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Comendo a putinha da escola

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Um conto erótico de Nightwolff
Categoria: Heterossexual
Contém 1935 palavras
Data: 17/07/2026 09:12:49
Assuntos: Heterossexual

Reparava uma coisa na época de escola: enquanto se estava solteiro, nenhuma menina demonstrava ter interesse por você. Porém, bastava começar a namorar ou ficar com uma garota, para que outras começassem a dar em cima de você.

Eu comecei a namorar com Flávia no final do ensino fundamental. E até então nunca tinha sequer beijado outra menina. Mantivemos o namoro durante todo o ensino médio e nessa época percebia que algumas meninas se aproximavam de mim de maneira diferente da habitual. Deve ser a tal da rivalidade feminina.

Fato é que até ter minha primeira experiência homossexual, nunca havia traído minha namorada. Mas a partir daí, essa sensação de prazer misturada a adrenalina me fazia aceitar e buscar por outras vivências no sexo. E foi numa dessas experiências que acontece o relato que segue.

Era uma semana em que teríamos feriado na quinta-feira. Logo, na sexta também não haveria aula. No início da semana, poucos alunos na escola. Flávia não iria às aulas essa semana porque iria viajar com a família aproveitando o feriado. Eu estava no intervalo quando uma menina que tinha fama de ser a "putinha da escola" sentou-se ao meu lado no refeitorio e puxou conversa. Emilly era o nome dela. Morena dos cabelos pretos e dona de um corpo que chamava atenção, ela era visada pelos meninos. Principalmente pelas roupas que usava. Nada obsceno, porém, sensual da forma como fazia. Calças baixas, com rasgos nas pernas (comum na época), camisetas coladas e que muitas vezes mostrava sua barriga com um chamativo piercing no umbigo. Por mais que tivesse a fama de "rodada", era o sonho de consumo de muitos meninos ali. A ela também eram atribuídos o fim conturbado de três relacionamentos entre alunos do ensino médio. Em resumo: era uma diaba.

Sentou-se ao meu lado e puxou conversa. Nunca havíamos conversado. Não éramos da mesma turma. Acabei dando corda. Não demorou nada a tocar no nome da minha namorada. Perguntou se ela tinha faltado, a quanto tempo estávamos juntos, se já tínhamos transado. Como se pode ver, ela era bastante direta. Fui dando papo, mas tomando os devidos cuidados para não chamar a atenção dos meus colegas e principalmente das amigas da Flávia.

A medida que a conversa avançava, ela tomava mais liberdade. Perguntava se a Flávia me chupava, se já tínhamos feito anal e até sobre o tamanho do meu pau. Eu disse a ela que conhecia sua fama e que ela já havia sido o motivo do término de outros casais, e que eu não queria que o meu relacionamento terminasse. Ela com um sorriso bem debochado disse que também não queria. Eu sorri de volta.

Nesse momento ela levou a mão por baixo da mesa no meu pau que a essa altura já dava sinal de vida. Ela sorriu e disse que "não era de se jogar fora". Depois dessa frase resolvi provocar devolvendo um "você também não".

Ela então perguntou se eu não queria ir a casa dela depois da aula. Morava só com a mãe que trabalhava fora e o irmão mais novo que estudava a tarde. Aceitei, claro.

Combinamos por volta das 14h. Segundo ela, a mãe só voltaria perto das 19h e ela sairia para buscar o irmão na escola as 17h. Então teríamos 3 horas para aproveitarmos.

Cheguei no horário combinado e ela me recebeu com um top branco daquele tipo faixa que só cobre os seios e um shortinho folgado. Ela estava um tesão. Me recebeu com um selinho, o que me deixou ainda mais excitado. Entrei e assim que ela fechou a porta já levei a mão aos seus seios que cobertos por aquele top já me deixava maluco. Puxei o top pata baixo e tive a visão daqueles seios lindos. Sua pele morena contrastava com os mamilos marrom bem escuros. Eram grandes. Não exagerados. Perfeitos, eu diria. Ela sorriu e me chamou de safado. Não pensei duas vezes e cai de boca. Chupava hora um, hora o outro. Mordia os bicos e passava a língua em rosa sua extensão enquanto ela gemia e passava a mão no meu cabelo.

Larguei por um instante dos seus seios para lhe beijar. Um beijo de muito tesão. Nossas línguas se entrelaçavam e iam fundo na boca um do outro. Ela se afastou por um instante e disse que nunca imaginou que eu fosse tão safado. Respondi dizendo que ela ainda não tinha visto nada.

Tirei minha camiseta e a bermuda já evidenciava meu pau duro. Ela então me levou para o seu quarto (que nem porta tinha), me empurrou na cama, tirando minha bermuda e a cueca, liberando assim o meu pau. Já foi logo caindo de boca. A chupada dessa menina era uma loucura. Lambia do saco até a cabeça e engolia ele todo. Colocava tudo na boca e depois soltava, deixando ele todo babado. Quando ela se colocava a lamber o meu saco, era uma sensação maravilhosa. Eu gemia de tanto tesão. Ela passava a língua por toda a extensão do meu saco e descia até a "costura" que separa o saco e o cu. Cada vez que ela passava a língua ali eu delirava. E a safada percebeu. Começou então a dar uma atenção especial aquela região. Vez ou outra deslizando a língua bem perto do meu cuzinho. Ficou brincando ali por um tempo até que finalmente escorregou a língua até meu cu. Não tive como disfarçar e estremeci gemendo de maneira mais exagerada. Ela sorriu e perguntou se eu gostava. Só respondi que estava uma delícia. Foi a senha para que ela passasse a lamber meu cu com força. Fui ao delírio com isso.

Não aguentando mais, a puxei é dei um beijo de tirar o fôlego. Era minha vez de provar do sexo dela. A deitei, puxei o short para baixo e vi uma bocetinha linda. Toda depilada e com os lábios um pouco salientes. Estava toda molhada. Passei a língua nela toda enquanto Emilly esticava o corpo e soltava um gemido gostoso. Passei então a chupar aquela boceta como se fosse a última do mundo. Parecia que eu queria engolir aquela bocetinha. Chupei por longos minutos até que ela começo a pedir que eu a comesse. Era um tesão ouvir aquela menina implorar pelo meu pau.

Nessa mesa posição me ergui e encostei o pau na sua boceta. Ela pedia para meter. Coloquei a cabecinha na entrada e fiquei provocando. Ela jogava o corpo para frente para tentar a penetração. Eu recuava para seguir provocando. Até que em um único movimento cravei meu pau nela que deu um gemido que mais parecia um grito de alívio. Comecei então a estocar rápido e forte. A buceta dela era macia e quente. Estaca muito molhada. O pau deslizava gostoso. Ver os seios dela balançando a cada socada e a carinha de tesão que ela fazia me deixava completamente louco. Metia feito um animal.

Senti o gozo se aproximando e perguntei onde ela queria meu leite. Disse que era pra gozar em sua boca. Dei mais umas metidas e tirei o pau, levando até o seu rosto. Duas ou três punhetadas e jorrei muito leite na boquinha dela. Era tanta porra que lambuzou boa parte do seu rosto. E como ela ficava linda assim toda gozada. Não pensei duas vezes: lhe dei um beijo daqueles. Ela se surpreendeu. Quando terminamos o beijo ela disse que não era comum homem beijar a boca depois de uma gozada. Que eram cheios de frescura. Mas que tinha adorado minha atitude.

Me pegou pela mão e me levou até o banheiro. Abriu o chuveiro e vendo que meu pau ainda estava duro e que escorria porra, ajoelhou-se e voltou a mamar. Se deliciava com o restinho de leite que ainda escorria pela cabeça. Depois de deixar meu pau limpinho, levantou-se e voltamos a nos beijar enquanto a água do chuveiro caia sobre nossos corpos. Sai do box e disse que ia fazer xixi. A putinha me segurou pelo braço e disse pra fazer ali mesmo. Voltou a se ajoelhar e entendi o que queria. Me posicionei a sua frente e segurei meu pau na altura dos seus seios. Mijei muito naquela menina safada. Nos seus seios, sua barriga, até em seu rosto. Já havia visto isso em filmes e confesso que me dava certo tesão. Quando terminei era se levantou e me beijou novamente. Me segurou pelos ombros me empurrando para baixo e disse que agora era sua vez. Me abaixei sorrindo. Ela apoiou a perna direita na parede do box e puxou minha cabeça para o meio das suas pernas, me pedindo para chupa-la. Comecei a chupar e logo senti as primeiras gotas invadirem minha boca. Em seguida ela despejou todo seu mijo na minha boca. E eu continuava a chupar. Parecia estar possuído. Sentia o corpo dela vibrar enquanto mijava feito uma vaca.

Quando percebi que ela havia terminado, me levantei, a coloquei contra a parede e meti novamente naquela bucetinha deliciosa. Meti com muita força e dava tapas em sua bunda. Ela era realmente a putinha que todos falavam, só não imaginava que fosse tão gostosa. Meti mais um pouco e disse que iria gozar dentro dela. Num primeiro momento, falou que não. Mas disse que iria gozar dentro sim. Meter e ouvir ela dizendo não com a voz toda manhosa foi o auge do tesão para mim. Cravei meu pau e despejei toda minha porra dentro dela. Ainda com a voz manhosa, me chamou de louco. Eu disse que com uma buceta gostosa daquelas, não tinha como resistir.

Terminamos o banho e voltamos para o quarto dela. Dessa vez ela veio por cima, encaixado meu pau em sua buceta e soltando o corpo devagar. Quando sentiu tudo dentro, começou a se movimentar. Cavalgava gostoso. Enquanto ela cavalgava, eu apalpava seus seios. Apertava, puxava os mamilos, dava tapas. Eram deliciosos. Ela começou a se masturbar enquanto cavalgava. Que cena linda, meus amigos. Em pouco tempo ela anunciou o orgasmo. Pude sentir ela estremecer e ouvi ela gritar. Que momento gostoso. Ela amoleceu em cima de mim. Nesse momento a deitei é fui por cima encaixando o pau em sua buceta que estava ainda mais melada. Deslizei o pau para dentro e passei a meter devagar para curtir aquela sensação incrível. Aos poucos fui aumentando o ritmo até gozar novamente dentro dela. Nos beijamos mais uma vez e ficamos alguns minutos trocando caricias na cama.

Ela disse que ia querer de novo qualquer dia. Disse que sempre que ela quisesse. Ela sorriu e perguntou da minha namorada. Falei que nada mudava e que assim como ela, a Flávia também era uma delícia. Ela brincou: "que tal nós três um dia?". Disse que seria um sonho. Mas não ia rolar. Rimos e ainda demos mais uns beijos. Aproveitei para mamar mais um pouco naqueles seios perfeitos.

Já era hora dela buscar o irmão na escola. Nos vestimos, demos mais uns beijos e fui embora. Chegando em casa, ainda encontrei com o Nelson na rua. Perguntou porque eu não tinha ido lá aquela tarde. Inventei que tinha trabalho pra fazer na casa de um colega. Ele pediu que eu fosse no dia seguinte, pois já estava sentindo falta do meu cuzinho. Disse que iria.

Estava me dando conta do tanto que eu estava me tornando um depravado. Homem ou mulher, pouco importava. O que eu queria mesmo era gozar.

Em breve volto com mais relatos. Avaliem e comentem para me incentivar a trazer mais relatos dessa época em que minha única preocupação na vida era ter e dar prazer aos meus parceiros!

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