Segunda vez com Carla
Na segunda vez que nos encontramos no hotel, Carla já não tinha mais vergonha. Entrou no quarto, tirou o vestido largo e ficou completamente nua, a barriga de seis meses protuberante e pesada, os seios enormes cheios de leite.
— Hoje eu quero tudo — disse ela, virando de costas e empinando a bunda. — Quero sentir você me arrombando o cuzinho.
Deixei ela de quatro na beira da cama, a barriga pendurada confortavelmente. Primeiro, lambi sua buceta inchada e molhada, enfiando a língua fundo enquanto esfregava o clitóris. Depois subi e passei a língua devagar no seu cuzinho rosado e apertado. Carla gemeu alto, empinando mais.
— Isso… lambe meu cu, prepara ele pra você.
Cuspi bastante e enfiei um dedo devagar no cuzinho virgem dela, depois dois, abrindo e girando enquanto ela rebolava contra minha mão. Quando senti que estava pronta, posicionei a cabeça grossa do pau na entrada estreita e empurrei devagar.
Carla soltou um gemido longo e rouco quando a cabeça passou pelo anel apertado. Centímetro por centímetro, fui metendo até enterrar todo o pau no cuzinho quente e apertadíssimo dela.
— Porra… tá tão fundo… — gemeu ela, a voz falhando.
Segurei seus quadris e comecei a foder seu cu com estocadas firmes e profundas. O cuzinho dela apertava meu pau como um punho quente. A cada metida, a barriga balançava e os peitos pesados pingavam leite nos lençóis. Carla estava fora de si:
— Me arromba o cu… mete mais forte… quero sentir esse pau rasgando minha bundinha grávida!
Aumentei o ritmo, metendo com força, as bolas batendo contra sua buceta encharcada. O cuzinho dela ia ficando mais macio e aberto a cada estocada. Depois de uns minutos, Carla gozou só com o cu sendo fodido, o corpo tremendo, a buceta esguichando no chão.
Virei ela de lado, uma perna levantada, e continuei metendo no cuzinho. Quando senti que ia gozar, enterrei até o talo e explodi dentro dela. Jatos grossos e quentes encheram seu intestino, tanto que quando tirei o pau devagar, o cuzinho piscou e um filete grosso de porra escorreu do buraco arrombado, escorrendo pela bunda e coxa.
Carla virou-se rapidamente, ainda ofegante, e abriu a boca.
— Goza mais… quero no rosto e na boca.
Fiquei de joelhos na frente dela. Ela segurava a barriga com uma mão e masturbava meu pau com a outra, ainda melado do cu dela. Gozei com força: o primeiro jato acertou direto na língua dela, o segundo e o terceiro cobriram seus lábios e queixo. Os seguintes pintaram suas bochechas, nariz e testa. Carla manteve a boca aberta, recebendo tudo, engolindo parte e deixando o resto escorrer pelo rosto e pingar nos seios enormes.
Quando terminei, seu rosto estava uma máscara brilhante de porra. Ela lambeu os lábios, sorrindo satisfeita, o cuzinho ainda piscando e vazando meu sêmen.
— Agora sim… tô completamente cheia e marcada — murmurou, passando os dedos no rosto e lambendo.