Eu não sabia como reagir aquilo, um amigo do meu pai agora no controle da minha namorada, exercendo total influência sobre ela. Os dias foram passando e notei Luana cada vez mais distante, notei sumiços, as vezes de poucas horas e as vezes de dias, inicialmente de fins de semana. Ela só sumia, me avisava que estava deixando o telefone em casa e que não iria ter comunicação, depois reaparecia na segunda-feira. Nós nos víamos pouco e aos poucos nosso namoro foi acabando, sempre que nós nos víamos ela estava diferente, usando roupas menores, com alguma marca no corpo, com alguma joia ou presente novo, dizia aos pais que eu havia dado, notei que ela estava cada vez mais distante de mim, resolvi e só que era hora de dar fim ao que já tinha acabado desde que começamos com tudo isso.
Falei que precisava conversar com ela num sábado, mas ela disse que não podia, que estaria ocupada, não aceitei e disse que se não fôssemos conversar, eu iria terminar por mensagem, ela chorando me ligou, pediu pra não força-la a ir no sábado e que podíamos conversar na segunda mas eu insisti até que ela resolveu ceder, nós nos encontramos no nosso prédio e levei ela até um restaurante num bairro distante, para conseguirmos conversar sem jnterrupcoes.
Lá, eu comecei dizendo que a dinâmica nova do nosso relacionamento estava me deixando infeliz, falei da distância, que já não estávamos
Namorando há tempos, inclusive disse que já estava conhecendo outra pessoa, nesse momento ela desabou, disse que não queria terminar, mas começou a me contar em detalhes o que eu não sabia direito:
- Kevin, não vou por a culpa de tudo em você, óbvio, eu também quis chegar aqui o momento que estamos. Mas, depois que você me liberou e incentivou a coisa foi perdendo o rumo e o caminho, principalmente com o pai dele.
Ele é louco, eu não sei o que fazer para me desvencilhar dele, ele me envolveu numa trama muito maior do que eu imaginava, tudo começou assim:
No primeiro fim de semana depois da despedida de solteiro do André, Tião me buscou na sexta, novamente a ordem era que eu não deveria levar bolsa com roupa nem nada, eu ainda levei, por que precisava de algo que convencesse papai e mamãe que eu iria dormir fora, basicamente coloquei umas calcinhas e uns panos dentro da bolsa desci, cheguei no carro e dentro dele estavam 4 coroas, Tião, Zé, Arnaldo e Ignácio, todos com mais de 60 anos, acho que Ignácio era o mais velho, devia ter uns 75. Amor, entrei no carro usando um vestido levinho branco que você me deu, só usava ele, foi o que Tião me mandou vestir, no mesmo instante fecharam a porta e os vidros fume e me mandaram ficar peladinha, pegaram minha bolsinha com celular e tudo e guardaram pra lá, me deixando sem nem uma peça de roupa, Tião foi dirigindo, e enquanto ele dirigia eu estava sentada no meio de Ignácio e Arnaldo, que me beijavam, apertavam, beliscavam, me lambiam, chupavam meus peitos. Eles colocaram uma perna minha em cima da perna de cada um deles, me deixando arreganhada.
Foram me masturbando ali enquando me lambiam inteira, não teve conversa amor, foi o caminho todo nessa putaria, tiraram os paus pra fora, ambos tinham os paus muito peludos, não eram grandes, eram velhos, meio nojentos até, eles tinham cheiro de velho. Chegamos numa casa de praia, há cerca de 2 horas da nossa cidade, eles então saltaram do carro na rua, tinha garagem e tudo, mas eles queriam me humilhar mesmo, saltaram e com todos do lado de fora, me mandaram descer, não tinha movimento na rua, era uma casa de praia bem pé na areia mesmo, eu desci descalça, pelada, não usava absolutamente nada, tudo meu foi tomado. Tentei me cobrir com os braços mas eles riram e disseram que eu não precisava me tampar, não tinha perigo, que aliás o perigo eram eles.
O Zé então me puxou e me lascou um beijão na boca, como eu estava me abraçando ele me soltou e disse que queria um beijo de namorados, que era pra eu me soltar, eu olhei pros lados, já estava mergulhada naquela merda toda, então abracei ele e resolvi me soltar e comecei a beijar ele, joguei as mãos sobre os ombros e abracei o pescoço dele me envolvendo num longo beijo de língua babado com aquele velho gordo e fedorento, enquanto nos beijávamos, ali na rua, senti que ele foi andando um pouco pro lado, ainda estávamos atrás do carro e ele me puxou me deixando totalmente exposta. Mesmo sem movimento, ainda passavam alguns carros e uma pessoa ou outra passava andando ali ou de bike/moto, os veículos passavam e buzinavam, uma caminhonete parou, perguntaram quanto era o programa, eles riram e disseram que eu só era uma safada, mas não era puta, o carona me pediu um beijo e os velhos me mandaram ir lá, no meio da rua, pelada e descalça beijar ele.
Eu fui e beijei ele de for do carro, na ponta dos pés, um beijo de língua também, ele tirou o pau pra fora me mostrando, dentro da caminhonete estava ele e o motorista, eram dois guris novos, pelo jeito ricos, fiquei beijando ele pelada ali no meio da rua, ele me fez subir no degrau da caminhonete e pegar no pau dele, eu fiz e bati uma umas 3 vezes pra ele e desci, voltei rebolando pro lado dos velhos que me chamaram de piranha e me deram um tapa na bunda, rindo, Tião abriu a porta da casa e fomos entrando, os meninos da caminhonete perguntaram se podiam entrar mas os coroas só ignoraram eles e bateram o portão.
Quando entramos, tinha um quintal enorme gramado, muito espaço mesmo, caberiam uns 10 carros, a casa ficava no fundo, tinha piscina, uma casinha que eu pensei ser de ferramentas e o canil dos cachorros do lado, e a área de churrasco, a casa era enorme, cabiam facilmente umas 30 pessoas. Fomos entrando e quando chegamos na porta, Tião parou e perguntou o que que eu estava fazendo, eu disse que estava entrando com eles ué, mas ele me olhou, com um olhar maligno e disse que eu era uma cachorra e cachorro fica no quintal, ele me empurrou pra fora e todos entraram, bateu a porta e me deixou ali, do lado de fora com os dois Dogo Argentinos enormes que tinham naquela casa.
Passei parte noite ali, ouvindo eles jogando, comendo e bebendo, até que, lá pelas tantas horas da noite num frio de rachar saem os quatro, Tião já veio arrancando o piru pra fora da calça e puxando meu cabelo, dizendo que era hora deles brincarem um pouco antes de dormir, ele disse pros outros que eu era a melhor boqueteira que ele conhecia e me mandando abrir a boca foi enfiando o pau inteiro até encostar meu nariz na virilha dele. Quando estava tudo dentro ele tapou meu nariz e disse que gostava de judiar de mim, que eu tinha cara de ninfetinha e que amava me maltratar por que eu aguentava apanhar.
Todos riram, enquanto eu quase desfalecia sem ar, depois me soltou e enquanto eu arfava sem ar, o Zé me levantou e sentando num banco me colocou de costas pra ele e foi enfiando o pau dentro do meu cu, me puxando pra baixo até enterrar tudo, me deu um tapa e me mandou quicar e ficou falando o quanto meu cu era apertadinho, mas que também era fácil de arrombar, parecia que eu era acostumada. Logo Ignácio e Arnaldo vieram pela frente me dando seus paus pra chupar, fiquei punhetando um e chupando o outro e revezando ambos, até Tião entrou no meio, me empurrou deitada com as pernas arreganhadas em cima do Zé, que virou no banco deixando uma perna dele de cada lado, então ele disse que ia mostrar pros amigos como se fode uma putinha safada como eu, entrou com tudo na minha buceta amor, me rasgando, enfiando tudo fundo, nem cabia tudo mas ele socava com brutalidade, enquanto isso, o Zé socava por baixo e os outros dois, vieram um de cada lado me dando os pais pra chupar, não tinha espaço pra nada ali a não ser ser usada, ficaram nessa posição até Tião gozar com o pau enterrado na minha buceta amor.
Depois disso, Ignácio e Arnaldo me comeram da mesma forma, enquanto o Tião ficava lamber dando minha cara com a piroca mole me fazendo lamber e limpar tudo, por baixo quando todos tinham gozado, o Zé ainda não tinha terminado e voltou a foder com força, me colocou de quatro na grama e me comeu como um animal, até começar a despejar muita porra dentro do meu cu, quando finalizou, cai exausta na grama, onde fui deixada, dormi ali no chão, acordei algum tempo depois no meio da noite, com um dos cães lambendo meu pé, estava gelada igual um picolé por causa do sereno, entrei pra tomar um banho, meu corpo inteiro estava doendo muito, acho que pela posição que dormi. Quando estava tomando um banho, ouço a porta abrindo e era Tião, eu cumprimentei ele com um sorriso e falei que tinha ido me limpar pra ficar cheirosinha pra eles, ele veio rindo até mim, dizendo que eu não tinha entendido meu lugar ainda, eu fiquei olhando com aquela carinha de puta pra ele, conforme ele foi chegando perto, parecia que eu ia diminuindo de tamanho, ao ponto de me ajoelhar, ele riu, entrou no box do banheiro comigo, ficando nu, me empurrou pra debaixo da água, me deu seu pau pra chupar, bem debaixo do chuveiro, ali ele forçava ao máximo pra que eu ficasse sem respirar, enfiava o pau inteiro na minha boca e tirava, fazia de novo e de novo, eu não chupava só um pedacinho do pau dele, eu só podia por na boca se fosse colocar ele inteiro, até as bolas, depois ele levantou o saco e me deu pra chupar enquanto ele tomava banho, fiquei punhetando ele e chupando suas bolas pesadas, ali eu também tinha dificuldade de respirar, a água caía, eu não enxergava nada, mas fazia conforme ele mandava, chupei o cu, o saco, até ele terminar o banho dele.
Quando ele acabou, ele encostou minha cabeça no canto da parede, olhou pra mim e disse que naquele momento, ele iria me quebrar. Fiquei imprensada contra a parede e ele foi enfiando o pau na minha boca, passando pela garganta até estar todo dentro, eu olhava pra cima mas não via mais nada além da pele preta dele, comecei a perder o ar, batia nas coxas dele, tentei empurrar pra sair, mas ele não soltava, ele me prendeu ali, me prendeu por tempo demais, eu já não conseguia respirar, o ar não chegava, ele não estava preocupado, ficou ali, enquanto eu perdia o ar, ficou ali até que eu apagasse. Acordei, não sei quanto tempo depois, quando acordei estava num cômodo todo de cimento, haviam ferramentas por todo lado e eu estava jogada em cima de uma mesa de camping, daquelas de 1,80 branca. Acordei enxergando meio torto ainda, não sabia exatamente onde eu estava, e quando tentei me levantar, pude sentir as correntes nos meus pulsos, tornozelo, pescoço.
Nesse momento me bateu um desespero, não sabia onde estava, nem o que estava rolando, nem quanto tempo já tinha passado, e passou muito mais tempo de novo, até alguém entrar naquele cômodo, era o Tião de novo, com um aparelhinho de choque, quando entrou me parabenizou por estar acordada, se não ele iria me acordar dando uns choquinhos , então ele encostou e apertou aquele aparelho em mim me fazendo pular, disse que era isso que eu iria sentir. Eu estava com medo, perguntei que horas e ele não respondeu, vi ele acendendo uma vela e com a cera derretida, ele vinha pingando na minha pele, ele fumava um cigarro fedorento que empregnava no ar. Foram momentos loucos e em cada novidade que ele fazia comigo, mais um pedaço meu quebrava, fui queimada por aquela cera por um bom tempo, quando todo meu corpo já tinha sentido algo do tipo, ele veio com um balde cheio de água, uma água muito gelada, jogou em cima de mim, e com uma bucha grossa limpou a cera. Depois repetiu o processo, o Zé veio ajudar ele, depois os outros dois entraram e disseram que eu ainda não havia sido adestrada o suficiente, falaram que queriam ir almoçar, antes disso me foderam ali, amarrada, mais uma vez.
Quando foram sair, me levaram pro canil dos cachorros e me deixaram lá, era um lugar baixo, fedia, e os dogs ficavam ali, fiquei com eles até que os quatro voltassem, eu deitei e fiquei encolhida no cantinho, quando chegaram, me chamaram pra sair e me levaram até uma piscina inflável, ela estava vazia, me mandaram deitar dentro dela e começaram a mijar em mim, mijaram no meu rosto, me fizeram abrir a boca e deixar mijarem dentro dela, o se enfiou o pau no meu cu e mijou dentro dele. Mijaram e depois que acabaram, me amarraram ali dentro, mãos e pés para trás me fazendo ficar toda aberta. Me foderam de novo ali, mas não foi bom, me deram choques, e até gozaram na minha boca e depois me fizeram engolir bebendo um copo de urina junto.
Quando terminaram, veio mais uma parte terrível, encheram de água muito gelada aquela piscina, encheram de gelo e me deixaram ali por algum tempo, eu mal conseguia respirar, meus olhos ficavam pra dentro d’água e eu mal conseguia ver, só senti quando um jato de urina veio bem na minha boca aberta, eles estavam me usando amor, me fazendo de esgoto. Me tiraram dali, me deram banho e me foderam de novo, e la pelas tantas da madrugada, disseram que queriam brincar comigo.
Vendaram muito bem meus olhos e amarraram minhas mãos e meus pés, senti me levarem pra dentro do carro, e senti que estavam dirigindo pra algum lugar, eu estava sendo destruída. Chegamos num lugar, e eu não sei onde é, pois não vi, e eles me desceram do carro amor, disseram alto, “Voltamos em uma hora, façam o que quiserem com ela, só não tirem a venda, conversem ou desamarem as mãos. Eu pisava na areia, estava na praia, ouvia as ondas, e era fodida, era fodida de forma brutal, era fodida sem camisinha por pessoas que nem o rosto eu estava vendo, minhas mãos amarradas para trás e meus pés amarrados juntos não me permitiam fugir, a venda não me deixava ver. Eu era apenas um depósito de porra, e fui por um bom tempo, não sei quantos foram, não sei com quem foi, mas comeram meu cu, minha buceta e gozaram, todos eles gozaram na minha boca.
Ouvi Tião voltando e espantando quem quer que seja, só ele havia voltado, os demais não estavam com ele, desmaiei, acordei numa clínica, ele havia mandado fazerem exames em mim, pra se certificar que eu não havia contraído nenhuma doença… Tião então me disse que daquele dia em diante, todos os meus fins de semana seriam desse jeito, até o fim da minha vida.
E eu aceitei, e hoje, com você terminando comigo, sinto que tudo que me ligava ainda a uma vida normal, acabou, sou agora só um brinquedo nas mãos do Tião.