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Minha História de vida... Começando o incesto na família. – Parte 1

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Um conto erótico de Maria Izabelly
Categoria: Heterossexual
Contém 1265 palavras
Data: 16/07/2026 10:13:06

Bom dia, boa tarde, boa noite.

Não sei o horário que estará lendo esse relato, mas quero que saibam que tudo aqui foi verdadeiro e intenso. Serão alguns relatos com desabafos e histórias do que aconteceu nesses anos até o momento atual, como minha primeira vez, aventuras com a amiga, DP, e o principal de tudo: O início do Incesto em minha vida.

Me chamo Maria Izabelly, atualmente com 36 anos. Casada e mãe de um menino. Não sou nenhum tipo de mulher que para o transito quando passo, mas me cuido fazendo academia, dieta e muito exercícios aeróbicos. Tenho cabelos pretos e sou bem branquinha, daquelas que se sair no sol, logo fico vermelha, olhos castanhos, seios médios e uma bunda até que grande, já que aos poucos está ficando do jeito que quero por causa dos treinos: Enorme e bem dura.

Tenho uma vida sexual bem ativa com meu marido, não temos frescura na hora do sexo. Sempre com bastante provocações, xingamentos, tapas e brinquedos sexuais no meio da transa. Adoro ser penetrada pelo meu consolo enquanto ele come meu cuzinho. Vejo estrelas nessas horas.

Bom, vamos a minha história...

Criada pela minha mãe, pois meus pais se separam quando eu ainda era pequena, fui obrigada a morar numa cidade perto do litoral do Paraná, eu, minha mãe e meu irmão mais novo. Uma cidade pequena, pacata e muito bonita. Passei a gostar dela tempos depois, já que o fato de sair da minha terra natal não estava me agradando logo de início.

Mamãe trabalhava durante o dia em período integral numa empresa onde era embaladora, chegava apenas à noite em casa. A pensão que meu pai pagava, nos proporcionava uma vida boa e tranquila. Não faltava nada em casa. A casa era consideravelmente muito boa, com 3 quartos e uma pequena piscina nos fundos da casa com uma churrasqueira.

Sempre fui muito ativa. Brincava, corria, jogava bola e tudo que pudesse me divertir. Numa dessas brincadeiras, foi onde tive meu primeiro contato com um menino. Não foi nada demais, apenas um beijo numa construção abandonada enquanto estávamos numa brincadeira de esconde-esconde.

Minha mãe não gostava que eu ficasse na rua, onde no ver dela só tinha coisas que não prestava. Raramente ela deixava sair, era mais nos finais de semana. Mas eu sempre dava escapadas durante o dia para brincar. Perdi a conta de quantas vezes apanhei pelo fato dela chegar mais cedo e me pegar na rua, kkkk.

Meu irmão Marcos é bem parecido comigo, um palhaço. Sempre alegre, brincalhão e falador. Estávamos sempre juntos, quase não brigávamos. Era bem protetor, mesmo sendo mais novo que eu.

Em um final de semana, enquanto minha mãe estava na sala assistindo tv, saímos para rua encontrar uns amigos e nos divertir. Nesse dia, enquanto estávamos em uma quadra esportiva deserta, uns meninos do nosso grupo trouxeram revistas de fotonovelas de seus pais, com várias cenas de sexo. Nunca tinha visto nada relacionado a sexo. Mas ver aqueles paus enormes, as mulheres chupando sem pudor nenhum, penetrações e até DP... aquilo foi um choque para mim. Foi a primeira vez que senti minha bucetinha ficar molhada. Fiquei com vergonha, ria de nervosismo, mas no fundo amei ver aquilo tudo. Até hoje me lembro de cada cena que vi na revista, ficou gravado em minha memória assim como as fotos impressas na revista.

Percebi que Marcos ficou hipnotizado com aquelas revistas, viu cada página e não disfarçou em olhar cada detalhe. Foi capaz até de levar uma para casa para folhear, onde nessa ficou no banheiro trancado por minutos intermináveis.

Quando saiu do banheiro, vi que estava com cara de cansado, vermelho e com algo escondido por baixo da sua blusa na altura da cintura.

- Tá tudo bem Marcos? – perguntei, com curiosidade.

- Está tudo bem sim Iza. Só estava usando o banheiro. Devo ter comido algo que não caiu bem. – E saiu apressado para seu quarto.

No domingo à noite, enquanto Marcos estava no banho, corri para o quarto dele a procura da revista que ele pegou com os meninos. Eu precisava ver mais uma vez aquela revista, com calma, sozinha e sem ninguém que pudesse me interromper.

Procurei que nem uma doida no quarto, com o coração na garganta com medo de ser descoberta por ele ou pela minha mãe. Quando estava quase desistindo de encontrar, lembrei de uma conversa deles onde falavam sobre esconderijos, e um deles era na fronha do travesseiro. Procurei e lá estava a revista. Peguei e sai correndo para meu quarto onde escondi na gaveta debaixo das minhas calcinhas.

Na hora da janta, comi apressada com pretexto de ir logo para cama, que estava com sono e que teria que acordar cedo para escola. Estava suando frio com ansiedade e nervosismo.

Assim que terminei, dei boa noite e fui correndo para meu quarto. Tranquei a porta, peguei a revista, apaguei a luz e liguei o abajur na cabeceira da cama. Com as mãos tremulas, abri e comecei a folhear as páginas. Agora com calma, fiquei ainda mais impressionada com as fotos. Senti um calor enorme no meio das minhas pernas, senti que estava molhada e com uma sensibilidade enorme na minha bucetinha.

Não quis perder tempo lendo os balões de diálogo, mas prestei atenção no desenrolar da história. Um homem entra no quarto, senta na cama e parece conversar algo com a mulher, logo ele está alisando suas pernas e mexendo no seu pijama. Em uma das páginas, a mulher está segurando e chupando o pau do homem enquanto sua outra mão parecia estar passando por cima da buceta. Curiosa, eu fiz o mesmo e senti um choque percorrer todo meu corpo. Umas sensação maravilha passou por mim, só pelo simples fato de ter tocado naquela região.

Como eu estava com um pijama leve e o short era folgado, puxei minha calcinha para o lado e senti o quanto estava molhada. Comecei a me alisar e imaginar eu no lugar daquela mulher, passei por cima do meu grelinho, comecei a descer os dedos e subir até enfiar um pra dentro. Ia e voltava ouvindo aquele barulho molhado. Minha respiração estava acelerada, meu peito subia e descia com muita velocidade. Até que em certo momento, o ápice aconteceu: Comecei a me contorcer, tremia e sentia espasmos nas pernas. Perdi minhas forças e comecei a me sentir mole e sensível. Ali eu descobri o que era um orgasmo. Foi o primeiro da minha vida. Intenso e gostoso. Se com os dedos era assim, não podia esperar pra saber como seria com um pau de verdade.

Algum tempo depois, já com as energias voltando ao normal, continuei olhando as imagens na revista, e algo me chamou atenção. Nos balões de conversa, a mulher era irmã do cara que estava comendo ela. Fiquei assustada quando percebi do que se tratava a história que estava ali na minha frente. Voltei desde o início e li todos os quadros. Ao mesmo tempo me veio na cabeça: O Marcos estava com essa revista no banheiro? Será que ele reparou do que se tratava a história? Ele escolheu a dedo essa revista mesmo sabendo do que se tratava? Minha cabeça girou... meu irmãozinho está vendo essas coisas e pensando em mim? Será?...

- Amanhã o dia promete...- pensei comigo mesma.

Continua.....

Obrigado por ler e por ter chegado até aqui... Deixarei meu contato caso queiram conversar já que aqui não é possível. Não garanto responder rápido, até porque meu marido nem sabe que estou por aqui.

maria_izas2@myyahoo.com

Em breve publicarei as continuações.

Beijos da Iza.

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Comentários

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Ótimo início. Vc escreve bem e pelo visto está construindo uma história fantástica. Estou muito animado para acompanhar.

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