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A Vereadora Traída - Capítulo 01

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Um conto erótico de O irrevogável
Categoria: Heterossexual
Contém 3348 palavras
Data: 17/07/2026 11:39:35
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Fala galera, sou o Antônio, e essa é minha primeira vez neste espaço.

Hoje vim falar de eventos que ocorreram comigo no início do ano de 2026.

Sou um homem de 45 anos, solteiro convicto, moreno claro, com um pau pequeno de 14 cm e formado em Ciências Políticas. No mês de janeiro deste ano, na pequena cidade onde moro, ocorreu um processo eleitoral onde um vereador fora cassado devido a fraude da cota de gênero.

Para ocupar essa cadeira, fora chamada a vereadora de primeiro mandato, Regina, uma jovem política, de 25 anos, que tivera pouco mais de 250 votos no pleito anterior. Dado essa situação, ela precisou agilizar seu gabinete, momento em que, devido a minha formação, fui convidado a fazer parte do seu grupo.

Chegando lá, observo que o grupo era formado pela chefe de gabinete, Adriana, mulher de 40 anos, casada e mãe de dois filhos, que fazia parte do gabinete do antigo vereador e ficou para fazer uma espécie de transição, além dela, tinha o Caio, noivo da vereadora há dois anos, jovem de 26 anos, que, embora não fosse oficialmente vinculado ao gabinete, desenvolvia suas atividades e a Dany, que era a outra assessora parlamentar e prima de Caio, uma jovem de 21 anos.

Como o município possuía uma extensa zona rural, as demandas exigiam deslocamentos constantes. Nesse contexto, a vereadora Regina, me informou que eu inicialmente iria desenvolver a função de motorista, até a transição ser concluída, pois como já tinha as duas assessoras, não poderia ter um terceiro vinculado a Câmara, logo eu ficaria como colaborador particular.

Nos primeiros dias de atividade, a vereadora me entregou um veículo Fiat Strada antigo, e delegou que o gabinete teria o seguinte funcionamento, Adriana ficaria com a responsabilidade de gerir o gabinete, e os demais formariam duas equipes para os serviços externos de acompanhamento e elaboração de projetos. Sendo uma equipe composta por Caio e Dany e a outra Por mim e Regina.

As atividades eram simples, durante semanas, aquela rotina parecia funcionar perfeitamente. A dedicação e empenho da jovem vereadora era admirável. Geralmente visitávamos as comunidades buscando ouvir os munícipes e trazer as demandas para a elaborações dos projetos e destinação das emendas.

A vereadora fazia questão de ouvir agricultores, visitar escolas, acompanhar os atendimentos nos postos de saúde e conversar com os moradores esquecidos pelo poder público.

De plano, observei uma proximidade muita grande entre o Caio e Dany, com conversas meio codificadas, e visitas demoradas a determinadas regiões. Contudo, como eram parentes não me atrevi a questionar. Além disso, observei que o processo de comunicação do gabinete seguia um fluxo diferente.

Como fiquei com a missão de motorista, era comum nas sextas-feiras. Adriana, pedir para levar ofícios a determinados locais, seja as rádios, ou mesmo a sede do partido. Os envelopes viam sempre abertos, mais nunca tinha a curiosidade de verificar.

Até que certo dia, ao entregar os envelopes na sede do partido, ouvir uma conversa paralela, onde implicavam a vereadora Regina, em uma obra de um centro comunitário na zona rural do município, eu sabia que quem estava à frente desse trabalho era o Caio e Dany, mais pelo que falavam estava indo bem. Aquilo me deixou com uma pulga atrás da orelha, pois era uma área afastada e muito carente, mas por ser pouco populosa, não recebia a atenção devida.

Já em outro momento, quando entregara a documentação na rádio, ouvi a secretária ao telefone com a Adriana, dizendo que aquilo que enviava era pesado demais. Na semana seguinte, durante a reunião semanal a vereadora foi bombardeada pelos adversários, questionando sobre determinadas emendas. Inclusive pegou Regina de surpresa, pois durante a semana tinha delegado ao Caio resolver essa situação.

Na manhã seguinte, ao chegar no gabinete, percebi que o clima não estava dos melhores, Regina convocou logo uma reunião interna, para se inteirar dos eventos. Questionou Adriana sobre uma certa reportagem da Rádio local que sugeria está ocorrendo dentro do gabinete certas práticas consideradas inadequadas. Por sua vez, Adriana tentou deslocar o foco para os adversários, mas eu sabia, que isso tinha relação com aquela documentação que eu deixara na Rádio na semana anterior.

Ao mesmo tempo, Regina perguntou a Caio sobre o andamento da obra centro social rural e ele informou que estava caminhando bem, mas devido à dificuldade de acesso da região estava demorando mais do que o esperado. Mas eu ficava lembrando da conversa da sede do partido, porém não cabia a mim levantar esse tipo de situação onde não tinha provas suficientes.

Aquela reunião terminou sem os esclarecimentos necessários, e aí, por experiência de vida, passei a colocar mais atenção em determinados movimentos. Por fim, a vereadora concluiu a reunião de delegou certas atividades para serem executadas pelas duas equipes externas e por Adriana.

No final daquela mesma semana, os ataques a vereadora ampliaram, e o pior era que ela não sabia de onde viria a munição. Mais uma sexta-feira chegou e novamente Adriana me entregou os envelopes, só que desta vez estavam mais recheados, fato que me chamou atenção. Logo informei, que iria realizar a revisão do carro e depois faria as entregas, pois devido ao horário, dificilmente teria gente nos destinatários.

Movido pela curiosidade, abri os envelopes e entrei em choque com o conteúdo, primeiro com relação a rádio existiam uma série de informações claramente inverídicas, criadas para atacar a vereadora. Além disso, na destinada ao partido, tinha uma planilha de valores que implicava a vereadora, mas quem movimentava as financias do gabinete era seu Noivo. Tirei fotos da documentação, e erroneamente, suprimi algumas folhas, pois se tornassem públicas prejudicariam a vereadora injustamente.

Ao retornar ao Gabinete, chamei Adriana em particular e informei que aquela prática, no meu entender estava inadequada, e lhe apresentei as folhas suprimidas, momento em que ela ficou branca, e pediu para não comentar com os demais, que depois ela iria conversar comigo e me explicaria. Falei que estaria aguardando e não iria, mas fazer esse tipo de entrega.

No instante seguinte, ao sair da Câmara Municipal, meu telefone toca era a Vereadora, pedindo que eu fosse até a fazenda dela para irmos em uma visita. Por volta das 15:00hs cheguei para buscar a vereadora, tão logo entrou no carro, falou que estava muito preocupada com esses ataques. Então, falei que de fato tinha observado determinados ataques e esses não condiziam com a verdade, parecia que tinha fogo amigo envolvido, nisso ela concordou e ficou pensativa.

Quando pegamos a estrada, perguntei qual seria o destino, ela falou que seria a comunidade rural do centro social, e perguntou se teria como gravar o trajeto pois simplesmente dizer que a localidade era de difícil acesso sem mostrar realmente a situação não era legal, então instalei o celular junto ao para-brisa do carro e seguimos.

Contudo, no exato momento que estávamos passando defronte ao Motel, nos deparamos com o carro do Caio, saindo de dentro, trazendo Dany no banco do carona, de imediato Regina, pediu para bloquear a passagem, de modo que eles tivessem a certeza que ela os viu.

Quando o Caio viu que nosso carro bloqueou sua saída, ficou pálido, e Dany que vinha com um cabelo ainda molhado, se abaixou no banco tentando se esconder, mas já não era possível.

Nesse momento, Regina olhou para mim, e pediu que eu retornasse a sua residência. Ao manobrar e seguir o trajeto, ela começou a questionar o porquê daquilo tudo, seu celular não parava de tocar, o Caio em desespero, como ela não atendia, passou a mandar mensagem, de início dizendo que foi um erro, que foi a primeira vez, que ela não jogasse fora a história deles por esse erro.

Como ela não respondia, ele insistia, e passou a dizer que não significava nada, que tinha sido levado aquela situação porque Regina não estava lhe satisfazendo sexualmente, não atendia suas fantasias. Ao ouvir aquilo, ela corou, buscou um buraco, mas não encontrou.

Felizmente, chegamos a sua casa, e ela visivelmente constrangida, desceu e falou, por favor, não comenta nada sobre isso, então disse que poderia contar com o meu silêncio. Somente ao sair é que lembrei que o celular estava gravando tudo, então desliguei e guardei o aparelho, no mesmo instante, passei para Regina a situação e ela pediu que enviasse para ela e apagasse, ação prontamente realizada.

Quando chego ao centro novamente, vejo o Caio passando em direção a casa da vereadora em alta velocidade. Desta vez, ia desacompanhado. No momento seguinte, meu celular tocou, era Adriana, perguntando se tinha acontecido alguma coisa, pois Dany retornou da visita transtornada, eu apenas informei que não tinha encontrado com ela.

Na semana seguinte, ao chegar no gabinete na parte da tarde, percebi que estava apenas Adriana, que logo tratou de aproveitar que estávamos sozinhos para sondar o ambiente, dizendo que precisávamos conversar, mas não queria que fosse ali, quando o telefone do gabinete tocou, era Regina, perguntado se eu estava lá e que pedisse que eu fosse buscar ela para ir a uma visita.

Tão logo Adriana transmitiu o recado, lhe disse que depois conversávamos e segui para casa de Regina, ao chegar na sua residência observei que o tempo estava chuvoso para a região e quando a vereadora chegou com um vestido grosso até depois do joelho e questionei se a visita era para aquela região, pois o tempo parecia não ajudar, mas ela insistiu.

Desta forma, seguimos para a visita, liguei novamente o celular e a medida que avançávamos a chuva começava a ficar mais forte, tão logo que passamos pelo fatídico motel a chuva intensificou, e eu questioneis se não seria melhor retornar, e Regina disse que precisava verificar, pois não estava mais aguentando os ataques políticos.

Então seguimos, mas quando pegamos a estrada de terra, em poucos minutos parecia que o céu iria desabar, e mais uma vez questionei, vereadora, não seria melhor voltar, ela disse firme, hoje eu vou verificar, inclusive já avisei em casa que iria fotografar tudo, pois o meu nome não poderia ser enlameado por erros dos outros.

Pouco tempo depois, o carro dava sinais de dificuldade, e quando chegamos perto do local vimos que só tinha uma ponte pequena para atravessar, e Regina pediu que eu passasse, então segui a diante. Mas quando estávamos na metade da ponte, vi um relâmpago que clareou tudo que já estava escuro, seguido de um trovão, Regina, ao lado deu um grito que até eu assustei.

Quando demos conta, o carro empancou e era preciso empurrar para não atolar, então pedi para ela assumir o volante que eu iria colocar uma alavanca de força e empurrar, mas não tivemos êxito. Foi quando ela desceu do carro e juntos conseguimos empurrar até próximo de umas pedras.

Por estarmos próximo do locar, ela sugeriu que fossemos andando até lá pois certamente teríamos abrigo. Após uns dez minutos caminhando pelo escuro, apenas sob a luz da lanterna do celular, chegamos, supostamente ao locar, mais para nossa surpresa e tristeza o que tinha lá era apenas um resquício de uma velha casa de farinha que já não moía a tempos.

Estávamos encharcados, com muito frio, em um breu terrível, nas mãos apenas água e umas barras de cereal. Quando olhei para vereadora, a sua fisionomia era de pânico, misturado com vergonha, passou a me pedir desculpas por ter nos colocados nessa situação.

Olhei em volta e no encontro das duas paredes restantes, tinha um espaço seco, então tentei verificar o celular, mas sem sinal e a bateria acabando, o celular dela igualmente.

Foi quando olhei para Regina e falei, desculpa vereadora, mas vou tirar essa roupa, pois está muito molhada. Comecei a me despir e a medida que ia tirando, já espremia a peça e estendia sobre as pedras. Ao me ver apenas de cueca ela baixou a cabeça pensativa, e falou: Antônio, ninguém pode saber dessa situação em detalhes, eu apenas acenei com a cabeça e disse conte com o meu silêncio vereadora.

No momento seguinte, ela levantou e pediu para ajudar ela a retirar o vestido e espremer, pois, o frio e o peso estavam incomodando. Quando percebo estava Regina apenas de calcinha média, mostrando todo o seu corpo branco, de curvas delicadas, seios médios, com auréolas rosadas e uma bunda redonda e empinada.

Baixei a cabeça, tentando não olhar diretamente para ela. Foi quando ela começou a rir da situação e ao mesmo tempo se deu conta de que seu noivo tinha mentido sobre a situação da obra, pois no mínimo era para ter uma fundação e uma sala de materiais, mas o que vimos foi abandono total.

Nesse instante, ela lembrou do ocorrido no motel, e começou a dizer que naquele dia ficou muito envergonhada comigo, pois nos conhecíamos a pouco tempo e ouvir aquelas mensagens. Depois disse que quando ele chega a noite na sua casa, começou a colocar culpa nela pelo ocorrido.

Momento em que vi brotar de seu rosto um misto de choro e decepção, então continuou que ele tinha dito que ela sexualmente era fria, não fazia sexo oral e muito menos anal, que tinha tirando a virgindade dela mais não conseguia se satisfazer. Logo ela começou a chorar copiosamente.

Diante daquela narrativa naquele lugar, eu vivenciava um misto de comoção e excitação, afinal ela era uma mulher bonita. Mas o papo continuou, e ela fala: Sabe Antonio, não é que eu não queira fazer, eu nunca fiz, só tive ele de homem, e eu também nunca gozei. Ele ao inveis de buscar entender só me critica, nunca faz nada para melhorar, apenas cobra.

E nessa alternância de choro e desabafo eu ia ouvindo silenciosamente todas suas lamentações e angustias. Até que em determinado momento, ela perguntou se as roupas já davam para vestir, e eu falei que se quisesse poderia mais ainda estavam muito molhadas. Então ela perguntou se teríamos que passar a noite ali, como iriamos fazer.

Foi quando eu mostrei a água e as barras de cereais e ela começou a comer e beber. Depois decidimos ir tentar dormir, mais o frio estava intenso. Então deitamos um ao lado do outro, porém como o frio não cessava, ela falou: Antônio, posso te pedir uma coisa? Mas não vá me interpretar mal. Pode falar Regina. Ela me pediu para abraçar ela pois estava tremendo.

Então como ela estava de costas para mim, eu abracei, tentando manter certa distância, mas ela pediu para chegar mais perto. Quando dei por mim, estávamos agarrados de conchinha. Foi quando sinto a mão dela procurando a minha e levando aos seus seios.

Nesse momento, falei: vereadora desse jeito fica difícil resistir. Então ela disse: e quem disse que quero que você resista. A partir daquele momento, comecei a massagear seus peitos e beijar seu pescoço e logo ela começou a se entregar. Logo estava colocando as mais para trás em busca do meu pau.

Foi quando a virei de frente de nos beijamos ardentemente, com paixão e tesão. Depois comecei a descer pelo pescoço, ombros até chegar nos peitos e comecei a chupar um e outro e ela cada vez mais excitada, dizia que nunca sentira o que estava sentido, que chupasse mais ela.

Então desci pelo seu ventre até chegar a calcinha que estava duplamente molhada, tanto pela chuva como pela excitação. Comecei a passar o dedo pelo clitóris em uma massagem delicada de constante, até ela pedir para tirar a calcinha, que fiz com minha boca.

Após está completamente nua, abriu as pernas e disse: Hoje quero ser sua por inteiro, quero que você me leve onde jamais pude estar. Comecei a chupar sua vagina de cima a baixo em movimentos circulares, ao mesmo tempo chegava em seu cuzinho que se contraia, mas não recusava o contato.

Nesse movimento de alternância entre chupadas de dedadas ela atingiu seu primeiro orgasmo de forma intensa, seu corpo se contraia e arqueava, sua respiração acelerou e em seguida relaxou. Quando tornou perguntou o que tinha sido aquilo, e falei seu mais puro e belo orgasmo.

Passei a beijá-la como mais paixão e tesão, e logo ela pediu para tirar minha cueca e penetrá-la, perguntei se ela tinha certeza, quando ela falou que naquele instante ela não tinha certeza de nada, tinha apenas vontade de se sentir mulher e amada, então falei que não tinha preservativo, e que poderia ser perigoso. Então decidida, ela falou que não importava o perigo, mas queria aquele momento.

Com isso posicionei meu pau babado em sua bucetinha e comecei a introduzir, era muito apertada, e ela gemia docemente, quando estava todo dentro, comecei a movimentar e ela pedir para ir mais rápido e em pouco tempo ela arqueou o corpo e gozou novamente, mas não parei e continuei a penetração e pediu para que eu fizesse com ela de quatro, quando ela se posicionou eu fui a loucura com aquela bundinha perfeita.

Então passei a chupá-la novamente e em seguida penetrei com intensidade, segurava a sua cintura e puxava contra a minha, depois segurava seu pescoço e apertava, fazendo ela ter novo orgasmo, eu já não aguentava mais, quando disse vou gozar, ela rapidamente saiu da posição e abocanhou meu pau, chegando a machucar.

Foi quando os primeiros jatos de esperma atingiram sua boca e ela passou a engasgar, e recebendo os últimos jatos no rosto. Dali exausto, deitei um pouco e ela deitou sobre o meu peito, como cumplices de um mesmo ato. Mas, sempre pedindo o sigilo e a cumplicidade.

Cochilamos pouco mais de uma hora, quando sinto ela novamente chupando meu pau, com certa dificuldade pela inexperiência, mas comecei a orientá-la e logo começou a proporcionar prazer, quando ela viu que estava bem molhado ela olhou para mim e disse: quero atrás, quero que você seja o primeiro a explorar esse prazer comigo, mas vá com carinho e paciência.

Naquele momento, meu pau ficou mais duro e meu coração bateu mais forte, então posicionei ele de quatro e comecei a chupar ela, principalmente seu cuzinho, e aos poucos fui colocando um dedo e depois o outro quando percebi que ela não reclamava, a posicionei de ladinho e comecei a massagear sua bucetinha com uma mão e com a outra e posicionando na entrada de seu cuzinho.

Pouco a pouco ia penetrando, dando tempo para se acostumar antes de seguir, com pouco tempo já consegui penetrá-la com mais intensidade. Foi aí que coloquei ela de quatro novamente de comecei a comer seu cuzinho com mais intensidade, mas mantendo sempre sua bucetinha estimulada, em pouco tempo ela gozava novamente e eu seguia seu ritmo enchendo seu cuzinho.

Após esse segundo momento, deitamos lado a lado, e ela olhou para mim e disse obrigado por me fazer sentir tudo isso, mas ao sairmos daqui ninguém pode saber do ocorrido, para todos os efeitos passamos a noite dentro do carro.

Quando o dia amanheceu, levantamos e pude ver a perfeição de seu corpo nu, nenhum dos dois encarava o ocorrido como o início de uma história romântica. Pelo contrário. Ambos compreendiam que aquela situação teria ocorrido, apesar de consciente, sob circunstâncias excepcionais: o choque da traição, a curiosidade, a carência e a tempestade. Logo estávamos de volta a realidade e organizamos tudo, tiramos algumas fotos para mostrar que não existiam obras e seguimos para a Cidade.

Chegando a casa dela, ela mais uma vez pediu sigilo. Tão logo foi possível carregar meu celular, verifico uma quantidade de chamadas e mensagens, mas não dou atenção. Quando foi as 11:00hs recebo a mensagem no grupo sobre uma reunião na casa do Caio sem a presença de Adriana, sem pauta definida.

Achei muito estranho, mas certamente deveria tratar de algo muito particular, e como Adriana logo iria sair da equipe não fazia sentido participar. Contudo, o tema era outro bem mais interessante que contarei no próximo capítulo, onde as primeiras consequências chegaram.

CONTINUA...

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDÊNCIA,

FICA DE PRONTO, PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE MATERIAL, EM QUALQUER MEIO, SEM A DEVIDA E EXPRESSA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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