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A puta da minha ex - parte 12

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Um conto erótico de Kevin Dramel
Categoria: Grupal
Contém 2431 palavras
Data: 17/07/2026 06:19:34
Assuntos: Grupal

Cara, não consigo explicar bem o que rolou, mas daqui em diante é só o começo do fim, as próximas etapas vão falar exatamente como caminhamos para o término, de uma forma que eu não imaginava.

O fim de semana no chalé rolou, Luana foi para esse fim de semana do jeito que André havia mandado, com quase roupa nenhuma. Imaginava que seria uma despedida de solteiro do casal, porém descobri depois que a despedida de solteiro era apenas do André, e o prato principal era minha namorada. Na segunda feira ela foi até minha casa me contar como tudo rolou, e aqui foi quando tudo começou a ruir.

Luana:

Amor, o Dé me mandou não levar muita roupa, coloquei uns shorts e biquíni numa mochila e top, além de calcinhas e tal, levei pra casa dele e da vivi o que toda mulher leva, maquiagens e tudo mais… Coloquei um vestido de tule que eu tenho, que é bem colado, é aquele que eu uso no carnaval por ser transparente sabe? Enfim, fui até a casa deles e chegando lá só estava o André.

- Ei Dé, achei que vivi ia estar aqui pra irmos juntas - falei perguntando.

- Não vai não princesa, ela foi pra despedida dela e você vai comigo pra minha, inclusive, tu tá muito vestida, quero que você saia daqui igual a putinha que você é, auê mochila é essa? - disse o André me olhando com cara de safado.

- Uau, vão ser separadas? Quem mais vai com a gente ? E como você quer que eu me vista? Eu preciso de roupas pra suar lá ué kkk - eu disse rindo de nervosa.

- Hahahaha, vão sim, deixa eu ver, tira toda sua roupa e me mostra o que tu trouxe, quero deixar você bem puta.

Fiz o que ele mandou e ele foi ordenando o que eu deveria vestir, vesti primeiro aquele biquíni pretinho pequeno que você gosta, depois coloquei o vestido de tule com os cabelos soltos e uma havaiana branca, André pegou minhas coisas e separou só minha escova de dentes e disse que eu só precisaria daquilo que eu estava usando, o resto podia deixar em casa. Descemos do apartamento deles e entraram outras pessoas no elevador, fiquei de costas pro André e o elevador foi enchendo, então resolvi encostar a bunda no pau dele e já senti ele duro na minha bunda e comecei a ficar molhada.

Saímos na garagem e fomos até o carro dele, entramos e ele dirigiu até o chalé, coisa de uma horinha de viagem, quando chegamos, desci do carro e fui andando com ele, já tinham outros carros lá, quando entramos onde estava a sinuca e as outras coisas da casa, quando entremos demos de cara com um tio e o pai do André, um primo e um tio dele e um amigo do pai dele. Eu estava tímida, semi nua debaixo daquele vestido de tule, num lugar que só tinha homens e eu só conhecia o André. Aos poucos fomos conversando e eles acenderam uma churrasqueira e começaram a beber, André então me puxou pra perto dele e falou que queria um beijo, dava pra ver que ele já estava alto de bebida.

Ele foi me beijando e desamarrou a parte de cima do meu biquíni, olhei pra ele que me olhou com cara de safado e me mandou tirar, tirei por baixo do vestido de tule deixando meus peitos embaixo da transparência ainda, André continuou me beijando e começou a contar pros demais que eu tenho namorado, que não era uma garota de programa, mas que gostava de trair. Todos eles olharam surpresos e começaram a me fazer perguntas, tipo com quantos caras eu já tinha traído você, com quantos ao mesmo tempo eu já tinha transado, aos poucos foram fechando uma rodinha em volta de mim, mexendo no meu corpo, pegando nos meus peitos, pediram que eu mostrasse uma foto sua, mostrei no meu celular e o tio do André o Tião, pegou e ficou olhando, perguntei o que era e ele disse que queria gravar sua cara pra quando gozasse na minha boca, imaginar você me beijando com o gosto do pau dele.

O pai de André segurou com força nas minhas bochechas e me mandou pôr a língua pra fora, com o dedo do meio, ele encostou na ponta da minha língua e foi deslizando, ele disse que ia testar se eu aguentava fazer garganta profunda, eu quase ri e deixei ele ir enfiando o dedo dentro da minha boca até estar todo enterrado quase encostando na minha garganta, nessa hora ele mexeu o dedo e eu quase vomitei, por sorte não tinha comido nada e as lágrimas vieram nos meus olhos na hora. Eu ri e falei que engoliria qualquer piroca ali inteira, todos se olharam e André disse que eu era realmente boa nisso, então quase ao mesmo tempo, num sincronismo bizarro todos tiraram os paus das calças, todos negros, todos enormes, nesse momento entendi que eu não teria trégua o fim de semana inteiro, ia ser pauleira, literalmente.

Você sabe o que rolou amor, chupei o pau deles até enjoarem, eu me engasgava naquelas pirocas, nessa altura eu já estava peladinha, tinham pego minhas roupas e guardado, junto com meu celular, disseram que eu não iria precisar de mais nada além de pica. Foi o que eu ganhei, chupei todos individualmente por um bom tempo, eles não gozavam facilmente, mas fodiam minha boca, eu babava, lambia, chupava as bolas com pressão, queria deixar todos satisfeitos, o tio e o pai de André, os mais velhos, eles eram mais cruéis sabe? Malevolos, eles queriam me maltratar mesmo, me sufocavam enquanto eu chupava o pau deles, batiam com força no meu rosto, beliscavam meus peitos, eles tinham um jeito diferente de foder.

Depois de algumas horas de boquete, lá pela madrugada, André acabou gozando logo, bem como o primo dele, os mais novos, André acabou indo dormir e logo o primo foi também, me deixando com o Tião (tio do André) com o Vilson (Pai do André) e com o Ezequiel o amigo do pai dele. Como eu te falei amor, eles eram velhos e cruéis, o pai de André me deu o pau pra chupar e foi deslizando pra dentro da minha garganta, quando entalou, ele segurou meu queixo e forçou pra dentro enfiando até o talo, encostei meu nariz na púbis dele, então ele segurou minha nuca e tapou meu nariz com os dedos, eu não conseguia ter ar, não conseguia respirar, ele fez questão de segurar o máximo, comecei a ficar vermelha, roxa, rosa, até que soltou e eu tossi, quase vomitando no chão, em seguida ele puxou meu cabelo pra trás me dando um tapa na cara e voltou a enfiar fundo na minha garganta, os outros dois conversavam com ele, dizendo que eu era muito safada, que estavam impressionados com quanta rola eu aguentava, e começaram a se perguntar se eu aguentava no cu também, cheguei a arregalar os olhos quando eles me fizeram ficar de quatro num sofá, chupando o pau do pai do André.

Começaram a comer meu cu, sem piedade amor, eles só enfiavam com força, metiam muito, eu delirava de tão gostoso que estava, eles enfiaram o pau e tiravam todo, enfiavam de novo e tiravam de novo, o pai do André continuava me sufocando, ficamos assim até o Tião e o Ezequiel gozarem e irem dormir, mas o pai do André queria mais, ele queria maldade, pegou uns pregadores e prendeu no bico dos meus peitos, ele apertava fazendo me beliscar e doer, ele me puxou pro terreno, disse que queria me foder ao ar livre, me levou até a piscina fria, estava uma noite relativamente fria, era madrugada, a noite gelada, ele me fez entrar na água da piscina, depois veio novamente com os pregadores apertando o bico dos meus peitos duros e arrepiados pelo vento e pela água gelada.

Ele ficou pelado e me colocou deitada na plataforma na beira da piscina e me fez ficar com a cabeça meio que dentro da água, meus olhos ficavam fechados por que ficavam dentro da água, então ele começou a me foder a boca ali, a água batia no meu nariz e quase me afogava, em determinado momento, depois de usar minha boca como uma buceta, ele socou o pau inteiro na minha boca amor, e eu acabei ficando com o nariz grudado no saco babado dele, eu puxava pouco ar, não conseguia respirar direito, sei que tudo começou a rodar, e que de repente ele tirou o pau todo, comecei a tossir e tentei levantar mas ele não deixou, puxou minha cabeça pra trás pelos cabelos dizendo que não tinha terminado e voltou a meter de novo e fez a mesma coisa, dessa vez, me entreguei, não tentei lutar, fiquei ali até que senti ele gozando na minha garganta, sentia o pau dele pulsando, eu não me mexia amor, sabia que seria pior, eu não conseguia respirar e fiz de tudo pra aguentar até ele resolver me soltar, minha garganta acomodava o pau dele inteiro e eu sentia ele pulsando eu fazia ânsia de vômito o que apertava o pau dele na minha garganta, isso demorou uma eternidade, eu não sei quanto tempo mas pra mim demorou, demorou tanto que eu estava começando a ficar mole quase ele tirou o pau mole da minha boca e me mandou limpar tudo, eu arfava sem conseguir respirar direito enquanto lambia o pau dele, fomos andando pro chalé e entramos, peguei minha escova de dentes, escovei e fui dormir, estava mexida, algo quebrou em mim amor.

No dia seguinte, quando acordei, levantei peladinha e fui andando até a cozinha, não achei ninguém, nenhum recado, não sabia onde estava meu telefone e não tinha muito o que eu pudesse fazer nas minhas condições, então fiquei peladinha ali, deitada, pensando naquela loucura toda quando ouvi o barulho de um carro chegando, quando olhei pra fora vi André e o pai em um carro saltando dele com Pedro e Marcelo e no outro estava Ezequiel, Tião e Vilson.

Chegaram me chamando, desci como estava e os meninos riram, já me conhecem e me fizeram ajoelhar, disseram que ia ser um sábado longo pra mim, que eu iria ter que aguentar todas aquelas rolas até o dia seguinte, eu ri e disse que iria amar. Depois de chupar o pau de todos eles quando todos já estavam peladões, começaram a me foder, fizeram uma DP e eu só queria ser rasgada, eu me sentia feliz em ser fodida por todos eles, todos me comeram, fosse de 3 em 3, depois individualmente, mas era sempre com o pai do André que o bicho pegava, me maltratavam muito, me batiam muito, eu tô toda marcada de tanto tapa que eles me deram, à noite, todos já tinham ido dormir quando o Ezequiel, Vilson e Tião vieram até mim, no quarto separado que eu ficava sozinha.

Tião me acordou batendo o pau na minha cara e eu acordei e ri, abri a boca e ele colocou o pau na minha boca, em seguida, me puxou e me mandou ficar de joelhos ali fora da cama, então eles amarraram minhas mãos para trás com força, olha meus pulsos, isso era madrugada de sábado pra domingo e foi quando algo aconteceu. Depois de me amarrarem, me levaram peladinha pro meio do mato no chalé, amarraram meus pés separados e me colocaram totalmente indefesa e desprotegida ali e começaram a me foder ali mesmo, no meio do mato a noite, eu não tinha maos nem pés pra me defender, eles me sufocavam, eles enfiavam o pau inteiro na minha garganta e comiam meu cu, fizeram uma DP comigo enquanto eu rebolava em um o outro comia meu cu e o outro socava na minha boca, trocaram várias vezes e todos gozaram, até que por fim, só o pai do André ainda restou, os outros dois entraram.

Ele então pegou uma vela, disse que tinha reservado pra nós dois aquele momento, com a vela acesa, ele amarrou um pano na minha boca, e amor, ele derramava cera derretida nos meus peitos, derramou na minha barriga, em cima do meu mamilo e derramou até nos lábios da minha buceta amor, aquilo doía muito, eu não conseguia gritar, nem me desvencilhar daquilo, eu chorava de dor, ele vendo minhas feições tirou o que tampava minha boca, me levou até a piscina e me jogou amarrada lá dentro, ele amarrou minhas mãos aos meus pés, eu não conseguiria nadar, não conseguiria fazer nada, só afundei.

Amor, achei que iria me afogar quando ele me puxou pra fora, então ele voltou a me queimar e olhou nos meus olhos, me colocou de joelhos e disse que sabia quem era meu namorado, ele disse que conhece sua família, disse que de hoje em diante eu deveria ser a escravinha dele, que eu seria a puta dele, foi enfiando o pau na minha boca e ligou pro teu pai, ficou conversando com ele no viva voz, falando várias putarias amor e por fim, me filmou chupando pau dele, cortou meu rosto, não deixou aparecer, filmou só a boca e mandou pro seu pai em visualização única, seu pai falou várias putarias com ele e pediu um vídeo comendo meu cu, ele me jogou com a cara no chão e mandou o vídeo comendo meu cu pro seu pai amor, ele filmou enquanto me comia até gozar no meu cu e mostrou meu cu aberto no vídeo, seu pai viu tudo, depois desligou. Eu não sabia o que fazer e ele me disse que ninguém saberia de nada, desde que eu fosse a escrava dele, desde que eu fizesse tudo que ele mandasse, eu concordei, disse que tudo bem, faria tudo pra aquele segredo não sair dali.

———

Tião, ele era o sócio do meu velho na empresa de caminhões, meu pai e ele abriram a empresa anos atrás, quando eu ainda nem era nascido, meu chão caiu quando descobri que o Ezequiel que comeu ela era um dos motoristas do papai, eu sabia que eles eram sócios mas não tinha ligado o nome do pai do André a pessoa, o pai dele por anos foi distante, tivemos pouquíssimo contato e eu não era nem próximo de André. Aquilo podia dar muita merda ainda, principalmente por que agora, Luana estava nas mãos daquele puto e a coisa iria piorar muito, vocês nem imaginam o quanto.

Comente por favor se estão curtindo, o próximo será o ultimo…

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