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A coroa cinquentona do elevador

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 4177 palavras
Data: 17/07/2026 15:46:35

Olá, leitores e leitoras! Júnior de volta para contar uma aventura com uma coroa. Boa leitura. Abraços!Eu fui morar no Sul. Cada lugar tem uma cultura diferente, e deve ser respeitada. Por vezes pode ser difícil se adaptar, e foi o que aconteceu comigo.

Eu trabalhava em Porto Alegre, e pegava o trem todos os dias para ir e voltar. Saía do prédio pela manhã em torno de 6:30, pouco mais, pouco menos, e retornava por volta de 18:30. Eu passava pela portaria e cumprimentava os porteiros (dos quais nunca soube o nome, grande falha minha): "bom dia!", "boa noite". Normalmente não obtinha resposta, às vezes acenos de cabeça. No elevador, da mesma forma: sempre que entrava cumprimentava os presentes com o "bom dia", "boa tarde", "boa noite", recebendo, quase sempre, cumprimentos de cabeça ou nada. Raramente recebia a resposta.

Enquanto não obtinha respostas pelo cumprimento, seguia minha rotina diária. Um certa tarde entrei no elevador e dei de cara com uma coroa loira, enxuta, pele cheia de sardas, talvez pela idade. Apenas eu e ela ali. Eu ainda não a tinha visto por ali.

— Bom dia - cumprimentei.

— Bom dia - respondeu ela.

"Enfim alguém me respondeu", pensei. Os dias se passaram e eu eventualmente a encontrava no elevador. Mesmo quando eu entrava junto om outros moradores, apenas eu costumava dar o cumprimento. Algumas mulheres se cumprimentavam com "Oi, tudo?" e a resposta da outra moradora era "Oi, tudo!". "Tudo o quê?", pensava eu: "tudo de bom, de ruim?". Que diferente!

Era uma noite de outono, quase inverno. Cheguei do trabalho próximo de 19:00. Entrei no hall do prédio e apertei o botão do elevador. A porta se abriu e quando fui entrar escutei:

— Segura! Segura, por favor!

Coloquei a mão na porta e logo entrou a coroa, com uma sacola na mão e a chave de casa na outra.

— Obrigada - disse ela, com um sorriso. Ela se vestia com calças legging e uma jaqueta esportiva leve, tênis nos pés. Deveria estar voltando da academia.

— Por nada - respondi, sorrindo de volta.

— Qual é seu nome, vizinho?

— Júnior. E o da senhora?

— Senhora não, pelo amor de Deus! Martina, prazer.

— Nome diferente. Italiano?

— Sim! Adoro meu nome!

"PIN". O elevador anunciou a parada e abriu a porta no oitavo andar.

— Vou descer aqui. Até mais.

— Tchau! - as portas do elevador se fecharam. Eu abri a porta do apartamento e entrei no ambiente frio. Fui direto para o banho, pensando na coroa. Eu me masturbei gostoso sob a água forte, quente, e gozei abundantemente. Sequei-me e fui esquentar a comida. Fiquei um tempo vendo TV e fui dormir. Sonhei que estava comendo aquela coroa no meu apartamento! Que gostosa!

Após o "encontro" ela me cumprimentava sempre que me via. Às vezes eu a cumprimentava primeiro. Algumas pessoas nos olhavam, como se fossemos estranhos ali.

Um sábado pela manhã, frio, saí e fui ao mercado. Retornei, deixei o carro na garagem e subi. Preparei minha refeição da semana, deixei esfriar, e guardei em potes para congelar. Eu almoçava no trabalho, mas café e jantar, mais as refeições de finais semana era eu quem cozinhava, aos sábados. Fiz a faxina e no finalzinho da tarde desci para levar o lixo, que era deixado nas lixeiras do térreo. Estava bem frio. Eu, paulista, magro, desacostumado, vestia uma calça fina por baixo da calça jeans e um casaco grosso. Deveria estar uns 12 graus, mas o vento diminuía a sensação térmica, fazendo parecer mais frio. Voltei correndo e apertei diversas vezes o botão do elevador, com pressa para voltar pra casa e ficar debaixo da coberta. As portas se abriram e lá estava ela.

— Oi, Martina! - disse eu, esfregando as mãos e colocando-as no bolso.

— Oi, Júnior. Parece que está com frio - riu ela, que vestia suas roupas esportivas.

— Hoje está demais. Nunca passei por isso.

— Você não é daqui, né?

— Sou de São Paulo, interior. Lá o frio é seco e as temperaturas não baixam tanto...

— Quer ir lá em casa tomar uma sopa?

Balancei, na hora. Mas meu pau falou que sim, ficando duro dentro da calça.

— Não sou muito de sopa, mas vou aceitar, pra ajudar a esquentar.

— Apartamento 1005.

— Vou tomar um banho quente e já vou subir lá.

A porta do elevador se abriu e eu saí, sem olhar para trás. Entrei correndo em casa, liguei o chuveiro na temperatura máxima, e deixei a água correr. Separei uma roupa mais leve para vestir depois, e entrei no banheiro. Não dava pra ver quase nada, devido ao vapor. Tomei meu banho escaldante, saindo com a pele vermelha. Entrei no meu quarto e me vesti, colocando uma ceroula por baixo para ajudar a proteger as pernas do frio. Vesti uma calça esporte da Adidas e uma camiseta de algodão, vestindo minha jaqueta com um fleece por baixo.

Subi pelas escadas, para aquecer, e bati na porta, meio ofegante, tanto pela ansiedade, quanto pela atividade física.

— Oi, entra!

Ela continuava vestida com a mesma roupa esporte de antes.

— Vem aqui na cozinha.

O apartamento era semelhante ao meu, tinha 56 m², um tamanho razoável. A cozinha tinha um espaço adequado, mas não permitia acomodar uma mesa. Ela tinha instalado um balcão dobrável na parede, e duas banquetas estofadas.

— Ideia interessante essa do balcão. Vou instalar um lá em casa, assim não preciso ir pra sala toda vez que quiser comer alguma coisa ou ter que ficar em pé na pia.

— É muito prático.

— E essa sopa? - perguntei.

— Bom, separei alguns legumes, coloquei carne de gado, linguiça, e uns temperos. Gosta de coentro?

— Amo!

— Então vou acrescentar. A maioria das pessoas não gosta.

Olhei a panela de pressão e a cor do caldo era bonita. Ela acrescentou sal, um pouco de curry e fechou a tampa.

— Tem pimenta, mas acho melhor você acrescentar na hora, a seu gosto - disse ela, mostrando um vidro de pimenta preta para moer.

— Desse jeito vai ficar quente... ahaha.

— Para passar esse seu frio eu ligo o aquecedor depois. Agora é melhor deixar o ambiente frio, se não fica ruim de comer sopa.

— Verdade.

A janela da sala estava aberta, deixando entrar um vento gelado. Nos sentamos nas banquetas.

— E você, paulista, faz o que aqui em nossas terras geladas?

— Trabalho na manutenção de aeronaves, no aeroporto. Cheguei no início do ano, estava um forno... agora esse gelo.

— E vai gelar mais! Aqui bate zero grau alguns dias do inverno. Tem aquecedor em casa?

— Comprei um ar condicionado quente e frio para a suíte... ajuda. E você, Martina, gaúcha?

— De coração e nascimento. Sou da Serra Gaúcha, nasci em Bento, família italiana tradicional. Meus pais tinham uma camisaria, ganharam a vida assim. Eu e meus irmãos estudamos em Porto Alegre, fizemos faculdade e cada um mora em um lugar. Só eu fiquei por aqui, em Canoas.

— Legal. E você faz o quê?

— Sou dona da confecção, junto com meus irmãos. A marca se espalhou pelo Brasil, temos operações em diversos estados. Camisaria Trevisani. Cuido das operações financeiras em nosso escritório de Bento, mas trabalho online há anos, e vou poucas vezes lá. A minha equipe resolve tudo, eu apenas supervisiono.

— Que bacana. E mora aqui, em um apartamento simples?

— Sou sozinha, pra quê mais espaço que isso? E foi meu primeiro apartamento. Quando vim estudar era caro morar em POA, então eu comprei aqui em Canoas, no Centro. Era recém construído, na época.

O apartamento dela era todo reformado, moderno, porcelanato nas área molhadas, e parquê original na sala e, como vi depois, nos quartos.

A sopa ficou pronta. Ela abriu a panela, revelando um caldo verde, que cheirava muito gostoso.

— Parece que a sopa tá boa! - comentei.

— É. Cheiro bom. Pega esse descansa-panelas e coloca na mesa da sala, por favor. Além disso, pega os pratos e talheres aqui.

Fiz o que ela me pediu, arrumando a mesa. Ela trouxe a panela de sopa e depois retornou com uma cesta de vime, com pão italiano.

— Já volto, um instante - informou.

Dentro de um ou dois minutos Martina entra na sala com duas taças e um vinho Cabernet Franc.

— Nem perguntei, você toma vinho?

— Com certeza, minha paixão!

— Sua paixão é o vinho ou eu? - perguntou ela — a frase não ficou clara - disse, franzindo a sobrancelha.

— Você e o vinho - respondi.

— Então você é o homem certo - riu ela. Eu ri também.

Abri o vinho e servi um pouco. Ela fez o ritual de cheirar e fez o sinal de aprovado. Servi as duas taças. Sentei-me à mesa.

— Um brinde ao paulista falador! - disse Martina, levantando a taça.

— Um brinde à mulher que me cumprimenta - disse eu, tocando a taça dela: "tim-tim".

Tomei um gole do vinho. Sabor suave, mas marcante. "Taninos redondos e macios" estava escrito no rótulo. Não entendi o significado. Peguei meu pão, coloquei a sopa dentro e provei.

— Uhn! Maravilhoso!

Ela comeu um pouco e tomou um gole do vinho.

— Harmoniza perfeitamente!

Eu tomei um gole do vinho e concordei, mesmo sem saber as técnicas.

— Mas me fale um pouco sobre você: veio para cá como? - perguntou Martina.

— Eu trabalho em uma companhia aérea, e eles possuem bases em diversos aeroportos. Sou mecânico sênior, supervisor de manutenção de linha aqui em Porto Alegre. Eu garanto que todas as panes sejam resolvidas e o avião fique o menor tempo possível em solo. Bastante dinâmico, e bem estressante às vezes. Mas eu amo o que faço. Vim para cá por oferta da empresa, após a abertura de uma vaga. Antes eu trabalhava em Campinas.

— Já conhece algum outro lugar aqui do estado? Já passeou por aí?

— Só Gramado e Canela mesmo, além da orla do Guaíba, Redenção, etc.

— Vou te levar para Bento qualquer dia. Você vai gostar de lá. Sua origem é qual?

— Descendente de italiano também: Schiatto.

O jantar decorreu com nossas histórias, e passou rápido. Eu me ofereci para ajudar a lavar a louça. Mas ela preferiu lavar. Fiquei na cozinha com ela, ajudando a guardar a comida que sobrou e a secar a louça.

— Vamos para a sala? Tem mais metade do vinho.

— Vamos.

Sentamos no sofá, eu num canto e ela no outro, com as pernas cruzadas sobre o sofá, meias nos pés.

— Se quiser pode tirar o tênis, fica a vontade.

Retirei o calçado e dobrei minhas pernas sobre o sofá. Continuamos a conversar. Eu tremi de frio, mesmo estando de casaco e fleece.

— Ah, tá frio demais. Deixa eu fechar as janelas e ligar o ar quente pra você.

Ela se levantou e fechou as janelas. Ligou o ar quente no quarto e deixou a porta aberta.

— Aqui vai continuar frio... vamos lá pro meu quarto. Só tenho ar condicionado quente no quarto e ligo raras vezes, mais para desumidificar o ambiente ou quando chega a menos de 10 graus.

Entramos no quarto dela, suíte igual ao meu, e ela se sentou sobre a cama, pernas cruzadas. A temperatura ficou mais quente e eu tirei o casaco. Eu me sentei numa banqueta ao lado da cama.

— Ah, esquentou né. Daqui a pouco você tira tudo - riu ela, maliciosamente. Em seguida, retirou o casaco leve e deixou à mostra uma blusinha de treino com os bicos dos seios marcando o tecido. Meu pau se mexeu e eu o arrumei por cima da calça.

— É, esquentou mesmo. Tá ficando agradável - respondi.

— Senta aqui ao meu lado - falou Martina, puxando os travesseiros — Encosta aqui na cabeceira.

Estávamos ficando mais íntimos a cada momento. O vinho estava fazendo seu papel de retirar meu bloqueio de ser introvertido e tímido. Sentei-me ao lado dela, apoiando minhas costas na cabeceira da cama. Olhei-a de perto: bonita, parecia ter uns 45 anos.

— Esse vinho é maravilhoso! - afirmei, sem assunto.

— É, e você também deve ser - respondeu ela, alisando meu pau por cima da calça.

— Por isso você me convidou pra vir aqui?

— Não, foi para retribuir as gentilezas. Mas, observei que você sempre está só, e você é gentil. Quem sabe pudesse fazer algo mais por mim...

— Vai dizer que é solteira!

— Sou, por opção. Já tive alguns namorados, mas não quero compromisso. Atualmente gosto de ficar sozinha, viajar, às vezes só, às vezes com meus irmãos, às vezes com amigos, ou às vezes com grupos aleatórios.

— Caramba! Que sorte a minha então! - respondi, tomando o último gole de vinho. Depositei a taça no chão.

Quando me voltei ela pegou meu queixo suavemente e me deu um beijo lento. Que boca macia! Meu pau pulsava dentro da calça e eu estava com calor! Ela se afastou e deixou o vinho sobre o criado mudo.

— Que boca! - exclamou Martina — Quero mais!

Ela puxou minha camiseta, revelando meu peito magro. Ela cheirou meu peito.

— Que cheiro gostoso de homem!

E colocou a mão dentro da minha calça, tendo dificuldade devido à ceroula.

— O que você tem aqui? - perguntou, referindo-se à roupa.

— Espera aí, vou retirar.

Eu puxei a calça para baixo, deixando a ceroula branca apertada, da Lupo, à mostra.

— Você é friorento demais, garoto!

Garoto! Eu, com meus 40 anos!

— Sou, demais! Qualquer friozinho eu já estou cheio de roupa.

Ela puxou a ceroula com cuidado, eu ajudei a retirar. O meu pau saltou para fora, livre!

— Uhn! Delícia de pau! - e abocanhou com vontade! Sugou gostoso, engolindo até o final, voltando até a glande, chupando a cabeça entumecida, me arrancando um gemido forte.

— Não goza, hein! Hoje eu vou me deliciar com você, garoto! - e continuou a fazer um oral gostoso.

Meu vício em pornô já tinha criado uma certa resistência em gozar. Mas se ela chupasse a cabeça do meu pau por mais um minuto não tem o que consiga evitar uma gozada farta! Eu gemi de novo e ela parou de chupar.

— Quero tirar sua roupa. Peça por peça - falei.

Ela se ajoelhou sobre a cama. Eu a puxei para mim, ajoelhado, e a beijei intensamente, enquanto colocava a mão por dentro da legging. A buceta dela deveria ser carnuda, e estava deixando a calcinha molhada. Puxei a blusa dela para cima, revelando um par de peitos siliconados, bem desenhados, dentro do top, com os bicos marcando o tecido. Puxei o top para cima e os peitos pularam para fora, livres. Apertei cada um suavemente, e suguei-os com sofreguidão. Os bicos grossos pareciam de uma mãe, que já tinha amamentado. Mas ela não era mãe. Era uma gostosa! Sua pela era sardenta, bonita.

Puxei a calça para baixo, com cuidado. Ela terminou de retirar, tirando a calcinha ao mesmo tempo. A buceta tinha os lábios grandes, carnudos, e uma pequena floresta de pelos púbicos aparada cuidadosamente em formato de triângulo invertido, como se fosse uma seta indicando um portal.

— Gostou do conteúdo? - perguntou Martina.

— O visual é bonito, vou provar o sabor do prato - e caí de boca, sugando levemente o clitóris, passando a língua nas bordas dos grandes lábios, depois sugando os pequenos e por fim massageando o interior de sua gruta, arrancando gemidos a cada toque no clitóris. Enquanto chupava, introduzi dois dedos, penetrando-a. Quando acertei o ponto G ela arfou, gemeu e fechou as pernas. Repeti o movimento com mais rapidez e ela gritou, gozando.

— Gozei, garoto! - exclamou Martina.

— Amo dar prazer para uma mulher!

— Italiano é tudo de bom! Apaixonado!

— Eu me derreto por mulher! Ainda mais quando é gostosa como você, Martina! Você tem sabor, um suco gostoso, um mel que gruda no homem!

— Uma senhora de 50 anos? Você acha mesmo?

— Se não achasse meu pau iria ficar murcho. Mas ele é quem fala por mim. Olha como ele tá! Eu, 40 anos, já não sou mais um garoto! Você, mulher madura, toda malhada, definida, me excita demais! Eu te dava no máximo 45 anos!

— Obrigada! Você, um homem maduro, experiente, bem melhor que um moleque que só quer meter e gozar.

— Eu quero prazer lento, experiência longa. Deslizar sobre você, entrando e saindo devagar, fazer você gozar na minha mão, na minha boca! Saborear você por completo!!!

— Estou molhada! Olha isso! - e colocou minha mão na buceta dela, que escorria mel.

Enterrei dois dedos de uma vez rapidamente, e ela gozou.

— Você é sensível, mulher. Adoro isso!

— Enterra teu pau na minha buceta! Quero esse mastro me arrombando!

A camisinha estava em cima do criado-mudo, aberta, mas eu nem me lembrei disso... Ela se virou de quatro, na beira da cama e eu enterrei de uma vez meu mastro. Ela gemeu de prazer. Parei o movimento e deixei estar, dentro daquele portal do prazer. Meu pau estava super duro! Aquela coroa era gostosa demais! Sem aviso passei a penetrá-la fortemente, batendo meu saco na buceta dela. Ela gozou, abrindo as pernas e jorrando líquido da buceta, molhando a cama.

— CARALHOOO!!! Soca mais!

Inseri meu pau, centímetro a centímetro, como se estivesse explorando um lugar desconhecido. A buceta dela me apertava. Eu deslizava para dentro e para fora lentamente, sentido cada pedaço daquela mulher. Ela ainda estava de quatro, com a bunda empinada. Peguei o cabelo dela, que tinha um corte curto, enrolei na mão e puxei, fazendo-a dar um gritinho. Nesse momento bombei forte! Estoquei com força até quase gozar! Ela gozou novamente, fechando as pernas e jorrando mais líquido.

— PUTA QUE PARIU! QUE CARALHO GOSTOSO!!

Eu tirei meu pau de dentro, virei-a e deitei-a sobre a cama, deixando-a na posição de frango assado. Posicionei minha boca na entrada da fonte dos prazeres e iniciei uma exploração vagarosa, olhando para ela. Ela gemia gostoso, baixinho, eu explorava cada canto com a língua. Inseri dois dedos e continuei a chupar. Essa mulher foi ao paraíso quando atingi o clitóris com meus lábios e o ponto G com os dedos! Tremeu e gozou um líquido concentrado na minha boca. Eu engoli com prazer, suco de mulher!

— Me come de novo! Quero teu pau dentro! E goza dentro!

Eu me levantei, apontei a cabeça do meu pau na entrada da buceta e coloquei com vontade. Comi gostoso, alternando o ritmo, enquanto massageava seu clitóris e seus peitos com as mãos. Essa mulher gozou muito! Até que eu anunciei que iria gozar:

— Vou gozar, Martina! VOU GOZAR NESSA BUCETA GOSTOSA! CARALHOOO! GOZEI!!! - eu tremi, meu pau jorrou meus sucos dentro dela, acumulada há mais de uma semana! Enchi aquela buceta, e quando tirei meu pau amolecido a porra escorreu no chão.

— Caramba, garoto! Você sabe comer uma mulher! Vem cá, deita sobre mim!

Ela se deitou, com dois travesseiros por baixo, e eu me deitei sobre aquele corpo de mulher madura, experiente, mas que carecia de homem de verdade.

— Você me surpreendeu! Não esperava tudo isso!

— Eu esperava. Desde o primeiro dia em que te vi no elevador! Desejava ardentemente ter você pra mim! Mulheres como você são raras. Unir beleza, corpo definido e experiência, é para poucas. Só esqueci da camisinha!

— Eu te achava mais novo, talvez uns 35. Não parece ter 40... e esse porte atlético de 30, um fogo por dentro, apesar de friorento - riu ela. Eu ri junto. — Não se preocupe, eu não menstruo mais.

Deitei ao lado dela, acariciando os peitos macios, passando a mão naquela buceta, arrancando um gemido gostoso.

— Você acredita que eu nem tinha tomado banho desde cedo? Voltei da academia à tarde, te vi no elevador, me deu tesão e te chamei.

— Acredito. Quando eu entrei você estava com a mesma roupa que te vi no elevador.

— Arrisquei deixar você me chupar...

— Adoro assim, cheiro de mulher, sabor de mulher, natural! Seu perfume de feromônios é perfeito!

Nos beijamos intensamente, meu pau meia bomba tentava se levantar. Mas ficou por isso mesmo.

— Vai pro banho. Pega uma toalha aqui no armário. Depois eu vou. Não dá pra dividir a ducha nesse frio...

Peguei a toalha onde ela indicara e abri a porta do banheiro, levando um choque ao sentir o ar frio. Abri a ducha e voltei pro quarto.

— Ué, desistiu? Vai tomar banho virtual? - ela deu uma gargalhada gostosa.

— Banho virtual? Hehehe. Não, deixo esquentar até ter muito vapor. Aí fica confortável para tomar banho.

Após alguns minutos entrei novamente no banheiro e tomei uma ducha forte. O jato de água massageava meu corpo nu. Realmente não tinha espaço para dois, mas a massagem era excelente! Demorei uns 15 minutos. Fechei a torneira e dei de cara com ela me olhando através do vapor.

— Desse jeito meu banheiro vai mofar todo! - reclamou, brincando.

— Então vou abrir a janela...

— NÃO!

— Ahahaha.

Ela tomou a ducha dela, enquanto eu fiquei deitado, pelado, rememorando a noite. Ela saiu do banheiro, exibindo aquele corpo lindo, de mulher perfeita. Ela se deitou na cama ao meu lado.

— Dorme aqui, querido. Amanhã cedo toma café comigo e depois você vai para o trabalho.

— Pode ser, minha mulher gostosa!

Ela desligou o ar quente, colocou uma coberta felpuda sobre a cama e arrumou o travesseiro. Eu me deitei e puxei a coberta. Ela se deitou, apagou a luz no interruptor do criado-mudo e adormecemos, abraçados.

Acordei com o despertador dela. Olhei o telefone: 5:00. Ela foi ao banheiro, eu fiquei ali na cama, com a coberta até o pescoço. Ela voltou, ainda pelada, e se jogou para baixo da coberta.

— Oi, bom dia! - e me deu um beijo de língua. Meu pau subiu.

— Bom dia, Martina!

Eu a virei de bruços, montei sobre ela, beijei seu pescoço, meu pau roçando a bunda dela. Eu entrei por baixo da coberta e chupei aquele cu gostoso, depois abri as pernas dela. Subi e enterrei meu pau duro na buceta dela. Soquei rapidamente, ela levantava a bunda e meio que rebolava. Parei e saí dela.

— Parou por que, garoto! Tava muito bom!

— Quero você montando em mim, fica por cima! - disse eu, me virando de barriga para cima e ajeitando a cabeça no travesseiro, de modo que pudesse vê-la bem.

Ela sentou no meu pau de uma vez, fazendo-me sentir um prazer forte. Ela rebolava pra frente e para trás, lentamente, depois fazia círculos. Eu apertava os peitos dela, chupava, dava beijos na boca, segurava-a pela cintura.

— Agora vira de costas para mim e continua a rebolar gostoso!

Ela se virou. Eu molhei o dedão nos sucos dela, que encharcavam meu pau, e massageei o cu dela. Ela não expressou reação e eu continuei, enterrando o dedão. Ela gemeu. Eu tirei e coloquei algumas vezes e depois simulei uma penetração, arrancando gemidos e fazendo com que ela aumentasse o rebolado, e passasse a subir e descer no meu pau, até que ela gozou e eu gozei junto!

— Caralho, moleque! Quer me matar de prazer???

— Ficaria feliz em saber que foi de prazer... teria ido satisfeita. Mas ficaria triste em não ter mais você!

Ela me beijou intensamente. Foi para o banho e depois eu, rapidamente. Já eram quase 6:00. Fui para a cozinha, ela passava um café.

— Tem pão com queijo e presunto. Quer? Tenho torradeira também.

— Quero, vou fazer dois para mim.

Sentamos e comemos nosso café da manhã na bancada da cozinha.

— Café com aroma de mulher - falei, bebericando o líquido amarelado.

— Esse é importado da Colômbia. Trouxe de uma viagem recente.

— Nossa, diferente de todos que já tomei.

Deixamos a louça do café dentro da pia, e dei um beijo no pescoço dela.

— Tchau, Martina. Até qualquer momento.

— Tchau, Junior - disse ela, abrindo a porta para mim.

Desci correndo até meu apartamento, entrei, vesti meu uniforme, e corri para o elevador. Entrei no meu carro, na garagem, e dirigi até a estação, que ficava a uns 4 minutos de carro. Não dava pra ir a pé, 20 minutos de caminhada, e não valia a pena ir de carro pro aeroporto naquele horário. Ainda dava tempo de chegar na hora no trabalho.

Foi na estação que lembrei que não pedi o número dela durante nosso encontro.

— Que asno! - falei alto, com os fones de ouvido. Foi aí que percebi que um monte de gente me olhava. Fiz um sinal de que era no celular, e as pessoas olharam para outro lado.

Trabalhei o dia todo, sem tempo de pensar nela. Uma das aeronaves pousou em AOG (quando uma pane impede o voo) e tivemos uma correria para rebocar a a aeronave reserva para substituir a aeronave em pane. Após a decolagem da substituta, nossa equipe trabalhou para resolver o problema e disponibilizar o avião em pane para cumprir o primeiro voo da tarde. O pessoal experiente substituiu o componente defeituoso, realizou os testes de solo e liberou a aeronave para voo. Informei ao Centro de Controle Operacional da empresa que o avião estava disponível. O dia transcorreu sem outros problemas graves.

No trem, de volta para casa, pensei em bater na porta dela e pedir o contato. Mas refleti, e achei melhor que acontecesse de forma natural. Peguei o carro, dirigi para casa. Estacionei na garagem, subi pelo elevador, mas não a encontrei. Entrei em casa, tirei a comida da geladeira, fui para o banho quente. Jantei, assisti duas videoaulas de um curso online da empresa e fui para a cama. O dia tinha sido intenso!Não se esqueça de deixar sua avaliação!

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 35Seguidores: 8Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar.

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