Acordei às 6h30 da manhã, com o cheiro dela e o gosto da sua Boceta na boca. Tudo aquilo tinha mesmo acontecido — eu provei do corpo de uma ninfeta de 18 anos.
Não conseguia tirar essa noite da cabeça. Ficava vendo e revendo que nem um filme, Mirella deitada, toda pelada, gemendo toda dengosa na minha cama — cama que só Fernanda tinha deitado.
Lençois que só os fluidos da minha namorada tinham pingado, agora dividem o mesmo tecido com os de Mirella.
Quando meus pensamentos ficavam quietos, logo a voz da ninfa os cortava.
Passei o dia todo pensando ora em Mirella, ora em Fernanda.
Quando chegou a hora do almoço, Fernanda me ligou, conversamos por alguns minutos até eu voltar do intervalo, ela não percebeu nada no meu comportamento. Mas a consciência estava martelando. Tentava argumentar comigo mesmo que seria a primeira e última vez que trairia Fernanda. Que seria minha última vez com outra mulher sem ser minha futura esposa. Mas era uma luta em vão.
O dia não passava. O relógio se arrastava que nem um aleijado. Cada minuto ficava mais perto de Mirella. Cada segundo, mais perto do seu corpo de ninfa.
Quando deu 17h em ponto, já estava saindo da Agência bancária. Cada moça que eu encontrava no caminho, me lembrava Mirella. Ficava imaginando ela em frente ao espelho, provando suas roupas mais provocantes, mais ousadas. O batom vermelho nos lábios finos e o perfume barato de putinha. A imagem dela abrindo a porta e entrando não saia da minha cabeça.
Isso era muito louco, um cara de 31 anos, que teve diversas mulheres, diversos encontros, tendo esse tipo de ansiedade. Mas tinha um sabor doce, saboroso, algo que eu não sentia há muito tempo.
Cheguei ao prédio às 18h15. Entrei, subi as escadas, lentamente, para dar tempo dela se arrumar, foi que imaginei.
Bati a porta do apartamento com uma certa força, avisando ela que eu tinha chegado. Tomei um rápido banho. Passei o melhor desodorante que tinha, liguei o som, destranquei a porta e sentei no sofá à sua espera.
Não tirei os olhos da porta. Alguns minutos se passaram, comecei a ficar ansioso, preocupado se ela não tinha se esquecido, ou não escutou eu chegar. Fui levantar e bater à porta, pra ver se ela escutava dessa vez. Quando fiz o movimento de levantar, um som de porta fechando veio até mim. Sentei de novo. O som de madeira tocando o piso foi escutado por breves segundos até parar em frente ao meu apartamento. Três batidas. Meu coração acelerou. Quase o som da minha voz não saiu, quando disse que a porta estava aberta. Ela entrou, olhou-me e fechou. Ficou segurando a maçaneta olhando nos meus olhos. Disse um “oi” e alisou a franja.
Fiquei incrédulo quando a vi. Estava usando uma camisa gigante de futebol americano, com enormes números 77.
Não era nada do que eu tinha fantasiado. A olhei de cima a baixo, tentando entender sua fantasia erótica que eu tinha pedido. Mas não fazia diferença, ela estava aqui, com toda sua aura de putinha. A chamei.
Quando se aproximou, perguntou se eu tinha gostado da sua roupa. Disse que era diferente. Mirella riu.
— Seu bobo. Não achou que eu iria sair que nem piriguete às 6 da tarde, com minha mãe na sala, né?
Não tinha pensado nisso.
— Mas não importa. Você está aqui. — quando levantei para beija-la....
— Fica quieto aí. — Mirella ordenou.
Virou de costas, mexeu nos cabelos, me deu uma olhadinha por cima do ombro, rindo e começou a rebolar, tirando a enorme camiseta. Subia lentamente, podia ver um tecido preto por baixo, um vestidinho curto, quase mostrando suas nádegas. Jogou a camiseta 77 em mim. Seu perfume barato, doce e pobre, me excitou.
— Gostou?
Cristo, que anjo era aquele! Seu vestidinho ficava justo ao corpinho pequeno e esguio, deixando suas coxas à mostra, com um decote que estava quase explodindo os seios. Seu batom vermelho nos lábios e o rímel de leve nos olhos, a deixava quente, sapeca, excitante.
— Gostou? — Mirella disse com seu olhar no meu. Ficou esperando a resposta com aquela boquinha semiaberta.
— Um tesão. Uma pena que vou ter que tirar. Você ficou linda.
Ela disse um obrigado toda vermelha, como se nunca tivesse sido elogiada na vida. Quando chegava perto de mim, arrumei-me no sofá, peguei a almofada e a joguei no chão, perto dos meus pés.
— Quero você aqui.
Mirella ficou sem entender, me olhando com aquela carinha de inocente, quando caiu a ficha, sorriu e ajoelhou na almofada.
Naquele momento ela era minha cadelinha e eu seu dono. Um sentimento de posse e ego tomou conta do meu íntimo, era até maior que o tesão que ela me dava. O sentimento de controle, dominação e manipulação, é delicioso e perigoso ao mesmo tempo.
Aos meus pés estava uma menina que há menos de 8 dias tinha acabado de fazer 18 anos. Estava a meu dispor, toda entregue, maleável e com os hormônios à flor da pele, gritando para serem saciados.
Ajoelhada com aquele olhar vivo e luminoso sobre mim, eu alisava seu rostinho, fino e delicado. Seus lábios vermelhos, seus dentes perfeitos, nariz pequeno e olhos negros.
Ao fazer carinho na sua pele, ela suspirava fundo de prazer, como um cachorrinho abandonado que nunca recebeu um afago.
Meu membro estava duro, parecendo mármore, sentia a baba escorrendo para a coxa.
— Pega ele. — ordenei.
Mirella mordeu os lábios e puxou meu pau para fora. Estava rígido, babado, com suas veias estufadas. Ficava enorme na mãozinha dela.
— Ele é todo seu, minha puta.
Segurei seus cabelos, fazendo um rabo de cavalo, pedi que colocasse a língua para fora e apertei a cabeça do membro, um filete de líquido desceu na sua língua. Ela engoliu.
— Passa a língua só na cabeça.
Mirella fez o que foi mandado, chupando só a glande, sem deixar borrar seu batom. Olhava-me daquele jeito de ninfa.
Tirei de sua boca e a mandei deitar no sofá. Com o polegar da mão esquerda, coloquei na sua boca e com a mão direita, alisei suas pernas até chegar entre suas coxas, que já estavam meladas. Tirei o dedo de sua boca e apalpei os seios, enquanto subia seu vestido, mostrando sua calcinha fio dental. O fio dividia os grandes lábios. Apenas puxei para o lado o fio, salivei nos dedos e a penetrei. Ajoelhei na almofada, mamei no seu peito esquerdo, enquanto a masturbava.
Dengosamente ela gemia. Meus dois dedos dentro dela, ficando apenas a palma da mão. Apertava contra a parede vaginal e friccionava, já escorria uma boa quantidade de líquido dela. Ora chupava o bico rosado do seu peito, ora os colocava todo dentro da boca. Tirei os dedos, focando no seu pequeno clitóris. Fazia movimentos rotatórios, aquilo aumentou seu tesão a fazendo gemer mais alto, se contorcendo toda, parecendo um epilético. Tirei a boca do seu peito, beijei seu pescoço até unir minha língua com a dela. Fiquei provando aquela boquinha pequena e saborosa até ela desgrudar de mim gemendo aos berros e gozando fartamente. Apertou meus dedos no meio das coxas, que tremia em espasmos. Quando se acalmou, tirei a mão do seu clítoris e coloquei na boca de Mirella, que os lambeu com vontade. Que tesão que me deu vendo ela naquele estado. Não resisti, abri suas pernas e a lambi, feito um cão com sede, penetrando com a língua sua boceta, sentindo todo seu sabor.
Meu pau gotejava sem parar com toda essa excitação, não aguentava mais, tinha que gozar. Cheguei perto da sua orelha, sussurrei que queria gozar no seu cuzinho, queria encher ele com meu leite. Pedi, ela toda manhosa e perdida apenas concordou.
— Já comeram seu cuzinho?
— Não.
— Eu vou ser o primeiro?
— Urrum..Vai.
Um sachê de lubrificante já estava na mesa de estar, dentro de um pote de enfeite. Peguei, abri e pedi para Mirella deitar com a bundinha para cima. Ela obedeceu, empinou, abriu com as mãos as nádegas, eu a lambi, deixando bem relaxada. Seu cuzinho era rosado, fechadinho e liso. Quando tirei a língua, ele pulsava, todo babado. Caprichei no gel, coloquei o dedão lentamente, até ele estar todo dentro. Passei mais gel, colocando o polegar para seu orifício acostumar com o contato. Subi com uma perna no sofá, com o pau bem duro, inchado e pingando, coloquei no seu cuzinho. A cabeça entrou, aguardei uns instantes até Mirella relaxar aí então fui à penetrando até suas nádegas baterem nos meus testículos. Que cuzinho! Era apertado e quente. Deitei por cima dela, beijando suas costas e pescoço, fazendo movimentos curtos e vagarosos. Ela gemia, arranhando o braço do sofá. Mirella estava tão perdida no prazer, que a dor se tornou um estímulo. Quando percebi que a ninfa tinha se acostumado, coloquei mais intensidade, subindo quase o membro escapar de dentro e retornar ao fundo. Fiquei por alguns instantes, cheio de tesão, quando gozei de um orgasmo tão intenso, que não lembrava de ter tido um desses. Fiquei mais de 10 segundos ejaculando dentro dela, no fundo do seu cuzinho, era tanto sêmenn que quando tirei o pau, escorreu imediatamente, molhando sua boceta e o sofá. Fiquei grudado com ela até meu membro ser expelido para fora.
Fui ao banheiro urinar e lavei o pau. Entreguei para Mirella uma toalha para limpar. A beijei, estava exausta, suada, em transe. Deitei junto dela, a beijando. Pedi para ver seu cuzinho, o estrago que tinha feito. Ficou de quatro, quando se alongou toda, que nem uma onça se espreguiçando, pude ver seu orifício, todo largo e avermelhado, peidando porra sem parar.
Sua boceta estava toda molhada, não resisti, coloquei o membro ainda meia-bomba dentro dela. Ela gritou. Comecei a socar com intensidade até ele ficar rígido novamente. Estava toda suja de porra. Sentei no sofá, chamando Mirella. Ela sentou no membro, fazendo movimentos lentos, gemendo com força. Quando seus gemidos aumentaram, ergui suas nádegas com as mão e meti rápido e com força. Mirella se agarrou ao meu pescoço e gozou, gemendo perto do meu ouvido. Ficamos abraçados e nos beijando por um bom tempo.
Mirella não me largava, como se tivesse medo que eu fugisse. E toda manhosa disse que eu era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dela e me chamou de “ amorzinho". “ Amorzinho" — como é raso e flamejante o coração dos jovens. Suas paixões cabem em uma tacinha de cristal.
Disse que ela teria muitas alegrias ainda na vida. Mas ela teimou, dizendo que dificilmente encontraria alguém igual a mim. Eu quase senti pena, sei que em alguns dias ela não pensaria mais em mim. Mas fiquei pensando em como ela reagiria quando soubesse que em dois dias eu iria embora para sempre, e ela jamais me veria de novo. Eu não tinha intenção de despedir-me, temia por uma reação exagerada dela.
Mas enquanto não partia para a capital e não partia o coraçãozinho dela, era melhor focar nos prazeres carnais, que sei que o que lhe dei nesses dias ela jamais irá esquecer. Toda vez que se deitar com um homem, eu serei o padrão de qualidade que ele terá que alcançar, por isso daria a essa ninfa as melhores 3 noites da vida dela.
A convidei para um banho. Fomos, com a água quente sobre nossa pele, beijávamos como dois apaixonados. Beijava seu pescoço, seus peitos, com a mão dela alisando meu membro rígido, eu apalpando suas nádegas.
A virei, com o rosto encostado na parede, passei um sabonete no pau e coloquei todo dentro dela. Fodia ela em pé com força, puxando seus cabelos negros. Quanto mais Mirella gritava, mais força eu metia. Por quase um minuto a penetrei com força, fazendo os gemidos e os sons da minha pélvis se chocando contra suas nádegas tomar conta do ambiente. Diminui o ritmo, ambos ofegantes, fiquei juntinho do seu corpo, penetrando com intensidade, bem vagarosamente, sentindo cada pedacinho do seu interior. Alisava seu clitóris, que a fazia se tremer toda com as pernas fracas.
— Vai querer ser minha de novo?
Sobre gemidos ela disse sim.
— Tá gostando de ser minha putinha?
— Muito. Aí que delícia, amorzinho.
— Gostoso, sua puta. Diz o que você é minha?
— Sua putinha. Sua cadela.
— Isso. Quer leitinho onde? Hein.
— Quero leitinho na cara, amor. Vai me dar?
Eu já estava no limite, se demorasse mais ali dentro dela, acabaria enchendo sua pepeca de leite.
Tirei o pau, ela sentou na privada, já caindo de boca no meu membro. Segundos depois senti o orgasmo. Gozei em todo seu rostinho até a última gota.
Ela se lavou e fomos para a cama. Tomamos umas bebidas, conversamos sobre muitas coisas aleatórias até chegar em nossas experiências sexuais. Perguntei se ela tinha ficado com alguma menina. Desconversou, já meio bêbada, mas confessou. Tinha dormido com uma amiga. Mas gostava mesmo de homens. Dormia com essa amiga apenas para não ficar sozinha, quando as duas estavam carentes ou quando estavam estressadas, precisando gozar. Mas que não era tão satisfatório como era com homem. Pois gostava muito de pau.
— Ela dorme em casa às vezes, acho que você já viu ela. É uma loira.
Pensando bem, eu já tinha a visto aqui. Vi por breves segundos.
Mirella pegou o celular, abriu o Instagram e mostrou fotos dela. Era linda. Loira, branca, com boquinha vermelhada.
Então, sem pensar muito, apenas agindo por impulso sexual e pecaminoso, perguntei a Mirella o que achava de chamar ela.
— Nós três?
Ficou olhando para o nada, creio que pensando.
— Isso. Já fez assim?
Disse que não.
Continuei:
— Deve ser excitante, não é? Nós dois beijando seu corpo, lhe chupando todinha? Já pensou? Eu chupando sua pepeca e ela seu cuzinho.
— Parece ser bom… — Mirella disse, sorrindo.
— Qual a idade dela?
— 18.
— A gente passa a noite toda juntos aqui. Bebendo, comendo. O que acha? Amanhã à noite. Você já contou sobre nós pra ela?
— Já.
— Falou bem de mim?
— Claro. Vou mandar mensagem.
Mirella ficou no quarto. Fui à cozinha pegar mais umas bebidas e queijo de petisco. Tomei metade de uma longneck e voltei junto dela. Estava com o celular jogado ao seu lado, olhava para o teto e depois para mim.
— Amanhã à noite? Assim que você chegar?
— Isso.
— Ela vai vir.
— Ela aceitou? Mas tudo bem para você? Se não quiser, a gente não chama ela.
— Não. Eu quero. Acho que vai ser gostoso. — ela sentou na cama — Mas tô com medo. Medo de você preferir ela. A Marcela é mais bonita que eu.
A tranquilizei. A beijei e disse que não aconteceria isso. Fizemos mais um pouco de sexo até tarde da noite, quando sua mãe ligou. Mirella partiu. Fiquei sozinho, pensando no meu último dia solteiro. Seria o último dia fechado com chave de ouro. Seria selado com um ménage com duas ninfetinhas de 18 anos. Duas ninfas.
Minha segunda e penúltima noite com Mirella, a ninfa.