Cresci com certa dificuldade para entender minha sexualidade. Nunca me interessei por nenhum homem, nunca quis namorar nenhum amiguinho. Sempre achei as meninas atraentes e me apaixonei por elas incontáveis vezes. Mas desde a puberdade eu tinha uma fantasia gay: chupar um pau.
E assim foram se passando os anos, as namoradas, amantes, esposas, ficantes e aquela desejo lá, inquilino na minha mente.
Até que um dia, aos 52 anos, acordei decidido a realizar essa fantasia. Hoje eu vou chupar um pau!
Não fazia idéia de onde começar e tentei o famigerado chat do UOL. Já tinha entrado lá outras vezes para conseguir mulheres e achei que seria fácil. Afinal, os homens lá vão direto ao assunto e chegam muito rapidamente oferecendo sexo. Mas não foi tão fácil assim.
Conversei com muitos homens até encontrar alguém disposto.
César, vamos chamar assim, topou. Casado, 40 e poucos anos, estava mais nervoso do que eu. Pediu para entrar na sala de vídeo, se mostrou, pediu para ver minha barriga (que é grande rs) e fomos conversando.
Deixei sempre bem claro o que queria: somente chupar o pau dele e nada mais. Combinamos no escritório dele e fui até lá.
Era centro da cidade, difícil estacionar, mas acabou dando certo. Nos encontramos no térreo e conversamos um pouco. Ele estava curioso sobre minha resolução e falei pra ele como me sentia. Afinal, por que esperar mais? Sempre quis fazer. Se não fosse hoje, quando seria?
Chegamos no escritório e eu pedi pra ele baixar as calças. Eu estava nervoso, inseguro, mas resoluto.
Sentei numa cadeira, ele de pé na minha, só de cueca. Baixei a cueca dele e, pela primeira vez, vi um pau tão de perto.
Era um pau que achei grande, maior que o meu e mais torto, com uma cabeça grande e estava meio mole. Fiquei meio em choque e sem ação. Mas falei pra mim mesmo que já estava lá e a hora era agora.
Peguei o pau dele e fui sentindo como era. Quente, macio, volumoso. Ainda estava com medo de colocar na boca, mesmo com aquele objeto do desejo de anos e anos a poucos centímetros. Novamente, me concentrei e lembrei que a hora era agora.
Coloquei a cabeça na minha boca e fui descendo aos poucos. Nunca havia ficado tão excitado na vida sentindo aquele pau pulsar na minha boca. O pau dele foi ficando cada vez mais duro, rápido. Aí tudo mudou.
Fui chupando aquele pau com uma vontade que nunca achei que teria. A sensação da pele macia por cima de um pau duro, o calor, a textura. Não existia nada mais no mundo, só aquele pau duro. Só queria chupar, lamber e sentir ele na minha boca.
Ele me pediu pra parar um pouco, ir mais devagar. Atendi.
Ele me pediu pra tirar a roupa, o que também fiz. Aí ele disse que meu pau era bonito e grosso. Perguntei se ele queria pegar e ele pegou. Me punhetou um pouco e se inclinou para me beijar. Realmente, não era o que eu queria. Levantei a mão e disse pra ele que queria somente chupar o pau dele. Ele aceitou numa boa e pedi que ele deitasse na escrivaninha. Nessa hora, não tinha mais nada na minha cabeça que não fosse colocar aquele pau na minha boca outra vez. E botei todo!
A ânsia de chupar voltou imediatamente e eu botava minha cabeça pra frente e pra traz com vontade, chupando forte, preenchido todos os cantos da minha boca. Ele começou a gemer e dar sinais de que iria gozar.
E eu não tinha pensado nisso! Será que eu iria gostar? Será que teria nojo? E se fosse um gosto horrível?
De novo, pensei, estava lá pra viver aquilo. Tirei pau da boca, punhetando, e disse pra ele gozar porque que eu queria sentir minha boca cheia de porra.
Tirei a mão e fui chupando ainda mais forte, ainda com mais gosto, até sentir o líquido quente se espalhando na minha língua. Um gosto estranho, mas que se associou ao tesão que estava sentindo. Engoli tudo com muita vontade e queria muito mais. Fiquei chupando o pau dele até não sair mais nada. Comecei a a apertar o pau dele da base para cima pra aproveitar até a última gota. Quando acabou, me punhetei e gozei tão deliciosamente, tão intensamente que nem me lembrava mais de como poderia ser tão bom.
Eu estava realmente realizado. Nenhuma fantasia poderia ter sido melhor do que aquilo.
Nos limpamos, nos despedimos e prometemos fazer aquilo outras vezes.
Ele chegou a me chamar, mas nunca voltei. E nem sei a razão.
Ainda fico muito excitado lembrando desse dia e espero fazer isso de novo mais vezes.