Ontem definitivamente perdi o controle. Sou um cinquentão gordinho moreno baixo casado de pau pequeno que mesmo tendo vida sexual ativa com esposa sente vontade de uma pegada boa com outro macho. Até tento me segurar mas as vezes a vontade de pegar um macho aumenta demais e recorro à internet. Bater punheta lendo um conto erótico gay ou assistindo vídeo de casados ativos e passivos no x vídeo costuma ser suficiente mas ontem não me aguentei. Procurei no site gays-cruising.com quais eram os locais de pegação mais bem ranqueados de Montes Claros. Um deles era uma trilha numa mata lateralmente a um córrego que separa as pistas de uma avenida aqui da cidade localizada atrás de uns galpões e do principal shopping local. Como sempre tive uma fantasia de transar no mato e o ranking do site dizia que na parte da tarde a afluência era média e a intimidade alta para aquele local, eu não me contive e fui pra saber como era o lugar.
Vesti um short que expunha melhor minha coxa lisa e quase definida, uma regata preta de jogador de basquete, boné preto e óculos escuros. A falta da cueca dizia bem que eu estava pronto para o jogo. Era mais ou menos 16:00 quando fingindo estar fazendo caminhada na avenida, por sinal bem movimentada, eu entrei rapidamente por um caminho entre a vegetação saindo do campo de visão de quem passava na avenida. Fui entrando mata a dentro para encontrar 4 pessoas. Um cara bem arrumadinho que estava esperando alguém que havia combinado com ele de se encontrarem lá. Entendi que ali minha taradeza não ia ser curada. Em um desvio logo à frente, vi debaixo de uma árvore e atrás de plantas mais baixas, dois rapazes sentados no chão aparentemente conversando. Fiquei com um pouco de medo por tremer que fossem usuários de drogas. Continuei minha caçada até ver um cara aparentado trinta e poucos anos moreno escorado numa bicicleta com um pauzão de respeito sendo esfolado numa punheta de respeito. Observei por bastante tempo aguardando algum sinal pra me aproximar mas ele não deu qualquer abertura. Quando decidi chegar mais perto, ele colocou pau pra dentro da calça e se encaminhou à saída empurrando sua bicicleta.
Assim que ele saiu vejo um rapaz novinho, talvez uns 20 anos, moreno, baixo, corpo em dia sem ser gordo nem magro nem musculoso demais, com cabelos castanhos com corte militar e cara de safado vindo de uma direção contrária à minha. Ele chegou perguntando se eu tinha visto mais alguém. Descrevi os caras que tinha visto já me aproximando e dando uma patolada no volume que marcava sua calça jeans surrada. Ele pediu dinheiro mas não se afastou quando eu disse que não tinha grana e que estava ali só pra desestressar. Então ele abriu a calça e expôs um pau grande e grosso, uns 17 cm talvez. Não me fiz de rogado e me coloquei de cócoras antes de tentar engolir aquele pauzão. Ele deu um gemido alto quando seus pentelhos tocaram meu rosto, mas me puxou pela camisa pedindo pra gente entrar mais na trilha. Andamos um pouco até encontrar um tronco caído, onde após descer a calça até os joelhos, ele se sentou em cima dele e falou: agora cai de boca seu viado safado! Aquilo me atiçou tanto que eu chupava fazendo muita pressão negativa na cabeça repetidas vezes antes de fazer um vaivém enfiando e tirando seu pauzão da minha boca com muita velocidade antes de fazer uma pausa para engolir tudo de novo até sentir o cheiro forte dos seus pentelhos invadirem minhas narinas encostadas na sua virilha. O saco dele era um caso a parte de tão grande e pesadão. Quando eu desci minha língua até seu saco e botei seus ovos na boca enquanto massageava seu períneo, ele afirmou que daquele jeito ele ia gozar muito rápido. Pediu pra ver minha bunda.
Eu me virei de costas e abaixei meu short expondo minhas nádegas pequenas e durinhas construídas com muito esforço na academia. Senti suas mãos ásperas próprias de um trabalhador da construção civil abrirem meu rego e testar meu cu com um dedo. Como teve dificuldade no seco, o cara cuspiu no meu cu que já piscava pra ele e logo em seguida praticamente me fudeu com sua língua úmida e quente e seu indicador. Ao primeiro contato da sua língua com minha mucosa, eu quase gritei de tanto tesão. Ele sabia mesmo trabalhar com seu dedo fino e longo pois meu pau babava ainda mais quando seu dedo atingia algum ponto específico dentro do meu cu que me causava uma sensação de prazer sem medida. O tesão era tanto que eu repetia sem parar “que delícia, me come, me fode logo por favor”. Ele me pediu uma camisinha e, diante da minha resposta dizendo que não tinha, ele voltou a sentar no tronco e pediu pra fazer o melhor boquete da minha vida até ele gozar.
Nessa hora, percebi que atraído pelos meus gemidos e pedidos pra ser comido, um cara moreno baixo barbudinho parrudo gordinho com barriga grande e aparentes 35 a 40 anos, meu tipo preferido diga-se de passagem, batia punheta há alguns metros de nós assistindo tudo. Demonstrando total prazer de ser assistido, eu voltei a chupar o cacete do garotão olhando na direção do vouyer. O cara estava mesmo animado: ele elevava o quadril fazendo seu pau bater no meu céu da boca causando engasgos e engulhos barulhentos que liberavam muita saliva que escorria pela minha barba antes de atingir o chão coberto por gravetos e folhas secas. Quando ele se cansava eu passava lamber toda a babinha que brotava da sua uretra e depois engolia lentamente seu cacete até sentir seus pentelhos encostarem no meu nariz olhando diretamente nos olhos do cara que nos observava. Depois eu me movimentava enfiando e tirando seu pau da boca em movimentos velozes alternados com sucção lenta e forte acariaciando seus bagos. Num dado momento eu me atrevi a enfiar meu dedo indicador na boca deixando ele bem molhado. Ele entendeu o motivo e não reclamou, então eu enfiei meu dedo no seu cu. O cara gemeu alto quando o dedo entrou todo dizendo que mesmo com mulher ele adorava um fio terra bem feito. Quando ele falou isso eu cuspi no meu dedo do meio e o juntei ao indicador enfiando os dois juntos no seu anelzinho quente e apertado. Ao mesmo tempo que eu enfiava e tirava meus dedos do seu cu eu chupava seu pau com voracidade até que ele começou a elevar o quadril novamente. Era uma sucessão de gemidos que nos incendiava ainda mais de tesão: ele praticamente gritava ao descer o quadril porque meus dedos entravam mais fundo no seu rabo e depois dizia estar quase gozando quando elevava seu quadril fazendo seu pau ultrapassar os limites da minha úvula e tocar o ponto mais fundo da minha garganta. Até que num dado momento ele se contraiu todo prendendo meus dedos dentro do seu cu e prendendo minha cabeça pra eu não deixar de escapar seu gozo abundante de uma porra grossa esbranquiçada e ácida que jorrava em múltiplos jatos na minha boca. Ele só liberou minha cabeça quando viu que eu tinha engolido cada gota do seu néctar. Eu que até então estava abaixado entre suas pernas me levantei e subi meu short sobre meu pau duro completamente decepcionado pelo seu desinteresse pelo meu prazer quando ele apenas disse: valeu amigo, gozada foi da hora, mas tenho que zarpar fora agora.
Enquanto eu me recompunha o cara que nos observava se aproximou e disse: você nem gozou, né? Se quiser eu te ajudo gozar! Eu respondi pedindo pra ele me chupar. O cara falou que lamentava mas era só ativo: não beijava nem chupava e que só gostava de comer a bunda de macho. Ele falou que era de uma cidade próxima chamada Salinas e que era sua primeira vez ali. Ele não acreditou quando afirmei que também era minha primeira naquele lugar mas que eu sempre tive vontade de transar no mato. Então, pediu pra me comer. Eu não respondi nada, mas me curvei e ao ver seu pau todo brilhoso pela saliva usada pra sua mão deslizar melhor durante a punheta e pela bainha deliciosa que brotava do orifício no meio da cabeça do seu pau. Eu arregacei com cuidado a pelinha que cobria a cabeça pontiaguda do seu pau e dei lambidas molhadas na cabeça e depois no tronco do seu cacete e depois no seu sacão generoso. Depois eu repeti a técnica que usei no garotão: alternava um vai e vem frenético enfiando rápido e depois retirando lentamente seu pau da minha boca enquanto olhava diretamente em seus olhos e beliscava ou apertava seus mamilos grandes e escuros ou acariciava fortemente sua barriga grande e peluda. Antes da saída completa da cabeça, eu sugava forte a cabeça algumas vezes e depois engolia seu pau até no talo. Depois de segurar seu pau no ponto mais profundo da minha garganta por alguns segundos, eu repetia o processo. Até que ele pediu pra parar porque estava quase gozando e ele queria gozar no meu cu.
Então ele pediu pra eu ficar de quatro apoiado no tronco caído no chão e arrebitasse bem a bunda pra ele. Eu obedeci prontamente sem pensar em nada ao ver ele sacar uma camisinha e começar encapar seu cacetão. Nessa hora, a grossura semelhante ao desodorante Dove Black-White que eu uso me deu um medinho. Ele pediu pra relaxar e passou uma quantidade generosa de um lubrificante tanto no seu quanto no meu cu que piscava ao menor toque dos seus dedos. A cena devia estar grotesca, eu de regata preta e ele de camisa gola polo laranja com os shorts arriados abaixo dos joelhos. Ele devia estar afoito por que direcionou a ponta dos seus 17 cm de cacete, recentemente medido segundo ele, e enfiou lenta e dolorosamente no meu cu. Eu sentia uma ardência e uma dor fina muito incômodas enquanto seu pau alargava meu reto para permitir o avanço do seu pauzão grande e grosso. Ele ignorava meus gemidos de dor e continuava empurrando seu pau bom eu cu a dentro até que senti sua barriga volumosa encostar nas minhas costas e seu saco encostar no meu períneo. Ele deu uma pausa longa até que a dor se tornasse mais suportável antes de começar a me enrabar como um garanhão monta uma égua. Movimentos lentos e bem fundos me davam um prazer que poucas vezes senti: parecia uma eletricidade se movimentando por dentro do meu cu e pau causando arrepios e tremores deliciosos. Depois ele segurava mais firme minha cintura começando a bombar rápido com penetrações mais curtas sem expulsar a cabeça antes de cada arremetida pra dentro do meu canal voraz. Cada enfiada ficava cada vez menos dolorosas e mais prazeirosas. Meu pau duro como estaca balançava e eliminava um líquido delicioso que eu recolhia com meus dedos e levava à minha boca. Depois de alguns minutos sendo currado por ele, eu me cansei da posição e acabei causando a expulsão do seu cacete do meu cu.
Eu disse que estava muito gostoso mas bem desconfortável. Ele então tirou a camisinha e pediu pra eu voltar a chupar batendo punheta pra eu gozar pra ele e ele gozar na minha boca e eu beber sua porra igual eu tinha feito antes com o garotão egotista. Confesso que não gosto muito do gosto do látex da camisinha mas comecei a me punhetar a chupar vorazmente seu pau. Num dado momento, mais um acesso de loucura, eu me levantei e pedi pra ele besuntar meu rego com lubrificante de novo e me sarrar batendo punheta pra mim até eu gozar. Eu abri as bandas da minha bunda ele ora esfregava seu pau pra cima e pra baixo fazendo meu cu piscar de tesão, batia punheta com a ponta da cabeça alojada na portinha do meu cu sem entrar como eu pedi ou fingia umas enfiadas que as vezes entrava a cabeça. Sua mão grande e quente abraçava meu pau, claramente bem menor que o dele, apertava ou dava umas punhetadas que me levaram várias vezes ao quase gozo. Quando ele acelerou minha punheta e passou a respirar mais ruidosamente no meu cangote eu entendi que ele ia gozar em breve. Assim que ele gritou vou gozar eu arremeti minha bunda pra trás recebendo todo seu pau nas profundezas do meu cu. Eu contrai todo meu corpo apertando meu cu ao redor do seu pau gozando fartamente no chão à minha frente na mesma hora que senti o pulsar do seu pau dentro de mim enchendo minhas entranhas com sua porra. Ele dava até uns espasmos após cada jato adicional de porra que aliviava o ardor das minhas pregas judiadas pela grossura do seu pauzão.
Enquanto nós limpávamos com um papel higiênico também trazido por ele, concordamos que sem camisinha era muito mais gostoso. Ele ficou preocupado por ter gozado dentro mas relaxou um pouco quando falei que era casado com mulher e que eu não costumava dar sem camisinha. Ele disse que era solteiro e que por morar em cidade pequena só ficava com homem quando viajava sozinho, e que poucas vezes na vida tinha feito isso: gozado num cu guloso e quente como o meu. Depois dessa minha estreia dando o cu no mato, falta uma fantasia a se realizar que espero surgir o mais rápido possível: dar o cu para um caminhoneiro na boleia do caminhão em um posto cheio de caminhões por perto. casbi37@hotmail.com