sou uma romântica e inicialmente tinha a intenção de ter um relacionamento D/S ao invés de somente sessões avulsas, entretanto acabei atraindo gente tão complicada quanto eu e colecionei uma série de interações com fake doms, punheteiros e gente que simplesmente não tinha química comigo.

Depois de duas decepções que não entrarei em detalhes nesse conto, acabei desanimando muito, não queria deixar o BDSM de lado, mas era cansativo demais passar meses em negociação com alguém para as coisas terminarem sem uma mísera sessão e eu já estava a muito mais tempo do que gostaria no meu “voto de castidade”, então dei uma pausa nessa busca por um relacionamento D/S e resolvi que pelo bem do pouco de sanidade mental que ainda me restava eu buscaria por sessões avulsas enquanto não conseguisse a conexão que eu buscava.

Foi assim que conheci N, que me chamou no chat de mais um desses sites de BDSM.

De cara me atraí, tanto pela aparência quanto pela personalidade dele, era um homem loiro, 28 anos, olhos claros cobertos por um óculos de grau e possuía em torno de 1.80 de altura.

Mas acima de tudo era pragmático, prático, atencioso e interessante de se conversar e realmente disposto a me ver, não demorou mais que duas semanas de conversa para marcarmos nosso primeiro encontro. Alguns podem achar repentino, ainda mais considerando que era uma pessoa que conheci virtualmente, e em uma situação normal eu também teria achado abrupto se visse esse acontecimento narrado por terceiros, mas ele me passou muita segurança nas conversas e isso aumentou muito meu tesão e disponibilidade.

Gosto de pensar que se eu fosse uma cor, seria azul escuro, que em algumas culturas é associada a tristeza, e de certa forma combina comigo, gosto de romantizar minha própria melancolia, acho que tentar colocar um pouco de beleza na tristeza torna a solidão mais suportável.Por isso achava até engraçado a maneira que a palavra “azul” era mencionada frequentemente em nossas conversas, mas de maneira positiva, N a associava a algo bom e eu estava preparada para meu corpo virar uma tela de pintura nas mãos dele, mas diferente de mim, em uma escala de pintores, N estava longe de se enquadrar no tipo Van Gogh, nada de emoções expressadas com intensidade e complexidade de forma que viesse distorcer objetos de tanto sentimentalismo, ele era mais como um Norman Rockwell em início de carreira, com meticulosidade e uma precisão que parecia até descompromissada de gerar algum tipo de profundidade. Entretanto, totalmente capaz de gerar rastros quentes a ponto que meu corpo ganharia tons avermelhados e arroxeados naquela noite, e eu estava preparada para ser sua obra de arte.

Combinamos de nos encontrar na cidade vizinha da minha, na qual eu tinha o costume de passar as madrugadas dos meus finais de semana, então depois de avisar meus amigos de forma assustadoramente explícita que iria me atrasar para encontrá-los em nosso music hall favorito pois passaria parte considerável da noite em um motel, me arrumei para ir ao encontro de meu futuro Dominador.

Me olhava no espelho dando os toques finais em minha aparência antes de vê-lo: Sou uma mulher de 25 anos, 1.64 de altura, pele branca, cabelo tingido de um ruivo alaranjado constituído por cachos volumosos que chegavam a um pouco mais de dois palmos da minha cintura, meu corpo é do tipo gordinho com bastante curvas, seios grandes, coxas grossas e definidas, cintura fina e a bunda enorme em formato de pêssego.

Deixei meus cabelos soltos, fiz um delineado gatinho em meus olhos e uma maquiagem leve em meu rosto, a noite estava fria então vesti uma blusa gola alta branca meias calças pretas térmicas, acompanhadas de um vestido preto de alcinha e sapatos Mary Jane sem salto.

Pedi para que N escolhesse entre minha vasta coleção de perfumes o que eu deveria usar naquela noite, e seguia a escolha dele borrifando um cheirinho de” ninfeta”, cujo os aromas misturavam chocolate amargo, baunilha e frutas vermelhas.

Tensa o aguardei em nosso ponto de encontro, até que o vi, vestido de jeans e camisa preta não parecia estar com tanto frio quanto eu, ele era ainda mais bonito pessoalmente, tinha a postura muscular de homem confiante e mesmo tendo viajado cerca de quatro horas para me ver, exalava energia.

– Mel? – Questionou N de forma retórica pois já me agarrava firmemente pela cintura antes que meus lábios fossem capazes de emitir uma resposta. – Você é muito linda.

– Oi… Obrigada? – Meu corpo totalmente travado, naquele momento era muito mais fácil eu me jogar na frente de um ônibus do que conseguir articular uma frase o elogiando de volta, mesmo assim encarei a dificuldade. – Você também é muito bonito.

– São seus olhos.– N sorriu sem mostrar os dentes, eu ainda não conseguia olhar diretamente para ele, e isso pareceu deixá-lo com mais vontade ainda de me intimidar, com uma mão ele me agarrou pela lateral do pescoço deixando nossos corpos mais colados e em seguida subiu essa mão até meu queixo, o levantando de forma que eu era obrigada a encarar seu olhos, mesmo assim, minhas íris involuntariamente fugiram do contato se dirigindo para baixo mas dessa forma vi seus lábios se aproximando dos meus e isso era tão intimidador quanto.

N me puxou para um selinho, que fez eu aliviar parcialmente a tensão muscular e psíquica que sentia naquele momento, então logo aprofundamos para um breve beijo de língua.

Não queria ter rompido aquele contato de forma tão precoce, mas estávamos em um local público, e tínhamos planos melhores a serem seguidos do que ficar se beijando no meio de uma rodoviária feito dois estudantes de ensino médio, então não me opus quando N. pegou em minha mão e me guiou até seu carro.

Claro, conversamos, aquele assunto quebra gelo sobre o preço das bebidas da cafeteria, como havia sido a viagem, até que parte da minha timidez havia ido embora

– Sua voz é ainda mais gostosa de se ouvir pessoalmente.

– São seus olhos, Mel. – Respondeu ele de forma pragmática, me deixando com inveja por pelo menos saber reagir a um elogio.

Retomamos algumas das conversas que tivemos online, coisas sobre filmes que gostávamos, trabalho, culinária etc, até que mudando repentinamente de assunto N maliciosamente me questionou:

– Para onde vamos agora?

– Para a biblioteca municipal, certo? – Respondi sarcasticamente ao levar o dedo indicador para o monitor de seu GPS e apontar para o motel mais interessante que identifiquei naquele painel.

Ele riu e seguiu em frente, até pararmos em um sinal fechado.

– Bom mocinha, antes de iniciarmos nosso clube do livro gostaria de checar sua memória. – Disse ele enquanto vasculhava o porta- luvas. – Quais são as palavras de segurança mesmo?

– Amarelo para diminuir a intensidade e vermelho para parar. – Estendi meus braços ao notar o objeto reluzente que ele tinha em mãos.

– Muito bem, aqui está seu prêmio. – Ele vestiu algemas grossas e pesadas em mim e as apertou o suficiente para que eu passasse a sentir o metal regulador encostando na pele de meus punhos. - Ainda apertarei mais ao longo da noite.

N. cumpriu a promessa, e até hoje, dois dias depois da sessão, olho com felicidade as marcas que aquela pulseira de pervertida deixou em meus pulsos, enquanto escrevo esse relato. Ele realmente havia caprichado, era uma algema verdadeira, pesada, aquelas usadas por policiais, impossíveis de se estourar as correntes e feitas calculistamente para limitar os movimentos e ser desconfortável.

Durante o trajeto até o motel me divertia com a percepção sensorial do metal gelado e com meus pensamentos dramatizando a ideia de como seria caso N. perdesse as chaves dela e tivéssemos que recorrer a uma delegacia para destrancá-la, e externamente tentava controlar minha vontade de ficar chacoalhando minhas mãos para sentir o balançar das correntes e a pressão da algema.

Enfim chegamos ao motel e ele abriu a porta do carro para que eu descesse após estacionar na garagem da suíte.

Já no quarto voltamos a nos beijar porém dessa vez com mais intensidade, N percorria as mãos pelo meu corpo, principalmente bunda, quadril e seios e eu arfava contra ele, puxões de cabelo e chupões em meu pescoço complementaram nosso enquadre. E a minha vulnerabilidade perante a ele, que era apenas uma boneca de pano diante das suas mãos, sem poder tocá-lo de volta e apenas servi-lo deixava tudo mais excitante.

Depois de longos minutos de amassos ele me despiu, me soltando brevemente apenas para facilitar o trabalho, fiquei apenas com minha calcinha fio dental enquanto ele ainda usava calças.

Não tive tempo de remoer a falta que fazia poder acariciar o peitoral dele, pois logo ele voltou a me beijar com intensidade me deitando na cama, e eu gemia contra os lábios dele ao ter sua ereção roçando em minha calcinha.

– Você tem um peitão muito gostoso. – Falou apertando eles, deixando meus mamilos mais duros. – Ainda vou judiar bastante deles hoje.

N percorreu a boca pelo meu pescoço, deixando beijos, chupões mordidas e lambidas nele até meus seios, em que seguiu estimulando com seus toques.

Minha respiração se tornava cada vez mais ofegante da forma que ele apertava meus seios com força e sugava minha pele com firmeza naquela região.

– Você é deliciosa, vou te fazer um agrado antes de começarmos para valer. – Murmurei alguma coisa que nem eu mesma consegui identificar saindo dos meus lábios, como forma de respondê-lo.

N distribuiu mordidas leves na minha barriga até chegar em minha virilha, onde tirou a calcinha que eu vestia afastou meus joelhos e começou a me chupar em um oral delicioso, fechei as pernas ao redor dele, experienciando cada segundo do toque da língua dele em minha buceta molhada, nos breves momentos em que meus olhos se encontravam com os dele eu via as íris verdes de seus olhos carregadas de tesão, isso aumentava minha excitação, mas não conseguia manter contato visual por muito tempo, então olhava para cima, e no teto espelhado admirando os músculos de duas costas vi também os espasmos de meu próprio corpo no momento em que tive um orgasmo na língua dele.

Meu corpo ainda estava mole quando ele subiu com os lábios até os meus e me beijou novamente fazendo com que nossa saliva se misturasse com o gosto de minha própria luxúria.

N segurou em meus cabelos e me tirou da cama me posicionando de joelhos no chão, o pau dele estava duro como pedra com as veias saltando e o pré gozo escorrendo da glande, olhei para ele, era muito mais confortável e natural para mim vê-lo assim, de baixo para cima, do que quando eu tentava contato visual em pé e meu olhar estava em um ângulo mais próximo do dele, de forma que eu me sentia exposta, daquela maneira não, me sentia mais submissa e conectada a mim .

– Posso? – Questionei acanhadamente mas com a boca prestes a babar de tamanha vontade que eu estava para ter ele em minha garganta.

A resposta dele foi me segurar firme pelo pescoço e dar um tapa forte em meu rosto:

– Pede direito vagabunda.

– Posso chupar seu pau? Te dar prazer e te fazer feliz?

N sorriu e acariciou meu cabelo, como se estivesse me elogiando silenciosamente por ser uma cadelinha que se comportou bem.

Eu via a forma como ele encarava meus seios, então sem tirar os olhos dele babei bem o pau, lambendo inteirinho da base até a cabeça mas ainda sem colocar minha na minha boca, em seguida cuspi em meus próprios peitos e espalhei a saliva esfregando um no outro, quando me dei por satisfeita e vi que havia melados o suficiente para que eu realizasse uma espanhola satisfatória, encaixei a rola dele entre eles e comecei apertá-lo, com dificuldade já que as algemas restringiam bastante meus movimentos, mas essa imprecisão só me deixava mais excitada visto que eu me sentia mais vulnerável daquela forma.

N gemeu baixo e segurou meus cabelos com mais força, guiando o ritmo. Logo ele quis usar minha garganta, então puxou minha cabeça para frente e enfiou o pau na minha boca, fodendo meu rosto com estocadas firmes e profundas. Eu gemia ao redor dele a medida que engasgava e a saliva escorria pelos cantos da boca e eu dava meu melhor visto que ele era difícil de engolir para uma garganta profunda, então eu fazia movimentos de sucção alterando a intensidade conforme o ritmo em que ele movimentava minha cabeça .

– Que boca gostosa. – Murmurou ele com a voz rouca de tesão.

Seus movimentos foram ficando mais rápidos, e ele agarrou meu cabelo com mais força. Senti as veias do pau dele latejar forte na minha língua, até que de repente ele puxou para fora, segurou a base e começou a bater a glande inchada contra meus seios e com um gemido quente N gozou jatos quentes e grossos de porra em meus peitos.

E eu fiquei ali, de joelhos, respirando pesado, sentindo o sêmen dele escorrendo devagar pela minha pele, esperando o que viria em seguida.N me levantou sem esforço e me guiou até a cama. Minhas pernas estavam fracas, mas eu obedeci, subindo no colchão e me posicionando de quatro como ele indicou.

– Isso, bunda pra cima. Afasta as pernas, deixa eu ver esse cuzinho.

N foi até a mesinha e pegou um plug anal pequeno,prateado, com uma jóia brilhante na ponta. Ele passou o plug na minha buceta molhada, e começou a inserir, senti a pressão fria contra meu ânus, girando devagar, e soltei um gemido baixo quando ele começou a empurrar, eu gostava muito de anal mas por eu estar em desuso a um tempinho, senti aquela ardência familiar das minhas pregas se abrindo, ele riu ao notar minha tensão e meu deu um tapinha carinhoso nas costas.

Posicionou almofadas embaixo da minha barriga e se afastou por um instante e voltou com um paddle de madeira na mão, naquele momento eu estava de costas então eu não via o objeto naquele momento, apenas senti o peso da peça quando ele passou de leve na minha bunda.

– Lembra que você me provocou nas nossas conversas virtuais, certo? Qual foi nosso acordo mesmo?

– Que eu apanharia trinta vezes por ter demorado para organizar nosso contrato. – Respondi baixo, eu sou uma boa submissa, mas tem uma parte considerável de mim que é uma masoquista incontrolável então quando atrasei com a organização de nosso, mesmo que fosse devido a minhas ocupações acadêmicas, eu até fiquei empolgada com a ideia de apanhar mais, porém naquele momento sentindo a espessura daquela tábua de madeira, que era quase como aquelas de cortar carne eu me sentia intimidada e minha musculatura estava tensa. Mas nenhuma gota de arrependimento pairava em minha mente, somente um pouco de insegurança, seria muito frustrante para mim não aguentar a surra e ter que pedir pela palavra de segurança logo no começo.

– É bastante para uma primeira sessão, se eu não fosse sádico ficaria com dozinha de você. – Mesmo sem vê-lo conseguia sentir o ar de sua risada silenciosa e sarcástica atingindo a pele de minhas costas.

De uma forma tão gentil, quanto um guarda que leva a última refeição a um prisioneiro condenado à morte, N ajeitou almofadas embaixo da minha barriga para que eu ficasse confortável, e depois de um tempo em que o quarto ficou somente com o ruído de nossa respiração o primeiro golpe veio firme, estalando alto contra minha nádega esquerda. A ardência se espalhou rápido, mas era diferente da sensação do ardidinho mínimo do plug abrindo minhas pregas, era uma dor pesada e que afetava área grande de minha pele, parecia que aquele paddle pesava 20 quilos.

Dei um gemido baixo e choroso, mas apesar da dor e graças a ela achei aquilo extremamente prazeroso.

Os tapas seguintes vieram ritmados, alternando entre as duas bandas da bunda. Cada impacto do paddle em mim ecoava no quarto, deixando a pele cada vez mais quente e sensível, e transformando meus gemidos em gritos. Eu não contava os golpes, mas acredito que já tinha passado do décimo quando me dei conta de que minhas lágrimas molhavam o lençol, as pernas tremiam e meu cuzinho e pepeca pulsavam e eu mal conseguia manter a posição.

– Quantas vezes já te acertei? – Ele se dirigiu até mim e me agarrou pelos cabelos, fazendo com que meu rosto ficasse direcionado para cima e me puxou para um selinho rápido.

– Quinze? – Murmurei confusa e soluçando.

– Você é bem ruim com matemática. – Riu ele se voltando atrás de mim para continuar o spanking.

De fato eu era, mas não havia contado por dois motivos:

I - Esperava que se permanecesse alienada daqueles números a surra acabaria mais depressa

II- Mesmo que eu tentasse eu não conseguiria pois mal podia acompanhar minha própria cascata de pensamentos de tanto estímulo físico que meus neurônios tinham que processar.

Naquele momento cheguei a me questionar brevemente se N não teria se aproveitado disso para me bater cinquenta vezes, pois dificilmente eu teria notado, mas foi uma ideia rápida, sei que ele não faria isso sem me notificar dado a como era pragmático.

Depois dessa segunda série de golpes N largou o paddle na cama e passou as mãos sobre minha bunda ardente, apertando a carne quente, e me colocou deitada de bruços no colo dele.

– Encharcada pra caralho. – Suspirei com os dedos dele fazendo massagem em meu clitóris.

Ele inseriu na minha boceta um plug anal, daquele tipo que tem formato de gancho e ficou movimentando ele dentro de mim ao mesmo tempo em que acariciava minha bunda, eu toda manhosa arqiei as costas como uma gata no cio e empinei mias meus quadris em busca de aumentar o contato com aquele metal gelado e gostosinho que roçava em minhas paredes internas, então um novo instrumento foi utilizado para me espancar, uma palmatória revestida a couro e com alguns rebites de metal.

Primeiro alguns golpes na minha bunda que já estava bem marcada, depois outros nas costas que me arrancaram gemidos altos e por fim ele focou em surrar minhas coxas, sem parar de movimentar o “gancho” em mim.

Doía bem menos que o paddle de madeira, e não sei se tive essa impressão por estar com meus padrões de spanking elevados, mas eu não sentia o mesmo caráter punitivo, entretanto ainda tinha dor e por isso muito prazer e dessa forma não demorou muito para que tivesse um segundo orgasmo, dessa vez mais violento, de maneira que acabei esguichando em cima dele.

Ainda respirava de forma ofegante quando N me deixou de quatro, retirou o gancho da minha boceta e colocou no meu cu, era um pouco maior que o plug em formato de jóia então mesmo entrando com mais facilidade ainda senti aquela estranheza das minhas preguinhas esticando.

– Vai entrar algo maior aí daqui a pouco, princesa. – Minha pele ficava mais arrepiada a cada comentário de carinho irônico que escapava da boca dele.

Uma coleira foi presa bem apertada em meu pescoço e logo sua mão firme puxou a guia dela, gostei demais daquela pressão no pescoço, era como se estivesse sendo enforcada de leve, e naquela posição, ficava ainda mais submissa e totalmente satisfeita em exercer esse papel.

A sensação de vazio dentro de mim não durou quando o “gancho” foi retirado, pois logo N começou a meter a cabeça de seu pau dentro do meu cuzinho, que embora tivesse sido preparado, teve dificuldade de recebê-lo.

– Porra… que pau grosso. – Gemi chorosa dando o meu melhor para relaxar minha musculatura e aguentá-lo dentro de mim.

Ele urrou de prazer e me arrombou sem dó, não me deixando me acostumar com o tamanho, movimentei meus quadris para satisfazê-lo e também para aumentar meu contato com o pau dele e curtir meu delicioso empalamento, tudo se tornava ainda mais excitante nos momentos em que N agarrava firme meu pescoço pela guia ou puxava meus cabelos, estava totalmente entregue e dominada.

– Quer apanhar de flogger, vagabunda?

Murmurei positivamente, com dificuldade de fazer muito esforço para articular palavras.

– Fala o que você é minha. – Disse N de maneira provocadora, distribuindo tapas pesados em minha bunda já muito judiada.

– S-sua puta. – Minha voz quase não saiu diante de tanto estímulo que meu corpo recebia naquele momento.

– Mais alto.

– Sua puta. – Gritei de forma que eu mesma me assustei com o volume da minha voz.

– Muito bem. Boa putinha.

Depois disso senti as tiras de couro do flogger me atingindo nos mais diversos lugares, como costas, bunda, coxas, barriga e a lateral de meus peitos.

Cada golpe era como se todos os pensamentos pervertidos que já vagaram por minha mente estivesse se materializando em forma de chicotada em minha pele, ardia da forma mais agradável que eu poderia sentir, quase como se as chamas internas de desejo tivessem se externalizado, deixando rastros quente em todos os golpes que recebia.

– Que cuzinho gostoso. – Falou N ao gozar dentro de mim.

Caí de bruços sobre a cama, minhas pregas faziam esforço para fecharem, a mistura de sêmen com o liquido da minha excitação feminina escorria pelas coxas, ele se deitou me abraçando por trás e depositando uma mordida leve no ombro, sorri.

Estava com o corpo dilacerado, mas já sabia que em um curto intervalo de cinco minutos estaria pronta para mais uma rodada.

{ Esse é um texto bem diferente dos meus anteriores e bastante pessoal, então deixem os comentários e estrelinhas de vocês! É bem importante para que eu saiba que vocês querem mais contos nesse estilo }

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Honeymoon a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Honeymoon Honeymoon Contos: 27Seguidores: 35Seguindo: 30Mensagem Strawberries, cherries and an angel's kiss in spring

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →