A manhã seguinte à nossa primeira noite juntos nasceu quente e abafada sob o teto da fazenda. O casarão parecia mergulhado em um silêncio pesado, quebrado apenas pelo estalar distante da madeira sob o sol. Eu caminhava pelo corredor com passos firmes, sentindo o assoalho de ipê aquecido sob os meus pés descalços. Meus pensamentos orbitavam obsessivamente ao redor do corpo corpulento de minha tia Patrícia. A lembrança da noite anterior, quando profanei o corpo que meu pai, Pedro, desvirginara e abandonara à própria culpa há décadas, latejava na minha mente. Eu precisava saber como ela estava.
Aproximei-me da porta do quarto dela. Girei a maçaneta sem bater e empurrei a folha de madeira devagar.
O quarto estava na penumbra, iluminado apenas pela chama fraca de uma vela de sete dias. O aroma doce de alfazema misturava-se ao cheiro de cera queimada. Minha tia Patrícia estava de joelhos no chão, de costas para mim, diante de uma cômoda antiga transformada em altar improvisado. Ela vestia um vestido amarelo-mostarda de comprimento midi, fechado hermeticamente até o pescoço por uma fileira de botões frontais, com mangas longas que ocultavam seus braços. O tecido pesado forçava a aparição de sua silhueta curvilínea e maciça, desenhando a curva exagerada de seus quadris extremamente largos que ela herdara da linhagem de minha vó Pilar. Sob os joelhos nus dela, grãos de milho duro estavam espalhados sobre a madeira. Ela orava em sussurros desesperados, o cabelo castanho-escuro desfeito da coque habitual caindo longo e espesso pelas costas largas.
Dei dois passos rápidos e silenciosos pelas costas dela. Sem pedir licença, enfiei minhas mãos por baixo de seus braços e a ergui do chão de uma vez.
— Tia, não precisa disso — comentei, a voz suave ecoando na penumbra.
Aproveitando o movimento de suspensão, coloquei meu corpo contra o dela, encoxando-a com firmeza por trás. Senti o volume macio e maciço de suas nádegas volumosas pressionando-se diretamente contra a minha virilha. Patrícia sobressaltou-se e fingiu se debater, mexendo o quadril de um lado para o outro em uma resistência desajeitada e puramente teatral, mas não fez força real para se soltar; simplesmente deixou que meu peso e meu corpo a sustentassem de pé contra ela.
— Miguel... me solta ... nós num devia tá fazendo isso — ela sussurrou de forma trêmula, a voz mansa arrastando o sotaque enquanto tentava manter a pose de decência. — Isso é um erro terrível... Deus tá vendo...
Não respondi com argumentos lógicos. Enquanto ela continuava a desfiar suas justificativas religiosas de cabeça baixa, mantive o aperto por trás, encoxando-a com ainda mais força. Minhas mãos livres começaram a apalpar as curvas de seu corpo robusto.
Ao mesmo tempo, inclinei o rosto e depositei beijos quentes e úmidos na nuca livre de sua pele clara, sentindo o perfume de alfazema misturado ao calor que emanava de sua perturbação.
— Tem razão, tia... nós não deveríamos — murmurei de forma cínica, fingindo concordar com cada palavra de seu sermão enquanto minha boca subia pela lateral de seu pescoço.
Subi a mão pela cintura e, com movimentos rápidos, usei os dedos para desabotoar os primeiros botões da gola do vestido mostarda. Com a abertura finalmente livre, enfiei a mão com força por dentro da gola desabotoada, tateando o vão entre o tecido e a pele quente dela até espalmar um de seus seios imensos e fartos. Meus dedos apertaram a carne pesada e encontraram o mamilo dela, que já estava completamente rígido e saliente sob o meu toque, reagindo de imediato à invasão.
— Eu fico tentando ser forte, Miguel... — ela sussurrou, a voz mansa e pausada, o sotaque pesado da roça arrastando as palavras. — Mas parece que quando ocê chega perto, a minha cabeça esquece de tudo. Deve ser o demônio.
— O demônio não tem nada a ver com isso, tia. — argumentei, a voz mansa e magnética, deslizando meus dedos pelo maxilar rígido dela. — Se fosse um pecado tão terrível, por que o seu corpo fica tão vivo quando eu te toco?
Então a virei de frente no meu abraço. Nossos lábios se colidiram em um beijo profundo, faminto e completamente voluntário, a língua dela encontrando a minha com a urgência de quem já havia abandonado qualquer chance de salvação.
Aquele beijo quebrou Patrícia de vez. Senti toda a rigidez defensiva dela derreter nos meus braços, desarmando sua última barreira moral. Quando nos afastamos, a respiração dela estava pesada, quente e ofegante, os olhos castanhos completamente entorpecidos e fixos nos meus, entregues ao momento.
Sem que ela oferecesse qualquer resistência, usei minhas mãos em seus ombros para apenas guiá-la suavemente para baixo, fazendo-a ficar de joelhos no chão de madeira.
Afastei-me um passo e desabotoei calmamente a bermuda, libertando meu pênis já completamente rígido diante de seu rosto. Minha tia ergueu a cabeça devagar, olhando de baixo para cima com uma mistura de assombro e ingenuidade que denunciava a sua total falta de experiência.
— O que ocê tá fazendo, Miguel? — ela perguntou com a voz mansa, os olhos castanhos piscando, sem entender direito o que viria a seguir.
Dei um meio sorriso cínico, achando graça daquela inocência tardia, e disparei a piada:
— Ah, tia... já que ajoelhou, agora você vai ter que rezar.
— Hã? — ela franziu a testa, os lábios finos entreabertos na mais pura confusão da roça. — Rezar o quê?
— Esquece, tia... só abre a boca.
Patrícia não discutiu. Ainda trêmula e de joelhos, ela levou as mãos quentes e calejadas até o meu pau. Ela começou a acariciar o volume do meu membro rígido, sentindo a dureza pulsar sob os seus dedos.
Curvei-me um pouco, passando os dedos gentilmente pelos fios soltos de seu cabelo castanho-escuro que começavam a escapar do coque. Patrícia envolveu a base do meu membro com as mãos quentes. Com movimentos pausados e curiosos, ela aproximou-se e envolveu a cabeça do meu pênis com os lábios úmidos.
Ela abriu a boca de leve e colou os lábios finos e trêmulos na minha glande. A falta de prática da minha tia ficou óbvia no primeiro segundo. Ela empurrou a boca para a frente de forma rústica, mas acabou raspando os dentes de cima na haste sensível, o que me fez dar um leve sobressalto de quadril para trás.
— Devagar, tia. Cuidado com os dentes — instruí baixinho, segurando o topo da cabeça dela e mantendo os dedos embrenhados nos fios soltos de seu cabelo. — Esconde os dentes com os lábios, assim... cobre eles. Isso. E usa a língua.
Ela engoliu em seco, o gogó subindo e descendo de forma visível sob a pele pálida do pescoço. Ela ajustou a boca, sugando a glande com mais força, cobrindo os dentes conforme eu havia ensinado. Ela tentava empurrar o membro mais para o fundo de sua garganta, mas o tamanho do meu pau colidia contra a falta de costume de sua anatomia, fazendo-a dar uma engasgada curta e ruidosa. Suas bochechas ficaram vermelhas e os olhos castanhos lacrimejaram instantaneamente sob o esforço, mas ela se recusou a afastar a boca.
— Muito bom... não precisa engolir tudo de uma vez. Só vai até onde der — sussurrei, sentindo o calor sufocante e a umidade abundante que ela começava a produzir. — Agora mexe a cabeça para a frente e para trás, devagar.
Esforçada e disposta a compensar a inexperiência com pura submissão, minha tia usou as duas mãos calejadas para apertar a base do meu pênis contra o saco, enquanto movia a cabeça em um ritmo curto, subindo e descendo os lábios pela metade da haste. A saliva dela, quente e densa de café doce, começou a lubrificar toda a extensão do meu membro, escorrendo pelos seus dedos e brilhando sob a chama fraca da vela de sete dias. O som estalado e rústico de sua boca tentando me sugar na penumbra daquele quarto preenchia o silêncio, quebrando qualquer solenidade que aquele oratório ainda tentava manter. Eu acariciava suas costas por cima do tecido mostarda do vestido, sentindo o quarto ser preenchido apenas pelo calor e pela eletricidade do nosso segredo.
Quando percebi que o desejo entre nós havia chegado ao ponto de ebulição, segurei suas mãos e a ajudei a se levantar do chão de madeira.
Foi nesse momento, com ela ainda ofegante e trêmula de pé diante de mim, que decidi livrá-la daquela armadura religiosa. Terminei de desabotoar o restante dos botões do vestido amarelo-mostarda de cima a baixo. Segurei o tecido pesado pelos ombros e o puxei, deixando o vestido escorregar e cair amontoado aos seus pés sobre os grãos de milho.
A nudez de minha tia Patrícia revelou-se imponente na penumbra. A pele clara contrastava com as marcas escuras do sol nos braços. Os seios imensos caíram pesados e fartos, as aréolas largas e escuras exibindo mamilos rígidos e apontados para a frente pela excitação. Seus quadris monumentais e as coxas grossas desenhavam a robustez madura de sua silhueta.
A conduzi calmamente até a cama de ferro.
Patrícia caiu de costas sobre os lençóis de algodão áspero. Subi no colchão de joelhos, posicionei-me entre as pernas dela e arranquei sua calcinha de algodão branco com um puxão ríspido, jogando-a sobre o vestido no chão.
Afastei suas pernas grossas, expondo sua vulva volumosa. Pelos castanhos, espessos e não depilados cobriam os grandes lábios maduros, que já estavam completamente úmidos, brilhando com uma secreção viscosa que exalava o cheiro rústico de baunilha misturado à alfazema.
Ergui meu corpo sobre ela, alinhando meu membro rígido. Minha tia permaneceu deitada de costas sobre os lençóis ásperos, com os quadris largos bem expostos. Mantive o clássico posicionamento de papai-mamãe, deitando o peso do meu peito contra os seus seios imensos. Segurei o quadril pesado dela por baixo, erguendo um pouco a curva de suas nádegas, e a penetrei com um golpe único e profundo.
O canal dela era incrivelmente estreito e quente, uma parede muscular densa que esmagou meu membro em uma pressão sufocante. Minha tia soltou um gemido agudo e arrastado.
Comecei a me mover em estocadas rápidas, ritmadas e barulhentas. Nosso contato visual na posição de papai-mamãe era direto, inescapável. Olhei fundo nos olhos castanhos dela, que já estavam completamente lacrimejantes de prazer puro, as lágrimas escorrendo sutilmente pelas têmporas enquanto ela sentia a crueza da penetração.
— E agora, tia? Tá gostoso? Quer que eu pare de te foder? — provoquei de perto, a respiração quente batendo no rosto dela a cada impacto vigoroso do meu quadril contra o dela.
— Num para... tá bão demais... fode a sua tia com força... Miguel... — ela suplicou, o meu nome escapando de seus lábios num lapso febril de transe, o quadril empurrando-se de encontro ao meu, para logo em seguida emendar em um sussurro entregue e misturado à sua fé. — Ô, Deus do céu... me perdoa por ser tão fraca... castiga eu... mas num deixa ele pará...
— Você gosta assim? Bem fundo? — insisti, descendo a estocada até o limite físico, sentindo meu púbis colidir com força contra a vulva peluda dela.
— Gosto... amo... bota tudo aí dentro... — ela arquejou de forma devassa e sem filtros, antes de tremer inteira no meio da estocada profunda e soltar: — Senhor Divino Pai Eterno... socorre essa alma perdida... perdoa eu...
No clímax da transa, com as estocadas curtas e violentas fazendo a cama de ferro ranger sem parar, a resistência moral de Patrícia desintegrou-se em pura selvageria física. Ela cravou as unhas calejadas das duas mãos nas minhas costas com força, arranhando a minha pele de forma desesperada enquanto o quadril dela subia de encontro ao meu em espasmos incontroláveis. Os olhos dela, brilhando de lágrimas acumuladas, mantiveram-se fixos nos meus até o último segundo, capturando toda a minha expressão de domínio carnal.
Acelerei o ritmo até o limite absoluto, sentindo o suor colar nossos corpos na penumbra do quarto quente. O aroma de alfazema havia desaparecido, substituído pelo cheiro denso de sexo e pele quente. Os espasmos internos de minha tia Patrícia tornaram-se violentos, a musculatura interna dela contraindo-se ao redor do meu membro em ondas de uma pressão implacável que me levou ao limite.
Gozei profundamente dentro de minha tia Patrícia, sentindo o sêmen quente inundar as paredes apertadas de sua vagina enquanto ela desabava sobre os lençóis de algodão, com as pernas grossas travadas ao redor do meu quadril, o corpo inteiro tremendo no ápice de sua entrega devassa.
Ficamos estáticos ali na posição de papai-mamãe, ouvindo apenas o som das nossas respirações desordenadas na penumbra do quarto quente.
Minha tia não tentou se levantar imediatamente. Ela permaneceu deitada debaixo de mim, com o olhar focado no oratório e depois no meu rosto. Os olhos dela ainda carregavam uma leve melancolia, mas a rigidez defensiva e as penitências no milho haviam sido lavadas pela entrega carnal absoluta. Ela acariciava minhas costas arranhadas com as mãos calejadas, com um sorriso fraco e resignado desenhando-se em seus lábios.
— Ocê é o meu pecado mais lindo, Miguel — ela sussurrou de forma mansa.
Eu sabia que, no fundo, a culpa de Patrícia era apenas o tempero que tornava a carne robusta dela mais saborosa.
♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡
👀 Gostou do que leu?
O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.
Mas a história completa vai muito mais fundo.
A verdadeira origem desse vício familiar, o relato cru e sem censura de como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta, e o envolvimento com as outras mulheres da família estão publicados com exclusividade no meu Privacy.
Ao assinar o meu perfil, você garante acesso imediato a todo o conteúdo explícito:
• Saga Principal
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta
•
• Série Derivada
• A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe
• A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada
• A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio
• A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai
Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.
🔥 [EXPLORE O INÍCIO DE TUDO AGORA]
👉 Acesse agora: privacy.com.br/profile/allan_grey_escritor