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Linha tênue entre pensamento e realidade

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Um conto erótico de BS7
Categoria: Heterossexual
Contém 1144 palavras
Data: 18/07/2026 14:59:01
Última revisão: 18/07/2026 18:58:59

Há quem acredite que relacionamentos longos perdem a intensidade com o tempo. No nosso caso, aconteceu o contrário. Os primeiros anos foram marcados pela tranquilidade de quem construía uma vida em comum. Trabalho, academia, viagens ocasionais e a rotina de qualquer casal. Não existiam grandes conflitos nem dramas; apenas a segurança de saber exatamente quem estava ao nosso lado.

Essa estabilidade nos aproximava, mas também tornava os dias previsíveis. Foi sem perceber que começamos a buscar experiências diferentes, não por insatisfação, mas pela vontade de sentir novamente aquela mistura de curiosidade e expectativa que costuma acompanhar o início de um relacionamento. Pequenas mudanças passaram a fazer parte da nossa rotina, e cada novidade parecia fortalecer ainda mais a confiança que existia entre nós.

A liberdade para conversar sempre foi uma das maiores qualidades da nossa relação. Nenhum assunto era proibido. Fantasias apareciam naturalmente entre uma conversa e outra, quase sempre acompanhadas de risadas. Em vez de esconder desejos ou julgá-los, preferíamos entendê-los. Foi assim que um tema específico começou a surgir com frequência: como seria conhecer um clube liberal por dentro? Não havia planos definidos nem promessas. Era apenas uma curiosidade compartilhada, alimentada durante meses, até que uma viagem para fora de São Paulo transformou aquela conversa recorrente em uma oportunidade real.

Nossa intimidade sempre foi marcada pela cumplicidade e pela confiança. Muitas das nossas fantasias nunca passaram da imaginação, mas havia uma que voltava constantemente: a ideia de sermos observados à distância, sem que ninguém interferisse. Para ela, a sensação de despertar desejo era excitante justamente porque permanecia no campo da fantasia. Eu compartilhava desse fascínio e via aquilo como mais uma forma de explorarmos nossa conexão.

Quando finalmente decidimos visitar uma conhecida casa de swing, a intenção era simples: conhecer o ambiente, entender como funcionava e descobrir se tudo aquilo correspondia ao que imaginávamos. Não fizemos planos além disso. A expectativa da viagem, porém, fez com que cada dia de espera parecesse mais longo do que o anterior.

Chegamos na casa, que parecia ser bem uma balada normal. Um cara bem aparentado nos recebeu. Ali, bem rapidinho, nos informou onde era cada lugar da casa, nos acomodou em uma mesa do bar e questionou se era nossa primeira vez.

— É sim. Acho que fica bem na cara quem não conhece um ambiente assim, né? Rs.

— Fica tranquilo. É um bar como outro. Vcs se acomodam aqui, podem ver os shows, conhecer outros ambientes. Aqui, vocês tudo é liberado desde que permitam. E, se me permite, vocês formam um belo casal. Aproveitem bem a noite.

Ela tinha ido com uma roupa vermelha e como ela é branca o vestido realçava demais. Cabelo liso, seios de médio para grande rosadinhos uma delícia. Eu sou moreno 1,75. Músculos definidos e um pau rasoalvelmente grande, sempre gostaram. Rs.

Ele sai despedindo-se, apertando minha mão e beijando a mão de minha esposa, olhando diretamente em seus olhos.

— Nossa, que chique, né? Kkkkkkkkkk. A nossa cara deve ser muito de primeira vez, né?

— Muito, amor. Deve estar na nossa testa anunciando.

Permanecemos algum tempo no bar, observando o movimento enquanto a casa ia ficando cada vez mais cheia. À primeira vista, tudo lembrava uma balada comum: pessoas conversando, bebendo e rindo. A diferença só ficou evidente quando as apresentações começaram. O palco passou a receber performances sensuais que, pouco a pouco, evoluíram para cenas íntimas protagonizadas por casais, sob os olhares atentos de quem assistia.

Na cena existia dois homens comendo uma mulher de forma lenta enquanto uma mulher se masturbava perto deles, muito lindo de se ver. Todos usavam máscaras.

O clima do ambiente mudou completamente. A atmosfera carregada de liberdade e desejo acabou nos envolvendo de uma forma que não esperávamos. Inclinei

para perto dela e, quase num sussurro, perguntei:

- consegue se imaginar naquele palco, diante de tantos olhares?

Ela não respondeu. Apenas sorriu discretamente, mantendo os olhos fixos no espetáculo, enquanto seus gestos denunciavam o quanto estava envolvida por tudo aquilo.

Naquele instante, percebi que a curiosidade que nos levara até ali havia dado lugar a algo muito mais intenso. Ela permanecia completamente fascinada pelo que acontecia à nossa frente, absorvendo cada detalhe, enquanto eu entendia que aquela noite dificilmente terminaria da forma como havíamos imaginado quando cruzamos a entrada da casa

— Quer dar uma volta vermos o que achamos? — sugeri.

— Vamos!

Sem desgrudar os olhos, mas aceitou sair dali para irmos para um canto mais reservado.

Nos corredores vemos vários casais trepando um cara me convida com um gesto para se juntar a ele e sua esposa e minha esposa prontamente acena com um não.

Andamos mais um pouco.

Deixo-a encostada em um corrimão e beijo aquela boca carnuda maravilhosa. Meus beijos são correspondidos e, à medida que trocamos carícias, aquela forma na sombra já deixava claro que alguém nos observava.

— Amor, temos plateia... Vira pra cá.

Segurei seu corpo e virei eu para a parede e ela para o corredor, deixando aquela bunda gostosa para facilitar a vista dos nossos admiradores

Ficamos ali, sendo observados e com o tesão a mil de ter pessoas tão perto nos olhando e se excitando com aquilo.

Seu decote era fácil pois seu vestido era de alças, tirei um de seus seios para fora e comecei a chupa-lo, hora deixando ele a mostra para o casal ver.

Minha esposa gemia de tesao. Sua mão buscava meu pau por dentro da calça e me masturbava mesmo que sem jeito pois não havia espaço para tal.

Quando já não aguentávamos mais de tanto tesão e vontade de transar ela fala que quer ir para uma das salas privadas, bem não tão privadas pois tinha vários buracos. Fomos correndo deixando o casal que já fazia sexo para trás.

Quando chegamos na sala ela simplesmente deixa seu vestido cair ao chão ficando apenas com uma minúscula calcinha fio dental. Quando olhamos para sala percebemos que existem várias outras salas dos lados e que podemos ser vistos mas não vemos quem está do outro lado.

Quando me dou conta, aparecem nos buracos dois paus negros enormes minha esposa olha para eles com cara de espanto pelos tamanhos. Pretos e gigantes e não fala nada e fica de 4 no meio da sala onde não pode ser alcançada pelos paus e me chama.

Me posiciono atrás dela e coloco o pau em sua buceta toda lambuzada de tesão, ela fica de quatro virando os olhos e jogando o cabelo. Nunca vi ela com tanto tesão. Ela gritava fode… fode com força tua puta… fode… Gozamos gostoso, muito gostoso. Pergunto a ela:

-Tá gostando amor? Tá vendo esses paus duros de tesão ?

Ela só balança a cabeça em sinal positivo e grita anunciando que vai gozar.

- ai amor eu vou goooooozar no seu pau

Ahhhhh.

A linha da fantasia tinha sido cruzada. Mas a noite.... Bom, essa noite ainda estava longe de acabar

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