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CU, TRANQUILIDADE E PAZ

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Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 703 palavras
Data: 17/07/2026 10:39:59

Não gosto de viajar. De avião muito menos. Voar me causa uma ansiedade tremenda, sinto-me desconfortável uma semana antes, e essa sensação vai aumentando, à medida que chega a data. Na véspera, estou insustentável. No dia, fico a ponto de correr doido – só não desisto da viagem porque sou adulto, porque tenho um compromisso a cumprir, e porque já comprei a passagem.

Acordei às cinco da manhã, com a mala pronta desde o dia anterior. Tomei meticuloso banho, buscando me acalmar nos jatos quentes d’água no corpo. Detalhe: o voo apenas seria às onze horas da manhã. Às cinco e meia fui ao quarto e lá estava Eduardo, meu namorado, meu companheiro, meu tesão, meu tranquilizador. Dormia a sono solto, nu como a natureza o fez e como ele costuma dormir. A bunda morena e redonda como um jovem de trinta anos tem o direito de ter preenchia o espaço com sua beleza e sensualidade.

Eduardo era a única possibilidade de me acalmar. Os hormônios começaram a circular no meu corpo, agitando meu sangue, provocando prazerosos choques; minha rola endurecia aos poucos mas com objetividade, chegando ao máximo nível e palpitando. A respiração pausada e tranquila de Edu cadenciava seu corpo descoberto.

Abaixei-me silenciosamente, ao lado da cama, passei a cheirar sua pele sem tocar o nariz. Suas costas, cujos pelinhos se arrepiaram; sua rola enrijecendo sob seu corpo, voltada para trás, apenas aparecendo a cabeça brilhante; suas nádegas, igualmente arrepiando-se; afastei-as delicadamente e enfiei meu nariz no seu cuzinho depilado, sentindo o aprazível aroma de uma rabo limpo e dormido.

Estirei a língua e a ponta tocou a cabeça da rola, entre as pernas, foi subindo e chegou às beiradas rugosas de seu cu. Seu corpo remexeu-se, seu quadril rebolou, sua garganta gemeu sem que a boca se abrisse. Passei a massagear sua caverna com a língua e os movimentos sensuais foram se avolumando, os gemidos também... Suas ancas arquearam e seu cu se abria mais e mais para minha língua e meus dedos, que entravam junto.

Minha rola estava rocha. Levei-a à entrada do cu do meu namorado e a cabeça passou a roçar na boca da caverna do prazer. Lancei mão do lubrificante, sobre o criado mudo, untei meu pau e o retornei ao buraquinho, que, a essa altura, piscava. A cabeça lambuzada parou um pouco, minha rola fazendo-se ainda mais rígida e, pressionada, foi entrando carinhosamente e sumindo-se naquele poço interminável de luxúria.

Eu sentia as ranhuras das paredes de seu cu se abrindo para minha passagem. Edu resmungava e rebolava como uma vadia, mastigando meu pau. Eu nem pressionava muito, deixava tudo ao sabor dos movimentos de nossos corpos. Meu corpo todo colado em suas costas, minha boca ao lado de seu ouvido, murmurava, com a voz embargada de tesão:

– Ah, meu amado... Como seu cuzinho lindo me acalma! Que delícia entrar em você! Você é meu tesão maior, Du!

A sua voz, misturada à fronha do travesseiro, também saía grave e trêmula:

– Cláudio, meu gostoso... Adoro sua pica! Me fode com gosto, vai! Quero te sentir inteiro dentro de mim... Isso, meu amado!

Claro que essas palavras não eram ditas assim, arrumadinhas, nítidas, cada um de nós utilizando seu próprio turno. Antes, eram gemidas aos borbotões, algumas incompreensíveis, umas por cima das outras, entrecortadas pelos movimentos de nossos corpos. Sua pica, grossa babava e roçava no cetim da colcha sobre o qual Edu estava deitado. Eu o comia com a delicadeza e a ânsia que marcavam nossas fodas matinais.

Em pouco, ouvi-o gemer mais forte e sua rola lançou o primeiro jato de sêmen na cama, seguido de outros tantos. Também não mais segurei e explodi meu prazer dentro de seu cu, aquele cu que tinha o estranho poder de me trazer, além daquele prazer intenso, uma paz e uma tranquilidade como nada mais no mundo conseguia fazê-lo. Eu rugia em seu ouvido enquanto me derramava dentro de meu namorado, meu companheiro.

Gozados os dois, respirações ofegando, eu descansava sobre o corpo do meu amado, partilhando as batidas do coração, o calor de nosso gozo, a paz do nosso depois. E o restante das horas até o avião decolar foram da mais plena tranquilidade e paz.

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