🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Império pornô - Com sorte, consorte

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Da série Império pornô
Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 4800 palavras
Data: 18/07/2026 12:25:17
Última revisão: 18/07/2026 12:26:24

Algumas semanas haviam se passado desde que vendemos nossa participação na empresa. Estranhamente, eu não sentia falta de absolutamente nada, principalmente daquelas reuniões intermináveis. Acho que a melhor parte foi não depender mais de um despertador para acordar, era o meu maior sonho. Ainda acordava cedo, por hábito. Anos repetindo a mesma rotina fazem isso com qualquer um.

Abri os olhos devagar e fiquei alguns segundos encarando o teto de madeira do quarto. A janela permanecia aberta desde a noite anterior por causa do calor, e uma brisa fresca entrava, trazendo consigo o cheiro de terra molhada. Logo depois vieram os pássaros, cada um cantando como se estivessem competindo para descobrir quem fazia mais barulho.

Sorri. Nunca imaginei que tanto barulho pudesse ser tão silencioso. Levantei da cama ainda espreguiçando os braços. A madeira do assoalho estalou sob meus pés enquanto caminhava até a varanda do quarto. A vista continuava me impressionando. Era tudo tão verde. Ver as árvores balançando lentamente conforme o vento passava. A grama ainda coberta pelo orvalho da madrugada. O pequeno lago refletindo um céu completamente limpo.

Nenhum prédio, buzina ou multidão, apenas natureza até onde meus olhos conseguiam alcançar. Respirei fundo, o ar leve e vivo da natureza.

— Você fugiu de novo — Pink apareceu na porta ainda completamente sonolenta.

Virei o rosto, o cabelo rosa estava uma bagunça ainda maior do que o normal, uma camiseta enorme escondia praticamente todo o corpo e ela esfregava um dos olhos.

— Não fugi.

— Fugiu sim.

— Só levantei primeiro.

— Isso é fugir — ela caminhou até mim arrastando os pés, bocejou e me abraçou com força, apoiando a cabeça no meu ombro. — Você nunca vai conseguir fugir de mim

Ficamos alguns segundos sem dizer absolutamente nada. Só olhando.

— Acho que nunca dormi tão bem.

— Nem eu.

— Café? — ela levantou a cabeça.

— Café.

Enquanto eu preparava o café, Pink organizava a mesa como se estivéssemos recebendo uma visita importante. Colocou pão, manteiga, frutas, queijo, geleia, tudo perfeitamente alinhado. Tomamos café devagar, sem qualquer tipo de distração, apenas ela e eu. Quando terminamos, Pink pegou um pequeno balde cheio de milho.

— Hora das meninas.

Segui atrás dela. Assim que abriu a pequena cerca do galinheiro, as duas galinhas vieram correndo.

— Bom dia, Cocó — Pink jogou um punhado de milho. — Bom dia, Rico.

As duas começaram a ciscar desesperadamente.

— Dormiram bem?

Olhei para ela.

— Você sabe que elas não vão responder.

— Elas respondem, você que não entende.

— Ah, ok — dei uma breve risada. — Você é algum tipo de princesa da Disney que fala com animais?

Foi então que uma explosão de energia atravessou o quintal. Pirata apareceu correndo feito um foguete, derrapou na grama e praticamente se jogou contra as pernas da Pink.

— Bom dia, meu neném — ela imediatamente se abaixou fazendo uma voz aguda e fina. — Dormiu bem?

Ela segurou o rosto dele entre as mãos.

— Quem é o cachorro mais bonito desse mundo?

Pirata respondeu lambendo o nariz dela.

— Está vendo?

— Vendo o quê?

— Ele sorriu.

Olhei para o cachorro. Depois para ela.

— Como exatamente um cachorro sorri?

Ela arregalou os olhos, completamente indignada. Então começou um monólogo absurdamente detalhado sobre como cachorros sorriam com os olhos, com as orelhas, com o rabo, com o jeito de andar, com a respiração. Perdi completamente o fio da lógica em algum momento. Mas continuei ouvindo cada palavra, cada gesto exagerado, cada expressão indignada quando eu fingia não entender. No fim, percebi que nem estava prestando atenção na explicação fazia alguns minutos.

Estava apenas olhando para ela e sorrindo.

Depois de alimentar as galinhas, fomos até a pequena horta que começava, finalmente, a tomar forma.

— Esse aqui já pode? — Pink perguntou, apontando para um pé de alface.

— Pode.

Ela arrancou com um cuidado quase exagerado, como se estivesse colhendo uma obra de arte. Ela abriu um sorriso de orgulho. Passamos boa parte da manhã regando a horta, retirando algumas ervas daninhas e conversando sobre absolutamente nada.

Depois disso, Pink decidiu que faria amizade com um pequeno pássaro que costumava aparecer perto da varanda. Ficou cerca de quinze minutos com o dedo estendido e completamente imóvel esperando o pássaro pousar ali. Ela só saiu dali porque o pássaro voou para outra árvore.

— Acho que ele não gostou de você — Pink voltou frustrada. — Você assustou ele.

— Ok, Cinderela — respondi rindo. — Da próxima vez eu escondo a minha cara feia.

Enquanto ela tentava conquistar a confiança da fauna local, fui até a cerca dos fundos substituir uma das tábuas que havia soltado durante a semana. Ainda estava martelando quando ouvi a voz dela.

— Precisa de ajuda?

Olhei por cima do ombro.

— Não.

— Tem certeza?

— Absoluta.

Ela ignorou completamente minha resposta. Cinco minutos depois, conseguiu esconder meu martelo em algum lugar que nem ela mesma sabia onde estava. Demoramos quase dez minutos para encontrá-lo.

— Acho que ajudei pouco — Pink deu um sorriso constrangido.

— Você atrapalhou com muita dedicação.

Ela sorriu daquele jeito inocente que sempre funcionava.

— Mas você continua gostando de mim.

— É, continuo.

— Ainda bem. Eu também continuo gostando de você — ela veio até mim, ficou na ponta dos pés e me deu um beijo rápido.

Depois do almoço, nós dois acabamos na varanda da frente. Pink estava deitada no banco de madeira, um livro aberto sobre o peito, a cabeça apoiada na minha perna. Eu não fazia absolutamente nada. Só observava o vento balançando as árvores enquanto uma brisa fresca atravessava a varanda. Olhei para Pink outra vez. O vento bagunçava o cabelo dela, e pela primeira vez percebi que a raiz estava enorme. O castanho muito claro começava a aparecer sob o rosa desbotado. Passei os dedos entre os fios.

— Você não vai pintar de novo?

— Acho que não — ela ergueu os olhos do livro.

— Enjoou do rosa?

— Uhum.

— Então vai deixar crescer?

— Sim, já faz tanto tempo que nem lembro mais como é a cor natural o meu cabelo.

Ficamos alguns segundos em silêncio. Ela fechou completamente o livro, colocou sobre o banco.

— O que a gente vai fazer hoje?

— Estava pensando em ir ao boliche — respondi sem pensar muito.

Silêncio. Ela levantou devagar a cabeça. Piscou. Depois sentou.

— Você está brincando?

— Não.

— Tem um boliche aqui perto?

— Tem.

— A gente pode ir?

— A gente vai.

— Meu Deus! — ela simplesmente pulou do banco e começou a andar em círculos pela varanda. — Meu Deus...

— O que foi?

— Eu tô nervosa — ela apontou um dedo para mim.

— Por quê?

— Porque você falou isso muito de repente.

— Desculpa.

— Não pede desculpas!

— Tá bom...

— Agora eu estou nervosa porque você pediu desculpas — ela respirou fundo.

Não consegui segurar a risada. Ela continuou andando de um lado para o outro.

— Eu nunca fui num boliche.

— Nunca? — parei de rir.

— Nunca — ela cruzou os braços, mas não parou de andar de um lado para o outro.

— Sério?

— Minha infância foi uma merda.

Levantei e fui até ela.

— Então hoje você vai — passei os braços em volta da cintura de Pink.

Toda a irritação desapareceu.

— Como funciona? — ela abriu um sorriso enorme.

— Você joga a bola.

— Eu sei essa parte.

— Então você já sabe metade.

— É pesada?

— Depende da bola.

— Tem sapato especial mesmo?

— Tem.

— Posso escolher a cor?

— Acho que sim.

— Tem comida?

— Tem.

— Pode jogar várias vezes?

— Pode.

— Posso gritar quando derrubar tudo?

— Acho que ninguém vai conseguir te impedir.

— Eu vou gritar — ela abriu um outro sorriso maior que o anterior. — STRIKE!

A noite caiu, durante o caminho inteiro ela continuou fazendo perguntas. Quando chegamos ao boliche, parecia uma criança entrando pela primeira vez num parque de diversões. Recebeu o sapato alugado como se fosse um prêmio. Escolheu uma bola claramente pesada demais. Respirou fundo, correu e arremessou. A bola saiu da mão dela completamente torta. Foi parar quase na pista ao lado. Pink levou as duas mãos à boca.

— Meu Deus! — virou imediatamente para o casal da pista vizinha. — Desculpa! Eu nunca fiz isso antes!

Os dois começaram a rir. Ela ficou completamente vermelha.

— Eu estraguei o boliche?

— Ainda não — respondi.

Na segunda tentativa ela acertou alguns pinos. Levantou os dois braços.

— EU DERRUBEI TRÊS!

Na terceira, derrubou cinco. Pulou. Na quarta, sete. Comemorou como se tivesse vencido uma Olimpíada. As pessoas das pistas ao redor já estavam rindo da felicidade dela. O mais engraçado era que Pink nem percebia, estava ocupada demais sendo feliz. Depois fomos jantar. Escolhemos um restaurante pequeno, sem luxo, daqueles em que a comida é muito melhor do que a fachada faz parecer. Enquanto esperávamos o pedido. Conversamos sobre qualquer outra coisa. Pink nunca parava de falar. Foi quando senti um pequeno volume no bolso.

A aliança.

Meu cérebro imediatamente gritou: "É agora."

Olhei para Pink. Ela ria contando alguma história completamente aleatória.

"Agora."

Assenti sozinho.

"Depois que ela terminar de falar."

Ela terminou. Mudamos de assunto. A sobremesa chegou. Pagamos a conta. Entramos no carro. Quando voltamos para casa, a propriedade já estava completamente silenciosa. O céu limpo deixava a lua iluminar o gramado, as árvores projetavam sombras compridas sobre a terra úmida e, ao longe, só se ouviam os insetos e algum pássaro noturno perdido entre os galhos. Entramos sem acender muitas luzes. Pink fechou a porta atrás de nós e encostou as costas nela. Ficou me olhando com aquele sorriso. O mesmo sorriso que sempre aparecia quando ela estava prestes a aprontar alguma coisa.

— Essa noite ainda pode terminar de um jeito perfeito — caminhou até mim sem nenhuma pressa.

Quando chegou perto, segurou a gola da minha camisa e me puxou para um beijo. Era um beijo lento, sem a menor pressa. Passei uma das mãos pela cintura dela enquanto a outra afastava uma mecha do cabelo que insistia em cair sobre seu rosto.

— Você está feliz? — perguntei baixinho.

— Muito — ela sorriu sem abrir os olhos.

— Mesmo morando no meio do nada?

— Principalmente por isso — ela me beijou de novo. — E por estar com você.

— E o boliche?

— Eu quero voltar — ela abriu os olhos.

— Já?

— Quero virar uma profissional.

— Você fez cento e poucos pontos.

— Cento e vinte e três.

— Você decorou?

— Claro.

— Achei que tinha perdido a conta depois da quinta comemoração.

— Você é muito chato — ela me deu um leve empurrão no peito.

— E você comemorava até quando derrubava um pino só.

— Um é melhor que nenhum.

Não consegui responder. Só ri outra vez. Ela apoiou a testa na minha.

— Obrigada.

— Pelo quê?

— Por hoje.

— Foi só um boliche.

— Não — ela balançou a cabeça. — Foi um dia da vida que eu sempre quis ter, mas nunca soube que precisava.

Fiquei alguns segundos olhando para ela. Às vezes eu ainda tinha dificuldade de acreditar que aquela era a nossa realidade. Ela voltou a me beijar.

— Sabe... — ela interrompeu o beijo de novo. — Acho que nunca tentamos anal.

— Não, nunca tentamos — um sorriso longo apareceu no meu rosto.

— E você foi um namorado muito prestativo hoje.

Ela mal terminou de falar, Pink já voltou a me beijar. Os peitos pequenos e macios pressionados com o meu corpo. Os braços me envolveram um pouco mais, as mãos passeando pela minha nuca e meu cabelo. Seu cheiro natural era tão extasiante, com um toque de suor da noite quente. A língua dela traçou o contorno dos meus lábios antes das nossas línguas se encontrarem.

Lembrei das palavras dela, sobre a noite terminar de um jeito perfeito. Intensifiquei o beijo, um pouco mais selvagem e ela correspondeu. Minhas mãos deslizaram pelas costas dela, sentindo o tecido macio da roupa enquanto a puxava mais para perto.

Começamos a nos mover juntos, nos arrastando pelos corredores com os corpos colados, o beijo mais quente do que nunca. Uma perna bateu na lateral da mesinha de centro, fazendo uma chave cair com um barulho metálico no piso de madeira. Não foi o suficiente para distrair nem ela e nem a mim. A empurrei contra a parede, meu corpo pressionando o dela enquanto as mãos exploravam as curvas que eu conhecia tão bem.

O caminho até o quarto foi uma sequência de tropeções e sorrisos roubados. A porta do quarto se abriu com um empurrão desajeitado, e nem me preocupei em fechar. Minhas pernas bateram na borda do colchão e cai para trás, me sentando na beirada.

Ela se afastou o suficiente para ficar entre minhas pernas, os olhos fixos nos meus enquanto as mãos começavam a trabalhar no cinto da calça. O desespero dela estava estampado no seu rosto, assim como nos dedos tremendo de excitação. Tirar o cinto, abaixar o zíper, desabotoar até finalmente meu pau pular para fora já duro e pulsando.

Pink, ainda com os olhos fixados nos meus, se ajoelhou entre minhas pernas, passou o dedo levemente pela cabeça, espalhando o líquido pegajoso do pré-gozo. Sem aviso nenhum, ela se inclinou e a boca quente envolveu só a cabeça. Soltei um gemido abafado, as mãos indo automaticamente para o cabelo dela. Mas desta vez era diferente.

Normalmente, ela era agressiva, chupando fome, quase me engolindo por inteiro. Agora, seus movimentos eram lentos. A língua dela dançava ao redor da cabeça, traçando círculos. Ela chupava devagar, sentindo cada centímetro deslizando por sua garganta, esticando os lábios, forçando até onde conseguia ir antes de se engasgar, só então recuava.

Fiquei observando aquela cena hipnotizado, enquanto a cabeça de Pink subia e descia, os lábios rosados esticados ao redor da grossura. As bochechas dela se afundavam a cada sucção, criando um vácuo que fazia meus joelhos fraquejarem. Uma das mãos dela massageava as bolas, rolando-as delicadamente enquanto a outra segurava a base, controlando o ritmo.

Ela soltou um leve gemido, senti as vibrações percorrendo meu pau como uma corrente elétrica. Em algum momento, nossos olhos se desconectaram, mas logo se encontraram novamente, isso enquanto ela ainda chupava.

Ela variava a pressão, ora sugando forte, ora usando apenas a língua para explorar cada veia, cada textura. Meu pau ficou coberto de saliva, brilhando sob a luz fraca do quarto. Ela então diminuiu o ritmo, soltando meu pau.

Ela se levantou e se afastou, com alguns passos para trás, ergueu a saia, expondo as coxas macias e a calcinha. Os dedos dela prenderam o tecido fino, puxando-o para o lado e revelando os lábios da buceta, já brilhantes e escorrendo pelas coxas. Então, ela se virou. A luz do quarto delineava cada curva, cada pequena imperfeição de seu corpo que eu era completamente obcecado.

Ela se inclinou ligeiramente para frente e abriu a bunda, expondo o interior da buceta rosa e seu anel mais rosa ainda piscando. Pink, ainda de costas, se aproximou, dobrou os joelhos e com uma mão, ela segurou a base do meu pau até a cabeça se aproximar das pregas virgens. A cabeça molhada roçou a pele macia no seu cuzinho. Ela rebolou lentamente, apenas esfregando meu pau na entrada, sem penetração.

— Você nunca me pediu para foder meu cu — Pink falou, a voz rouca, quase num sussurro.

— Acho que nunca pensei nisso.

— Que ultraje — ela me olhou por cima do ombro. — Um namorado que nunca fodeu o cu da namorada.

— Vamos mudar isso hoje, vou foder seu rabo a noite inteira.

— Eu gosto dessa ideia — ela sorriu, logo se afastou. — Mas vai ter que fazer por merecer.

Eu já sabia o que isso significava. Sem hesitar, desci da cama, ficando de joelhos no chão atrás dela. Pink se jogou para trás, afundando meu rosto no meio da sua bunda. Minha língua traçou círculos, se aproximando cada vez mais do centro. Quando minha língua finalmente tocou o anel contraído, ela gemeu, o corpo tremendo. Chupei seu cu de todas as formas. Tentei enfiar dentro, mas as pregas foram resistentes. Fiz círculos novamente, enquanto isso, uma mão subiu e passou a masturbar sua buceta extremamente molhada.

Ela correspondia gemendo e empurrando o corpo um pouco mais para trás. Senti minha cabeça sendo esmagada entre sua bunda e a cama. Mas mal ligava, estava exatamente onde queria estar. Assim, minha língua penetrou mais fundo em seu cu enquanto os dedos trabalhavam na buceta. O ritmo aumentou, os movimentos se tornando mais urgentes. Ele sentiu o corpo dela começar a se tensionar, os gemidos ficando mais altos.

— Não para — ela implorou. — Tô quase... quase...

Então, só se ouviu os gemidos dela. O corpo dela se contorceu. O orgasmo a atingiu como uma onda, as pernas tremendo incontrolavelmente. Senti seu cu se contraindo repetidamente, apertando e expulsando minha língua.

Quando finalmente parou de tremer, ela se virou, o rosto vermelho e os olhos brilhantes.

— Caralho — Pink falou, se sentando no colchão. — Isso foi...

Sem deixar ela terminar de falar, me levantei, a agarrei pelas pernas atrás dos joelhos e ergui, forçando-a se deitar no colchão. Arranquei sua calcinha de uma vez, mas a deixei com a saia. Sua buceta brilhava com o mel, assim como seu cu com a minha saliva. Deixei meu pau cair sobre a xana molhada, esfreguei um pouco para cima e depois para baixo. Logo posicionei a cabeça na entrada e comecei a forçar. Pink me recebeu dentro de si sem nenhuma resistência. Na mesma hora, comecei a meter forte. Não conseguia me controlar com ela. Nunca conseguia.

Cada estocada era acompanhada com um beijo apaixonado em seus lábios, abafando os gemidos. Ela cruzou as pernas na minha cintura e cada vez mais me puxava para dentro dela a cada tentativa de sair. Seus olhos brilhavam em êxtase, um fio de saliva até começou a correr no canto da boca quando ela abria para gemer, mas nenhum som saia.

A cada metida, ela ia um pouco mais para o meio da cama, me forçando a subir no colchão e ficar de joelhos. Aproveitei para forçar as coxas a se descruzarem da minha cintura. Tirei devagar meu pau completamente melado dos seus fluidos e deslizei para baixo. Pink se arreganhou um pouco mais, cuspindo na ponta dos dedos e passando no anel de couro rosado, espalhando seu lubrificante natural.

Comecei a forçar a entrada, as pregas impediam o invasor como se fosse uma parede dura e impenetrável. Mas logo o bloqueio foi quebrado. Aquela resistência era prazerosa, mesmo apenas com a ponta da minha pica em seu buraco proibido era o suficiente para me fazer grunhir com seu rabo tentando me expulsar dali.

Mas era nossa vontade, não seria uma resistência tão fraca que iria nos impedir de ter nosso primeiro sexo anal. Forcei mais um pouco, sempre observando as reações de Pink, que por sua vez, se masturbava loucamente, os dedos entre o clitóris inchado e vermelho. Seu rosto tinha um sorriso de prazer, entendi que não era para parar.

Empurrei até chegar na metade, mais um pouco até sentir minhas bolas batendo em sua bunda. Ali o sorriso dela se fechou, abriu a boca num gemido prolongado que eu logo abafei com um novo beijo. Suas pregas tentavam a todo custo me expulsar de dentro do seu cu, mas agora eu era a resistência. Permaneci ali, quase gozando somente com seu rabo mastigando minha pica enquanto ela se acostumava com o tamanho.

Iria ter problemas com aquilo, mal começamos e meu orgasmo já começava a dar as caras. Não podia estragar aquele momento. Tentei ocupar a mente com outras coisas.

— Tá tendo problemas ai? — Pink olhou para mim com um novo sorriso.

— Um pouco, você é apertada ai atrás.

— Apertado? — ela riu. — Me fala mais, como tá se sentindo tirando a virgindade do meu cu?

— Agora me sinto especial — devolvi o sorriso. — Mas sério, tá difícil aqui, sinto que a qualquer momento posso gozar.

— Não vai não, você precisa me arregaçar primeiro — o sorriso dela sumiu. — Vai, começa a meter.

Não podia discutir com ela. Comecei a me mexer lentamente, Pink, em nenhum momento fez cara de dor ou pediu para parar. Então logo, as estocadas tímidas e leves começaram e se tornar rápidas e barulhentas. Isso, barulhentas, com o meu corpo se chocando com o dela, com os gemidos exagerados.

Acho que descobrimos uma nova paixão de Pink. Ela ordenava para eu meter mais rápido no pé do meu ouvido enquanto se masturbava e gozava no meu pau. Eu dava a vida metendo em seu cu, até esqueci que estava prestes a gozar. Por alguma razão, tive um retardo na ejaculação, talvez porque queria prolongar aquele momento, prolongar a vista da Pink se contorcendo de prazer enquanto tinha o cu fodido.

Ela queria ser arregaçada, e lá estava eu, cumprindo seu desejo. A fodi tão forte que ela começou a esguichar. Os fluidos molharam a barriga dela, meu abdômen, meu pau que constantemente estava entrava e saindo de dentro dela.

Já perdia a conta de quantas vezes ela gozou na minha rola.

Tirei meu pau de dentro e me deitei ao seu lado. Pink ergueu a perna e eu a agarrei por trás do joelho, fazendo ela flexionar. Me encaixei atrás dela, fazendo meu pau entrar sem dificuldades em seu cu novamente, praticamente deslizando para dentro. Ela gemeu enquanto sentia sendo preenchida, o corpo se ajustando ao seu tamanho. O ritmo começou como no início, lento, cada movimento profundo e delicado. Levei uma das mãos até um de seus peitos, apertei os bicos pontudos e deslizei a mão para cima, parando em seu pescoço.

Voltei a meter forte quando apertei seu pescoço. Os gemidos dela cessaram por um momento. Seu rosto ficou igual uma pimenta, ela já tinha uma facilidade extrema em corar, quando a enforcava isso piorava dez vezes. Não parei de meter um segundo sequer, até que seu rosto começou a ficar roxo, afrouxei o aperto e enfim ela conseguiu respirar.

Ela virou o rosto e sua boca caçou a minha. O beijo foi intenso, com direito a língua, mordida no lábio até quase sangrar e gemidos altos, mesmo que abafados. Deslizei a mão para baixo até chegar em seu clitóris. Esfreguei na entrada da buceta extremamente molhada. Ela sempre ficava daquele jeito quando era enforcada, o melhor era sentir sua buceta jorrando feito uma cachoeira enquanto a fodia sem dó.

Recolhi um pouco do mel e voltei para clitóris, passei a estimulá-la ali mesmo enquanto não parava de meter em seu cu. Pink agarrou o lençol com uma mão, a outra foi para o meu cabelo, continuou me beijando quando deu início aos gemidos chorosos. De repente, voltou a esguichar, um outro orgasmo anal nos surpreendeu com os gritos agudos dela nos meus ouvidos. Eu não reclamei, adorava ver ela esguichando feito uma puta.

No fim, ela caiu de lado, as pernas amoleceram e o rosto ainda mais vermelho. A respiração pesada tomou conta do quarto quando os gemidos cessaram. Parei um pouco também para observar a cena. Nós dois completamente cobertos de suor, o quarto estava um pouco abafado pelo calor. Olhei par a janela, pensando em dar uma rápida trégua, me levantar e ir até ela, apenas para abrir e deixar a brisa suave do luar invadir o quarto.

Mas a trégua da Pink durou muito pouco. Ela logo me encurralou de novo, subindo em cima de mim com o mesmo olhar devorador em seus olhos. Longe de estar satisfeita.

Há quem diga que Pink tinha um olhar inocente, mal sabiam que em quatro paredes, a inocência passava longe.

Pink levou a mão para trás, agarrou meu pau pela base e o deslizou para dentro do seu cu. Nem parou para respirar, ela começou a cavalgar ficando de cócoras, subindo e descendo freneticamente enquanto apoiava as mãos no meu peito.

O cabelo rosa grudado tanto na testa dela quanto na minha, era um charme. Assim como os peitos pequenos balançando. Assim como o barulho do estalo dos tapas em que dava em sua bunda, ordenando que ela sentasse mais fortes.

— Vai mais rápido — eu sorri para ela. — Só isso que você consegue?

Isso bastava para ela me olhar com mais ferocidade e quase rosnar, passando a cavalgar mais forte. Tão forte que a cama passou a ranger.

— Não era você... — ela pausou com um longo gemido. — ...que tava quase gozando?

— Até esqueci disso, você pediu para eu te arregaçar, lembra?

— É... lembro... — Pink fez uma pausa para recuperar o fôlego, mas nunca parando de sentar. — Acho que vou ficar viciada nisso.

Ah, o sonho de todo homem. Uma mulher viciada em sexo anal.

Hum, e sobre esquecer coisas. Lembrei de algo quando ela me olhou no fundo dos meus olhos e uma gota de suor dela caiu na minha bochecha. Lembro da aliança, não tinha feito o pedido porque Pink não parava de falar, será que agora era o melhor momento?

Acho que sim, não iria desperdiçar essa chance. Puxei a calça que estava quase caindo na beirada da cama e enfiei a mão no bolso, logo pegando o anel. Pink percebeu, desacelerou as quicadas.

— Melissa... — mostrei o anel a ela. — Quer casar comigo?

Ela parou imediatamente, os olhos se arregalaram e ela pareceu que congelou no tempo por um segundo.

— Você está me pedindo em casamento enquanto está fodendo meu cu?

— Era para ser no restaurante — dou um sorriso pequeno. — Mas você estava falando tanto que eu esqueci.

Ela começou a rir. Eu também. Perdemos quase completamente o clima. Realmente, acho que eu poderia ter esperado por um momento melhor. Ela se ajeitou, soltou um suspiro de cansaço e apoiou os joelhos na cama, logo segurou meu rosto e me beijou.

— Sim, eu aceito — ela olhou nos meus olhos e voltou a sentar no meu pau. — Claro que eu caso com você. Eu casaria com você em qualquer lugar. Até assim, com seu pau completamente atolado no meu rabo.

Mais algumas sentadas enquanto ela me beijava fervorosamente foram o suficiente para o meu orgasmo apontar de novo. Agora, sem a preocupação de tirar de dentro para não engravidar.

Foi isso, ela não parou de sentar quando os jatos começaram e preencher seu cu, impregnando em seu interior. Senti um pouco da porra escorrer pelo meu pau até as bolas. Só quando ela gozou novamente que parou de quicar, logo caindo em cima de mim, completamente exausta.

Ela se arrastou para o lado da cama quase não conseguindo mover as pernas. Eu também não estava tão apto para fazer qualquer outra coisa a não ser ficar deitado ali. Melissa balbuciou alguma coisa sobre tomar banho, mas as palavras saíram tão fracas que eu não me espantei quando ela simplesmente dormiu.

...

Algumas semanas depois, nos casamos. Do nosso jeito, sem luxo, sem cerimônia gigantesca, só as pessoas que realmente importavam.

Natasha conseguiu ficar bêbada antes mesmo da festa terminar. Em algum momento decidiu que Morgana também precisava beber e, por algum milagre estatístico, conseguiu. Descobri naquele dia que Morgana era infinitamente mais simpática quando estava alcoolizada.

Ela até dançou.

Dançou extremamente mal, mas dançou.

Lady Vera passou boa parte da noite reclamando da simplicidade da festa. Disse que um casamento daquele porte merecia muito mais. Respondi que nunca mais a convidaria para festa nenhuma. Achei que ela fosse ficar ofendida. Em vez disso, riu na minha cara.

Foi uma ótima noite.

Quando acordei na manhã seguinte, minha cabeça latejava. Demorei alguns segundos para entender onde estava. Não fazia ideia de como nós dois tínhamos conseguido chegar até a cama.

Virei o rosto. Melissa ainda dormia profundamente ao meu lado. Nem sequer tinha tirado o vestido de noiva. Agora estava completamente amarrotado. Algumas mechas do cabelo escondiam parte do seu rosto. O rosa do cabelo estava quase desaparecendo conforme ele crescia. E ela também vivia com a tesoura na mão, louca para cortar o restante, mas medrosa demais em fazer alguma merda e ficar, segundo ela, horrorosa.

Eu não acho que é possível essa mulher ficar feia, em circunstância alguma.

Mesmo com ela deitada na cama, com toda a maquiagem borrada. Na mão esquerda, a aliança brilhava discretamente sob a luz da manhã. Fiquei olhando para ela por alguns segundos.

Era estranho pensar em tudo o que tinha acontecido desde o dia em que conheci aquela garota de cabelo rosa. Naquela época eu jamais imaginaria que ela se tornaria minha esposa. No caminho construímos uma empresa. Trabalhamos mais do que qualquer pessoa deveria trabalhar. Tivemos desavenças. Ganhamos mais dinheiro do que eu imaginava ser possível. Conhecemos pessoas que eu nunca sonhei conhecer.

Vivemos coisas que pareciam impossíveis. E, ainda assim...

Nada daquilo chegava perto da sensação de acordar naquela cama. Naquele silêncio, ao lado dela. Talvez felicidade nunca tivesse sido uma conquista. Talvez felicidade fosse exatamente isto. Uma casa simples. Um cachorro correndo pelo quintal. Algumas galinhas fazendo barulho logo cedo. E minha esposa dormindo ao meu lado com o vestido de noiva amarrotado porque nós dois estávamos felizes e bêbados demais para lembrar de tirá-lo. Estendi a mão e afastei delicadamente uma mecha de cabelo do rosto dela.

Melissa sorriu enquanto continuava dormindo. Nem abriu os olhos. Sorri também. E, pela primeira vez em muito tempo...

Não havia mais lugar nenhum para onde eu precisasse ir.

É isso...

Esse é o nosso felizes para sempre...

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Haedrig a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de HaedrigHaedrigContos: 35Seguidores: 33Seguindo: 11Mensagem Um cara comum que escreve histórias não muito condizentes com a realidade.

Comentários

Foto de perfil genérica

Parabéns! Belo fechamento para uma história muito boa!

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →