Me levantei em seguida segurando sua mão, e seguimos para o banheiro.
Sob a água que caia, nos lavamos um ao outro com delicadeza, sem pressa apenas nos tocando de forma leve, como duas pessoas que se completam, toques estes que sabíamos exatamente onde deveriam ser. Às vezes parávamos e nos beijávamos com paixão, como se não quiséssemos que aquilo terminasse.
Depois de banhados, voltamos para a cama. Deitados, com Clara repousando sua cabeça sobre meu peito, sentindo meu peito subir e descer, agora relaxada.
Continuação.
Ficamos assim um tempo, como se estivéssemos cada um a seu jeito pensando, quando me decidi a falar sobre o que tinha acontecido na festa, ela foi mais rápida.
- Amor, podemos conversar sobre o que aconteceu na festa?
- Sim, claro que podemos.
Ela hesitou por um segundo, como querendo colocar em ordem suas palavras,
- Espero que você não tenha ficado chateado pela forma como falei com Sara, mas não sei ainda se gostei da forma como ela falou sobre termos um encontro a quatro. Só porque você transou com ela, na presença de Lara, não quer dizer que eu vou querer o mesmo, nem tão pouco eu querer transar com o Carlos. Tá certo que ele é um homem bonito, charmoso, mas você é o meu homem agora e eu sou sua também, e não sou a Lara, e amais, nunca tive esse tipo de pensamento. Claro que tudo pode ser conversado, abordado, de uma forma mais digamos mais leve, mas eu senti como se ela quisesse impor isso, mas nem a conheço direito, foi nosso primeiro encontro, oi a primeira vez que a vi, para já vir propondo que isso aconteça.
- Eu não fiquei chateado, fiquei foi surpreso como você conduziu tudo, a forma como você a encarou, calma, sem subir o tom de voz, deixando claro que eu tinha contado tudo, embora, eu nunca tenha dito o nome dela. Eu agradeço por ter confiado em mim. Agora sobre termos um encontro a quatro, ela realmente me pegou desprevenido, eu não imaginava que ela proporia algo assim, não depois que tive um último encontro com ela no motel e disse que seguiria meu caminho, sem mais encontros com ela. Você sabe, sempre deixei claro para você, que não foi algo ruim, foi muito bom todas as vezes que transei com ela, mas até então minha preferência seria ter apenas uma companheira, sem mais aventuras. Mas realmente o que me deixou muito, mas muito surpreso, foi saber que ela é esposa do Carlos, isso me fez pensar como as coisas são nesse mundo. Jamais teria pensado que eles eram casados e ainda por cima, eles serem liberais.
Ficamos ali por bons minutos conversando, e a conversa foi nos deixando animados, pois enquanto falávamos, Clara, começou a me bater uma punheta lenta e gostosa, me deixando novamente duro.
Então eu aproveitei para tocar em sua bucetinha por traz, sentindo sua umidade que já denunciava seu estado de excitação.
Inclusive durante nossa conversa, tocamos no assunto sobre como ficamos com tudo aquilo, somente de ter ouvido da parte de Sara, de termos um encontro a quatro, aquilo realmente tinha mexido com nos dois de uma forma que ainda parecia estranho. Eu admiti que a forma como ela falou com Sara, me deixou muito excitado, pois pelo tempo que estávamos juntos, nunca a tinha visto se posicionar daquela forma.
Ela mesma ficou surpresa com a forma que agiu também, pois nunca tinha feito algo daquela forma, talvez tenha sido devido a minha presença e por querer impor limites que ainda nem tinha sequer passado pela cabeça dela.
Enquanto conversávamos, ela novamente se posicionou sobre mim e ficou passando sua fenda por sobre meu pau, sem o introduzi-lo dentro de si, apenas fazendo com que ela deslizasse por sobre ele com os lábios de sua bucetinha.
Nossa conversa continuava, mas eu com o tempo, já não conseguia me manter concentrado no assunto, e acredito que ela também não, pois começava uma frase e nem chegava e finaliza-la, já emitindo gemidos de prazer preenchendo o quarto.
Alguns minutos depois ela elevou o corpo e introduziu meu pau dentro dela descendo em seguida, e ela estava tão molhada que meu pau entrou facilmente dentro dela, sem dificuldades.
Aquela posição estava muito gostosa, mas de repente ela elevou o corpo novamente deixando que meu pau saísse de dentro dela. Com a mão esquerda ela o segurou, levando a mão direita para traz, tocando sua bunda, percebi logo o que ela tinha em mente, então para ajudá-la, levei minha mão para o lado que estava sem ajuda e a abri para facilitar seu intento.
Clara posicionou meu pau na portinha de seu cuzinho com a mão, mas não o introduziu de imediato, apenas começou a lubrificar com seus fluidos que estavam em meu pau. Fez isso algumas vezes até o sentir bem úmido, bem lubrificado, então o apontando para seu buraquinho, começou a descer lentamente, e a cada milímetro que entrava ela gemia e parava para se acostumar, até que ele estivesse totalmente dentro dela.
Depois de ter acostumado, afinal de contas não fazíamos com tanta frequência sexo anal, pois ela sempre o achou um pouco grosso demais, então isso ocorria em poucos ocasiões, e ela mesma tomava a iniciativa, começou a se movimentar, apoiando as mãos em meu peito para ter melhor apoio. Às vezes jogava a cabeça para traz, e depois para frente, com seus cabelos encobrindo seu rosto.
Eu ajudava segurando seu corpo pela cintura, fazendo seu corpo subir e descer até tocar minha pelves. Foram muitas subidas e descidas até ela cansar e o tirar de dentro de si, sair de cima de mim e se deitar ao meu lado na posição de conchinha. Colocou a mão esquerda para traz, e encaixou meu pau novamente em seu buraquinho. Acabei a ajudando e fui entrando devagar e firme até estar totalmente dentro dela que gemeu a cada centímetro o sentindo, dentro de si.
Fiquei parado uns segundo e depois comecei a me movimentar. O entra e sai foi cadenciado, ela suspirava, começou a dizer coisas que eu não entendia, até que elevando sua cabeça do colchão, falou alto:
- Me come, me fode gostoso Anderson, quero que você goze no meu cuzinho, me enchendo de porra porque eu também quero gozar novamente....
Como recusar uma ordem, ou um pedido desses, acelerei os movimentos e dois minutos depois eu gozava mais uma vez, só que agora dentro da bunda de Clara, que também gozou se tocando no clitóris.
Estávamos exaustos mas satisfeitos, falo por mim e com certeza por ela também. Suados, cansados, extenuados, mas com certeza, satisfeitos.
Depois de mais uma banho, nos deitamos e dormimos profundamente. Quando acordamos o sol já se fazia entrar pela janela, do quarto em sua majestade. Depois da tarefa de procurar nossas roupas enquanto esperávamos o café da manhã que havíamos pedido para repor nossas energias, acertamos a conta e nos dirigimos para nossa casa.
Como estávamos satisfeitos e Clara por sua vez ainda sofria com um certo inchaço em sua bucetinha e seu cuzinho ainda a fazia sentar de lado, pelo incomodo que sentia, acabamos não tendo mais nenhuma noite de amor, o que já na terça feira foi bem diferente pois voltamos com tudo, claro que não da mesma forma que do início do final da semana anterior, mas já era um alento, pois não conseguíamos nos desgrudar, mesmo que fosse para dar uma gostosa rapinha.
Ainda neste final de semana as conversas sobre a festa, a proposta de Sara, e nosso comportamento que compartilhamos no motel não ficaram de lado. Ainda seriam os temas de muitas de nossas conversar dentro de nossa casa, para entender tudo, mas o que de diferente que aconteceu entre eu e Lara, e que tínhamos acertado, era que nada seria decidido por um ou outro, seria uma decisão tomada pelos dois, seja que qualquer que fosse, a de aceitar o convite, ou simplesmente rejeitar e vivermos nosso amor, apenas entre nos dois, pois sabíamos que nos completávamos, e isso já havia sido percebido por nos dois.
Aquela semana pós festa, foi até certo ponto normal, indo e voltando do trabalho juntos, com novos potenciais clientes agendando consultorias, para desenvolvimento de novos projetos.
Sim, tudo estava melhor do que poderíamos esperar, graças aos bons contatos e indicações que tivemos na festa promovida pela empresa onde Carlos trabalhava, até ele próprio divulgava nossa empesa, pois tinha ficado satisfeito com os resultados obtidos pelo bom trabalhos que eu executara e pelo pós venda que dávamos.
Umas duas semanas depois do evento estava trabalhando em minha sala, era ainda no período da manhã, quando meu celular vibrou. O peguei achando que fosse alguma mensagem de algum cliente, ou mesmo Clara, querendo me perguntar algo, isso era bem comum entre nós, pois assim não era necessário me deslocar até sua sala, mesmo sendo poucos degraus do andar onde ficava sua sala.
Ao desbloquear o aparelho, fiquei um pouco surpreso, não era Clara, mas sim, era Sara.
- “Olá Anderson! Tudo bem com você”?
A forma como ela estava me tratando estava diferente de outras vezes.
Resolvi responder, apesar da forma de tratar.
- Olá Sara! Tudo bem comigo. Porque essa formalidade, normalmente você não me tratava assim.
- “Achei melhor agir assim, pois preciso falar com você, e é importante.”
- Está cada vez mais estranho Sara, o que é tão importante que mudou a forma de me tratar.
- “O Assunto até pode ser tratado por aqui, mas prefiro que seja pessoalmente, pois tem a ver com a Lara.”
Estava cada vez mais estranho, parei uns dois segundos antes de responder.
- Sara, como você bem sabe, eu me separei de Lara, e não temos mais nada entre nós dois, então qualquer coisa em que ela esteja metida, não me diz mais respeito. Sem querer ser grosseiro.
- “Você está totalmente certo, mas tenho certeza que vai querer saber o que tenho para contar”.
Resolvi me posicionar.
- Está bem Sara, você sabe onde é minha empresa, consegue vir até aqui para falarmos, não vou querer te encontrar em nenhum motel novamente, e depois dependendo do que for posso chamar a Clara, para ouvir também, afinal como você sabe não temos segredos. Você pode me contar e eu conto a ela, ou você pode contar para nós dois juntos, o que me diz?
- “Tudo bem então, pode ser com você e Clara juntos ai no seu escritório, que tal hoje à tarde, está com a agenda livre?”
A coisa estava cada vez mais estranha, ela contaria mas não fez questão nenhuma para que Clara, não estivesse junto, e ainda por cima seria no mesmo dia a tarde, estranho, era tudo muito estranho, principalmente para uma pessoa que era sempre tão direta.
- Pode ser hoje as quinze horas, antes disse tenho algo para resolver, mas depois tenho o resto da tarde livre.
- “Ótimo, as quinze horas estarei ai, me passa o endereço, por favor.
- Te mando pelo ZAP.
Fiquei alguns instantes com aquilo na cabeça, mas resolvi me concentrar no trabalho, pois não adiantava ficar tentando imaginar o que seria.
Faltando dez minutos para o horário combinado com Sara, recebi um aviso que tinha uma mulher me aguardando na recepção. Pedi que a encaminhasse até minha sala.
Segundos depois Sara, entra em minha sala seguindo um de meus funcionários, que saiu logo em seguida, me deixando a sós com ela. Por incrível que pareça ela trajava uma roupa comum, que até estranhei pois sempre estava com roupas que valorizavam suas curvas, mas agora trajava um calça jeans clara, uma camiseta azul com um par de tênis branco, mas os cabelos devidamente arrumados e uma maquiagem leve.
Continua.....
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