Depois que comi a Emilly (a putinha da escola), parece que fiquei ainda mais tarado. Em toda oportunidade que tinha de transar com minha namorada, ou com o Nelson, ficava imaginando aquela delícia toda safada de pernas abertas, se oferecendo para mim. A danada realmente correspondia a fama que tinha na escola.
Os dias foram passando e Emilly nunca mais havia chegado em mim para conversar. Da mesma forma que nunca tinha conversado com ela antes do dia em que fomos para a cama, parece que éramos meros desconhecidos. A via durante os intervalos das aulas, porém, nem olhares ela me dirigia. Cheguei a pensar que não havia gostado da nossa transa. Que estava me evitando.
Tudo permaneceu assim até um dia em que Flávia não foi pra escola. Na hora do intervalo, Emilly com a maior naturalidade chegou em mim e sem nem dizer um oi, perguntou se eu queria ir na sua casa depois da aula. Claro que disse que queria. Estava louco pra poder meter com ela novamente. Ela sorriu e disse que me esperava e que eu teria uma surpresa.
Fiquei sem entender. E até um pouco preocupado. Será que ela havia explanado nossa transa para a Flávia? Ou para alguma amiga dela? Não consegui me concentrar em mais nada aquela manhã. O estômago embrulhou.
Fui para casa na hora do almoço e cogitei não ir até a casa da Emilly aquela tarde. Mas eu estava louco para comê-la novamente. Que dilema. Pensando muito mais com a cabeça de baixo, que só de lembrar daquela safada pelada já dava sinais de vida, resolvi ir. Fui no mesmo horário da primeira vez. Por volta das 14h.
Cheguei lá e ela me recebeu com um gostoso beijo no portão, terminando com uma pegada no meu pau por sobre a calça. Entramos e aparentemente estaca tudo normal. Não aguentei e perguntei a ela sobre a tal surpresa. Ela fez carinha de safada e disse que tinha convidado um amigo para brincar com a gente naquela tarde. Perguntei se era alguém da escola. Ela disse que não. Que era um amigo que morava na mesma rua que ela e era dois anos mais novo. Me espantei. Emilly e eu tínhamos a mesma idade, pois estávamos no último ano do ensino médio. Não sabia que ela gostava de meninos mais novos. Ela disse então que já transava com esse menino há algum tempo. Ela inclusive brincava dizendo que ele era seu namoradinho.
Pouco depois ele tocou a campainha e ela correu para atender. Vi entrar pela porta um menino realmente com cara de novinho. Aparentando até ter menos idade do que ela disse. Era bonito. Branquinho e com o rosto lisinho. Mais baixo do que eu. Chamava-se Bruno. Ou Bruninho, como Emilly o chamava. Ela nos apresentou e o garoto parecia não ter a menor vergonha. Me cumprimentou sorridente.
Emilly nos chamou para irmos ao quarto. Assim que entramos, ela tratou de tirar a blusinha e abrir o short jeans que usava. Bruno e eu tiramos as nossas camisetas e fomos até Emilly, que estava com um sutiã preto e começava a exibir aquele corpinho delicioso.
Um de cada lado, começamos a passar as mãos nela. Bruno foi logo tratando de baixar o short dela, mostrando sua calcinha também preta e enfiada no bumbum. Resolvi então tirar seu sutiã. Mal tirei e cai de boca nos seus lindos seios. Bruno então passou a mamar o outro peito. Ela sorria e gemia com duas línguas percorrendo os seus seios. Nessa hora ela levou a mão ao meu pau ainda por sobre a calça. Me apressei em desabotoar a baixar o zíper. Ela então levou a mão por dentro da minha cueca pegando na minha rola que nesse momento já estava dura feito pedra. Só nesse momento percebi que ela também já havia liberado o pau do Bruno. Fiquei admirado. Era maior do que o meu. Branquinho e com a pele cobrindo a cabeça, que com os movimentos de vai e vem que ela fazia, liberava a glande mostrando que ela era rosinha. Um pau lindo sem sombra de dúvidas.
Emilly se abaixou e abocanhou o pau de Bruno. Deu umas três ou quatro mamadas e passou para o meu. Repetiu o procedimento e começou a alternar entre eles. Gemiamos ao sentir aquela boca molhada engolindo nossas rolas. Ela então colocou os dois na boca. A pitinha era experiente no boquete. Mamava gostoso. Começou então a esfregar um pau no outro. Era gostoso sentir o calor do pau do Bruno em contato com o meu.
Depois de um tempo mamando assim, ela me deitou em sua cama. Ficou de quatro entre minhas pernas e voltou a me chupar. Bruno nessa hora começou a chupar a buceta da Emilly. A cena era linda. Aquela menina gostosa me chupando e atrás dela, igualmente gostoso se deliciando naquela bucetinha perfeita.
Emilly então desceu e começou a lamber o meu saco, o que intensificou meus gemidos. Não demorou nada para que assim como na primeira vez, ela se pusesse a lamber o meu cu. Estava uma delícia. Ela ia lambendo de cima a baixo, deslizando do saco até o cuzinho. Até que do nada ela vira para Bruno e fala: "olha que delicia esse cuzinho, Bruninho". Eu já não ligava para mais nada. Nao queria saber o que Bruno pensaria de mim. Queria mais era sentir prazer naquela transa.
Bruno então parou se chupar a buceta da Emilly e veio pra perto dela, como que para poder ver melhor o meu cu. Ele elogiou meu rabinho. Disse que era um cuzinho lindo. Chegou bem pertinho e passou a língua. Nessa hora eu desmoronei. Que tesão eu senti. Bruno então passou a chupar meu cu com muita habilidade. Passeava com a língua por toda a extensão do meu rabo. Ia até o saco e voltava. Emilly nesse momento caiu de boca no meu pau. Pela primeira vez tinha o pau e o cu chupados no mesmo ato. Estava no paraíso.
Senti quando Bruno passou o dedo na entrada do meu cu. Concentrou a chupada no meu saco e passou a forçar um dedo. Logo entrou. Ele chupava e metia o dedo. Tirando e colocando com rapidez. Estaca muito gostoso. Enquanto isso, Emilly engolia meu pau com uma vontade incrível. Nesse momento eu não ligava pra mais nada. Se ele quisesse me comer, eu daria sem reclamar.
E parece que ele leu meu pensamento. Se levantou e passou a brincar com o pau na entradinha do meu cu. Emilly parou de chupar por um instante e ficou olhando ele esfregar o pau em mim. Levou a mão as minhas pernas e forçou para que eu as abrisse bem. Aquela puta queria ver o amigo me comer. Que safada.
Ele cuspiu em quantidade enorme de saliva no meu rabo e espalhou com o pau. Ajeitou a cabeça na entradinha e deu uma leve forçada. Senti ela abrir o caminho. A cabecinha havia entrado. Emilly cuspiu sobre o pau dele e isso ajudou a entrar mais um pouquinho. Eu gemia de olhos fechados. Em pouco tempo senti Bruno acomodar o que faltava do seu pau dentro de mim. Quando entrou tudo ele gemeu gostoso. Abri os olhos e olhei para ele que me encarava fixamente. Olhei então para Emilly que estava com um sorriso todo safado. Ela entendeu deu a ordem para o amigo: "come ele, come". Com essas palavras, Bruno começou a meter. E como metia gostoso. Sentia seu pau indo fundo e quando voltava, saia quase por completo. Que sensação deliciosa. Emilly voltou a mamar no meu pau. Puta que o pariu, que maravilha era sentir isso.
Ficamos assim por um tempo, até que Emilly tentou se ajeitar sobre o meu pau. Foi difícil no começo, mas logo ela conseguiu sentar nele. Eu estava comendo e sendo comido ao mesmo tempo. Que loucura. Emilly e Bruno se beijavam enquanto fodiam comigo.
Bruno tirou o pau do meu cu e meteu junto comigo na buceta da Emilly. Entrou tão fácil que tive a certeza de que não era a primeira vez que ela recebia uma DP vaginal. Mas para mim era uma sensação nova. E que sensação gostosa. Sentir o outro pau se esfregando no meu dentro daquela buceta quente e molhadinha. Não aguentei e gozei. Sentir a porra melando nossos pais e facilitando o vai e vem foi demais. Meu pau foi amolecendo e saiu da bucetinha dela. Bruno continuou metendo por mais um tempo. Tirou o pau de dentro dela e voltou a meter no meu cu. O pau dele estava melado da minha porra e sentir isso dentro de mim era incrível.
Emilly saiu de cima de mim e me deu a buceta para chupar. Meu leite escorria de dentro dela e molhava meu rosto. Enquanto isso ela se curvou sobre meu corpo e voltou a chupar o meu pau que estava meia bomba. Bruno tirava o pau do meu cu e dava para ela chupar. Fez isso várias vezes enquanto ela intercalava entre nossos paus.
Bruno disse que queria me comer de quatro. Virei o bumbum para ele e no mesmo instante meteu. Emilly sentou-se a minha frente e me ofereceu a buceta para chupar. Ficaria assim pelo resto do dia sem problema. Estava delicioso sentir ele me comer enquanto eu saboreava aquela pepeca saborosa.
Bruno anunciou que gozaria. Emilly pediu que ele gozasse no meu cu. Ele bombom e estocou fundo, despejando todo seu leitinho em mim. Quando tirou o pau, Emilly deu a volta e se pôs a lamber meu rabinho todo leitado. Essa menina era incrível. Se lambuzou toda. Foi até Bruno e o beijou. Depois me beijou também.
Perguntou se eu tinha gostado. Disse que sim. Ela falou que tinha certeza que eu gostaria. Perguntei porque ela achou que eu ia gostar de transar com outro homem. Ela disse que dá forma que eu gemia quando ela chupou meu cu na primeira vez que transamos, teve certeza que eu curtia pau. Disse que ela era uma puta safada. Ela sorriu e me deu um tapa no rosto.
Abriu as pernas e falou que queria meu pau dentro dela. Não me fiz de rogado. Na posição frango assado tratei de meter tudo de uma vez. Ela gemeu gostoso ao sentir meu pau todo cravado em sua xota. Bruno tratou logo de dar o seu pau ainda mole para ela mamar. Não demorou nada para ele endurecer na boca dela. Ela pedia pau. Falava que queria ser esfolado por nós dois. Que queria os dois paus dentro dela. Estava em êxtase.
Bruno deitou-se e Emilly sentou no seu pau, ficando com o bumbum empinado na minha direção. Me aproximei e passei o pau no seu cozinho. Ela não protestou. Comecei e meter naquele cozinho delicioso. Quando entrou tudo, segurei em sua cintura e comecei a estocar rápido. Bruno por baixo também se movimentava. Ela no meio gemia como uma gata no cio. Falava muita pularia. Dizia que estava sendo partida ao meio, que sentia nossos paus se esfregando dentro dele, que era uma puta, que queria um pau pra chupar enquanto era comida nos dois buracos. Era uma delícia ouvir aquela menina gritando de prazer.
Aceleramos as estocadas e ela pedia o tempo todo pata que gozassemos dentro dela. Seguimos metendo até que Bruno anunciou que gozaria novamente. Acelerei pra gozar também. Esporramos dentro da Emilly quase que ao mesmo tempo. Ela ao se sentir inundada por todos os flancos, gozou também, choramingando coisas como "minha buceta está pegando fogo", "não parem de meter", "estou sendo inundada". Caiu exausta no peito do Bruno enquanto eu ainda dava as últimas estocadas em seu cuzinho. Tirei meu pau e uma quantidade enorme de porra escorreu. Recolhi com as mãos o que saia e levei até sua boca. Ela lambeu como uma gata lambe uma vasilha de leite. Depois de se lambuzar com a minha porra, a beijei.
Ela disse que foi uma delicia. Estava quase na hora dela buscar o irmão na escola. Correu tomar um banho ja que estava toda suada e lambuzada de porra. Quando ela saiu do banho enrolada em uma toalha rosa, flagrou Bruno me comendo de quatro apoiado na cabeceira da sua cama. Ela sorriu e nos chamou de safados. Trocou de roupa enquanto metiamos ali ao seu lado. Disse que não queria atrapalhar nada, mas ela precisava ir buscar o irmão. Interrompemos a foda e fomos nós trocar. Bruno deu um tapa na minha bunda e disse que eu era muito gostoso e que ia querer me comer de novo. Falei que também ia querer dar pra ele outras vezes.
Emilly disse que poderíamos combinar outra foda. E quem sabe da próxima vez ela não trazia uma amiga para se juntar a nossa brincadeira.
Nós três nos beijamos e encerramos aquela deliciosa tarde de sexo na certeza de que muitas outras estavam por vir.
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