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Minha esposa queria me ver com outra, mas tinha algo por traz disso. (3º PARTE) Segunda temporada.

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Um conto erótico de Anderson
Categoria: Heterossexual
Contém 2148 palavras
Data: 18/07/2026 11:40:35
Assuntos: Heterossexual

Fiquei alguns instantes com aquilo na cabeça, mas resolvi me concentrar no trabalho, pois não adiantava ficar tentando imaginar o que seria.

Faltando dez minutos para o horário combinado com Sara, recebi um aviso que tinha uma mulher me aguardando na recepção. Pedi que a encaminhasse até minha sala.

Segundos depois Sara, entra em minha sala seguindo um de meus funcionários, que saiu logo em seguida, me deixando a sós com ela. Por incrível que pareça ela trajava uma roupa comum, que até estranhei pois sempre estava com roupas que valorizavam suas curvas, mas agora trajava um calça jeans clara, uma camiseta azul com um par de tênis branco, mas os cabelos devidamente arrumados e uma maquiagem leve.

Continuação.

Meus pensamentos me traíram me lavando a lembrar dela com roupas intimas na última vez que nos vimos sozinhos no motel, e também de seu corpo nu, essa lembrança mexeu comigo me deixando excitado.

Levantei para cumprimenta-la, e ela percebendo, como sempre direta, não deixou passar despercebido.

- Vamos com calma, hoje vim apenas para conversar como dois adultos tratando apenas de negócios.

Mas depois de me dar dois beijinhos no rosto acompanhado de um abraço, ainda que discretamente fez questão de tocar meu pau por sobre a calça.

- Preciso me segurar, ainda tenho saudades desse seu brinquedo delicioso. Completou sorrindo, e ficando seria em seguida. – Mas não vim aqui para isso hoje.

Ficou um segundo me encarando antes de fazer um pedido.

- Não quer chamar sua noiva/socia, isso vai interessar a ela também, pode ter certeza.

Olhei sério para Sara, tentando entender exatamente o porquê daquela forma de falar e ainda querer que Clara, estivesse presente.

- Você por acaso não transmitiu nenhuma doença para mim, não é.

- Não querido, eu sempre me protejo quando tenho minhas aventuras, você sabe bem disso.

Peguei meu celular e enviei uma mensagem para Clara, vir até minha sala, dizendo que tinha uma pessoa comigo e que queria conversar com ela também. Ela já sabia que Sara, estaria comigo naquela tarde, achei melhor dizer a ela, como sempre fizemos.

Ela me respondeu em segundos, dizendo que estava subindo, me pedindo uns dois minutos, pois estava finalizando algo.

Nesse meio tempo pedi para Sara, sentar e oferecia algo para ela beber, que preferiu uma água, apenas.

Depois de alguns segundos ela se levantou, indo até as grandes janelas da sala, ficando observando a vista, que eram das melhores do prédio.

- Não vá tentar pular, é muito alto. Disse eu sorrindo, tentando parecer tranquilo, com a presença dela.

- Não se preocupe, só apreciando sua bela vista. A propósito, vocês fizeram uma excelente escolha, e é muito bom saber que seu negócio está crescendo. Se Lara, soubesse disso tudo, antes do que fez, provavelmente ela não teria escolhido o Jorge. É, eu conheci aquele homem, e avisei a ela sobre ele, mas ela estava mais interessada no que ele poderia oferecer, não só em termos de sexo, mas também, com as lorotas dele sobre investimentos.

- Então você sabia sobre ele? Desde quando?

Ela virou o corpo ficando de costas para a vidraça.

- Ela me apresentou a ele pouco depois que estive em sua casa na primeira vez. Apesar de ele não fazer o meu tipo, não gosto muito de bruta montes desajeitados como ele, se eu precisar de algum segurança sei onde encontrar alguém melhor que ele. Não que ele seja um segurança, mas com aquele corpo que ele exibe há quem goste, e eu definitivamente não sou uma dessas.

- Então você o conheceu depois de termos ficado naquela noite?

- A sim, desculpe. É verdade, uns dias depois que ficamos em sua casa ela me apresentou a ele, com a mesma ideia que teve com você. A diferença é que ela queria que ficássemos os três, e eu tive que descartar a ideia de uma forma que ela não entendesse errado, você me entende espero. Foi quando eu disse a ela que aquele mundo não era para ela....

Nesse momento fomos interrompidos por uma leve batida na porta. Era Clara, entrando na sala.

- Desculpem a demora, demorei um pouco mais do que imaginei no que estava finalizando.

Se aproximou de Sara, a cumprimentando com um beijo no rosto que foi retribuído.

- Clara você está ótima, eu diria melhor que a última vez que nos vimos.

- Você está diferente, bem mais diferente daquela noite. Algum problema?

Sara, me encarou e começou a falar. Na verdade ela queria nos alertar sobre algo que descobrira ao acaso com um amigo, sobre uma conversa que ouviu de uma dupla que estava empenhada em nos prejudicar por conta do que eu tinha feito.

Uma dessas pessoas não me soou como surpresa, pois imaginei que Lara, não deve ter ficado muito contente com minha ascensão, principalmente depois que praticamente rejeitei sua candidatura a uma vaga de empego em minha empresa, e ainda a lembrei sobre a clausula que ela mesma incluiu na separação. Agora o que me deixou mais confuso, foi o fato da outra ser exatamente meu ex-chefe, o Sr. Alfonso, a quem eu nunca apresentei ou sequer mencionei o nome para Lara.

Enquanto eu tentava entender, Sara, disse que até ela estava na lista de pessoas que Lara, queria prejudicar, pois foi ela mesma que, sabendo que rolou entre Jorge e Lara, se afastou, e os comentários sobre o que havia acontecido, sobre nossa separação, a fizeram perder um certo prestigio dentro da casa de swing que ela e Jorge, começaram a frequentar, a fazendo achar que Sara, tinha alguma coisa a ver com aquilo, embora ela nunca tenha comentado nada com nenhuma das pessoas que conhecia.

Aquela situação estava me parecendo surreal, pelo menos no que se referia a Sara, já quanto a mim, até tinha alguma lógica, afinal o marido traído, fica em situação boa de vida, com uma nova companheira, enquanto a mulher traidora, perde tudo, sendo literalmente roubada pelo amante comedor, que desaparece com tudo o que ela tinha, e para piorar, ainda fica desempregada, morando de favor com uma amiga. O que mais poderia ter nessa trama toda.

Clara, ouvia a tudo sem comentar nada, apenas calculo eu, pensando em todo que tinha sido narrado.

Ao final Sara, parou olhando para nossos rostos, tentando decifrar nossas reações.

- Bem, é isso tudo, mas segundo minha fonte, eles estão pensando em usar a mesma estratégia que foi usada por Alfonso na empresa. Me parece que ele pretende usar a sua empresa, como sendo um funcionário, que estará apresentando um novo produto, e depois ficando com o dinheiro, e vocês ficando com a dor de cabeça de algo que não funcionou e que terá que ser ressarcido o cliente, a grosso modo é mais ou menos isso.

Depois de pensar mais um pouco, resolvi falar.

- Devo ter deixado o Alfonso bem chateado para ele chegar a esse ponto, pois até onde sei ele foi dispensado da empesa e tinha uma carreira bem solida por lá, pela conduta de roubar os projetos e apresentar como sendo dele.

- Lara, esteve aqui para se candidatar a uma vaga, mas não tinha a mínima chance de a contratarmos, disse Clara, para Sara.

- Então temos as razões do por que, eles querem prejudicar nos três. Agora precisamos ficar atentos e tomar algumas medidas para que isso não nos prejudique, pois até a polícia pode bater em nossas portas, caso eles consigam realizar seus intentos.

Ainda ficamos os três ali por um bom tempo pensando em algumas formas de nos protegermos, mas ficamos de pensar melhor em tudo e depois nos reunirmos para ver o que conseguíamos e faríamos.

Minha primeira medida foi no dia seguinte entrar em contato com todas as empresas que usavam o nosso sistema e pedir que somente nosso pessoal autorizado deveria e poderia entrar em alguma delas para acessar o sistema e fazer qualquer verificação, ou mesmo ter acesso remoto, sempre solicitando pelo cliente o máximo de informação e identificação do funcionário. Mas infelizmente eu sabia que isso não seria o bastante, principalmente para uma pessoa como Alfonso, que tinha muita experiencia nesse ramo.

Quando estávamos próximos de finalizar aquele encontro, Sara, como sempre direta na sua forma de ser e agir atacou novamente.

- Agora deixando isso tudo de lado, que tal tratarmos de assuntos um tanto mais excitantes, o que acham?

- Sara, esse não é o local nem tão poco a ocasião para isso. Eu disse já fazendo ideia de onde aquilo iria chegar.

- Calma querido, estou falando de um jantar entre amigos, apenas isso, afinal eu agi como amiga, não que eu seja inimiga de vocês, por trazer tudo isso e entregar de bandeja, claro que eu serei uma parte que sairá ganhando, caso os dois, digamos sejam presos.

Até ali, Clara estava apenas observando e ouvindo.

- E como seria e onde esse jantar entre amigos, espero que não seja em algum motel da cidade.

- Claro que não, será em minha casa, e vocês já estão convidados, acho que devo uma desculpa pelo meu comportamento na festa da semana passada, então queria me retratar e acho que um jantar seria uma ótima ideia, e depois quem sabe as possibilidades.

- Nada de possibilidades Sara, vamos com calma, está certo, ou você vai ter que se retratar novamente, antes mesmo de chegarmos em sua casa para jantar.

- Ótimo, então isso foi um “sim”! Está bem, então sábado as 20 horas em minha casa, Carlos, vai adorar ter a companhia de vocês e eu também, é claro.

Clara, me olhou e nesse momento eu não tinha mais como voltar atras, eu havia caído direitinho na conversa de Sara, que já pegava seu celular, o desbloqueando e digitando algo, ao final meu celular vibrando.

- Acabei de enviar o endereço no seu número querido, e só para constar não será no motel, deixemos isso para uma outra oportunidade.

Essa mulher era impossível, nunca deixava passar uma oportunidade de dar uma espetadinha, com um toque picante nas coisas.

Já eram quase dezoito horas, e como estávamos tranquilos com relação ao trabalho, resolvemos pegar nossas coisas e acompanhamos Sara, até o estacionamento.

Nem preciso dizer que ao se despedir de mim, ela deu seu jeitinho e deu uma apertada em meu pau, que deu um solavanco dentro da cueca. Felizmente Clara, não percebeu, pelo eu menos foi o que achei, até entrarmos no carro.

- Ela não perde a chance.

- Está falando??

- Sara, ela não perde a chance de apertar seu pau. Sim, eu percebi o que ela fez, Tinha certeza que ela faria isso.

Tive que tentar amenizar as coisas.

- Ela não faz por mal, é apenas o jeito dela de ser.

- É pode ser, mas a resposta veio instantânea, seu pau pulsou que eu vi.

Comecei a tentar falar algo, mas minha voz não saiu.

- Vou colocar uma placa nele, “Propriedade da Clara”. Disse rindo e me fazendo rir também. – Mas acho que nem assim ela vai desistir do seu, como ela chamou mesmo? A sim, “brinquedo gostoso”.

Arranquei com o carro dando risada das palavrar de Clara, e acredito que ela mesma também achou engraçado.

Ainda naquela noite deitados em nossa cama, conversamos sobre tudo o que Sara, tinha nos contado. Devo admitir que fiquei preocupado, pois se algo acontecesse com a empresa, meu nome e de Clara estaria em jogo, talvez até pudéssemos perder muito com isso, e para reerguer o nome da empresa custaria caro.

Mas mesmo tendo uma conversa sobre as possibilidade, chegou um momento em que Clara, tocou meu pau o pegando e começando uma punheta, lenta, calma, fazendo com que ele logo ficasse duro e dali para uma noite de amor não demorou muito, até por que desde o dia da festa, melhor, desde a noite que tivemos no motel após a festa, não fizemos nada, quer dizer até fizemos mas foi a boa e velha rapidinha, e até aquela noite, por conta da própria Clara, estar ainda um pouco dolorida pela noite que tivemos, então, nessa noite tiramos, literalmente o atraso, onde a comi de todas as formar e a fiz gozar muito, tomando cuidado. Só achei melhor não abusar de seu cuzinho, pois ainda estava sensível, e caso tentássemos só iria piorar a situação.

Praticamente o resto da semana foi tranquilo, no trabalho ainda conversávamos sobre o que poderia ser evitado para que a dupla não nos prejudicasse. Bolamos um plano e começamos a pôr em pratica. Melhor começar a agir antes do inimigo, do que depois que ele faça algum estrago, usei com eles a mesma tática que tinha usado com Lara. O que na verdade era apenas estar sempre a frente dos dois, para no momento certo pega-los pelas próprias falhas que eu tinha certeza eles cometeriam.

Continua...

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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Comentários

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Boa continuação! Espero que ele já coloque um detetive para seguir os dois, formalize por e-mail as orientações para os clientes sobre procedimentos de segurança e necessidade de validar com ele eventuais visitas ou acessos remotos. Daí é só esperar para dar bote na hora certa. Só acho que essa insistência da Sara com ele vai dar problema com a Clara.

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