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Uma jovem na fornalha do diabo

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Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Grupal
Contém 2584 palavras
Data: 02/07/2026 12:09:34

Uma jovem na fornalha do diabo

Conto n.º 229 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Sequestro, cativeiro, sadismo, sexo, grupal, vaginal, anal, oral, escravidão sexual.

***

Alice, uma jovem universitária do primeiro semestre de odontologia, sai do campus da Federal, caminhando para a estação do metrô, há pouco mais de mil metros. Alice é uma belíssima loira de olhos azuis e corpo escultural, com apenas dezoito anos, completados há dez dias. Está falando no celular com Katia, sua melhor amiga e confidente, parece estar bastante ansiosa e nervosa e a razão é por dois motivos. Estar a mentir para seus pais, dizendo que iria dormir na casa de Katia, mas a realidade, é outra. Alice iria, pela primeira vez dar um passo que poderia mudar seu modo de ser para sempre.

Vamos relembrar o que levou Alice agir desta forma. Há seis dias, no último sábado, ela estava no Shopping Central sul, passeando pelos amplos corredores, olhando as bem ornamentadas vitrines, fazendo tempo para assistir a um filme romântico de muito sucesso. Quando foi abordada por um homem bem-vestido, em um terno escuro, aparentando estar na casa dos cinquenta e poucos anos. Tem Cabelos embranquecidos e fala macia.

— Com licença, senhorita. Posso conversar com você por uns minutos?

Alice, prontamente, respondeu:

— O senhor está equivocado, não sou garota de programas.

— Sei disso, senhorita. Há muito tempo estou a observando e a vi recusar abordagem de homens. Meus motivos são outros.

— Que motivos são estes, senhor?

— Tenho temor de a ofender. Mas garanto que minhas intenções são sinceras.

— Pode falar, garanto que não vou me ofender.

— Se é assim, vou dizer. E o seguinte, como disse, há muito tempo a observo, senhorita, e reparei em toda sua enorme beleza e elegância e fiquei encantado por você, de tal modo que me atrevo a solicitar que sejamos mais próximos, para nos conhecermos melhor.

— O Quê!!! Que coisa mais absurda! Tenho 18 anos e o senhor deve ter mais de 50.

— Tenho 52 anos e meu nome é Rodrigues santeiro.

— Meu pai tem 36, o senhor poderia ser meu avô. Pois fiz 18 anos na semana passada, e meu nome é Alice, senhor.

— Alice, que bonito nome! Sei da diferença de idade. Por esta razão é que lhe faço uma proposta. Se aceitares ser minha namorada, apenas por um tempo a ser estipulado, eu a reembolsarei regiamente.

— Por todos os santos! Quer me pagar, para ser sua… sua… namorada. Pensas que sou uma vadia que se compra por dinheiro?

— Não é nada disso, meus motivos são outros. A verdade é que quero fazer inveja há alguns dos meus amigos.

— Está maluco? Nem por 10 mil, aceitaria fazer esse papel!

— Alice, eu pago R$ 30 mil. 15 agora e o restante após a apresentar aos meus amigos, quero que eles morram de inveja.

— Ninguém tem tanto dinheiro assim. O senhor está é tirando sarro da minha cara!

— Eu ganho aproximadamente R$ 50 mil a cada hora, somente com os rendimentos das minhas aplicações financeiras, parecendo muito para você, para mim, não é nada.

— Alice, solicito que me forneça seu PIX para que eu possa transferir este valor para sua conta.

— Até parece! Meu PIX é xxxxx, e outra coisa, se ganhas R$ 50 mil por hora, então me transfira esse valor. Só vendo para acreditar nessa palhaçada! Adeus, senhor, vá procurar outra otária.

Alice, num misto de raiva e indignação, se afasta do homem e sentada em um banco, espera a hora para assistir o seu sonhado filme romântico. Abre o aplicativo o para o ingresso sem necessitar entrar em nenhuma fila. É quando escuta o alerta de seu banco, de movimentação atípica em sua conta.

Preocupada, com a possibilidade que tivessem hackeado a mesada de R$ 150,00 que seu pai depositou para ela. No entanto, quando pesquisou sua conta bancária, seu coração quase saiu pela boca.

— Puta merda!!! Tenho R$ 25 mil creditado!!!!

— Quem!!! Quem fez isso? Quem… Meu Deus! Foi aquele velhote!!! Então ele estava falando a verdade!

Quando ela levantou os olhos de seu celular. Viu em pé a sua frente, o senhor e ele falou:

— Então temos um acordo, Alice? Os outros 25, só depositarei após a exibir para os meus amigos e os deixar loucos de inveja. Imagine um coroa como eu com uma namorada novinha e linda!

— Mais é só isso, não tenho de fazer nada?

— Sim, é como falei, a apresento e ficamos conversando, bebendo uns drinks e damos o fora e eu a trarei de volta a este shopping.

— Mais tem de ser no máximo até as 18:00 por ser a hora do filme terminar, por será isso que direi lá em casa.

— Concordo, minha jovem… namoradinha. Neste sábado, estarei a sua espera, neste banco. Às 9:30.

Estarei aqui, senhor Rodrigues.

******

Alice, quando voltou para casa, no seu quarto, ficou pensando em como evitar que seus pais descobrissem, a quantia que tinha em sua conta. Está bastante nervosa, com vontade de devolver o dinheiro para o homem.

Mas pensava em não fazer isso, que ela estava botando uma fortuna no lixo. Seu pai, recebia um salário de oito mil e ela estava com quase três este valor. Talvez pudesse pagar algumas faturas, sem que ele descobrisse que foi ela. Finalmente Alice assentiu. Foi o que disse para sua consciência.

Alice, chegou adiantada, uns 30 minutos, para o encontro agendado com o senhor Rodrigues. Seu coração parecia sair pela boca e ela suava por todos os poros, mesmo com o ar-condicionado do shopping. Sentada em um banco do primeiro piso, à espera de Rodrigues, um idoso de 52 anos. Pensava em esconder de seus pais o extrato de sua conta e, para não dar moleza disse que passaria o dia no shopping, mesmo com relutância de sua mãe,

Rodrigues foi pontual, chegou exatamente as 9:00. e quando subiu a escada do estacionamento, logo a viu sentada no banco em frente. Rapidamente se aproximou e ficou em pé, a sua frente.

— Alice, não posso apresentá-la aos meus amigos, vestida tão simples assim. Eles não vão acreditar que és minha garota. Venha, vamos subir para o terceiro pavimento, eu já sei o vestido que vais usar.

— como é, você já tinha escolhido o vestido?

— sim, o vestido e o sapato.

Alice está tão nervosa que não o questionou em mais nada.

A loja que entraram é mais uma butique de luxo, onde só em respirar o ar de lá, você já está pagando. Rodrigues conhecia as atendentes, sendo recebido com gentileza, com dentes amostra pelas três moças.

No provador, quando colocou o vestido, com auxílio de uma das garotas. Ficou assustada e envergonhada com o que viu no grande espelho, o vestido preto, tem um decote em V que vai até perto do seu umbigo e a bainha, dois palmos acima dos joelhos, deixando suas coxas totalmente amostras e, além disso, o vestido é muito justo ao corpo. A atendente falou ser assim mesmo, que aquele modelo dispensava roupas de baixo, para não deixar vínculos indesejados no vestido.

— Rodrigues, eu não vou sair daqui vestida assim, todo mundo vai ficar me olhando.

Tens razão, você vai mudar de roupa em outro local. Agora vamos ver o sapato. Mas tarde no estacionamento subterrâneo do shopping, Rodrigues a levou até um carro de luxo de quatro portas, que deixou Alice de boca aberta.

Colocaram as caixas do vestido e do sapato sobre o banco estofado atrás. Alice, cada vez mais ficava nervosa e seu nervosismo estourou, quando Rodrigues a conduziu para um apartamento, dizendo ser lá que ela iria se vestir.

Ao entrar no luxuoso ambiente, tão diferente de sua própria casa, Alice teve uma crise de choro, arrependida de ter aceitado aquela proposta. Estava acreditando que caíra numa armadilha e que Rodrigues a estupraria naquele local, que se vendera por dinheiro.

Ele lutou para lhe dizer que esta não é sua intenção e a ida ao apartamento é somente para que trocasse de roupas, mas Alice não parava de chorar, dizendo que desistia de tudo, que iria devolver o dinheiro e que queria ir para casa. Nada a convencia.

Rodrigues, naquela altura, não podia permitir que Alice desistisse. Pois ele já tinha confirmado o encontro com os seis amigos, lá no sítio e todos eles já estavam se deslocando, saindo de suas bases em suas cidades.

Cancelar o fim de semana não era mais possível. Tinha de a convencer de desistir do acordado. Entretanto, a jovem não aceitava nenhum argumento, e aos prantos, repetia que a levasse para sua casa.

Foi aí que a paciência de Rodrigues se esgotou e ele resolveu partir para a ignorância. De sua pasta, retirou um vidrinho, que contia um líquido incolor e se dirigiu para a cozinha, dizendo que iria preparar um chá, para a acalmar.

Alice ficou sentada no sofá da sala, chorando como se fosse um bebezinho. Na cozinha Rodrigues preparou o chá e o serviu numa xícara de porcelana, e pingou 5 gotas da droga, o suficiente para dopar um adulto, por algumas horas.

***

Dez minutos depois, com ela totalmente apagada, pegou Alice no colo e a levou para a suíte principal e a deitou atravessada na cama. Com a maior calma do mundo, a despiu e por um par de minutos ficou apreciando o belíssimo corpo nu da jovem. Olhou com atenção especial sua boceta, totalmente despida de pelos e não era por depilação. Ele a apalpou, alisou e não viu nenhum sinal de raiz de pelos, Alice não tinha pelos naturalmente.

Além disso, seus grandes lábios são perfeitos, cor de carne, bem unidos. Rodrigues não resistiu, os afastou com os dedos e ficou fascinado. O interior de sua boceta, sem uma única pele de sobra, tudo na mesma cor, ligeiramente umedecidos. A Excitação e a curiosidade o levou a verificar algo; manteve separados os lábios e utilizou o dedo indicador para o inserir, na vagina da jovem.

— Puta merda!!! Como pode se isso? Ela é virgem! Uma moça gostosa, com 18 anos, isso é coisa rara atualmente. Os meus amigos vão ficar de boca aberta ao descobrirem o presente que estou levando para a gula deles.

Olha o relógio e vê que ainda pode ficar com Alice, por mais algumas horas antes de a levar para o sítio. O efeito da droga vai sumindo lentamente e aproximadamente em 6 horas desaparece por completo, sem deixar sequelas. Sei disso porque eu e os meus parceiros já utilizamos esta droga em muitas outras jovens.

Agora vou examinar este corpinho maravilhoso, mas não vou tirar o cabaço, quero a levar virgem para o pessoal. Vão ficar loucos com a novidade, mas isso não impede que eu utilize a boca e a língua nessa florzinha, não é mesmo? Sendo virgem acho que nunca experimentou um boquete e, além disso, cu não tem hímen.

***

Rodrigues, fica nu, separa bastante as Coxas roliças e macias de Alice e com enorme tesão, começa a chupar a boceta virgem da garota.

Após duas dezenas de minutos, com o rosto todo melado, ele escorrega sobre o corpo dela, sempre a chupando e lambendo, deixando um rastro

de salivas e manchas vermelhas de seus chupões em seu ventre. fora de si, explodindo de excitação. Morde os seios e mamilos da bela jovem sobe mais e a beija, dando leves mordidas em seus lábios e língua. Enquanto isso, entre as coxas macias, a cabeça do pau escorrega sobre a boceta da maravilhosa bonequinha.

Com o desejo explodindo, no último minuto, tem lembrança que quer a levar virgem para seus amigos, então decide a foder pelo cu, a vira de costas, esmaga suas carnudas nádegas e a separas, expondo seu orifício anal. Dá duas cusparadas e com a mão direciona a cabeça do pau e com um grunhido de prazer vai penetrando o cu de Alice, enquanto a envolve com as mãos os seios macios.

Após meia dúzia de bombadas, deixa sua porra nas suas entranhas. Mas não se retira, fica deitado por cima do corpo macio, se recuperando do tanto de adrenalina que sentiu, com a beleza de uma ninfetinha inocente, à sua disposição.

— Puta que pariu… O dinheiro que faturamos vendendo estas garotas para os nossos clientes do mundo afora, não se compara ao prazer que esta joia está me proporcionando. Esta aqui é a mais gostosa de todas que consegui.

Rodrigues, depois de quase dormir em cima do corpo de Alice, decide se fartar chupando sua boceta novamente. Se posiciona entre suas coxas e fica um tempão, como um lobo faminto, lambendo e chupando a boceta da inconsciente jovem.

*** *** ***

Alice não sente o seu corpo, parece que está totalmente imobilizada. Não consegue mover nenhum músculo. Será que estou morta? O que aconteceu comigo? Mas… mas penso, continuo viva, sei disso. Tenho de me concentrar, tenho de despertar… estou é sonhando. Tenho de acordar.

“Sim…, sim, estou conseguindo! Sinto, sinto… sinto, isso. MEU DEUS!!! Sinto que… que alguém, alguém… um homem, está com a boca na minha boceta!!! Sim, é isso… é… é o velhote, é o homem… Rodrigues. Como pode, como pode. Sim, é isso, eu estou na casa dele e… ele me drogou, o filho de uma puta!

Alice está saindo de sua sedação antes do tempo esperado, sentindo Rodrigues a chupando e agora se debatia para escapar. Entretanto, ele sabendo que ela estava acordando, não a deixaria se livrar. Ela é pequena e ele grande e muito mais forte.

A prende na cama com tiras do seu vestido, depois foi preparar mais drogas, mas estas tinham efeito muito mais perverso que a anterior, pois não a faria apenas dormir, mas a deixaria “lerda”, ou seja acordada, mas incapaz de mover qualquer músculo de seu corpo, ou seja, podia sentir, mas não reagir. Esta droga é injetável e Rodrigues levou quase vinte minutos para ter a porção pronta e Alice chora e geme de dor, com a agulha injetando em seu sistema nervoso central, água que fervem a mais de 100 graus. Algum tempo depois, ela se sente incapaz de reagir aos abusos sexuais que está sendo vítima, isso apesar de sentir extremo prazer com ele a chupando e a fodendo pelo cu e pela vagina.

***

Sente que é conduzida dentro de um saco de lona trancada no porta-malas, do carro de Rodrigues. É levada no colo dele, para uma sala e, lá percebe que muitos homens abusam sexualmente dela. Tudo volta a ficar escuro de novo e só muito tempo depois se dá conta que está deitada, numa enorme cama e um homem gordo como uma porca prenha, entra no quarto, ele é negro como carvão e fala num idioma que ela não entender nada.

***

Alice, ignora, mas ela foi “vendida” por negociantes de mulheres para fins sexuais, para um ditador negro, de um país da África Central, onde por três anos se tornou a escrava sexual favorita, do seu harém, até ele foi deposto por rebeldes, apoiados por tropas das Nações Unidas e só então pode ser repatriada.

***

Mas a jovem que chegou à casa de seus pais, não era a mesma jovem de 18 anos, agora, próxima de completar 21, Alice é uma mulher arredia, que quase não fala, não cultiva amizades. Sua única atividade, contrariando seus pais, é passear pelos shoppings da cidade, três a quatro vezes por semana, onde é uma ativa “garota de programas”.

FIM

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