Olá pessoal contei que fomos passear no sítio do meu cunhado onde minha esposa foi arrombada pelo caseiro, depois desta aventura voltamos ao sítio em outro final de semana, só que desta vez ficamos somente eu e minha mulher no sítio, minha cunhada e o marido foram a um casamento na cidade mais próxima e iam dormir na casa de um conhecido, e só voltariam no outro dia a noite, me esqueci de dizer que o caseiro também estava no sítio, eu perguntei a ele se não ia tirar o final de semana de folga, ele me respondeu que não, que o meu cunhado tinha pagado a ele para terminar umas coisas do sítio, e como ele estava precisando de dinheiro preferiu trabalhar o final de semana, ele conversava comigo todo sem graça e de vez em quando ficava olhando para a minha mulher, como ele imaginava que eu não sabia o que tinha acontecido entre eles ficava com receio de conversar com ela, estávamos na varanda conversando e fui até a cozinha, e minha mulher falou para ele não ficar com receio de conversar com, pois eu não desconfiava de nada, ele só respondeu que tudo bem que estava daquele jeito porque estava sem graça de conversar com ela, ela só falou que ele não tinha nenhum motivo para estar encabulado, o que tinha acontecido entre os dois foi muito gostoso, e perguntou a ele se tinha gostado, ele respondeu que desde o dia que aconteceu batia uma punheta todos os dias lembrando de todos os detalhes, ela disse que delícia, está com saudades de que? O que você mais lembra? Ele respondeu que se lembra da sensação do pau dele no cuzinho dela e que nunca vai esquecer esse prazer que ela proporcionou a ele, ela disse que não tinha como esquecer também, porque tinha ficado com o cu todo arrombado por dias, ele pediu desculpas, e ela só disse que não precisava pedir desculpas que tinha sentido muito prazer mesmo ficando toda arrombada, eu estava escutando a conversa dos dois e fiz barulho quando estava voltando para a varanda só para eles perceberem, ficamos o sábado todo aproveitando o lugar, fizemos um churrasco, nadamos na piscina, e sempre observava que o jeca, não tirava os olhos de Nilda, mas fingia não ver, ela ficou de biquíni o dia todo praticamente, com certeza para provocar, ficou tomando sol de rabo pra cima, e toda vez que olhava o caseiro com seus afazeres percebia ele pegar no pau, ajeitando a rola dentro da calça, no final da tarde fomos tomar um banho eu e minha mulher, no banheiro fiz questão de fuder sua buceta com força, fazendo ela gemer alto, sabendo que o caseiro estava a poucos metros da janela do banheiro, e com certeza ele ouviu os gemidos dela, depois de gozarmos, terminamos o banho e fomos para a varanda jogar sinuca, ela estava usando um vestidinho que ficava um pouco acima dos joelhos, e chamamos o caseiro para jogar conosco, ele respondeu que só ia tomar um banho e já voltava, ficamos jogando sinuca e percebia que Nilda provocava ele de vez em quando, eu fingindo não perceber deixava rolar, ela quando ia jogar levantava uma das pernas quase mostrando a bundinha, teve um momento que ela colocou uma das pernas em cima da sinuca para facilitar uma jogada, e com certeza deu para ele ver sua calcinha, ele ficava sentado pois estava de pau duro e não queria dar muito na cara, chamei ela em um canto e perguntei, você quer dar pra ele não é? Ela me disse que daria se eu não ficasse chateado, e que estava doida pra sentir aquele pau cabeçudo novamente, falei que ela podia fuder com ele, mas não era para dar o cuzinho, porque eu que ia fuder aquele cu mais tarde, ela respondeu que tudo bem, que só de sentir o pau dele na buceta já ficaria satisfeita, falei que por mim ela podia dar a buceta até ficar toda ardida, desde que ele não metesse nem um dedo no cuzinho dela, depois de tudo acertado ela vem com a desculpa de fazer uma mousse de morango e pergunta ao caseiro se ele tinha leite condensado para emprestar a ela , que ia fazer a mousse para a sobremesa do dia seguinte, ele respondeu que não tinha que mal comprava leite condensado, e disse que a vendinha da cidade fica aberta até tarde e que se ela quisesse ele ia comprar sem problema nenhum, como a vendinha não fica muito longe, do sítio da uns 20 minutos ou menos de carro, eu falei que ia e aproveitaria para comprar um pouco mais de carne, ela ainda disse para o caseiro ir comigo, mas como sabia das intenções dela falei que não precisava que ia sem problema nenhum, e quando ia saído falei com ela que tinha no máximo uns 40 minutos para ela matar a vontade, e que não esquecesse o nosso combinado, ela só respondeu que eu podia ficar despreocupado e que mais tarde me contaria tudo, e que o cuzinho era meu e ele não enfiaria nenhum dedo, então sai e deixei os dois sozinhos. Assim que saí ela disse que foi até a varanda e chamou ele e disse que estava com vontade de sentir o pau dele novamente, e que daria novamente para ele com uma condição, ele pergunta qual, ela fala que daquela vez ele não poderia fuder o cuzinho dela e que não podia enfiar nenhum dedo se quer, ele questiona dizendo que estava com uma vontade enorme de fuder o cuzinho dela, que só colocaria a cabeça um pouquinho e nada mais, ela falou que não, que ia dar o cuzinho pro marido mais tarde e não queria dar ele arrombado, ele concorda e fala que pelo menos ia chupar ela toda, e pega ela no colo e senta ela na sinuca, levanta seu vestido até sua cintura, arreda sua calcinha pro lado com tanta vontade que chega a rasgar um pouco, e começa a chupar sua buceta como se fosse a última da terra, enfiava a língua até o fundo e lábia seu cuzinho e voltava a chupar a buceta, ele pega ela novamente no colo descendo ela da sinuca e faz ela ajoelhar, e coloca o pau para fora da bermuda, bate com o pau na cara dela e faz ela chupar com vontade, ela chupava das bolas a cabeça do pau, tentando enfiar o máximo que podia na boca, engasgando e babando o pau dele todo, ele senta ela novamente na sinuca abre bem as pernas dela coloca o pau na entrada da buceta, olha bem nos olhos dela e soca de uma vez buceta a dentro, fazendo ela da um gritinho de prazer, ele fica socando rola na buceta com ela de pernas abertas pra ele, depois desce ela da sinuca e faz com que ela fique de costa pra ele, ela coloca as mãos na sinuca e sente o caralho entrar por trás na buceta, rebola no pau e faz sua bunda bater com força nele, ele segura ela no colo e soca pau na buceta, e ficam fudendo por quase vinte minutos, até que ele goza na buceta dela fazendo a porra escorrer em cima da sinuca, ela desce e chupa o resto da porra que ainda saia do seu pau, ela vai ao banheiro se limpar e troca de calcinha, e pouco tempo depois eu chego com as compras, e vejo ele todo sem jeito passando um pano na sinuca, eu só pergunto a ele o porquê ele estava limpando a sinuca, ele responde dizendo que tinha derramado um pouco de cerveja, falo com ele que íamos ver TV no nosso quarto e ele fala que não ia deitar e que ficaria na varanda bebendo até o sono chegar, dei boa noite e chamei Nilda para o quarto, após ela me contar tudo, passei a mão em sua buceta que ainda estava toda esporrada, e mesmo ela limpando a porra ainda escorria de dentro de sua buceta, mostrando que ele tinha gozado bem fundo, coloco ela pra mamar meu pau enquanto ela termina de me contar os detalhes, e enquanto ela me chupava olho pela cortina e dá pra ver o caseiro sentado no banco de madeira na varanda bebendo e mexendo no celular, peço a ela que coloque as mãos na janela e soco o pau na sua buceta por trás, e faço ela gemer alto, com a intenção de chamar a atenção do caseiro, e falo com ela pra pedir que eu soque com força, e ela obedece e me pediu pra fuder sua buceta com força, falando soca na buceta dessa puta, soca amor, e quando olho pela janela novamente vejo o caseiro mais próximo a janela escutando nossa foda, aí falo no ouvido dela, pedi pra mim fuder seu cuzinho, e ela fala com uma voz quase roca, amor fode meu cuzinho, arromba o cuzinho da sua putinha, quando olho pela cortina vejo que o caseiro apagou algumas luzes da varanda, mas mesmo assim dava para vê-lo por causa da iluminação que vinha do jardim, percebi que ele estava nos ouvido, e começou a bater punheta, lubrifiquei bastante meu pau com óleo corporal, pedia a ela que empinasse a bunda e fui socando pau naquele cu bem lentamente, quando a cabeça do pau entrou fiquei um tempo sentindo aquele cuzinho se acostumar com o invasor, e fiquei tirando e socando o pau, e ela apoiava as mãos na janela e pedia para que eu fudesse gostoso seu cuzinho, isso amor, soca no cu dessa puta, soca, que delícia esse pau me arrombando, enche esse cu que é seu de porra, e eu só socando, aproveitando bastante aquele rabo, e olho pela fresta da cortina e vejo o caseiro se acabando na punheta, ouvindo a mulher que ele fudeu em cima da sinuca implorar ao marido que arrombasse seu cuzinho sem dó, depois de um bom tempo socando naquele rabo gostoso, anúncio meu gozo, e ela só pede pra encher seu rabo de porra, isso amor goza bem no fundo desse cu, goza no cu dessa puta, e gozei fortemente ouvindo os pedidos dela, olhei pela janela e não vi mais o caseiro, fomos dormir e no outro dia, ela pergunta ao caseiro se ele tinha dormido bem, ele falou que tinha dormido, mas com uma vontade enorme de sentir ela novamente, e que tinha escutado os gemidos dela a noite, ela pergunta o que ele tinha ouvido, ele fala que ouviu ela implorar que o marido gozasse no fundo do seu cuzinho, e que bateu duas punhetas pensando nisso, ela falou que um dia ia dar o cu novamente para ele, mas que somente se ele fosse obediente, ele disse que faria qualquer coisa para sentir aquele cuzinho gostoso novamente, na outra semana o caseiro foi na minha casa fazer um serviço de jardinagem para nós, vou deixar para o próximo conto ok espero que tenham gostado
VOLTAMOS AO SÍTIO, E DESSA VEZ O PRESENTE FOI MEU
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Um conto erótico de Thesquinho
Categoria: Grupal
Contém 1846 palavras
Data: 18/07/2026 13:02:28
Assuntos: Grupal
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ThesquinhoContos: 6Seguidores: 11Seguindo: 7Mensagem Sou Técnico em informática, Heterossexual, cinquentão e casado com uma mulher que nunca teve outro homem além de mim, mas deixei ela realizar as fantasias dela, os contos que narro são reais e acrescento algo a mais espero que gostem, deixe suas opiniões. Comentários
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