O dia de trabalho estava normal até ela acenar na calçada. Era uma morena espetacular: decote generoso destacando o peito fartamente desenhado, uma calça justa que marcava uma bunda redonda e empinada, e um perfume doce que tomou conta do ar assim que ela se aproximou. Quando ela montou na garupa, o jogo começou de forma inevitável. Suas coxas pressionaram a minha cintura de imediato para ela se firmar no banco. Em vez de segurar na alça de metal da moto, ela passou os braços ao redor da minha cintura, colando o corpo quente contra as minhas costas.
Ela me contratou para fazer um "corre" de três ou quatro paradas pela cidade. No começo, tentei manter o profissionalismo de mototáxi: focado no trânsito, olhando apenas para a estrada. Mas ela tinha outros planos. A cada parada, enquanto esperávamos, ela puxava assunto pelo retrovisor, soltando pistas no ar: "Nossa, moço... a vida está tão corrida. Faz tanto tempo que não namoro... estou numa vontade que você nem imagina." O vento batia forte, o que a obrigava a falar bem perto do meu pescoço, por baixo do capacete. O hálito quente dela na minha pele a cada curva era um teste de resistência.
Na saída da penúltima parada, a minha resistência já estava no limite. O calor do corpo dela contra as minhas costas já tinha me convencido a entrar no jogo. Aproveitando um trecho mais lento no trânsito, joguei a mão esquerda um pouco para trás, como quem vai apenas dar uma relaxada nos dedos perto da perna dela. No movimento, a minha mão deu aquela resvalada firme e intencional bem na lateral da coxa dela, perto do quadril. Ela deu um leve sobressalto na garupa, se inclinou um pouco mais para a frente e sussurrou bem perto do meu ouvido: "Ô, moço... que que é isso?" Mantendo a malandragem, joguei a desculpa clássica: "Ah, desculpa... a moto deu uma balançada aqui." Ela soltou um risinho baixo, aquele som de quem sabe exatamente o que está acontecendo, e rebateu: "Não... não precisa pedir desculpa. Pode encostar..."
Antes que eu pudesse responder, ela tomou a iniciativa. Segurou a minha mão com a dela e a deslizou com firmeza para trás, contornando a curva do quadril até alcançar o início da nádega e a parte quente da entrecoxa. O calor ali era absurdo. Meus dedos afundaram de leve naquela pele macia por escassos, mas eternos, três a quatro segundos. Sabendo perfeitamente do risco de cair da moto se continuássemos aquilo em movimento, ela soltou a minha mão com um tapinha leve na minha coxa e se acomodou de volta na garupa, soltando um risinho vitorioso enquanto eu voltava a mão para o guidão com o coração disparado.
Ela desceu rapidamente na casa de uma colega e, minutos depois, voltou. Mas agora o jogo de sedução que estava nas mãos passou para o corpo inteiro. Na hora de subir na moto para a última corrida, ela não fez cerimônia. Jogou-se para a frente de uma vez, não deixando nenhum milímetro de ar entre nós. Ela escorregou o corpo totalmente para a frente no banco, pressionando a intimidade quente e firme contra o final das minhas costas. A cada pequena vibração do motor e a cada curva do caminho, o contato se intensificava. Ela passou os braços ao redor do meu peito e deu a instrução final com a voz mansa: "Prontinho, moço... agora pode ir. Me leva para a minha casa."
Parei a moto na guia em frente à casa dela, girei a chave e o motor morreu. O silêncio da rua deserta tomou conta do espaço. Apoiei os dois pés no chão para dar estabilidade, mas ela continuou ali, colada. "Chegamos", eu disse, virando o pescoço. "Nossa, já?", ela respondeu, dengosa. "E quanto deu a corrida, moço?" "Deu R$ [X]." Puxei o celular e mostrei a tela com o QR code. Ela se inclinou ainda mais para a frente para tentar escanear, fazendo com que a minha perna esquerda ficasse praticamente prensada entre as duas coxas dela. Sentindo o aperto quente, ela olhou o celular, deu um suspiro fingido e olhou bem nos meus olhos: "Ah, moço... não consegui de jeito nenhum. Meu saldo não quer liberar... E agora? Tem alguma outra forma que eu possa estar te pagando?"
Dei aquela valorizada básica, fazendo um charme de quem estava pensando no problema. Ela deu um passo para mais perto, passou a ponta do dedo pelo colarinho da minha camisa e sussurrou: "Não se preocupa... Eu estou te esperando ali dentro. Vem aqui comigo que eu vou te pagar." Ela girou a chave e entrou, deixando o portão encostado. Não perdi tempo: apoiei a moto firme na calçada, tirei a chave do contato, guardei bem guardada no bolso e entrei logo atrás dela.
Entrei no corredor e fechei o portão. Girei a chave na fechadura — clack, clack — e deixei ela espetada ali mesmo para não perder tempo. Dei três passos rápidos. Ela estava de costas na sala, fingindo arrumar alguma coisa. Cheguei sem aviso, encostando o corpo firme direto nas costas dela e dando aquela cutucada de quadril que a fez arrepiar inteira. Sem perder tempo com rodeios, minhas mãos descem direto para a cintura dela, puxando a roupa para baixo de uma vez e expondo aquela bunda espetacular. Ajoelhei-me rapidamente atrás dela e fui direto ao ponto. Beijei sua bunda, depois a virei e fiz um oral rápido e intenso. Como ela estava perto do sofá, ela sentou em um de seus braços e colocou sua pernas em meus ombros ficando totalmente entregue. Deixei ela completamente lubrificada e pronta para o que vinha a seguir.
Quando me levantei meti nela como um cão faminto, entrou tudo em uma única estocada, mas ela assumiu o controle. Apoiou as mãos no meu quadril e começou a ditar o movimento de forma mais mansa, querendo saborear cada segundo. "Calma, moço... não precisa correr. Vai devagar... vamos aproveitar mais." O ritmo lento e circular foi subindo a temperatura até o limite, com o suor brilhando na pele de ambos. Foi quando ela decidiu entregar o prêmio máximo da noite. Ela se posicionou de costas, elevando o quadril e deixando as curvas totalmente expostas. Olhou por cima do ombro, com o olhar carregado de malícia, e deu o sinal verde definitivo: "Quero ver se você é bom piloto mesmo... Faz do seu jeito para finalizar."
Aproveitando a lubrificação intensa, posicionei as mãos firmes na cintura dela. A penetração por esse caminho mais estreito começou devagar, arrancando dela um gemido agudo que ecoou pelo quarto escuro. Sentindo o aperto absurdo daquele encaixe, comecei a ditar o ritmo final, cada vez mais forte, encaixando com energia a cada movimento. Ela tentava pedir para ir devagar, mas a adrenalina e o tesão acumulados na garupa da moto falaram mais alto. Continuei firme, ritmado e sem piedade, até que o prazer transbordou e eu gozei no mais profundo dela, selando o pagamento da forma mais intensa possível.
O silêncio voltou ao quarto, quebrado apenas pela nossa respiração ofegante. Apoiei a testa no ombro dela por alguns segundos, sentindo o peito dela subir e descer rapidamente enquanto tentava recuperar o fôlego. Ela se virou devagar, com um sorriso de satisfação enorme no rosto. Mas a realidade do trabalho chamava. Olhei de relance para o celular e vi que o tempo estava esgotado.
O processo de se vestir foi rápido. Puxei a calça, calcei as botas e abotoamos as camisas ainda com a adrenalina pulsando no corpo. Ela me entregou o capacete com um olhar semicerrado e provocante de quem sabia exatamente o que tinha acabado de fazer. Caminhamos até o portão. Destranquei a fechadura e ela se encostou no batente da porta: "E aí, moço... corrida paga?" "Mais do que paga. Se toda corrida fosse assim, eu trabalhava de graça." "Eu vou guardar o seu número... Quem sabe eu não preciso de outra corrida." Montei na moto, sentindo o banco ainda quente com a memória dela. Girei a chave, dei a partida e o ronco do motor quebrou o silêncio da rua. Ajustei o capacete, engatei a primeira e ganhei a avenida escura com um sorriso inevitável no rosto. A noite de trabalho continuava, mas a melhor corrida já estava entregue.