Capítulo 7: A Queda
Nunca havia gozado daquele jeito na vida. Meu corpo estava destruído, sujo, usado e completamente exausto, mas eu me sentia mais viva e feliz do que nunca. Fred tinha me levado a um patamar de prazer que eu nem sabia que existia. Sentada no tapete molhado de porra e mijo, com o rosto coberto de esperma seco, a buceta formigando e o cu ardendo em brasas, eu mal conseguia raciocinar.
A porta se abriu sem bater. Janaina, a recepcionista, entrou como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Olhou para mim no chão, depois para Fred, sem demonstrar surpresa.
— Dona Janaina, essa vagabunda mijou no meu tapete — ordenou Fred, sem o menor constrangimento. — Mande o pessoal da limpeza vir retirar isso e leve para a lavanderia.
— Sim, senhor. Mais alguma coisa?
— Sim. Sente-se aqui — disse ele, apontando o sofá. — Chupe meu pau até ele ficar duro de novo.
Janaina obedeceu sem hesitar. Sentou-se, abriu a blusa social revelando seios pequenos e firmes, e abriu a boca. Fred enfiou o pau ainda semi-duro até o fundo da garganta dela e começou a foder seu rosto com força. Baba escorria pelo queixo da garota, caindo sobre os peitos. Ele segurava a cabeça dela como um objeto, socando sem piedade. Quando tirou, o pau já estava bem mais duro e brilhando de saliva.
Ele cuspiu no rosto dela e voltou a enfiar tudo.
— Levanta daí, puta suja — ordenou para mim. — Tira esse vestido nojento.
Obedeci, ficando completamente nua. Coloquei-me de quatro ao lado de Janaina, que agora tinha o rosto vermelho, olhos cheios de lágrimas, maquiagem borrada e baba escorrendo.
Fred saiu da garganta dela, que respirou ofegante como se tivesse emergido da água. Em seguida, posicionou-se atrás de mim e meteu no meu cu com uma estocada única e brutal. Gemi alto, o tesão voltando como um soco no estômago. Meu corpo inteiro arrepiou. A buceta incendiou. Ele me fodia com força, alternando entre meu cu e a garganta de Janaina.
— Obrigado, dona Janaina — disse ele, saindo da boca dela e voltando para o meu rabo. — Pode se vestir e ir. Se precisar de você novamente, eu aviso.
Janaina se levantou, limpou o rosto como pôde e saiu da sala em silêncio. Fiquei impressionada com a naturalidade dela. Anos depois descobri que ela só tinha conseguido o emprego porque aguentava o pau dele na garganta e dava o cu sempre que ele mandava.
Fred metia com fúria renovada, parando às vezes só para tirar o pau, olhar meu cu escancarado e elogiá-lo antes de enfiar novamente. Cada estocada me fazia tremer. Gozei mais uma vez, apertando-o com força.
— Vou gozar… — avisou, cravando o pau até o fundo. — Vou encher seu cu de leite, cadela!
Jatos quentes e grossos inundaram meu intestino. Ele ficou lá, pulsando, esvaziando tudo. Puxou-me pelos cabelos e grunhiu no meu ouvido:
— Cadela.
Mal ele terminou, bateram na porta. Era o rapaz da limpeza. Zé, um homem negro alto, uns 40 anos, ombros largos, braços musculosos brilhando de suor, uniforme justo no corpo forte.
Ele parou ao ver a cena: eu de quatro, Fred ainda com o pau dentro do meu cu, o tapete molhado.
— Acredita que essa puta arrombada mijou no meu tapete, Zé? — perguntou Fred, sorrindo. — Pode levar o tapete. E aproveita… essa vadia aguenta mais um.
Zé hesitou por um segundo, depois olhou para mim. Eu, destruída, rosto melado, cu latejando, empinei a bunda ainda mais e dei um tapa forte na nádega.
— Vai, Zé… mete logo — gemi, voz rouca e safada.
Ele não disse nada. Baixou o zíper e tirou um pau preto, enorme, grosso, com uma cabeça rosada e inchada. Meteu de uma vez só. Quase gritei. Era maior e mais grosso que o de Rafa. Meu cu se abriu ao limite, ardendo deliciosamente. Ele segurou meus quadris com mãos grandes e começou a socar com força bruta, como quem trabalha pesado.
— Porra… que cu guloso — rosnou, olhando para Fred. — Nunca vi uma puta aguentar meu pau assim no cu.
— Essa piranha é de primeira, Zé. Coisa fina — comentou Fred, servindo-se de uísque como se assistisse a um espetáculo. — A vagabunda é casada, acredita?
— Caralho, corno de sorte… deve comer esse cu todo dia.
— Ela não deixa o corno tocar no cuzão dela — riu Fred. — O rabo é nosso. O corno não põe a mão.
Zé acelerou, metendo aquele mastro negro fundo, batendo com as bolas pesadas na minha buceta. Gozei violentamente, tremendo inteira, e um pouco de mijo escapou de novo, molhando o sofá.
— Caralho, que vagabunda… — grunhiu ele. Cravou o pau o mais fundo possível e gozou. Jatos quentes, grossos e abundantes se misturaram à porra de Fred dentro de mim. Ele tirou o pau com um plop molhado, guardou, pegou o tapete sujo e saiu sem dizer mais nada.
Fred se aproximou, admirando meu cu destruído, escancarado e escorrendo porra.
— Está na hora de tampar esse depósito de porra — disse ele, pegando um plug bem maior na gaveta. Enfiou-o devagar, mas com firmeza, fazendo-me gemer. O plug era consideravelmente maior, pressionando fundo, mantendo toda a porra lá dentro. — Pronto, cadelinha. Agora você pode ir.
Levantei-me com dificuldade, vesti o vestido sujo de porra, suor e lubrificante, e caminhei até o carro mancando. No caminho, o cheiro de sexo, urina e sêmen me envolvia. Meu cu latejava, a buceta pulsava. Eu me sentia a vadia mais completa do mundo.
Chegando no prédio, fui direto para o elevador de serviço. E, claro, João estava lá.
— Meu Deus, dona Helena… parece que bateram na senhora.
Encostei-me nele, fraca e excitada.
— Apanhei mesmo… tomei uma surra de pau. Meu cu está todo arrombado e cheio de porra.
— Caralho, que delícia…
— Gozei tanto que até mijei — confessei com voz manhosa. — Posso te pedir uma coisa?
— Claro, dona Helena.
— Preciso que você cuide de mim… — pedi quase chorando de tesão. — Preciso que chupe meu cuzinho
até ele ficar limpinho.
João sorriu, faminto.
— É tudo que mais quero agora.
