🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

REALIZEI O DESEJO DE MEU AMIGO - Parte 1

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Rafael 3R
Categoria: Gay
Contém 4270 palavras
Data: 16/07/2026 17:59:30

APRESENTAÇÃO:

"Olá, sou Rafael. Tenho 38 anos e, por muito tempo, escrevi no papel sem imaginar que algumas dessas anotações poderiam se transformar em contos eróticos. Comecei a escrever em uma espécie de diário aos 16 anos, após alguns acontecimentos que prefiro não detalhar, e mantenho o hábito até hoje. Tenho muita coisa guardada a sete chaves, e foi durante a pandemia que decidi passar tudo para um diário eletrônico.

Nesse período, comecei a ler contos eróticos e tomei gosto pelo gênero. Meus diários estão repletos de fatos sobre minha vida sexual, o primeiro beijo, perda da virgindade e muito mais. Embora não tenham a riqueza de detalhes como nos contos que li, guardo memórias de experiências que me marcaram profundamente e que nunca esqueci. Por isso, resolvi descrevê-las com o máximo de detalhes possível, não exatamente como estão no papel, mas do jeito que me lembro de cada uma.

Compartilharei apenas as experiências sexuais que me marcaram, abordando temas como: HETEROSSEXUALIDADE, INCESTO, SEXO COM AMIGAS, HOMOSSEXUALIDADE, MASTURBAÇÃO e TRAÇÃO. São situações distintas que mudaram completamente minha vida nos últimos 19 anos. Eu sei, tenho 38 anos, mas foi exatamente com 18 anos, 1 mês e 29 dias que dei o meu primeiro beijo, iniciando assim meu contato direto com uma mulher."

Este conto é sobre a vez em que transei com meu amigo. A história é dividida em três partes: a primeira aconteceu em 2022, a segunda em 2023 e a terceira em 2024. Ele mora no interior de São Paulo, seus pais saíram do sertão baiano e foram tentar a sorte na região Sudeste do país quando ele ainda era um bebê. Além de amigos também somos parentes, como dizem por aqui: de 3º grau. Conheço ele há muito tempo, todo ano ele vinha passar férias aqui com os familiares.

Sou 12 anos mais velho que ele, nossa amizade começou pra valer em 2014 quando tive que ir em São Paulo, eu tinha 26 para 27 anos. Ele, que tem por nome Lucas, era apenas um rapazote punheteiro e louco para perder a virgindade. Eu já tinha bastante experiência, ficávamos horas conversando sobre o assunto, o que ele mais queria saber era como chegar em uma garota, conversar e etc. Eu falava de minhas aventuras aqui na Bahia, ele ouvia com atenção e sempre ficava de pau duro, era normal na fase em que se encontrava. Um dia, ele me contou um ocorrido com um colega de escola e pediu segredo. Disse que estava a sós com ele em casa fazendo um trabalho escolar, depois assistiram pornô e bateram punheta, coisas de quem tá com os hormônios à flor da pele. Foi aí que o amigo disse que tinha vontade de chupar. Resumindo: o garoto chupou e bateu punheta nele. A Partir de então nos tornamos amigos e confidentes.

Estava há quase um mês em São Paulo e um dia sozinhos em sua casa, conversamos muito e assistimos pornô no meu celular, do nada ele põe o pau para fora. Tinha mais ou menos uns 12 cm, tamanho normal para a idade dele e a resenha começou: chamei ele de pau pequeno e pus também o meu para fora, iniciamos uma bater punheta. Chamei-o de saco vazio dizendo que não gozava, zuei bastante até ele fazer um desafio: “QUEM GOZAR PRIMEIRO AJUDA O OUTRO”.

Concordei, mas de brincadeira e mandamos ver no cinco contra um. Não demorou e gozei horrores. Ele comemorou a vitória e zombou de mim, cobrou a aposta e eu recusei, disse que foi só uma brincadeira, mas olhando bem aquele pau bonitinho e estando só eu e ele, resolvi pagar a aposta, desde que prometesse guardar segredo. Ele jurou não contar a ninguém, segurei o pau dele sentindo-o quentinho e vibrando em minha mão. Comecei com o vai e vem aumentando a velocidade aos poucos, não tinha nada a perder ali, fui mais ousado e pus a boca, continuei até finalizar a punheta, e ele gozou um "melzinho ralo". Foi a primeira vez que toquei em um pau que não era meu e de brinde pus a boca. Dias depois voltei para a Bahia, a amizade permaneceu firme, todo ano, ele vinha aqui visitar os avós e parentes.

Em fevereiro de 2022, ele veio de férias e trouxe consigo sua namorada (não revelarei o nome verdadeiro dela, vou chamá-la de “Lara”). Uma bela moça que também é baiana e foi morar em São Paulo quando terminou os estudos. Antes de chegarem, combinamos de nos ver, tomar uma gelada e por os papos em dias, até brinquei dizendo que trouxesse mesmo a namorada para eu provar e ver se era boa mesmo. Assim era nossas brincadeiras "no off".

No dia 4 de fevereiro, sexta-feira, ele chegou. Sábado à tarde, nos encontramos na casa de meus pais. A gente envelhece, mas as palhaçadas continuam as mesmas, sentamos na calçada e começamos beber, papo vai, papo vem, depois de muitas resenhas e o álcool surtindo efeito, entramos no assunto sexo. Ele não era mais virgem quando começou a namorar Lara, mesmo assim aprendeu muita coisa com ela, eu estava solteiro e morava sozinho. Conversamos muito aquele dia, ele perguntou se eu já tinha experimentado sexo anal. Falei que não e que particularmente, nunca tive "tara em cú". Ele confessou que tinha vontade, mas a namorada é cabreira e não libera por nada. Brinquei: “come um viado, é cú do mesmo jeito!” Sorrindo ele respondeu: “um viadinho igual a você eu não dispensaria.” Depois de muitas resenhas e mais cerveja, ele falou:

Ele: Rafa, lembra daquele dia que a gente bateu punheta em casa?

Eu: Sim, isso tem quase 8 anos. Porque a pergunta? (sorri)

Ele: Nada!

Eu: Te conheço, Lucas. Você quer me falar alguma coisa!

Ele: Deixa pra lá, nada não.

Eu: Pode falar, pô… Sou teu amigo!

Ele: Não, eu fico sem jeito só de pensar!

Eu: Agora você vai ter que falar. Pare de frescura e abre logo o bico!

Ele: Tá bom, mas fique só entre nós mano, tenho vontade de transar com um homem!

Eu: Como assim, você é gay?

Ele: Nããão, mas já fantasiei algumas vezes com essa pessoa. Mas é segredo!

Eu: Relaxa, seu segredo está guardado!

Ele: Pois é, de dois anos para cá eu comecei a sentir vontade de transar com um cara.

Eu: Você tem coragem de "dar" para alguém?

Ele: Não…

Eu: Uai… Agora buguei!

Ele: Sinto vontade de transar com uma pessoa específica, mas eu sendo ativo, entende?

Eu: Porra que tara fudida é essa Lucas?

Eu: Já chegou junto em alguém? (risos)

Ele: Tá maluco? Você não entendeu ainda?

Ele: Não é qualquer pessoa, é uma pessoa específica!

Eu: Ah sim, entendi. Ele é gay?

Ele: Que eu saiba, não!

Eu: Porra Lucas, que merda vei! (risos)

Eu: Já pensou se alguém ou até mesmo a Lara descobrir isso?

Ele: Tá doido? Só te contei porque confio muito em você!

Passava das 18h, já tínhamos secado umas 12 latinhas de cerveja e ele continuou:

Ele: Rafa, eu quero falar mas estou com um certo receio.

Eu: Deixe de viadagem Lucas, pare de arrodeio e desembucha logo vai!

Ele: Não sei…Tenho medo de estragar nossa amizade!

Eu: Uai porque estragaria nossa amizade? Zero preconceito de minha parte!

Ele: Promete que não vai ficar zangado comigo?

Eu: Uai sim… Pode falar pow. Já disse que ta suave!

Ele: Cara… De uns tempos pra cá eu fico relembrando o dia em que a gente bateu punheta, já fantasiei várias vezes a gente transando. Não paro de pensar nisso!

Nem passou pela minha cabeça que era isso que ele tinha a dizer. Ficamos em silêncio por um instante e bateu uma sensação estranha, mas não era algo que abalaria nossa amizade, pelo menos para mim. Sempre fomos brincalhões um com o outro, então encarei como se fosse mais uma de suas brincadeiras, mesmo vendo verdade em seu semblante. Nunca tive desejo de relacionar com alguém do mesmo sexo - nada contra -, e agi como se fosse pegadinha ou brincadeira.

Eu: É pegadinha, né? (risos) Onde estão as câmeras?

Ele: Não é Rafa, eu falo sério!

Eu: Tá bom Lú, vou fingir que acredito. (continuei sorrindo)

Ele: Rafa, você pode não acreditar, mas é a mais pura verdade!

Ele: Não sei o que tá acontecendo, mas tenho esse fetiche e já fantasiei isso várias vezes. Desculpe, mas eu precisava desabafar, me perdoe Rafa não fique chateado comigo!

Eu: Relaxa mano, não estou ofendido. Sinceramente, não estou acreditando em nada disso, mas se o que diz é verdade, sinto muito, mas não vai rolar. Você sabe da fruta eu gosto!

Não era brincadeira, eu o conhecia bastante para ver em seu rosto que era verdade o que falava, fiquei tão sem jeito que mal conseguia olhar para ele. Para quebrar o gelo e não deixar o clima mais constrangedor, brinquei e descontrai, aos poucos foi diminuindo a tensão. Após alguns goles e risadas, o desconforto foi acabando e tudo se normalizou.

Passava das 8h da noite, e nossa cota de resenhas estava se esgotando, ele pediu desculpas mais uma vez. Falei que não havia nada a que se desculpar e zombei dele dizendo: “se você tivesse sido mais romântico, me desse flores, me convidasse para tomar um açaí ou uma caixa bombons da Cacau Show. Talvez teria me conquistado, você foi péssimo e não deu os mimos que eu merecia.” Pirracei o máximo que pude até acabar a cerveja e fomos embora. Afinal, não moro mais com meus pais.

No dia 10 de fevereiro, quinta-feira, conversamos por mensagem e ele tocou no assunto. Na verdade, depois daquele sábado toda vez que a gente conversava esse assunto vinha à tona, mesmo que em tom de brincadeira, tornou-se comum ele falar em 'transar comigo', 'me comer' e outras coisas do tipo. Eu, porém, nem ligava. Tudo mudou quando brinquei e ele respondeu de um jeito que me pegou de surpresa e despertou uma curiosidade. Brinquei, falando a mesma brincadeira que falei na casa dos meus pais:

Eu: E você, que foi um péssimo conquistador. Quis me levar pra cama e nem soube dar os mimos que a princesa aqui merece. (sorri)

Ele: Eu sei mimar, mas não desse jeito. Levar nos lugares e dar presentes em troca de sexo são coisas de putas. Para mulher de verdade eu dou amor, carinho e uma surpresinha final.

Eu: Que surpresinha final? (Eu tinha que perguntar)

Ele: Uma rola maior do que a que você conheceu anos atrás. Se me desse uma chance, ia ver a mágica que ela sabe fazer.

Confesso que não esperava uma resposta a essa altura, ainda mais dele. O que eu tinha em mente era flashes de 8 anos atrás, agora estava diferente e eu não conhecia essa nova versão dele. Fiquei sem palavras e a curiosidade bateu. Minha única resposta foi: QUIETA COM ESSE PAUZINHO AÍ!

A fala dele mexeu comigo. Comecei a imaginar como seria ter relação com um homem e considerei a possibilidade de tentar algo. Esperei pela resposta à minha última provocação, mas ele não deu, continuamos e conversamos até altas horas. No sábado, dia 12, ele me ligou cedo perguntando se eu ia trabalhar. Não trabalho nos finais de semana e feriados, combinamos dele me fazer uma visita depois das 8h30. Vi ali a chance ideal de experimentar algo novo.

Era pouco mais de 7h da manhã. Corri para o banheiro, tomei banho, fiz a barba e me depilei por completo: peito, abdômen, axilas, virilha, raspei das coxas até o joelho e também a parte de trás, fiquei lisinho e pronto, vai que... Terminei por volta das 8h10. Às 8h26, ele chegou, entramos e ofereci algo para beber. Conversamos bastante, fiquei atento caso ele tocasse no assunto, e nada. Fui pegar mais café, e ele pediu para ir ao banheiro. Ficava no corredor, a caminho da cozinha. Aproveitei a deixa e falei em tom de brincadeira:

Eu: Quer uma mãozinha?

Ele: Sai fora, viado!

Eu: Ah, esqueci que você mija sentado. (risos)

Peguei o café, ele voltou e retornamos a conversa. No lugar dele, eu teria aproveitado a chance e não deixava passar. Fiquei esperando e nada dele tocar no assunto, nem um pouquinho. O tempo passou e por volta das 9h20, ele disse que ia buscar a avó na feira e foi embora.

Às 11h da manhã, sozinho em casa, enviei uma mensagem convidando-o para tomar uma cerveja mais tarde. Ele disse que estava indo para a roça e retornaria na segunda. Pensei então em bolar um plano e tentar algo na segunda. O fim de semana passou arrastado, segunda-feira de manhã, 14 de fevereiro, decidi não trabalhar. Era por volta das 8h, mandei mensagem perguntando o que fazia, ele disse que tinha acabado de chegar.

Eu: Aparece aqui em casa, viado!

Ele: Não trabalha hoje?

Eu: Tirei a manhã de folga para resolver umas coisas!

Ele: Beleza, vou aí então!

Eu: Certo, lave bem a boca, não vai me chupar com ela suja! (risos)

Ele: Meu pau!

Eu: Lave ele também!

Mal sabia que era o pau limpinho e cheirosinho que eu queria. Corri para o banheiro e dei uma geral, retoquei a depilação de sábado e em pouco tempo estava pronto. Vesti uma camiseta e uma bermuda tactel. Ele chegou por volta das 9h. Conversamos e brincamos bastante, perguntei por Lara, disse que ela decidiu ficar mais uns dias com os parentes na roça. Resenhei por ele estar sozinho e falei que ela estaria bem acompanhada dos primos. Ele sorriu e disse que ela estava naqueles dias, eu completei dizendo que ela poderia usar a porta dos fundos.

Toquei nisso só para ver a reação dele e se falava alguma coisa a respeito. Fiz várias brincadeiras, todas com duplo sentido, mas ele não falou absolutamente nada. Então pensei: "ELE É MUITO LERDO, OU PERDEU O INTERESSE.” Decidi então parar com as indiretas, acabar com essa brincadeira de esconde-esconde e partir logo para o pega-pega.

Tinha que ser direto e deixar claro que eu estava a fim de realizar a fantasia dele, já que as indiretas não funcionaram. Abordei-o da seguinte forma:

Eu: Falando sério Lucas, eu percebi que você é muito lerdo!

Ele: Uai, como assim? (Falou como quem não entendesse)

Eu: Você ainda não se deu conta?

Ele: Do quê? Fiz alguma coisa?

Eu: Não, mas devia!

Ele: Qual é viado? Não entendi! (Sorriu)

Eu: Você não percebeu as indiretas que te dei desde sábado?

Ele deu de ombros abrindo os braços, a expressão em seu rosto deixava claro: não fazia a menor ideia do que eu estava falando. Revirei os olhos e depois o encarei. Minhas mãos soavam e o nervosismo tomava conta de mim. Respirei fundo e falei:

Eu: Que decepção! (Sorri) Vou ser mais direto, já que as indiretas não funcionaram. É o seguinte: você confessou um certo desejo em mim, eu disse que não podia realizá-lo, mas agora mudei de ideia. Deu para entender?

Eu mal acreditava no que tinha dito. Tive medo de ser rejeitado e pagar o maior mico da minha vida, sem falar na vergonha que sentia. Ele arregalou e fitou os olhos em mim, seu semblante mostrava que tinha entendido, no entanto, permaneceu calado e imóvel no sofá. Levantei e sentei ao seu lado, ele permaneceu calado e continuei:

Eu: Então, ainda deseja transar comigo?

Ele: Você tá falando sério, Rafa?

Não pensei em mais nada e agi, peguei no pau dele por cima da calça. Pelo volume, tinha crescido bastante, apertei mordendo os lábios, puxando o ar e fazendo "ISSH". Encarei ele e falei: “Isso responde sua pergunta”?

Ele balançou a cabeça que sim. Eu não sabia por onde começar, nem o que ele andava fantasiando a meu respeito, continuei acariciando e apertando. Precisava saber o que podia ou não ser feito, ou seja, quais seriam as regras. Perguntei se eu também ia comer e resumindo a resposta dele: não, apenas ele me comeria e nada mais. Não achei justo só ele se dar bem. Falei que podia fazer de mim sua mulherzinha, mas eu iria chupar o pau dele. Afinal meu verdadeiro desejo era esse, saber como que ficou depois de anos.

Me transformei, fiquei soltinho e comecei a falar com a voz manhosa:

Eu: Vai mesmo me foder?

Ele: Vou.

Eu: Sou sua mulherzinha, pode fazer o que quiser comigo!

Peguei em sua mão e fomos para o quarto. Tirei minha roupa e fiquei só de cueca, depois a calça e a camisa dele, era todo lisinho, tinha uns pelinhos ralos que desciam do umbigo para baixo. Peguei novamente por cima da cueca e senti o quanto ele havia crescido, não era o mesmo de antes. Ficamos frente a frente, passei a mão em seu tórax e alisei seu corpo. Ele estava de pau duro e eu também.

Ele: Vou tirar seu cabacinho e te fuder bem gostoso!

Eu: Vai? Tô louco pra sentir seu pau!

Empolgado, beijei seu peito, deixando-o arrepiado. Desci pela barriga e ajoelhei. Estava ansioso, a sensação era inexplicável. Puxei a cueca e ele saltou duro para fora, roçando em meu rosto. Era uma peça belíssima, depilado, moreno, cheiroso e curvado poucos milímetros para cima, diferente do meu, que é torto para a esquerda. Ele era perfeito, com 17,3 centímetros de comprimento por 14,1 de circunferência. O motivo de eu saber tudo isso é que, depois da nossa transa, fiz questão de medir cada detalhe. De fato, ele não mentiu quando disse que tinha uma rola grande e diferente da que eu conhecia. Segurei com firmeza e falei:

Eu: Menino, como você cresceu!

Ele: Vou te mostrar a mágica que ele sabe fazer!

Cheirei-o, passei a língua lentamente na cabecinha lambendo em movimentos circulares. Olhei para cima, com um olhar safado. Ele ficou na ponta dos pés e começou a soltar leves gemidos. Perguntei:

Eu: Tá gostando?

Ele: Sim, continua, não para!

Eu: Vai me foder feito uma putinha?

Ele: Sim, vou te foder você todinho. É isso que você quer, né?

Eu: Hunrum. (Com o pau dele na boca)

Continuei chupando, lambendo, batendo punheta e babando ele todo. Aumentei a velocidade fazendo “glut, glut e coff, coff”. Tentei fazer garganta profunda, engasguei algumas vezes, mas logo peguei o jeito e senti ele entrando na garganta. Fiquei uns 10 minutos de joelhos mamando. Depois, fomos para cama, fiquei entre as pernas dele e continuei a chupar. Provocava olhando-o descaradamente e, de vez em quando, dava umas piscadinhas com ele atolado em minha boca. Subi beijando a barriga até o peito, fiquei por cima e nossos corpos se colaram. Eu estava ainda de cueca, ele segurou firme minha bunda, depois, enfiou a mão por dentro e passou o dedo no meu rego. Quando roçou meu cuzinho, arrepiei e disse:

Eu: Sinta como ele está, deixei lisinho só para você!

Ele: Vou te recompensar por isso!

Continuou passando o dedo. Estava tão gostoso que tive vontade de beijá-lo. Empolgado, beijei seu pescoço e fui até o canto de sua boca, mas não me atrevi a beijá-la. Fiquei em pé e de costas para ele, tirei minha cueca, ele me abraçou por trás, mordeu de leve meu pescoço me conduzindo até a parede. Com uma mão eu segurava seu pau e a outra em volta do seu pescoço. Ele pegou minhas mãos e pôs na parede em posição de enquadro, seguir seus comandos, empinei a bunda e afastei um pouquinho para trás. Eu estava manhoso, igual uma gata no cio aguardando seu macho. Ele segurou meu quadril e posicionou o pau na portinha do meu cú. Olhei para ele e disse:

Eu: Não vai pôr camisinha?

Ele: Eu estou sem, e agora?

Eu: Pode meter assim mesmo, mas tome cuidado, viu! (Risos)

Ele: Cuidado com o quê?

Eu: Se gozar dentro, vai me engravidar. (Risos)

Me posicionei novamente e ele se preparou para meter. Interrompi, dizendo que tinha que lubrificar primeiro. Ele cuspiu na mão, lubrificando o pau e depois meu cuzinho. Posicionou a cabecinha e forçou. Senti a pontinha entrando, incomodou bastante, ele pediu para aguentar só um pouco, mas não deu, doía muito. Virei de frente, ajoelhei e fiz uma garganta profunda até salivar e babar ele todo. Depois cuspi em minha mão, lubrifiquei meu cú e ele tentou até entrar a cabecinha.

Ele: Entrou a cabeça. Aguenta só mais um pouquinho!

Eu: Ai Lu, devagar, tá doendo!

Ele: Calma, entrou mais um pouco!

Eu: Está machucando!

Ele: Espera só mais um pouquinho…

Eu: Mas…

Nem deixou eu terminar de falar. Tirou e lubrificou novamente meu cu. Abaixei um pouco mais a parte da frente, empinei a bunda e abri as nádegas facilitando a entrada. Ele se posicionou e foi penetrando, me segurei para não gritar. “Entrou, Rafa!”, exclamou ele. Doeu bastante. Me concentrei e respirei fundo, a dor ia diminuindo e aos poucos comecei a sentir um misto de prazer. Ouvi dizer que por causa da próstata, os homens sentem mais prazer que as mulheres no sexo anal. Ele estava todo dentro de mim, e falou:

Ele: Tirei seu cabacinho, princesa!

Eu: Estou sentindo ele todinho dentro! (a sensação era muito boa)

Ele fez leves movimentos de vai e vem, começou a doer, ele tirou, lubrificou e penetrou de novo. Começamos devagar, aos poucos a dor ia sumindo e eu me acostumando, ele aumentou a velocidade e respirava forte. Dava para ouvir o ar entrando e saindo em suas narinas. Comecei a gemer aos poucos e me soltar mais.

Eu: HUUM...!

Ele: Tá doendo?

Eu: Não, tá gostoso!

Ele: TÁ GOSTOSO É?

Eu: HUNRUM…!

Ele: POSSO METER A VONTADE?

Eu: SIM, PODE METER SIM!

Ele: ENTÃO, TOMA...

Eu: AINH, ISSO É BOM LÚ... HUUM.... CONTINUA VAI! TÁ GOSTOSO...

Ele: NÃO ACREDITEI QUE VOCÊ TERIA CORAGEM DE DAR SEU CUZINHO PRA MIM!

Eu: ME COME LÚ, FODE BEM GOSTOSO MEU CUZINHO!

Estava indo bem, levando rola pela primeira vez e gostando bastante. Foi tão bom que senti até vontade de fazer “xixi” na hora. Por impulso peguei a mão dele e pus no meu pau, ele não demonstrou reação negativa, segurou e bateu punheta. Não demorou e gozei em sua. Mudamos de posição, deitei na cama de barriga para cima com as pernas abertas. Ele veio encaixou e me penetrou, parecia um animal devorando sua presa.

Nunca imaginei que um dia faria isso, confesso que gostei, foi muito bom ser feito de mulherzinha. Gemia, pedindo mais e mais. Depois fui para cima, sentei devagar e ao entrar completamente, comecei a quicar e sussurrar em seu ouvido. Não demorou e ele disse:

Ele: VOU GOZAR… VOU GOZAR!

Eu: ISSO AMOR... VAI… GOZA DENTRO DE MIM!

Ele: AAAH… HUUM!

Foi uma gozada e tanto eu pude sentir. Fiquei um curto tempo em cima dele, depois, fui me levantando devagar, e senti seu pau ainda duro saindo do meu ânus. Deitei ao seu lado ofegante e perguntei:

Eu: Gostou?

Ele: Demais, duvido alguém fazer tão bom assim como você!

Eu: (Sorri) Olha ele, tá querendo me conquistar é?

Ele: Já te conquistei, besta.

Eu: Vou tomar um banho! (Falei sorrindo)

Levantei e ele ficou deitado com semblante de felicidade. Olhei para a boca dele, tive vontade de beijá-la e sentir seus lábios marrons tocando os meus. Sem que ele esperasse, dei um selinho rápido, tive medo de uma reação negativa, mas ele nem se moveu e permaneceu deitado. Fui até a saída do quarto e voltei. Meio sem jeito, falei:

Eu: Posso te pedir uma coisa?

Ele: Uai, pode!

Eu: Me dá um beijo? (falei morrendo de vergonha por dentro)

Ele: Sim!

Eu: Serio? (surpreso)

Ele puxou meu braço e fui ao seu encontro, nossos lábios se tocaram e nossas línguas entrelaçaram. Nos beijamos gostoso, saboreei sua boca molhada e fui tomar banho. Senti arder quando a água bateu na minha bunda, terminei e logo em seguida ele entrou. Fiquei olhando ele nu banhando. Sua rola voltou a endurecer, ele virou e disse:

Ele: Tá olhando o quê? Quer mais rapariga?

Acenei com a cabeça que não, nem deu tempo de sair, ele puxou meu braço e me levou para baixo do chuveiro, com toalha e tudo, me deixando completamente molhando. Pedi que aguardasse um pouco, fui ao quarto e peguei a fita métrica corporal. Ele perguntou para que era aquilo. Nem respondi, agachei e medi seu pau. Conforme dito antes, media 17,3 cm de comprimento por 14,1 de circunferência. Depois de matar a curiosidade, partimos para os finalmentes. Caí de boca novamente e punhetei ele, transamos cerca de 15 minutos embaixo do chuveiro. Foi delicioso e muito carinhoso comigo, trocamos beijos e caricias até ele gozar.

Saímos do banheiro e nos vestimos. Era quase meio-dia, fomos para a sala e conversamos um pouco. Chegou a hora dele ir embora, acompanhei-o até o portão, antes de nos despedirmos, ele me pegou pelo braço, segurou minha cintura me levando ao seu encontro. Sua mão direita subiu até minha nuca, encostou em meu ouvido e sussurrou: “TE AMO, PRINCESA!” Uniu sua boca à minha, com um beijo molhado. Em seguida, dei tchau e ele foi embora.

Depois disso, conversamos por mensagens, mas nunca mencionava o que aconteceu entre a gente. Ele voltou para São Paulo. Continuamos conversando e, aos poucos, fomos nos afastando. De certa forma, o que houve entre nós abalou nossa amizade.

Por fim, esta é a primeira parte do conto. Este relato aconteceu em 2022, depois disso ficamos um tempo sem se falar. “SPOILER”: em setembro de 2023, nos encontramos novamente e resolvemos tudo entre nós. Mas isso fica para a segunda parte.

CONTINUA…

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Rafael R3 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Rafael R3Rafael R3Contos: 4Seguidores: 4Seguindo: 2Mensagem Sou Rafael, amo ler e escrever. Nos últimos anos, tomei gosto em ler contos eróticos. Percebi que minhas escrituras estão cheias de conteúdos que podem ser transformados em contos.

Comentários

Foto de perfil genérica

Sempre gostei de troca- troca, mas nas primeiras vezes meus me comiam e saiam correndo dizendo ouvir barulhos. Demorei umas 5 ou 6 vezes para entender que eles me enganaram. Mas já era tarde. Nao co segui parar. Convidava eles para os troca- troca, mas nem pedia para comer.

Hoje muito tempo depois, casado com mulher, ainda adoro um troca-troca.

Meu telegram : luispoa

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →