Me chamo Malik, moreno de 1,80m e com corpo definido. Sempre de cabelo raspado e com barba feita. Voz grossa, olhar penetrante, bem vestido. Um belo exemplar de homem.
Estou está há 13 anos com sua amada, Lett, uma loira de 1,75m com 75Kgs, peitos com silicone mas parecem ser naturais, mulher de corpão. Sempre bem vestida e cheirosa, cabelos arrumados e de unhas feitas, vaidosa.
Desta vez, venho contar um acontecimento que se passava apenas no meu imaginário por incontáveis vezes, do dia em que enfim minha sogra e eu nos pegamos.
Lua é uma mulher no auge dos 50 anos, loira de cabelos cacheados, olhos azuis, corpo voluptuoso, peitos grandes, bundão, cochas grossas. Lett tem a que puxar e ser gostosa!
Lua está separada faz um tempo e após isso comecei a olhar diferente para ela, isso parecia estranho por ela ser minha sogra. Comecei a notar a beleza dela pelo lado carnal mesmo, no modo como ela se vestia, como estava sempre cheirosa, cabelos sempre arrumados, unhas feitas e super simpática.
Comecei a notar nos decotes que usava, na sua bunda e pernas quando estava de calça mais justa, no desenho do seu corpo e tamanho dos seios quando estava de vestido e por aí vai, eu poderia ficar tempo aqui descrevendo.
Deu um tempo para cá, Lua e eu começamos a ter uma relação mais estreita por conta de ajudá-la em diversos momentos após separação dela, coisas corriqueiras da rotina de manutenção da casa e carro.
Havia uma troca de olhar, mas nunca havia pensado em segundas intenções do lado dela. Comecei a, quando cumprimentá-la, pegar na cintura e puxar mais perto de mim, apertar ao abraçar, beijo no rosto mais forte e buscando o cantinho da boca. Em certos momentos parecia que ela também procurava este contato, mas também poderia ser coisa da minha cabeça.
Houve um casamento e fomos convidados. Lett, nós fomos em nosso carro e Lua foi no carro dela. Lett estava fenomenal, em um vestido feito sob encomenda no tom de azul claro, com decote que realçava ainda mais aqueles belos e enormes seios. Vestido desenhava o corpo, fiquei com vontade de pegar ela de jeito desde que saímos de casa.
Chegamos na festa antes da Lua, não a vimos chegar, quando demos conta ela já caminhava pata a nossa mesa. Ela estava um tesão de mulher. Aquela coroa bem arrumada, cabelo preso, pele branca em um vestido verde abacate, com decote discreto, salto alto, unhas à francesinha branca, batom rosa claro discreto e muito cheirosa.
A vontade era de pegar ela ali mesmo, me veio uma chama inexplicável por ela desde o primeiro contato visual daquela noite.
Nos cumprimentamos, tentei segundas intenções desde o primeiro abraço com a mão na cintura e pressionando ela em meu corpo.
Curtimos muito, bebemos também. Lett e sua mãe gostam de ginástica, mas não havia no casamento, então fomos todos para o uísque. Eu no uísque puro e elas com energético.
Certa hora da madrugada Lett e eu fomos pra casa, eu estava com um tensão imenso pra transar gostoso e Lett também estava.
Lua decidiu ficar mais um pouco, ao nos despedirmos o contato entre nós foi mais intenso. Notei uma certa maldade.
A caminho de casa, Lett e eu fomos trocando toques e carícias dentro do carro. Ao chegar em casa, fomos tomar banho, foi nesse momento que minha sogra liga pedindo ajuda com seu carro.
Prontamente, Lett confirma que eu estarei indo, e me diz pra ir ajudar sua mãe com o carro e quando eu voltar é para acordá-la e receber minha recompensa. Me arrumei e fui.
Chegando no estacionamento pude ver minha sogra dentro do carro, encostei do lado, fui dizer um oi novamente, onde encostamos os cantos das bocas. Rimos, mas não falamos nada. Eu ainda estava meio bêbado e ela também.
Tentando verificar o que havia ocorrido, era bateria, encostamos nosso corpo no momento que é,a foi sair e eu entrar no carro pra dá partida. Ficamos frente a frente, coloquei minha mão direita em sua cintura e ela a mão no meu ombro. Olhamos olho no olho, meu olhar se fixou naquela boca, foi inevitável não beijar.
Começamos uns beijo devagar, por 3 segundos parei para olhar no olho e na boca dela, enquanto minha mão apertava a cintura e a outra ia para o rosto. Nos beijamos novamente, dessa vez mais intenso, com as mãos passando pela lateral do corpo, eu nela e ela em mim.
Começa a chover. Fechamos os carros e entramos no meu carro. Ainda sem acreditar que estava vivenciando aquilo. Decidimos ir embora porque a chuva não ia cessar. No caminho fomos calados, trocamos poucas palavras. Ao chegar na frente da casa ela diz pra eu estacionar o carro na garagem. Saímos do carro, quando ela termina de abrir a porta eu entro e a puxo pelo braço, olho no olho dela e digo que a quero a fazer sentir-se desejada, sentir-se mulher novamente. Ela se entrega e ali iniciamos um beijo quente, intenso, de mãos indo para lá e para cá. Eu passando pelo seios, apertando aqueles seios enormes, passando a mão pela cintura e, finalmente, apertando aquela banda enorme, gostosa e pressionando ela contra mim. Enquanto isso, ela começa a arranhar minhas costas e minha nuca. Eu a beijo no pescoço, a viro de costas e sussurro para irmos pro quarto.
Na porta do quarto, eu abri o zíper do vestido no mesmo momento em que beijava os ombros e baixava as alças do vestido, deixando com o que o vestido descesse pelo corpo. Fui descendo até me agachar e ajudado o vestido a descer até os pés, foi quando me fique cara a cara com aquela bunda apaixonante, com uma calcinha rosa bem enfiada entre as nádegas, rasguei a meia calça para beijar e morder de leve aquela bunda deliciosa e sentir o cheiro da minha sogra. Deixei ela de calcinha e salto alto, pois ao subir novamente eu abri o sutiã e ela o jogou no chão, a virei de frente, começamos um beijo longo onde eu massageava sua bunda com uma mão e a outra um dos seios e ia alterando, até que cai de boca naqueles peitos, alternando as mamadas e beijos naqueles bicos duros de tesão. Ela me ajudou a tirar a roupa, me deixando apenas de cueca. A empurrei para a cama, deitei ao lado dela e não paramos de nos beijar, trocávamos carícias, até que comecei a mamar seus peitos e ir descendo e beijando seu corpo. Cheguei na buceta, mas não fui de cara chupando, queria deixar ela louca de todas as formas e que ela sentisse um tesão absurdo (fazia mais de um ano que ela não transava), fui beijando, lambendo e mordendo as coxas, passei a língua nas duas virilhas, até que coloquei a calcinha de lado, enfim pude sentir o cheiro doce daquela buceta rosa e toda molhada de tesão. Comecei a passar chupar loucamente, alternando entre linguadas no grelho e penetrando a buceta dela com a língua e dedo. Passando a língua e dedos de leve pelo cuzinho dela, quando vi que estava perto de gozar. Quando ela disse que ia gozar e eu falei que ia tomar todo o mel dela, a sogra ficou maluca a gozou demais, rebolando na minha cara e pressionando minha cabeça entre as coxas e me forçando contra ela com as mãos. Pra melhorar, enquanto ela gozava eu penetrava o cuzinho dela com o dedo. Ela disse que nunca tinha feito algo daquilo.
Eu, prontamente, fiquei ajoelhado de frente ao rosto dela e coloquei meu pau, que neste momento latejava, na boca da minha sogra. Ela chupou intensamente, lambia, engolia, se engasgava. Foi um boquete muito bom. Ela parou de me chupar e pediu pare que eu a comesse, pois ela não aguentava mais de tesão.
Ela veio por cima de mim, sentou devagar e começou a rebolar com meu pau todo dentro daquela buceta encharcada. Ela gemia, rebolava, eu a puxei pra baixo para poder mamar naqueles peitos e deixar aquela bunda empinada, foi quando ela parou de rebolar e eu comecei a meter forte nela, a coroa gemia, gritava de tesão, coloquei um dedo no cuzinho e ela forçou pra ele entrar todo, foi quando coloquei dois e entendi que ela estava disposta a tentar algo totalmente novo.
A tirei de cima de mim e fui por cima dela, estilo frango assado. Ali ela se abriu toda, ficou toda arregaçada e pedia para eu foder gostoso, eu metia, acariciava o grelo dela, apertava os peitos, alternando em apertos pela cintura e coxas, cada vez que metia aquela buceta estava mais molhada, ela gemia pedindo mais e mais. Enquanto metia, ela me puxou pra um beijo e depois sussurra em meu ouvido: 'me pega de 4!', eu prontamente saio de cima e a viro, quando ela fica de quatro a abre aquela bundão, eu não consigo me controlar e caio de boca, dando um beijo de língua naquela buceta e cuzinhos rosados. Quando coloco a cabeça do meu pau na entrada no buceta, ela mesmo vem pra tras se encaixando em mim e começa a rebolar e fazer movimentos de frente e trás. A cada penetrada ela geme diferente, até que eu a seguro pelo quadril e começo a meter forte, ela geme alto, joga seus cabelos de um lado para o outro e diz que vai gozar e pede pra eu gozar junto, e que posso gozar dentro da buceta pra ela sentir. Mais dois minutos metendo e nós dois gozamos juntos.
Deitamos lado a lado, nos olhamos e concordamos em não acreditar que aquilo tenha acontecido, mas que foi excelente, pois fazia tempo que ela não se sentia desejada e eu disse que a desejava há tempos.
Me vesti e fui embora para não levantar suspeitas. Ao final, ela me beijou no rosto, mas diferente do normal e disse até a próxima sorrindo com o canto da boca.