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O Demônio e a Megera – Episódio 27 (Lavignia, a dominatrix implacável)

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Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 3486 palavras
Data: 16/07/2026 12:37:22
Última revisão: 16/07/2026 14:31:48

No dia seguinte, pude aproveitar a piscina do hotel na parte da manhã. Disse a Márcio que nada aconteceu entre nós, que apenas conversamos e marcamos um encontro para a noite. Márcio estava mais empolgado do que eu, querendo saber de tudo. Tive que contar uma história completamente diferente da real. Como explicaria a ele que tive que ficar de joelhos, adorando os pés daquela deusa?

De qualquer forma, Lavignia ocupou nossa conversa durante boa parte da manhã. Ao final do treinamento, estava consumido pela expectativa de reencontrar minha dominatrix de conversa sagaz, sorriso intimidador, olhar predador e lindas pernas, que tinham me deixado louco na noite anterior, para depois me dispensar com um beijo sedento.

Subi até meu quarto, tomei um banho rápido e me vesti com uma calça jeans e uma camisa polo. Faltando 20 minutos, coração acelerado, frio no estômago, chamei uma viatura e cheguei ao saguão do hotel de Lavignia às 18:55, ansioso pela experiência que estava prestes a viver, que eu ainda não sabia exatamente o que era.

Já dera 19:10 e nada daquela perversa aparecer, me deixando impaciente e apreensivo. Mais cinco minutos, eu havia me distraído, só percebi sua presença quando estava a cinco metros de mim e meu coração quase saiu pela boca. Ela estava igualmente linda e sensual, talvez mais provocante, com um vestido tubo curto vermelho assimétrico, cuja parte mais curta exibia provocantemente, na frente e atrás, suas coxas grossas deliciosas. Aliás, que mulher deliciosa, meu Deus!

Olhei-a quase hipnotizado enquanto caminhava em minha direção. Parecia mais alta que na noite passada, o que faria com que ficasse mais alta que eu, devido ao salto alto, que evidenciava sua sensualidade. Lavignia me saudou com um sorriso gentil, estendendo a mão para que a beijasse.

- Boa noite, escravo – cumprimentou aproximando seu rosto do meu.

- Escravo? – respondi, surpreso.

- Por que não? – respondeu com um sorriso irônico.

- Pensei que só fosse seu escravo da porta para dentro de sua suíte.

- Talvez você não tenha entendido ainda, mas eu tenho tempo para lhe ensinar. Vamos!

Lavignia me ofereceu seu braço. Tomei-o e caminhamos em direção à saída do hotel.

- Vamos a um bar e restaurante aconchegante aqui ao lado do hotel. Quero beber um drink.

O lugar era precisamente o que ela disse: aconchegante. Mesas confortavelmente distantes umas das outras. Música instrumental calma, decoração fria e de bom gosto.

Sentamo-nos perpendicularmente um ao outro e Lavígnia cruzou as pernas sensualmente, a parte mais curta do vestido oferecendo uma visão generosa de suas coxas, só que agora sem a meia 7/8, fazendo meu pau reagir. Até prendi a respiração.

- Hoje vou conceder ao meu súdito o privilégio de me pagar um drink.

- Obrigado pela deferência, majestade – respondi, brincando.

- Você sabia que eu posso lhe castigar por adotar esse tom desrespeitoso com sua rainha?

Não respondi. Eu ainda não tinha me dado conta de que ela era minha rainha. Apenas retribuí seu sorriso. O garçom chegou, pedi seu drink e um chopp para mim, que combinava bem com o início quente de noite. E eu ainda nem sabia o quanto.

- O que achou de nossa noite de ontem? – perguntou com cara de sonsa.

- Não posso dizer que o desfecho tenha sido o que eu esperava.

- O que você esperava, gatinho? – deu um sorriso sádico.

- Talvez, um pouco mais de atenção da minha rainha.

- Isso quer dizer que você apreciou o tratamento que eu gentilmente lhe dispensei, gatinho manhoso?

Puta merda! Gatinho manhoso? Era só o que me faltava.

- Melhor do que teria sido não ter a oportunidade de conhecer sua suíte e usufruir de sua companhia.

- Você quer dizer que o tratamento que eu lhe dei foi sofrível, escravo? – reagiu, irônica.

- Não, minha rainha, não foi o que eu quis dizer. Perdão se a ofendi.

- O que você quis dizer, escravo?

Pior que esse negócio de me chamar de escravo me dava um tesão do caralho.

- Apenas quis enfatizar o quão me sinto privilegiado de poder ter usufruído de sua companhia.

- Melhorou.

Fez um segundo de pausa.

- Um pouco.

Quem era aquela mulher à minha frente? Perspicaz, estava me dominando só com o tom de voz, as palavras e com suas pernas que acabavam de descruzar e cruzar novamente.

- Apreciou ajoelhar diante da sua rainha?

A mulher pega pesado.

- Foi estranho. Diferente.

- Explique melhor – falou, me jogando nas cordas.

- É algo que nunca fiz.

- Há uma primeira vez para tudo, concorda? Você deve se acostumar. É assim que eu gosto dos homens diante de mim.

- Dos homens?

- Sim, porque não costumo fazer escravas mulheres.

Tive que rir. Lavingnia saboreou minha risada.

- Você não acha que é uma honra ajoelhar-se aos meus pés?

- Sem dúvida. Aliás, seus pés são lindos, como tudo em você – decidi entrar em seu jogo de vez, porque me pareceu que era o único que havia para ser jogado.

- Como tudo na senhora, André. Para você, é senhora.

- Perdão, senhora, isso não se repetirá – respondi, entrando de vez na dinâmica proposta pela minha dominadora, a excitação fazendo meu pau latejar.

- Espero que tenha apreciado beijar os pés da sua rainha.

Ela queria me jogar na lona, só pode. Bebi quase meia tulipa de chopp e sinalizei para o garçom que trouxesse outra.

- Foi uma das melhores sensações da minha vida, senhora. Muito excitante.

- Excitante? – sorriu sádica.

- Sim.

- Você acha excitante beijar os pés de uma mulher de joelhos, quase de quatro, como um cachorrinho? Não acha isso humilhante?

Puta merda, ela estava pegando pesado mesmo.

- Permita-me discordar senhora. Beijar os pés de uma rainha é uma homenagem digna à sua beleza e imponência.

“Gostosa pra caralho”, pensei por dentro, enquanto a puta descruzava e voltava a cruzar as pernas de novo. Meus olhos não resistiram a se deter por alguns segundos em seus pés, com vontade de me ajoelhar e beijá-los ali mesmo, na frente de todo mundo. Era o que ela estava fazendo comigo.

- É um privilégio que mulheres como eu concedem a homens como você – o riso sádico agora fixando moradia em seus lábios.

Homens como eu?

A porra da mulher parece o Mike Tyson no ringue, caralho. Nem nos meus mais pesados treinos de boxe tantos golpes atravessaram minha guarda. Se fossem socos de verdade, eu sairia de maca do ringue. Ou de ambulância.

- Mas é bom saber que você ficou feliz em beijar meus pés. Você terá uma longa noite para fazer isso. Talvez eu deixe você lambê-los como meu cachorrinho de estimação.

Abre a contagem, juiz, antes que ela arranque minha cabeça fora.

- Talvez permita que você beije e lamba outras partes do meu corpo. Você gostaria, André?

Essa parte eu gostei. Se for assim, não me incomodo de ser um cachorrinho.

- Sim, senhora, seria um privilégio.

- Tudo dependerá do quanto você me agradar.

- Farei tudo que estiver ao meu alcance, minha rainha.

- Você gosta de recompensas, meu bichinho de estimação?

Bichinho de estimação? Que momento, André, de Demônio a bichinho de estimação. Ela estava testando meus limites, foi o que entendi.

- Depende da recompensa, senhora.

- Resposta errada, escravo. Saiba que terei que puni-lo por isso.

Fez uma pausa, me olhando nos olhos de um jeito intimidador, o sorrisinho sádico quase imperceptível naquele rosto lindo, que dava vontade de acabar com aquele jogo e enfiar a língua em sua boca, mas eu queria ver onde aquilo ia dar. Na verdade, desejava.

- Quando sua rainha lhe oferece qualquer tipo de recompensa, você deve se alegrar, independentemente do que seja.

- A senhora está certa, minha rainha, perdão.

- Sua rainha sempre está certa, escravo. Seu julgamento é irrelevante, entende? Você está ciente de que está acumulando razões para ser muito castigado essa noite, e saiba que eu serei severa?

- Sim, minha senhora.

Não acredito que estávamos tendo essa conversa em um restaurante e que eu estava a ponto de gozar na cueca de tanto tesão. Lavignia tinha entrado em minha mente e, a cada minuto, ansiava por me submeter aos seus fetiches, que nem sabia exatamente quais eram, embora desconfiasse.

- Você acha justo ser castigado, André?

Ela falava chegando o rosto o mais próximo que a distância entre nossas cadeiras permitia, me olhando fixo nos olhos, a voz baixa, mas autoritária.

- Acho justo, minha senhora, mas o que eu acho não importa. Se a senhora...

- Como?

Cheguei a levar um susto. Lavignia puxou sua cadeira para mais perto de mim.

- Olhe bem dentro dos meus olhos, escravo estúpido. Se eu perguntei, é porque importa. Quando eu pergunto alguma coisa, você responda apenas, não tente me agradar, porque eu não tolero aduladores. Eu exijo submissão e obediência, não bajulação, você entendeu?

Porra, a mulher não parava de bater. Podia dar uma paradinha de vez em quando para respirar. Soa o gongo, juíz, que eu não aguento mais apanhar.

- Sim, senhora.

- Você vai me obedecer, escravo?

- Sim, minha rainha.

- Claro que vai. Não me toque – reagiu a mistura de Freddy Krueger e Jason Voorhees com o King Kong, antes de pegar meu rosto e me tascar um beijo curto, mas intenso e possessivo, que chegou a me deixar tonto.

Não que eu já não estivesse depois daquela sessão de tortura psicológica, que já estava pronto para dar um fim aquilo.

- Você é perfeito. Teremos uma noite inesquecível, meu cãozinho de estimação – falou, enquanto acariciava discretamente meu pau por cima da calça, que já tinha até broxado depois de tanta humilhação, mas voltou a reagir imediatamente ao seu toque.

- O que a senhora chama de inesquecível inclui esfaqueamento, esquartejamento e coisas do gênero? – brinquei.

Lavignia deu uma risada gostosa.

- Não. Eu não sou uma serial killer. Eu não mato meus brinquedinhos, ainda mais você, que eu ainda pretendo usar muito, meu lindo escravinho. Pode me tocar – falou, antes de me envolver em outro beijo, que retribuí acariciando seu rosto e suas coxas maravilhosas.

Foi um beijo mais suave, lento e demorado que o anterior.

- Pode me tocar. Eu quero namorar você um pouco, antes de abusar de você na minha masmorra. Só não se esqueça de que eu sou sua rainha, sua senhora, e você meu escravo e eu estou lhe concedendo essa recompensa por sua deliciosa submissão, falou com um sorriso doce.

- E eu sou grato por poder ter esse momento com uma mulher tão linda, minha senhora. Aceita outro drink, minha rainha?

- Não, você pode beber, eu não quero perder o controle. Você pode. Não vai precisar dele. Quando entrarmos pela porta daquela suíte, eu vou controlar você e você vai me obedecer.

Não sei por que, senti a promessa de uma noite com muitos prazeres e meu pau nunca mais parou de latejar dentro da cueca. Lavignia havia conseguido dominar meus sentidos. Seu jeito sádico talvez fosse tão promissor quanto o jeito carinhoso como me tratou durante o período em que ficamos namorando quase que como um casal normal, mas a noite ia esquentar muito ainda.

Quando adentramos sua masmorra, Lavignia acariciou meu peito, depois meu rosto, que ganhou dois tapinhas, mais para mostrar seu domínio do que para provocar qualquer incômodo físico. O único que provocou, na verdade, foi entre minhas pernas. Eu já estava completamente rendido aquele jogo e àquela mulher excêntrica, linda, gostosa pra caralho, sensual e demoníaca. Uma combinação de características afrodisíaca e desafiadora. Meu coração estava acelerado.

- Ajoelhe-se – ordenou.

Obedeci ansioso, na mesma posição do dia anterior.

Ela se sentou na beira da cama pegou o celular e ordenou.

- Adore sua rainha. Curve-se diante da sua senhora e adore meus pés com muitos beijos até que eu o autorize a parar.

Assim fiz, aquela situação humilhante me oferecia um prazer estranho, diferente, que fazia meu pau latejar. Fiquei um bom tempo naquele ritual de adoração da minha soberana enquanto ela mexia no celular, praticamente me ignorando.

- Tire meu sapato, escravo, os dois, um de cada vez.

Obedeci.

Ela esticou a perna direita, eu estava de joelhos.

- Massageie, mas faça bem feito ou eu vou lhe bater, você entendeu?

Meu pau deu um solavanco dentro da cueca. De tão duro, já doía e ser dominado daquele jeito estava me deixando louco de tesão. Ainda mais porque sua perna esticada me oferecia uma visão sugestiva do vão das suas pernas.

- Sim, minha rainha.

Permaneci durante muito tempo massageando seus pés, trocando de um para o outro. Lavínia ora dava suspiros de satisfação, ora dobrava um pouco mais a perna, de modo que me oferecia uma linda visão de sua calcinha vermelha, o que estava me deixando completamente louco. Minha cueca já devia estar molhada de tanto que meu pau latejava e já devia ter deixado escapar meus fluidos, me preparando para uma penetração que parecia distante de acontecer, se é que aquela louca me entregaria aquele corpo divino.

- Escravo, gostei muito da sua massagem. Agora cheire a sola dos meus dois pés – ordenou, esticando os dois.

Assim fiz.

- Você gostou do cheiro da sola dos meus pés, escravo?

- Sim, senhora, é maravilhoso.

E era a pura verdade.

- Sinta o gosto, escravo. Dê uma lambida em cada uma e me diga o que achou do gosto.

Obedeci. Lambi as duas solas daqueles pés lindos. Que delícia!

- É maravilhoso, senhora.

- Então agradeça à sua rainha por lhe conceder esse privilégio.

- Muito obrigado, minha rainha.

- Ótimo.

Lavignia moveu todo o corpo para cima da cama, deixando seus pés na beira.

- Lamba, cheire e beije as solas dos pés da sua rainha. Demonstre sua obediência e submissão.

- Sim, senhora – respondi e pus-me a me deliciar com lambidas e beijos nas solas dos seus pés macios.

Também apreciava o cheiro afrodisíaco dos pés de Lavignia. Fiquei mais um longo tempo adorando as solas dos seus pés, completamente submisso e rendido à minha dominadora, que estava visivelmente excitada com aquela situação, sendo possível perceber sua respiração pesada, o que me deixava ainda mais nas nuvens.

Lavignia se sentou na beira da cama, me mandando chegar para trás. Ficou de pé e passou a andar ao meu redor, como da outra vez. Parou atrás de mim e ordenou.

- Tire a camisa.

Obedeci.

Como da outra vez, se abaixou e me abraçou por trás, acariciando meu peito e sussurrando em meu ouvido, me deixando todo arrepiado.

- Viu como sua rainha é generosa? Permiti que adorasse meus pés, como sei que você adora. A obediência tem suas recompensas, mas agora nós vamos brincar de algo diferente. Fique de pé, tire seu sapato, sua calça e fique só de cueca, caso esteja usando uma.

Isso me parecia bom e muito excitante. Fiz o que mandou e fiquei de pé diante de Lavignia.

- Muito bom, meu lindo brinquedinho. Vire-se de frente para aquela parede – apontou.

Fiz o que mandou, a expectativa e o tesão me devorando de um jeito que eu nunca experimentara. Não tanto pela intensidade, mas por ser algo diferente. Mas sim, muito intenso.

- Espere um pouco, fique exatamente como está e não me desobedeça.

Não demorou um minuto e senti sua presença atrás de mim e meus olhos foram vendados.

- Sua venda está confortável, meu cachorrinho ensinado?

- Sim, senhora.

Lavignia me virou de frente para ela, juntou meus dois pulsos e os algemou. Às cegas e algemado com as mãos às costas, fiquei em uma posição vulnerável, que era estranhamente excitante. O jogo subiu uns dois degraus.

Fui posto de frente para a parede novamente. Pelo menos eu tive essa impressão, já que com os olhos vendados a gente perde a noção de sentido, espaço e direção. Lavignia iniciou uma sequência de carícias de me arrancar gemidos, subindo com suas mãos pelas minhas coxas, me deixando arrepiado e com o pau dando solavancos na cueca. Ao chegar perto da minha virilha, subiu para minhas costas, suas mãos subindo lentamente, me arrancando arrepios que irradiavam por todo o corpo.

Abraçou-me por trás e acariciou meu peito e meu abdômen, enquanto respirava na minha nuca.

- Está gostando do tratamento, meu gatinho manhoso?

- Está maravilhoso, minha rainha.

- Aproveite, porque logo chegará a hora do seu castigo.

Estava bom demais para ser verdade, mas até pelo castigo eu já esperava ansioso. Que sensações me esperavam?

Sua mão desceu até o meu pau. Lavignia o apertou por cima da cueca, fazendo com que desse um solavanco.

- Você me parece bem excitado, meu cãozinho de estimação. Pelo visto, está apreciando sua nova condição de propriedade da rainha Lavignia. Seja obediente e poderá me servir sempre. Sempre que eu quiser, claro, porque um escravo não tem vontade, você não concorda?

- Sim, senhora – respondi com a voz rouca, tremida e ofegante, quase um sussurro provocado por aquela voz no meu ouvido, que me provocava arrepios, enquanto sua mão acariciava meu abdômen e a outra massageava meu pau, às vezes apertando com força, que chegava a doer.

Soltei um gemido de dor quando subiu as duas mãos até o meu peito e apertou forte meus mamilos, torcendo-os.

- Está doendo?

- Sim senhora.

- Suportar a dor é uma forma de demonstrar sua devoção pela sua senhora.

Lavignia me conduziu dentro do quarto, eu já não tinha mais a menor ideia de para onde. Fez com que me sentasse na cama e me mandou esperar. Percebia seus movimentos dentro do quarto, mas não tinha a menor ideia do que estava fazendo. A espera deve ter demorado uns quinze minutos, após os quais, fez com que me levantasse novamente. Depois de mais uma caminhada às cegas, fui desalgemado nas costas e novamente algemado, mas agora na frente.

- Ajoelhe-se para receber o seu castigo.

Lá vem merda, pensei, mas obedeci num estado de excitação quase insuportável, e agora com aquele frio no estômago, antecipando o que viria. Lavignia fez com que eu me debruçasse sobre a cama.

- Eu vou açoitá-lo escravo. Caso você peça para interromper o seu castigo, assim o farei. Alguns homens são fracos e esses não me servem. Então, o dispensarei como um verme inútil. Quanto mais você suportar seu merecido castigo, como deve fazer um escravo de valor, mais saborosa será sua recompensa. As regras estão claras, escravo?

- Sim, senhora – respondi, apreensivo e excitado.

- Prepare-se, porque isso vai doer.

Lavignia arriou minha cueca até o joelho e iniciou meu martírio. As primeiras chicotadas, sempre nas nádegas e nas coxas, foram bem comedidas, ardidas, mas bem suportáveis, mas a intensidade aumentava a cada sequência. Na medida em que ficavam mais fortes e mais doídas, ela aumentava o intervalo entre uma e outra.

Um golpe mais forte acertou minha bunda, me arrancando um gemido de dor, mas não capitulei. A subsequente me acertou a parte posterior da coxa e a dor se tornou praticamente insuportável, ao ponto de me arrancar uma lágrima e fazer o estômago embrulhar.

- Chega, não aguento mais.

- Maravilhoso, André, maravilhoso! Você foi muito bem. Mostrou que é cabra macho. Suportou bastante o seu castigo e ganhará recompensas. Estou muito feliz com você.

Porra, meu pau até amoleceu, mas, ainda assim, havia um estranho prazer naquilo, que eu não conseguia entender. Lavignia mandou que eu me deitasse de bruços na cama, e acabou de tirar minha cueca.

- Sua rainha vai cuidar de você agora, meu cãozinho obediente.

Minha rainha sádica espalhou uma pomada nas mãos e passou a massagear minhas coxas e minha bunda. No início, o toque incomodava um pouco, porque o castigo havia me deixado ardido, mas aos poucos aquela carícia foi ficando gostosa, ao ponto de meu pau voltar a reagir. E o que me deixou mais excitado é que Lavignia maliciosamente deslizava as mãos pelo meu rego, chegando a resvalar os dedos no meu cu.

Relaxante? Sim, mas perigoso. E bota perigoso nisso.

- Descanse um pouco, meu pobre escravo, que já vou usar você para satisfazer algumas vontades especiais minhas.

Cansado de apanhar daquela psicopata, quase adormeci, mas saí do transe com meus olhos finalmente sendo desvendados. Demorou para que as imagens se firmassem nítidas com a claridade, mas, quando se formaram, revelaram uma imagem fabulosa. Lavígnia estava com um jogo de lingerie de renda preto com cinta liga e meia até um pouco acima do meio de suas coxas. O sutiã valorizava seus seios, com um decote generoso e marcava seus mamilos.

Mandou que eu levantasse da cama. Eu estava completamente encantado com sua produção. Ela estava de pé à minha frente. Vontade de devorar aquela deusa vestida daquela maneira. Sua calcinha era pequena e marcava o desenho da sua buceta. Que coisa linda!

- Espere um pouco – falou, virando-se de costas para mim, exibindo aquela bunda perfeita, que engolia a calcinha pequenina.

Ainda caminhou lentamente, requebrando os quadris para me provocar. Que delícia de mulher!

Será que finalmente chegara a hora de receber a recompensa ou ainda sofreria mais nas mãos de Lavignia?

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Comentários

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Alô, produção! Tem como colocar mais estrelas?!?

Terças e quintas têm sido divertidas!

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Obrigada, Normal, você sempre gentil.

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Não tem o que agradecer! O texto é muito bom!

A pitada de humor que falta em muitas histórias é sempre presente. Os personagens são muito bons! Os diálogos fogem do lugar comum.

Temos autores muito bons aqui no site. Sigo e admiro vários deles, e vocês ganharam um lugar de destaque nesse rol de escritores!

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Nossa Senhora!!!

Qua Lavignia/Megera maravilhosa!!

E gente!!! Vcs são demais T&A. André não se aguentando para rir foi demais!!

E muito, mas muito obrigado por essa homenagem a esse insignificante escravo da Megera que escreve agora!

"- Pode me tocar. Eu quero namorar você um pouco, antes de abusar de você na minha masmorra. Só não se esqueça de que eu sou sua rainha, sua senhora, e você meu escravo e eu estou lhe concedendo essa recompensa por sua deliciosa submissão, falou com um sorriso doce."

MASMORRA!!!

Aí Zanon, tem masmorra aqui irmão!!!

kkkkkk

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" Olhe bem dentro dos meus olhos, escravo estúpido. Se eu perguntei, é porque importa. Quando eu pergunto alguma coisa, você responda apenas, não tente me agradar, porque eu não tolero aduladores. Eu exijo submissão e obediência, não bajulação, você entendeu?"

Delicadinha feito um acidente de trem.

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Essa ta marcada no Top 10!

Mas olha!! Fiquei com uma sensação que brioquinho do Demonio vai ter uma atenção especial da nossa LM (Lavignia Megera).

Ela não vai perdoar a Ay ter mexido ali primeiro né!!

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MEU DEUS!!!! Hj vai ser um monte de comentários!!!

Ja chegou na LATA!!

"- Boa noite, escravo – cumprimentou aproximando seu rosto do meu."

kkkkkkkkkkkkkk

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