Na Cama do Corno – Parte 2: A Confissão
Dois dias depois, Ronaldo voltou da viagem mais cedo do que o previsto. Entrou em casa silenciosamente. Encontrou o celular da esposa carregando na mesinha de cabeceira do quarto. Abriu o WhatsApp e foi direto na conversa com o contato “Macho”.
Ele leu tudo. Mensagens de meses. Fotos. Áudios. Detalhes explícitos. Não era um caso isolado. Era um amante fixo. Um homem que ela encontrava regularmente há mais de um ano.
Quando ela saiu do banho, enrolada na toalha, deu de cara com o marido sentado na cama, lágrimas escorrendo pelo rosto, o celular dela na mão e uma ereção evidente na calça.
— Quem é esse cara? — perguntou ele, a voz embargada. — Não é só uma vez… vocês se encontram há quanto tempo?
Ela parou por um segundo, depois soltou a toalha, ficando completamente nua na frente dele. A bunda ainda estava levemente marcada dos tapas.
— Há quase um ano e meio — respondeu com calma, mas com um brilho safado nos olhos. — Ele não é qualquer homem. É meu macho. O homem que me fode de verdade.
Ronaldo soluçou, mas não conseguia parar de olhar para o corpo dela. As lágrimas desciam enquanto ele segurava o celular.
— Me conta… — pediu, quase sussurrando. — Quero saber tudo.
Ela sorriu, maliciosa, e subiu na cama, ficando de joelhos na frente dele.
— Tem certeza, Ronaldo? Porque se eu começar a contar, não vou parar.
Ele fez que sim com a cabeça, chorando de raiva, humilhação e excitação.
Ela começou a falar devagar, passando a mão na própria boceta:
— A primeira vez foi aqui mesmo, nessa cama, quando você viajou pra São Paulo. Ele me comeu de quatro bem onde você está sentado agora. Me deu tapas tão fortes que fiquei marcada por dias. Depois ele gozou dentro de mim… e eu dormi do seu lado com a porra dele escorrendo.
Ronaldo respirava pesado.
— Continua…
— Tem vezes que ele me pega no carro, no estacionamento do supermercado. Outras vezes ele vem aqui em casa quando você sai pra trabalhar. Uma vez ele me fodeu na cozinha, me colocou em cima da mesa onde a gente janta. Outra vez no sofá da sala, enquanto você estava no banho.
Ela se aproximou mais, quase encostando os seios no rosto dele.
— Ele me fode de um jeito que você nunca conseguiu. Me chama de puta casada, me arromba o cu, me faz gozar várias vezes. E eu adoro. Adoro trair você com ele. Adoro voltar pra casa e dormir do seu lado ainda sentindo o cheiro e a porra dele em mim.
Ronaldo chorava abertamente agora, mas o pau dele estava latejando dentro da calça.
— Por quê? — perguntou, a voz falhando.
— Porque você não me satisfaz — respondeu ela com frieza e tesão ao mesmo tempo. — Você me trata como esposa… ele me trata como puta. E eu preciso das duas coisas.
Ela pegou a mão dele e colocou sobre a boceta molhada.
— Quer que eu te conte como ele me fodeu ontem à tarde, bem aqui nessa cama? Ou prefere que eu chame ele agora pra você assistir?
Ronaldo não respondeu. Apenas chorou, apertando os dedos na boceta da esposa, dividido entre o desejo de separar e a excitação insuportável de saber que ela era, de verdade, a puta de outro homem.
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