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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1023 palavras
Data: 17/07/2026 22:49:06

A chuva caía pesada sobre o vidro da varanda do apartamento de cobertura, transformando a cidade lá embaixo em um borrão de luzes neon. Clara estava sozinha, enrolada em um robe de seda preta que mal cobria as coxas. Aos 34 anos, divorciada há pouco mais de um ano, ela havia aprendido a apreciar o silêncio e o controle do próprio corpo. Mas naquela noite, o ar parecia carregado de algo diferente.

Ela não esperava visitas. Quando a campainha tocou, franziu a testa. Era Lucas, o irmão mais novo do seu ex-marido, que ela não via desde o divórcio. Alto, ombros largos de quem malhava religiosamente, cabelo escuro molhado pela chuva e um olhar que sempre carregara um peso proibido. Ele trazia uma garrafa de vinho tinto nas mãos.

— Desculpa aparecer assim. Meu carro quebrou a dois quarteirões e seu prédio era o mais próximo. Posso esperar a chuva passar?

Clara hesitou apenas um segundo. O robe de seda deslizou levemente no ombro quando ela abriu mais a porta. Lucas entrou, os olhos percorrendo o corpo dela por um instante longo demais antes de desviar.

Eles beberam o vinho na sala iluminada apenas pela luz baixa do abajur e o reflexo da cidade. A conversa começou inocente — atualizações da vida, reclamações do trânsito, risadas nervosas. Mas o ar mudava a cada gole. Lucas sentou-se perto demais no sofá largo. O joelho dele roçava o dela. Clara sentiu o calor subir pela pele.

— Você está diferente — murmurou ele, a voz rouca. — Mais… livre.

Ela sorriu, inclinando-se para encher a taça dele. O robe se abriu um pouco mais, revelando o vale entre os seios cheios, a pele macia e levemente bronzeada. Lucas não disfarçou o olhar. Seus dedos roçaram os dela ao pegar a taça, demorando-se ali.

O primeiro beijo foi lento, quase experimental. Os lábios dele eram quentes, firmes. Clara sentiu um arrepio percorrer a espinha quando a língua dele encontrou a sua, explorando com calma faminta. As mãos grandes de Lucas subiram pelas coxas dela, afastando o tecido fino do robe até encontrar a pele nua. Ela não usava nada por baixo.

— Lucas… — sussurrou Clara contra a boca dele, mas não era protesto. Era convite.

Ele a puxou para o colo com facilidade. O robe escorregou completamente, expondo os seios pesados, os mamilos já duros e escuros. Lucas baixou a cabeça e capturou um deles com a boca, sugando devagar enquanto a língua circulava a auréola sensível. Clara arqueou as costas, gemendo baixo, as mãos enfiadas nos cabelos molhados dele. Sentiu o pau dele endurecendo sob a calça jeans, pressionando contra sua boceta exposta.

Os dedos dele desceram, separando os lábios molhados dela. Clara estava encharcada. Ele deslizou dois dedos grossos para dentro, sentindo as paredes quentes e apertadas pulsarem ao redor. Movimentou-os devagar, curvando-os para tocar aquele ponto que a fazia tremer.

— Tão molhada pra mim… — rosnou ele contra o seio dela, mordiscando de leve.

Clara rebolou contra a mão dele, buscando mais fricção. O polegar de Lucas encontrou o clitóris inchado e começou a massageá-lo em círculos lentos e firmes. Ela gozou pela primeira vez assim, no colo dele, gemendo o nome dele enquanto o corpo inteiro tremia e o mel escorria pelos dedos dele.

Lucas não lhe deu tempo de recuperar o fôlego. Levantou-a no colo e a carregou até o quarto. Jogou-a na cama king size com delicadeza bruta. Tirou a camisa, revelando o peito definido, os gomos do abdômen e a linha de pelos que descia até o cós da calça. Clara o observava com fome, abrindo as pernas devagar enquanto ele se despia completamente.

O pau dele era grosso, longo, a cabeça brilhando de pré-gozo. Veias marcadas pulsavam ao longo da extensão. Ele se ajoelhou entre as coxas dela, esfregando a cabeça grossa contra a entrada molhada, espalhando os fluidos. Entrou devagar, centímetro por centímetro, esticando-a deliciosamente. Clara gemeu alto, as unhas cravando nas costas dele quando ele chegou até o fundo.

Começaram devagar. Estocadas profundas e ritmadas, o som molhado dos corpos se chocando enchendo o quarto junto com a chuva lá fora. Lucas segurava os quadris dela, puxando-a contra si a cada investida. Os seios de Clara balançavam com o impacto. Ele se inclinou, capturando um mamilo na boca novamente enquanto metia mais forte.

— Quero te sentir inteira — murmurou ele, virando-a de bruços.

Clara ficou de quatro, empinando a bunda redonda e macia. Lucas segurou os cabelos dela como rédea e voltou a penetrá-la, agora mais fundo, mais bruto. O ângulo fazia a cabeça do pau dele roçar direto no ponto G. Ela gritava de prazer a cada estocada, o som abafado pelo travesseiro.

Ele molhou o polegar com saliva e começou a massagear o cuzinho apertado dela enquanto continuava fodendo a boceta encharcada. Clara empurrou para trás, pedindo mais. Lucas pressionou o dedo para dentro devagar, sentindo o anel apertado ceder. O duplo estímulo a fez gozar novamente, o corpo convulsionando, apertando o pau dele com força.

Lucas não parou. Tirou o pau brilhante de dentro dela e o encostou no cuzinho molhado. Entrou centímetro por centímetro, gemendo rouco com o aperto quase insuportável. Clara sentia-se cheia de um jeito novo, dolorosamente prazeroso. Quando ele estava todo dentro, começou a mover-se, devagar no início, depois mais rápido, uma mão descendo para esfregar o clitóris dela.

Os gemidos dela viraram gritos. Lucas metia fundo no cu, o saco batendo contra a boceta encharcada. Ele a puxou pelos cabelos, inclinando-se para morder o ombro dela enquanto gozava forte, enchendo o interior dela com jatos quentes e grossos. Clara gozou junto, o corpo inteiro tremendo, o prazer tão intenso que lágrimas escorreram pelo rosto.

Ficaram conectados por longos minutos, ofegantes. Lucas saiu devagar, o sêmen escorrendo pela coxa dela. Virou-a de frente e a beijou com uma ternura surpreendente, as mãos acariciando os seios sensíveis e a barriga trêmula.

— Isso não foi só por causa da chuva — murmurou ele contra os lábios dela.

Clara sorriu, puxando-o para mais perto.

— Então fica até amanhecer… e me mostra o que mais você quer fazer comigo.

A chuva continuava lá fora. Dentro do quarto, a noite estava apenas começando.

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