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EVANGÉLICA AMA NEGÃO

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Um conto erótico de Mário Manso
Categoria: Heterossexual
Contém 601 palavras
Data: 16/07/2026 13:33:25

Sou Rebeca, uma mulher branca, seios médios, cintura fina, bumbum e quadril largos escondidos em saias e vestidos longos, mas com um fogo incontrolável por debaixo dessas vestimentas. Fui criada em um lar bem tradicional com regras rígidas, mesmo sabendo que meus pais sempre se traíram, mas tudo escondido pra não virar escândalo. Conheci meu marido na igreja. Nos casamos muito cedo e temos uma relação bem de casal cristão, com muito respeito dentro de casa e como um casal virtuoso à vista de outras pessoas.

Ultimamente, venho percebendo um movimento dentro da igreja, onde vejo as mulheres insatisfeitas nos seus casamentos e ouço muitas falando das suas atrações por homens negros, mas claro que tudo no mais absoluto sigilo pra manter as boas aparências de bons casais cristãos. A princípio, achei que fosse coisa do demônio, mas essa curiosidade foi tomando conta de mim, assim como essa atração por homens negros, altos e fortes.

Esse movimento cresceu depois da chegada do pastor Jessé na igreja Ele é alto, forte, tem postura, uma voz bem grossa, é bem cheiroso e atencioso, principalmente com as mulheres casadas. É um homem que exala testosterona.

Um dia depois do culto, todas as mulheres estavam na porta da igreja conversando e me aproximei, quando minha amiga Sofia disse, rindo: "a Rebeca acho que ainda não conhece!" Elas estavam falando da pegada de Jessé, que, soube ali, que já havia pegado de jeito todas elas. Entrei na conversa e elas continuaram conversando sobre nosso pastor e contando em detalhes como era sua pegada de macho. Eu já estava molhada quando Jessé chegou atrás de mim pra se despedir da gente. Senti aquele cheiro de macho, aquela voz grossa nem me lembro se respondi ao pastor. Naquele dia fui sozinha ao culto e ele perguntou se eu queria carona. Fiquei receosa porque pelo que as mulheres falavam, ele era bem safado e eu nunca havia traído meu marido, mas aceitei. As mulheres ficaram se entreolhando, já sabendo do que ia acontecer. Eu achei que pastor Jessé fosse mais sutil, mas ele é do tipo que vai direto ao ponto: logo quando arrancou o carro, já começou me elogiando. Eu até tentei evitar o inevitável, mas as falas das fieis da igreja, aquela voz grave e aquele perfume foram me deixando encharcada. Eu não estava conseguindo disfarçar minha vontade e pastor Jessé percebeu, como macho alfa que é. Paramos numa ruazinha escura. Pastor Jessé, sem dizer nada, pegou minha mão e colocou sobre sua calça. Eu não pensei que algum dia fosse sentir uma coisa tão grande porque meu maridinho, além de broxa, tem o pintinho pequeno. Ele desabotoou o cinto e o botão da calça. Seu pau saltou pra fora. Eu quis sentir aquele volume, mas minha mãozinha tão pequenina mal deu conta de pegar. Tirei minha calcinha, que já estava melecada, sentei naquele mastro e rebolei como uma vadia, que eu não sabia que eu era até meu pastor gozar dentro de mim. Depois desse dia, passei a ser mais uma das fieis que o pastor Jessé satisfaz com seu cajado.

Eu acho que meu maridinho, que sabe que não pode competir, já sabe das minhas puladas de cerca com o pastor. Ele me beija com mais vontade depois que o negão esvazia as bolas na minha boca; me chupa com gosto quando o negão jorra com vontade dentro da minha xaninha rosinha. Enfim, acho que tenho um maridinho beta cuckold bem bonzinho em casa, que só falta assumir que gosta de ser corno e quando eu ficar grávida, diremos na igreja que adotamos um bebê.

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