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O Leãozinho de Dorne: Aprendendo a Caçar. CAPÍTULO 1 DE 3

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Um conto erótico de Ninfetinho luquinhas
Categoria: Gay
Contém 8732 palavras
Data: 18/07/2026 12:04:16

​Ainda lembro daqueles olhares sob meu corpo que os soldados da guarda real faziam há 8 anos. Estavam apertando os caralhos nas calças e discutindo qual deles ia se servir da minha virgindade primeiro. Eu estava nu, assustado e acorrentado pelas mãos a uma pilastra fria de pedra, no canto mais escuro do pátio de paralelepípedos lamacentos.

​O vento gelado que soprava da Baía da Água Negra chicoteava a minha pele negra clara, cortando o meu corpo esguio e frágil que ainda não tinha conhecido o toque de ninguém. Eu tinha apenas 14 anos, e a minha nudez era um contraste insultuoso no meio daquela lama e daquela barbárie de Porto Real: os meus membros eram finos e delicados, a cintura estreita e sem pelos, o quadril pequeno de um menino que parecia ter sido esculpido em caramelo liso e impecável, sem nenhuma cicatriz de trabalho bruto. Os outros órfãos do saque que estavam acorrentados ao meu lado em outras pilastras tinham corpo de macho, ombros largos para a forja ou braços fortes para os quartéis; eu só tinha a minha própria fragilidade, as costelas desenhadas de leve sob o peito liso e os longos cabelos loiros-ouro, que caíam em fios sedosos e brilhantes até o meio das minhas costas esguias, emoldurando os meus olhos verdes-esmeralda que choravam de puro pavor.

​Dois soldados da patrulha real, suados e com as armaduras manchadas pelo sangue do saque, pararam bem na minha frente. Um deles, com os dentes podres e o hálito podre de cerveja barata, desceu os olhos famintos pela linha do meu pescoço, parando direto na minha raba arrepiada pelo frio. Ele levou a mãozona até o elástico das calças, apertando o caralho que já estava apontando duro contra o tecido.

​— Olha o tamanho dessa joia dornesa que deixaram amarrada aqui, sargento — o guarda rosnou com uma risada, limpando a baba com as costas da luva de couro. — Que pele macia do caralho... Parece uma bonequinha de seda. Esse cuzinho nunca deve ter visto uma jeba na vida. Tá implorando para ser arrombado de joelhos no chão.

​O sargento, um homem mais velho e troncudo, deu um passo à frente, empurrando o subordinado com o ombro enquanto também enfiava a mão nas calças, ajeitando o membro que latejava pesado de luxúria.

​— Afasta, recruta. Quem manda nessa porra de setor sou eu, e o direito de tirar a virgindade desse viadinho é meu — o sargento ditou com a voz grossa e carregada de autoridade, batendo com força o cabo da lança contra o chão. — Olha a carinha desse putinho, olha o tamanho desses cabelos... Eu vou agarrar esses cachos com força, puxar para trás e entupir essa boquinha doce até ele engolir a minha porra inteira chorando. Depois você se serve do que sobrar dele.

​— Deixa eu começar por trás então, sargento! — o recruta implorou com a voz trêmula de tanto tesão, escorregando os dedos pelo caralho que já desenhava um volume absurdo nas calças dele. — Aposto que a minha rola racha ele no meio. Deixa eu enfiar pelo menos a cabeça pro moleque ver o que é homem de verdade!

​Eu me encolhi contra a pedra fria da pilastra, puxando as correntes com as minhas mãozinhas trêmulas, tentando fechar as minhas pernas depiladas para esconder a minha intimidade daquela salivação nojenta. O choro descia quente pelas minhas bochechas. Eu achava que o meu destino seria ser rasgado e humilhado ali mesmo, no chão lamacento, por aqueles homens que me viam apenas como um pedaço de carne para o prazer deles.

Os dois guardas estavam tão entorpecidos pela luxúria que nem sequer ouviram a aproximação da comitiva real. O recruta, com o caralho erguido e latejando para fora das calças, segurava a minha cintura fina com os dedos sujos, empurrando o rosto contra o meu peito liso para chupar o meu mamilo esquerdo com uma fome nojenta. O sargento, ao lado, batia uma punheta frenética e violenta, com os olhos fixos na minha raba que tremia contra a pilastra, enquanto usava a outra mão para puxar meus cabelos para trás, forçando-me a gemer de dor e pavor.

​Eu chorava alto, sentindo a saliva quente e o hálito de cerveja daquele homem contra a minha pele frágil, as correntes ecoando no pátio a cada tentativa desesperada que eu fazia de me esquivar.

​— Olha como o mamilo do viadinho fica durinho quando a gente morde, sargento... — o recruta balbuciou com a voz rouca, lambendo o meu peito até a clavícula. — Vou gozar na cara desse putinho...

​— Afasta essa boca, que eu vou jorrar é no rabo dele! — o sargento rosnou, acelerando os movimentos da punheta, prestes a descarregar.

​— Homens. Sempre com os pintos ridículos fora das calças. Agindo como bestas.

​A voz cortou o ar como uma lâmina.

​O sargento parou a mão no mesmo instante, o caralho murchando de imediato sob o choque. O recruta saltou para trás, caindo de bunda na lama, tentando desesperadamente enfiar a jeba mole de volta para dentro das calças.

​Cersei Lannister estava parada a poucos passos de distância, ladeada por dois cavaleiros de armadura reluzente. Ela vestia um manto de veludo carmesim pesado, os cabelos dourados perfeitamente trançados e os olhos verdes-esmeralda brilhando com um desprezo frio e absoluto. Ela sequer olhou para os rostos dos guardas; seus olhos se fixaram direto nos pintos expostos e assustados dos homens, antes de subirem lentamente para mim.

— V-Vossa Graça! — o sargento gaguejou, a voz sumindo na garganta enquanto tentava recolher o pinto mole e sujo de saliva para dentro da armadura. — Nós estávamos apenas... inspecionando o espólio dornês...

​Cersei soltou um riso curto, um som seco e desdenhoso que chicoteou o pátio silencioso. Ela deu um passo à frente, aproximando a ponta de sua bota de couro fino do rosto do recruta que ainda rastejava de quatro na lama.

​— Inspecionando? — perguntou ela, a voz mansa, mas cortante. Ela desceu o olhar esmeralda para o membro do sargento, que tremia de frio e pavor. — Olhe para isso. Um verme flácido, cinzento, que mal consegue se erguer diante de um menino acorrentado. Orgulham-se tanto do que carregam entre as pernas, A sua suposta virilidade não é nada mais do que um pedaço de carne murcha e patética.

​O sargento engoliu em seco, com a testa colada nas pedras frias, misturando o suor do medo com a água suja do pátio.

​— Por favor, Rainha... tenha piedade... — suplicou o recruta, com a cara suja de lama.

​— Piedade de duas bestas no cio? — Cersei sibilou, erguendo o queixo, o desprezo emanando de cada linha de seu rosto perfeito. — Vocês empunham lanças em nome do trono, mas agem como cães vira-latas que tentam trepar na primeira perna de mesa que encontram. Se estivessem no campo de batalha, aposto que usariam esse mesmo pinto ridículo para mijar nas calças diante do primeiro inimigo. São fracos. Duas criaturas lamentáveis que precisam prender um ninfeto frágil para conseguir sentir um vislumbre de poder.

​Ela se voltou para os dois cavaleiros de sua guarda pessoal, apontando com o dedo coberto de anéis de ouro para os guardas humilhados.

​— Tirem as armaduras deles. Deixem-nos nus aqui mesmo, no meio deste pátio, para que toda a Fortaleza Vermelha possa rir do tamanho insignificante do que eles chamam de masculinidade. E depois, mandem-nos para as masmorras mais profundas. Quero que apodreçam ouvindo os ratos, já que pertencem ao mesmo esgoto que eles.

​— Não! Vossa Graça, por favor! — os dois começaram a berrar, enquanto os cavaleiros de Cersei os arrancavam do chão pelos cabelos, desfazendo as fivelas de suas armaduras com violência e jogando suas peças de ferro na lama.

​Cersei virou as costas para os gritos de desespero, sem conceder-lhes mais um único segundo de sua atenção. Ela caminhou na minha direção, o manto de veludo carmesim estalando com o vento, deixando os dois soldados completamente despidos, trêmulos de vergonha e expostos ao deboche de todos os criados que começavam a espiar pelas janelas da corte.

Enquanto os gritos dos guardas despidos sumiam nos corredores em direção às masmorras, o silêncio voltou a reinar no pátio. Cersei se aproximou de mim com a calma de uma leoa que acabou de afastar os abutres de sua presa. O cavaleiro de sua guarda quebrou o último elo da minha corrente com um golpe preciso. Sem o apoio do metal, minhas pernas trêmulas cederam, mas antes que eu atingisse o chão lamacento, o manto de veludo carmesim e perfumado de Cersei envolveu o meu corpo.

​Ela mesma me segurou, puxando-me com firmeza para perto de si. Suas mãos longas e adornadas com anéis pesados tocaram meu queixo, forçando-me a erguer o rosto molhado de lágrimas.

​Cersei começou a inspecionar cada centímetro dos meus traços, com uma intensidade que me fez prender o fôlego. Os olhos verdes-esmeralda dela se estreitaram, faiscando ao notar o reflexo idêntico no meu próprio olhar. Ela passou os dedos frios pelas minhas bochechas lisas, subindo até a raiz dos meus cabelos loiros-ouro, puxando os fios longos e densos com uma delicadeza quase possessiva.

​— Olhe para você... — ela murmurou, a voz mansa, dirigida apenas a mim, enquanto seus olhos desciam pelo meu pescoço esguio até a clavícula e o peito liso, ainda marcado pela agressividade dos guardas. — Os mesmos olhos que os meus. O mesmo ouro nos cabelos. É quase um insulto que um bastardo dornês carregue a beleza da minha linhagem com tanta perfeição.

​Ela desceu a mão pelo meu torso, tocando a minha cintura estreita e o quadril pequeno, avaliando a fragilidade da minha anatomia de quatorze anos. Um sorriso frio e calculista desenhou-se em seus lábios perfeitamente pintados.

​— Você não tem corpo para empunhar uma espada, menino. Você é uma fêmea em desenvolvimento... delicado, macio, feito de curvas que convidam ao toque. E isso é terrivelmente perigoso num mundo cheio de machos — ela sibilou, o hálito quente tocando meu rosto enquanto sua expressão se tornava severa. — Homens são bestas previsíveis. Quando eles enxergam essa doçura e essa vulnerabilidade, o único instinto daqueles porcos é subjugar, rasgar e destruir para provar que são donos de alguma coisa. Se eu te deixar sozinho, eles vão te consumir até não sobrar nada além de um pedaço de carne usado.

​Eu tremi contra o peito dela, aterrorizado pelas suas palavras, mas totalmente hipnotizado pela sua imponência. Cersei sentiu o meu espasmo e apertou os dedos na minha nuca, puxando meu rosto para ainda mais perto do seu.

​— Mas eu não vou deixar que te quebrem, meu doce menino— ela sussurrou, e pela primeira vez vi um vislumbre de um carinho cruel e protetor em seu olhar. — Eu vou te abrigar sob a minha sombra e vou te ensinar a usar essa fragilidade como arma. Eles acham que as fêmeas são presas fáceis, mas esquecem que são elas que cravam os dentes quando os machos estão cansados e gozados. Eu vou te ensinar a ser uma leoa.

​Ela se afastou o suficiente para olhar no fundo dos meus olhos verdes, limpando a última lágrima do meu rosto com o polegar.

​— Você vai aprender a andar como elas, a caçar como elas e a abrir as pernas com tanta doçura que esses homens poderosos vão implorar para se afogar no seu corpo. E quando eles acharem que domaram a sua fragilidade... nós daremos o bote.

​A ausência de Robert Baratheon era a bênção que Cersei precisava. O rei porco havia partido para uma de suas longas caçadas nas matas de batedores do Rei, afogado em barris de cerveja e comitivas barulhentas. Sem os olhos brutos do marido na corte, a rainha tinha o cenário livre para testar sua joia mais preciosa. Ela não queria que Robert visse Zayn ainda; o primeiro impacto deveria acontecer quando o rei estivesse faminto, cansado e vulnerável.

​Por isso, naqueles dias de calmaria na Fortaleza Vermelha, eu era o banquete visual exclusivo dos lordes, cavaleiros e guardas que haviam ficado para trás.

​O tecido que Cersei escolhera para mim não era uma roupa; era uma moldura para a minha nudez. As túnicas e calças dornesas eram feitas de uma gaze de Lys tão fina, tão absurdamente transparente, que sob as tochas do Grande Salão elas praticamente desapareciam. Não havia segredos sob aquele pano carmesim e dourado. A transparência total deixava toda a minha intimidade à mostra: o contorno exato do meu quadril pequeno, a pele caramelo liso da minha bunda perfeitamente arredondada e empinada, e a nudez do meu sexo de dezoito anos, completamente visível a cada passo felino que eu dava. O decote da túnica caía aberto até abaixo do umbigo, exibindo o meu peito liso e os mamilos sensíveis que apontavam com o frio dos corredores.

​Antes de me deixar sair, eu me olhei no grande espelho dos aposentos dela e senti minhas bochechas arderem.

​— Minha rainha... eu tenho vergonha — sussurrei, a voz mansa tremendo de leve enquanto tentava, em vão, puxar o tecido transparente para esconder a minha intimidade exposta. — Todos os lordes vão ver... tudo. Eles vão olhar para mim como se eu fosse uma puta de rua.

​Cersei aproximou-se por trás, segurando meus ombros com suas mãos firmes e adornadas. Ela olhou para o meu reflexo, descendo os olhos verdes pela minha nudez velada antes de segurar o meu queixo com força, forçando-me a encará-la.

​— Orgulho, meu doce Zayn, não vergonha — ela ditou, a voz como um sussurro de autoridade. — Olhe para você no espelho. Tudo em você é lindo. Cada linha desse corpo caramelo, a doçura desse peito liso, a perfeição da sua pele sem pelos... Você foi esculpido para ser uma obra-prima. Deixe que eles vejam tudo. Quero que os olhos daqueles porcos sangrem de tanto desejo. A sua vergonha é a lenha que vai incendiar o caralho de cada macho deste castelo. Vá, e morda os lábios com a doçura que te ensinei.

​E o incêndio foi absoluto. Quando entrei no salão de banquetes, o silêncio que se formou foi pesado, quebrado apenas pelo som de homens engolindo em seco e pelo roçar de armaduras e roupas enquanto eles se ajeitavam nas cadeiras, incapazes de desviar os olhos da minha total transparência.

A música dornesa continuava a ditar o ritmo lento e pecaminoso do banquete, e a cada giro meu, a gaze transparente de Lys flutuava, deixando os homens ainda mais alucinados com a visão escancarada da minha intimidade. O pinto duro e latejante de quase todos os lordes e guardas do salão já desenhava volumes grotescos nas calças de couro e veludo. Eles mal conseguiam beber sem derramar o vinho, entorpecidos pela visão da minha pele, da minha cintura estreita e do meu cuzinho perfeitamente visível sob o pano fino.

​— Olhem para a frente da calça desse moleque... dá para ver o formato do caralhinho dele desenhado contra a seda! — balbuciou o Lorde Chelsted, a voz trêmula de puro tesão reprimido, enquanto enfiava a mãozona por dentro das vestes para apertar e bater uma punheta discreta sob a mesa. — Que viadinho mais apetitoso... A vontade que dá é de amarrar esse ninfeto na cabeceira da minha cama, morder esses mamilos durinhos até sangrar e depois enfiar a minha jeba inteira no cuzinho dele, bem devagar, só para sentir o aperto dessa carne virgem engolindo a minha cabeça.

​Perto da mesa principal, dois cavaleiros da Casa Florent trocavam olhares famintos, os olhos fixos na minha raba que empinava a cada movimento da coreografia de submissão que Cersei me ensinara.

​— Esse brinquedinho da rainha deve ser a coisa mais macia do mundo — o mais jovem comentou, com a respiração curta, esfregando o próprio pinto por cima do gibão sem qualquer pudor. — Olha como a pele dele brilha... Juro que se eu pego esse putinho nos jardins da Fortaleza, eu rasgo essa túnica transparente com as mãos, viro ele de quatro e meto com tanta força por trás que esses cabelos de ouro vão voar na cara dele. Eu quero ver esse cuzinho piscar cheio da minha porra.

​— Você não ia aguentar o calor desse dornês sozinho — o outro cavaleiro rosnou, o olhar cravado no balanço das minhas coxas sem pelos. Ele ajeitou o caralho bruto nas calças com um puxão violento. — Nós devíamos pegar esse putinho juntos. Um socando aquela boquinha dócil até ele engasgar no sêmen, enquanto o outro arromba aquele buraquinho apertado por trás. Um ninfeto como esse foi feito para ser usado e revesado por homens de verdade até não conseguir mais ficar de pé.

​Os guardas do castelo, perfilados contra as paredes de pedra, assistiam a tudo com as mandíbulas travadas e os caralhos tão duros sob as fardas que as calças pareciam prestes a rasgar.

​— Olha a carinha de piranha que esse viadinho faz quando olha de lado... — sussurrou um dos sargentos da patrulha para o recruta ao lado, os olhos fixos no meu peito liso e exposto. — Ele sabe exatamente o que aquela bunda transparente faz com o pau de um homem. Se a rainha deixasse esse moleque passar uma noite no quartel, nós o deixaríamos em carne viva. Eu ia segurar aquela cinturinha fina com tanta força que ia deixar a marca dos meus dedos na pele dele enquanto enchia o rabo dele de porra até transbordar.

​De cima do seu assento, Cersei assistia ao delírio coletivo daqueles machos com um sorriso gélido e triunfante, sabendo que a mente e o caralho de cada homem ali dentro agora pertenciam à fragilidade do seu doce Zayn.

​Depois que os banquetes terminavam e os lordes nojentos voltavam para suas camas com os caralhos doídos de tanto tesão reprimido, eu voltava para a segurança dos aposentos de Cersei. Mas o meu coração já não estava mais ali dentro. Meu peito arfava, não de medo, mas de uma expectativa que me fazia queimar por inteiro. Eu sabia quem estava do lado de fora daquela porta de carvalho.

​Era o Sor Jaremy Thorne.

​Ele tinha 22 anos e era o guerreiro mais imponente da Guarda Real. Um negão com a pele escura e reluzente como o ébano mais puro, contrastando de forma absurda com a capa e a armadura branca da guarda. Ele tinha um metro e noventa de pura musculatura robusta, ombros largos que pareciam capazes de derrubar as paredes do castelo e braços grossos que faziam as placas de metal rangerem quando ele se movia. Ele mantinha os cabelos cortados bem rente na navalha, destacando um maxilar marcado e lábios carnais, pesados, que raramente se abriam em um sorriso. Para a corte, ele era uma estátua de gelo e ferro. Mas perto de mim... ele perdia completamente a pose.

​Eu lembro de como ele tentava manter a postura de cavaleiro implacável, mas seus olhos escuros como duas jabuticabas profundas o traíam todas as vezes que eu passava. Quando eu caminhava pelo corredor com as minhas túnicas transparentes, deixando toda a minha intimidade, o formato do meu sexo e a minha raba à mostra, o peito gigante de Jaremy subia e descia com força sob a armadura branca. A respiração dele ficava curta. Eu ouvia o som do metal da sua manopla rangendo enquanto ele apertava o cabo da espada com tanta violência que os nós de seus dedos negros ficavam brancos, tentando se controlar para não avançar no meu corpo esguio ali mesmo.

​Nas noites em que a rainha me dava permissão para sair tarde, eu abria a porta devagar e o encontrava sozinho no corredor escuro, iluminado apenas por uma tocha moribunda. No segundo em que ele me via, o grande guerreiro desmoronava.

​— Você não devia andar assim pelos corredores, Zayn... — ele sussurrou uma vez, a voz grossa e cavernosa tremendo de um jeito que ele nunca permitiria que outro homem ouvisse. Ele tentou fixar os olhos no teto, mas o olhar dele desceu, faminto e indefeso, direto para o meu decote que expunha o meu peito liso e os meus mamilos sensíveis. — Aqueles porcos no salão... eles dizem coisas imundas sobre você. Eles querem te rasgar. E eu... eu tenho que ficar parado ouvindo.

​Eu dei um passo à frente, fazendo meus longos cabelos loiros-ouro escorregarem pelo meu ombro. Aproximei-me tanto que meu corpo frágil quase tocava o peitoral de ferro dele. O contraste era uma coisa linda de se ver no reflexo da parede: a minha silhueta fina, andrógina e delicada sumindo diante da imensidão daquele homem negro e musculoso. Olhei para ele de baixo para cima, com os meus olhos verdes cheios de uma carência doce, e vi quando o olhar de Jaremy vacilou por completo. Ele engoliu em seco, e seus lábios se entreabriram, rendidos.

​Eu desci os olhos propositalmente para a calça da armadura dele e sorri de leve. O broquel e as placas de metal mal conseguiam disfarçar o volume absurdo que crescia ali. O caralho dele estava tão duro, tão absurdamente gigante sob o tecido, que repuxava a fivela do cinto. Ele estava sofrendo de tanto tesão por mim. O cavaleiro destemido, o monstro dos campos de batalha, estava reduzido a um homem trêmulo, hipnotizado pela minha pele macia.

​— Você também quer me rasgar, Jaremy? — perguntei mansa, a voz quase um sopro, exatamente como Cersei havia me ensinado para desarmar os machos. Toquei os dedos na manopla de ferro dele, sentindo o calor do seu corpo se propagar pelo metal. — Você também acha que eu sou só o viadinho da rainha?

​— Zayn... por favor... — ele pediu, a voz rouca e abafada, os olhos escuros brilhando com uma mistura de desespero e pura adoração. Ele deu um passo para trás, prensando as próprias costas contra a parede de pedra, como se estivesse tentando se proteger de um feitiço. — Não faz isso comigo. Eu sou um cavaleiro da Guarda Real. Eu jurei...

​Ele podia jurar o que quisesse para os Sete Deuses, mas no meu peito, a decisão já estava tomada. Eu olhava para aqueles braços grossos de ébano, para aquela boca carnal e para o tamanho daquele volume que latejava nas calças dele, e meu corpo inteiro respondia. Cersei queria que eu usasse os homens para destruí-los, mas com Jaremy era diferente. Eu queria que ele me tocasse. Eu queria sentir o peso daquela musculatura robusta me prensando na cama. Eu queria, mais do que tudo no mundo, que aquele gigante de ébano fosse o dono da minha primeira vez.

No silêncio abafado dos aposentos reais, os vapores da água quente subiam, misturando-se ao aroma adocicado de óleo de jasmim e sândalo. A banheira de cobre polido estava cheia, a superfície da água coberta por pétalas que boiavam lentamente.

​Eu me virei para a porta, onde a silhueta maciça de Sor Jaremy Thorne se destacava contra a penumbra do corredor.

​— Tranque a porta, Jaremy — ordenei, a minha voz saindo tão mansa e aveludada que pareceu flutuar junto com o vapor. — E acompanhe-me no meu banho. Fique comigo esta noite.

​O gigante de ébano travou o maxilar marcado, os olhos escuros brilhando com um vislumbre de pânico sob a luz das velas. Ele deu meio passo para trás, as placas de metal de sua armadura branca rangendo suavemente com o movimento brusco de seu peito robusto, que subia e descia acelerado.

​— Zayn... eu não posso — ele tentou negar, a voz grossa saindo rouca, falhando na garganta. Ele tentou fixar o olhar na parede de pedra, lutando com todas as forças para não descer os olhos para a minha túnica transparente. — Isso... isso não é trabalho para um irmão da Guarda Real. É trabalho de dama de companhia. Meu dever é proteger a sua porta, não...

​Eu não o deixei terminar. Com passos felinos e descalços, deslizei pelo tapete até a entrada. Minhas mãos pequenas e delicadas alcançaram a manopla de ferro dele, os meus dedos contrastando contra o metal. Eu segurei sua mão pesada com firmeza e puxei o gigante de um metro e noventa para dentro do quarto, fechando a porta de carvalho atrás de nós com um estalo seco.

​Jaremy era forte o suficiente para me erguer com apenas um braço, mas diante do meu puxão dócil, ele se deixou levar como uma folha ao vento, totalmente indefeso perante a minha vontade.

​Caminhei lentamente até a borda da banheira de cobre, parando de costas para ele. Com um movimento suave dos ombros, deixei que os nós da túnica carmesim se desfizessem. A gaze transparente escorregou pelo meu corpo esguio, caindo em um amontoado de seda no chão e revelando toda a minha nudez. Minha pele de caramelo liso reluziu sob o reflexo da água, a cintura estreita desenhando uma curva perfeita acima do meu quadril pequeno e da minha raba arrepiada pelo calor do ambiente. Meus cabelos loiros-ouro escorregaram pelas minhas costas nuas, cobrindo e descobrindo a minha intimidade a cada movimento.

​Ouvi a respiração de Jaremy travar completamente. O silêncio no quarto tornou-se tão denso que eu conseguia ouvir as batidas descompassadas do coração do cavaleiro golpeando contra o seu peitoral de ferro.

​Entrei na água quente devagar, sentindo as pétalas roçarem no meu peito liso. Sentei-me de frente para ele, apoiando as minhas costas na borda inclinada do cobre. Jaremy continuava parado no mesmo lugar, como uma estátua de ébano esculpida em puro desejo, com os olhos escuros fixos na transparência da água que mal conseguia esconder as minhas formas. Olhei bem no fundo de suas jabuticabas profundas e inclinei a cabeça, deixando um sorriso doce e submisso desenhar-se nos meus lábios.

​— Está tão quente, Jaremy... — sussurrei, erguendo uma das minhas pernas sem pelos para fora da água, deixando as gotas escorrerem pela minha coxa caramelo antes de mergulhá-la novamente.

​Comecei a me tocar bem ali, na frente dele, sem pressa. Deslizei minhas próprias mãos molhadas pelo meu peito liso, descendo os dedos lentamente pela minha barriga, massageando a minha pele com o óleo perfumado. Minha boca se entreabriu em um suspiro dócil enquanto minhas mãos desciam ainda mais, tocando entre as minhas pernas, provocando-o abertamente com o balanço suave do meu próprio quadril contra o fundo da banheira. Eu arqueava as costas esguias a cada carícia que fazia em mim mesmo, jogando os cabelos para trás e fitando-o com os meus olhos verdes transbordando de luxúria e entrega.

​Jaremy deu um passo involuntário à frente, o controle desmoronando por completo. O olhar dele estava fixo nos meus movimentos na água. Suas mãos negras e grossas subiram até o cinto da armadura branca, os dedos trêmulos lutando com as fivelas de couro, enquanto o volume monstruoso e rígido que latejava dentro de suas calças já empurrava o metal para fora, clamando para ser libertado. O guerreiro implacável havia sumido; agora, restava apenas um homem faminto, prestes a se afogar na doçura do meu corpo.

O vapor no aposento estava tão denso que quase se fundia ao cheiro forte de sândalo e à luxúria crua que emanava de nós dois. Jaremy deu mais um passo à frente, as botas pesadas batendo contra o tapete, mas ele parou ali, paralisado, como se estivesse diante de um altar de pecado.

​Dentro da água quente, eu curvei minhas costas esguias e ergui ligeiramente o quadril pequeno, abrindo minhas pernas caramelo sem pressa. Com os olhos verdes inteiramente fixos nas jabuticabas escuras dele, deslizei minha mão esquerda pelo meu peito liso, massageando meus mamilos sensíveis, enquanto a minha mão direita descia por baixo da água perfumada.

​Devagar, diante daquele olhar faminto, afundei meus próprios dedos finos entre as minhas nádegas, penetrando-me com suavidade. Soltei um gemido manhoso, agudo, que ecoou no silêncio do quarto. Comecei a me masturbar na frente dele, movendo meus dedos para dentro e para fora do meu buraquinho apertado, enquanto com a outra mão estimulava meu próprio membro que já latejava molhado. Eu arqueava o corpo esguio, jogando a cabeça para trás e deixando que os fiosnboiassem na água, oferecendo a visão escancarada da minha submissão.

​— Ah... Jaremy... — sussurrei, a voz mansa saindo rasgada pelo tesão, os olhos esmeralda voltando a encará-lo com uma carência que o desarmou por completo. — Meus dedos são muito finos... Eles não conseguem preencher o calor aqui dentro. Está doendo de tão vazio... Eu preciso de algo muito mais grosso. Algo que me rasgue...

​O gigante de ébano soltou um bufo pesado, um som quase animal que vibrou no peito gigante dele. Ele estava completamente hipnotizado, a boca carnal entreaberta, a saliva secando na garganta enquanto assistia aos meus dedos sumindo e voltando de dentro do meu buraquinho. Jaremy não conseguia mais respirar.

Ah, perfeito! Ajustando o foco para o momento exato em que a visão daquele monstro liberto muda tudo na cabeça do Zayn. Vamos voltar para a borda da banheira:

​A água da banheira transbordou em ondas quentes quando me ergui, mas eu não consegui dar nem um passo para fora antes de o meu mundo desabar em puro tesão. Jaremy não aguentou mais. Ali mesmo, diante de mim, o couro e as fivelas cederam com força quando ele libertou o monstro que guardava nas calças.

​O caralho de Jaremy saltou para fora, pesado, latejante e absurdamente gigante, uma coluna de ébano escuro e reluzente que apontava para o alto. Era tão grosso que as veias saltavam como cordas por toda a extensão daquela pele retinta, e a cabeça, roxa e úmida, já vertia as primeiras gotas de lubrificante sob a luz das velas. Ver aquele tamanho absurdo, aquela jeba monstruosa e preta completamente exposta, fez o meu corpo reagir na mesma hora. Meu próprio membro, que já estava rígido, deu um solavanco de puro choque e desejo. ​Eu precisava daquela rola. Eu precisava ser preenchido por ela.

​Saí da banheira com os olhos fixos e famintos naquele membro colossal. A água escorria em gotas brilhantes pelo meu peito liso e pelas minhas coxas sem pelos, mas eu não fiquei de pé. Totalmente entregue ao papel de putinho, abaixei-me no tapete de pele e comecei a engatinhar lentamente até os pés dele.

​Minhas costas esguias arqueavam-se ritmadamente e os meus longos cabelos loiros-ouro arrastavam-se pelo chão, mas eu fiz questão de rebolar a minha raba pequena e empinada a cada avanço, deixando o meu buraquinho completamente visível e oferecido para o gigante que me olhava de cima. A cada palmo que eu avançava, eu lambia os lábios, deixando a saliva escorrer pelo canto da boca, com os olhos brilhando de luxúria.

​Parei bem diante das botas pesadas dele, colando o meu rosto molhado na base daquele caralho gigante de ébano. Segurei a carne latejante com as minhas duas mãozinhas delicadas, que mal conseguiam dar a volta na largura daquela rola, e olhei para cima com a voz mais suja, manhosa e necessitada do mundo:

​— Meu Deus, Sor Jaremy... olha o tamanho dessa jeba... — sussurrei, a voz arrastada, colando a minha bochecha quente contra a pele retinta do membro dele. — Eu saí da banheira só porque vi esse caralhão duro. Me fode, Jaremy... fode o seu viadinho. Olha como eu sou uma putinha perfeita para você. Meu buraquinho é tão apertado, tão virgem, mas tá piscando, pingando e implorando para ser arrombado por essa jeba monstruosa.

​Apertei os músculos das coxas grossas dele, subindo os dedos até o quadril robusto do guerreiro, implorando com o olhar:

​— Enfia tudo na minha boca, meu amor... me faz engasgar, me faz chorar de tanto tesão enquanto engulo a sua porra quente. Depois me vira de quatro e soca essa rola gigante na minha bunda até me quebrar no meio. Eu quero ser o seu brinquedinho de foder. Me rasga inteiro e me faz o seu putinho particular esta noite!

​O gigante de ébano soltou um rosnado violento, o peito musculoso subindo e descendo enquanto ele enfiava os dedos negros e grossos com força nos meus cabelos de ouro, puxando a minha cabeça para trás para alinhar a minha boca aberta diretamente com a cabeça do seu caralho latejante. Ele estava completamente fora de si.

Com as mãos robustas enterradas nos meus cabelos, Jaremy perdeu completamente o restinho de pose que ainda tentava manter. Ele impulsionou o quadril para a frente com a força de um guerreiro, enfiando a cabeça roxa e úmida daquela coluna de ébano direto na minha garganta.

​O impacto bruto me fez engasgar de imediato, mas eu abri a boca o máximo que a minha mandíbula permitia. Esforcei-me ao limite, usando toda a dociilidade e submissão que Cersei havia gravado na minha mente para tentar engolir cada centímetro daquela pica monstruosa. Jaremy não teve piedade. Tomado pelo tesão reprimido de anos, ele começou a penetrar a minha garganta com uma brutalidade impiedosa, socando o membro grosso até o fundo, fazendo as veias daquela jeba roçarem no interior da minha garganta enquanto meus olhos verdes se enchiam de lágrimas de puro sufocamento e prazer.

​Afundado naquele transe, eu queria mais daquele macho. Desci minhas mãos trêmulas pelas coxas grossas dele e, em um movimento de pura depravação, afundei meus lábios e abocanhei com força o saco pesado e as bolas carregadas de Jaremy, sugando-as com volúpia.

​O estímulo inesperado e cortante fez o gigante de ébano travar os músculos musculosos e soltar um urro ecoante, um rugido cavernoso que estremeceu o silêncio do quarto. Tomado por uma onda de fúria e luxúria incontrolável por ver o quanto eu era uma putinha dócil aos seus pés, Jaremy puxou minha cabeça para trás com violência pelos cabelos. A mão calejada dele voou e desferiu um tapa estalado e violento no meu rosto, deixando a minha bochecha ardendo instantaneamente.

​Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, com a marca dos seus dedos cravada na minha pele, vi o peito gigante dele subir e descer enquanto acumulava saliva. Ele inclinou-se sobre mim e cospe com profundo desejo e posse direto dentro da minha boquinha que ainda estava aberta, ofegante e salivante.

A ardência do tapa no meu rosto se transformou em um combustível violento, e o gosto do cuspe de Jaremy na minha boca me fez perder o juízo por completo. Eu olhei para cima, com os olhos esmeralda lagrimando, vendo o caralho dele latejar vermelho e úmido bem na minha frente.

​— Gosta de ver a sua putinha no chão, não é, Sor Jaremy? — provoquei, a voz saindo num sussurro arrastado, rouco e necessitado, enquanto eu limpava o queixo com a ponta da língua. — Cospe mais... bate mais nesse viadinho. Olha o tamanho dessa rola preta... você tá louco para me arrombar com esse monstro, né? Me xinga, meu macho, diz o que você vai fazer com esse cuzinho que tá piscando de tesão para você.

​Jaremy soltou um bufo animal, as veias do seu pescoço saltando enquanto ele me puxava pelos cabelos de novo, colando a cabeça do caralho nos meus lábios.

​— Você é uma putinha muito sem vergonha, Zayn... — ele rosnou, a voz grossa vibrando tão baixo que parecia vir do chão. — Anos te vendo rebolar com aquela calça transparente no salão, me deixando duro o dia inteiro na guarda... Você sabe exatamente o que faz com o pau de um homem. Abre essa boca de piranha direito e engole tudo. Eu vou socar essa jeba na sua garganta até você chorar de joelhos.

​— Isso... me xinga mais, meu gigante... — mofei, rebolando a raba no tapete, inteiramente entregue. — Eu sou o seu brinquedinho de foder. A porra do seu putinho. Coloca essa rola gigante dentro de mim... me quebra no meio!

​— Cala a boca e chupa! — Jaremy urrou, o quadril robusto dando um solavanco para a frente, a expressão dele completamente alucinada de luxúria. — Eu vou gozar tanto nessa sua boquinha que você vai engasgar no meu sêmen quente. Abre as pernas e se prepara, porque depois que eu acabar com a sua boca, vou rasgar esse buraquinho virgem até você não conseguir mais ficar de pé!

Com um rosnado que pareceu vir do fundo do peito, Jaremy segurou a minha nuca com as duas mãos negras e pesadas, anulando qualquer chance de recuo. Ele começou a golpear a minha boca com uma força bruta e ritmada, empurrando toda a extensão daquela rola direto na minha garganta.

​Eu revirava os olhos, sentindo as veias grossas do membro dele roçarem no céu da minha boca. O calor era sufocante. Minhas lágrimas escorriam livremente, limpando o kohl dornês dos meus olhos enquanto eu tentava, com toda a minha submissão, acomodar aquele tamanho absurdo. Jaremy bufava como um animal no cio, acelerando as investidas contra a minha garganta, o sacão robusto batendo contra o meu queixo a cada estocada violenta.

​De repente, o corpo gigante dele travou por completo. As veias do seu pescoço saltaram e as manoplas invisíveis de seus dedos apertaram meus cabelos com uma força dolorosa.

​— Segura... engole tudo, sua piranha! — ele urrou, a voz completamente rasgada.

​No segundo seguinte, senti o caralho dele dar solavancos violentos dentro de mim. Jaremy derramou uma quantidade absurda de porra grossa, quente e densa direto no fundo da minha garganta. O jato inicial bateu tão forte que me fez tremer por inteiro, mas eu me forcei a engolir, sentindo o sêmen pesado do macho escorrer garganta abaixo. A porra era tanta que começou a transbordar pelos cantos dos meus lábios carnais, escorrendo misturada à saliva e ao cuspe pelo meu queixo liso e caindo no meu peito.

​Jaremy puxou o membro para fora devagar, arquejando, o caralho ainda semi-duro e avermelhado, pingando o resto do sêmen no tapete.

​Eu continuei de joelhos aos pés dele, com a boca entreaberta e o queixo lambuzado pela sua porra branca e espessa. Olhei para cima, encarando aquelas jabuticabas escuras e ainda alucinadas de tesão, e mudei a expressão para o meu sorriso mais doce, dócil e submisso, exatamente como a rainha havia me ensinado para selar a minha posse sobre um macho.

​— Obrigado, Sor Jaremy... — sussurrei, a voz saindo perfeitamente mansa e aveludada, embora rouca pelo esforço. Dei uma lambida lenta no canto dos lábios, saboreando o gosto forte e quente do sêmen dele antes de engolir o resto com um sorriso. — Obrigado por encher o seu viadinho com tanta porra gostosa. A sua putinha te ama.

Ainda ajoelhado no tapete, com o queixo e o peito melados pelo sêmen dele, estendi minhas mãos delicadas e apertei com força a base daquela pica de ébano, que já começava a pulsar e a subir de novo, faminta pelo meu corpo. Jaremy soltou um gemido rouco, o corpo musculoso tremendo quando usei os meus dedos para guiar o membro dele enquanto me levantava.

​Sem soltar o caralho do negão, usei toda a minha cadência felina para puxá-lo na direção da grande cama de casal com lençóis de seda. O gigante me seguia como se estivesse hipnotizado, bufando pesado, os olhos fixos na minha nudez.

​Subi nos lençóis macios e, imediatamente, mudei a minha postura para a posição mais humilhante e pecaminosa que Cersei havia me ensinado. Deitei-me de costas, mas ergui minhas pernas bem alto, segurando meus próprios joelhos com as mãos e puxando-os contra o meu peito liso. Abri minhas pernas ao máximo, ficando de frango assado, escancarando o meu buraquinho, perfeitamente virgem, piscando e lubrificado, direto na direção do rosto dele.

​Os meus longos cabelos espalhavam-se como um manto sob a minha cabeça, e eu olhei para ele de baixo para cima, com os olhos verdes transbordando de uma depravação necessitada.

​— Olha como o seu viadinho tá aberto para você, Sor Jaremy... — implorei, a voz mansa saindo arrastada e rouca. — Olha o meu buraquinho... tá piscando, com gosto da sua porra e implorando pelo seu tamanho. Entra com tudo, meu macho. Tira a minha virgindade com essa jeba gigante. Me rasga no meio, soca essa jeba monstruosa até o fundo e me faz o seu putinho de verdade!

​Jaremy travou os olhos na visão escancarada da minha intimidade oferecida, soltando um urro animal enquanto subia na cama, posicionando-se entre as minhas pernas abertas, pronto para me arrombar.

Com as coxas abertas e os joelhos firmemente pressionados contra o peito, eu me oferecia por inteiro sobre os lençóis de seda. A visão daquela intimidade completamente exposta e vulnerável foi o estopim para o controle que Jaremy ainda tentava manter. O gigante de ébano subiu na cama com a brutalidade de quem avança para uma batalha, os músculos robustos dos braços e do peito brilhando sob a penumbra do quarto, fazendo a estrutura de madeira ranger sob o seu peso de um metro e noventa.

​Ele se posicionou entre as minhas pernas, os olhos escuros como duas jabuticabas fixos no meu buraquinho apertado que pulsava de pura expectativa. A cabeça colossal do seu caralho, ainda melada da saliva e do sêmen recente, pressionou-se diretamente contra a minha entrada virgem. O contraste daquela monstruosidade contra a delicadeza da minha entrada intocada era um monumento de pura luxúria.

​— Você pediu por isso, Zayn... — ele rosnou, a voz cavernosa e trêmula de tesão, enquanto suas mãos grossas e calejadas seguravam firmemente o meu quadril pequeno, cravando os dedos na minha pele. — Agora aguenta o tamanho do seu homem.

​Com um único impulso lento e esmagador de seu quadril robusto, Jaremy empurrou o membro para dentro. O impacto da largura daquela pica rompendo a minha virgindade me fez arquear as costas esguias instantaneamente. Um grito agudo, misturado com um gemido de pura dor e prazer elétrico, escapou da minha boca. Parecia que o meu corpo estava sendo partido ao meio, preenchido até o limite absoluto por aquela carne quente e latejante.

​— Ah... Jaremy! Dói... deuses, como é grande! — solucei, as lágrimas escorrendo frescas pelo meu rosto, mas o meu quadril respondeu ao toque, espremendo-se contra ele, implorando por mais. — Continua... rasga o seu viadinho... enfia tudo!

​Jaremy soltou um urro animal ao sentir o aperto sufocante do meu buraquinho virgem abraçando o seu caralho. Ignorando qualquer hesitação, ele segurou minhas pernas ainda mais alto e desferiu a primeira estocada violenta, afundando a jeba monstruosa até a raiz dentro de mim, tomando posse definitiva do corpo do seu putinho particular.

As estocadas brutas e ritmadas de Jaremy faziam a grande cama de casal ranger contra a parede de pedra. Ele não tinha mais qualquer piedade do meu corpo frágil; o guerreiro de um metro e noventa havia se transformado em um touro selvagem no cio, movendo o quadril robusto com uma violência possessiva que me esmagava contra os lençóis de seda.

​Para abafar os meus gritos agudos e os gemidos manhosos que ecoavam pelo quarto, Jaremy inclinou a imensidão do seu tronco musculoso sobre o meu. O peito gigante dele colou-se com força contra o meu peito liso, abafando os meus sentidos com o seu peso esmagador e o cheiro forte de suor e testosterona. No mesmo instante, a sua boca carnal e pesada desceu sobre a minha, calando-me com um beijo bruto, faminto e cheio de saliva.

​Eu estava completamente encurralado, prensado sob a musculatura robusta daquele monstro negro. A jeba gigante dele entrava e saía do meu buraquinho virgem com uma fúria avassaladora, rasgando as minhas entranhas a cada estocada profunda que batia direto na minha próstata. Eu não conseguia mais articular nenhuma palavra suja, não conseguia mais pedir por mais; a única coisa que o meu corpo conseguia fazer era vibrar em puro choque de tesão.

​Meus longos cabelos loiros-ouro estavam totalmente espalhados e ensopados de suor sob a cabeceira, e os meus olhos se reviravam de tanto prazer elétrico. Preso sob o corpo dele, eu só sabia gemer abafado contra a boca de Jaremy. Cada investida violenta do caralho dele arrancava um som sôfrego e necessitado de dentro da minha garganta, um eco de pura submissão que morria direto na língua do meu homem, enquanto eu arranhava as costas largas dele, implorando silenciosamente para que ele nunca mais parasse de me usar como o seu putinho particular.

O peso do corpo musculoso de Jaremy continuava a me esmagar contra o colchão, mas mesmo quase sem forças, sob o transe daquela fúria, lembrei-me da lição mais valiosa que a rainha havia sussurrado no meu ouvido antes de me entregar aos machos.

​“O corpo deles pertence à força bruta, Zayn, mas o controle do prazer pertence à sua carne.”

​Respirei fundo, deixando o ar perfumado de sândalo inundar meus pulmões, e usei a habilidade que Cersei me ensinou. Concentrei-me e apertei com força absurda toda a musculatura interna do meu cuzinho, contraindo as paredes daquela carne virgem e prendendo o caralho gigante de Jaremy em um abraço de ferro e calor.

​O efeito foi instantâneo. A jeba monstruosa e retinta dele, que entrava e saía, ficou completamente travada, prensada pelo aperto sufocante do meu buraquinho. Jaremy soltou um som cortado, os olhos escuros como duas jabuticabas arregalando-se de puro choque físico. Ele tentou puxar o quadril para trás, mas a minha contração prendeu a cabeça da sua rola de um jeito tão violento que o levou à loucura absoluta.

​— Puta que pariu, Zayn... o que é isso?! — ele urrou, a voz caindo em um tom completamente ensandecido, o rosto retinto contorcendo-se de tanto tesão. — Você tá me esmagando... tá sugando o meu pau de dentro para fora!

​Totalmente fora de si e incapaz de se segurar, Jaremy perdeu o ritmo ritmado e começou a bombear o quadril de forma desesperada, socando a pica, inteiramente rendido pelo feitiço do meu aperto. O prazer elétrico limpou qualquer resto de controle do cavaleiro. Ele travou a mandíbula, as veias do seu pescoço quase estourando, e gozou de novo dentro de mim.

​Os jatos de porra nova, quente e espessa inundaram o meu buraquinho, transbordando pela costura das nossas peles coladas e melando os lençóis de seda. Ele tremia por inteiro, despejando até a última gota de seu vigor no fundo das minhas entranhas.

​Exausto, o gigante de um metro e noventa desabou. O corpo robusto dele desceu pesado sobre o meu, e ele caiu cansado logo depois, o peito gigante subindo e descendo contra o meu peito liso. Mas o transe de luxúria havia se transformado em algo muito mais profundo.

​Ainda ofegante, Jaremy começou a deslizar os lábios carnais pela minha pele, lambendo o suor, as lágrimas e os vestígios da nossa entrega pelo meu pescoço e ombros, tratando o corpo do seu puto dornês com uma adoração quase religiosa. Ele escondeu o rosto nos meus longos cabelos loiros-ouro, respirando o meu cheiro, inteiramente desarmado.

​— Pelos Sete Deuses, Zayn... você não é um garoto... você é um deus — ele sussurrou, a voz grossa saindo perfeitamente mansa, mansa e trêmula de devoção. Ele ergueu o rosto para me encarar, e os seus olhos escuros agora transbordavam de um amor possessivo e incurável. — Eu sou seu. Eu sou o seu homem. Eu vou te tirar desse lugar imundo, eu juro... Ninguém nunca mais vai te usar além de mim.

Eu soltei uma risadinha baixa, sacana e mansa, o som ecoando suave contra o peito gigante de ébano de Jaremy. Ver aquele monstro da Guarda Real, o guerreiro mais temido do castelo, totalmente rendido e professando amor eterno entre os lençóis sujos de sêmen era o meu maior triunfo. Eu passei meus dedos pelos cabelos rentes dele, saboreando a minha vitória antes de finalmente adormecermos no calor daquela luxúria.

​A luz dourada da manhã seguinte começou a invadir o quarto, cortando a penumbra através das frestas das pesadas cortinas.

​Acordei lentamente, sentindo um calor úmido e uma pressão deliciosa no meu peito liso. Abri os olhos e olhei para baixo: Jaremy já estava acordado, com o corpo robusto esticado sobre a cama. Ele estava completamente focado, usando os lábios carnais e a língua quente para mamar as minhas tetinhas com uma adoração silenciosa, chupando os meus mamilos sensíveis até deixá-los durinhos e avermelhados de tanto tesão matinal. Eu soltei um gemido manhoso, jogando os cabelos pelo travesseiro, entregue ao carinho do meu homem.

​O som seco da porta de carvalho se abrindo quebrou o encanto instantaneamente.

​As placas da armadura de Jaremy, que estavam jogadas no chão, foram a primeira coisa que Cersei Lannister viu ao passar pela soleira. A rainha entrou no aposento com passos firmes, o vestido de seda carmesim arrastando-se pelo tapete. Ela parou abruptamente ao lado da cama, os olhos verdes idênticos aos meus faiscando com uma mistura de frieza e autoridade absoluta ao flagrar o seu guarda real mais imponente com a boca colada no peito do seu menino.

​Jaremy travou, a respiração cortada, erguendo o rosto com um misto de choque e vergonha perante a sua soberana.

​— Sor Jaremy — a voz de Cersei ecoou pelo quarto, gélida, cortante e sem um pingo de hesitação. Ela não parecia surpresa, apenas profundamente entediada com a fraqueza do cavaleiro. — Vista a sua armadura. Agora. E saia desses aposentos antes que eu decida que a sua cabeça ficaria melhor espetada em uma lança do que sob esse elmo branco.

​O gigante de ébano engoliu em seco, o maxilar marcado travando enquanto ele se afastava do meu corpo. Sem dar uma única palavra, ele desceu da cama com pressa, recolhendo as fivelas e o metal do chão com os dedos trêmulos, totalmente desarmado pela presença da leoa.

As portas de carvalho se fecharam com um estralo pesado após a saída apressada de Sor Jaremy, deixando o quarto imerso em um silêncio cúmplice. Cersei caminhou até a banheira de cobre, testando a temperatura da água morna que as servas já haviam preparado antes de serem dispensadas.

​— Vá para a água, Zayn — comandou ela, a voz agora destituída da frieza cortante que usara com o guarda. — Limpe o rastro desse macho do seu corpo.

​Caminhei nu até o cobre, sentindo o sêmen seco de Jaremy repuxar levemente na minha pele e o peso da noite bendita entre as minhas pernas. Subi os degraus e afundei na água limpa, soltando um suspiro longo. Cersei aproximou-se sem pressa, arregaçou as mangas de seda carmesim do seu vestido e sentou-se no banco de pedra atrás da minha cabeça.

​Com as mãos delicadas e pálidas, ela começou a colher a água perfumada, vertendo-a sobre os meus longos cabelos, ensopando-os antes de aplicar um óleo de mirra. Os dedos da rainha massageavam os meus fios com uma firmeza quase materna, desatando os nós que os dedos brutos do cavaleiro haviam deixado ali.

​— Pelos sons que ecoavam através das paredes, o gigante caiu sem que você precisasse brandir uma única adaga — comentou Cersei, os olhos verdes fitando o reflexo da água. Um sorriso ladino e satisfeito desenhou-se em seus lábios reais.

​Deixei minha cabeça pender para trás, apoiando-a nos joelhos cobertos de seda da rainha. Olhei para ela de baixo para cima, deixando o meu sorriso mais sacana e orgulhoso transparecer nos meus lábios carnais.

​— Eu usei exatamente o que você me ensinou, Vossa Graça — confessei, a voz mansa saindo com um eco de pura vaidade dornesa. — Deixei que ele pensasse que tinha o controle com a força dele. Mas no momento em que ele achou que me dominava, eu apertei a musculatura lá dentro. Prendi o caralho dele no meu calor até fazê-lo urrar feito um bicho e perder o juízo. Ele jurou que me amava, jurou que me tiraria de Porto Real. O monstro da Guarda Real agora é meu escravo.

​Cersei parou os movimentos por um instante, os dedos enterrados nos meus fios loiros. O sorriso dela se alargou, tornando-se predatório, gélido e terrivelmente orgulhoso. Ela inclinou o rosto para perto do meu, o hálito com aroma de vinho doce roçando a minha bochecha ainda levemente rosada pelo tapa de Jaremy.

​— Uma criatura esplêndida... — sussurrou a leoa, deslizando os dedos molhados pelo meu queixo liso, erguendo o meu rosto para que os nossos olhos verdes, idênticos e famintos, se cruzassem. — Você pegou o ferro mais duro da Fortaleza Vermelha e o derreteu com a doçura do seu veneno. Jaremy Thorne agora mataria o próprio rei se você pedisse com essa boquinha manchada de porra.

​Ela voltou a derramar água sobre a minha cabeça, limpando a espuma que escorria pela minha testa.

​— O seu batismo acabou, meu lindo menino. Você não é mais o viadinho indefeso que eu encontrei — a voz de Cersei baixou para um tom sombrio, carregado de uma promessa de sangue e poder. — Você já está pronto. Como uma leoa jovem, dócil por fora e implacável por dentro, é hora de ir até o Rochedo Casterly e abater o Leão Velho. Tywin Lannister será o seu próximo banquete.

Notas do autor:

Espero que gostem da história, quis trazer um ninfetinho fatal, diferente dos meninos mais dóceis que já escrevi. Não esqueçam de comentar e votar. 🫶🏾❤️

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