Me chamo Raul. Sou alto, acima de 1,80 m, e peso um pouco mais de 100 quilos. Tenho um corpo forte com músculos proveniente do trabalho pesado e estou acima do peso com aquela barriga saliente. Sou moreno, com a pele cor de ocre, cabelos castanho-claros, olhos verde-oliva e um rosto que engana os que me acham mal-encarado. No alto dos meus 33 anos, diria que a idade me fez bem.
Há cerca de uns cinco meses, as curvas da vida trouxeram de volta uma antiga paixão da minha adolescência. Ela havia quebrado a cara em seu casamento, um ex marido bem cuzão. Natália era baixinha, por volta de 1,50 m, uns 55 quilos. Tem uma bunda grande pro seu tamanho, redondinha, um pecado. A pele clara cor de pastel, cabelos e olhos escuros e um rosto que remete a de uns 15 anos de idade. É como se o tempo passasse diferente para ela; ela tem 35 anos. Vamos à história desse reencontro.
Era uma noite de inverno bem fria quando meu amigo Fernando me ligou.
— Opa, alô — atendi meio curioso. O Fernando ligando no meio da semana só podia significar que queria algum favor.
— Fala, mano, beleza? Tô precisando que você me quebre um galho. Você ainda tem aquele kit de ferramentas? Tô precisando fazer um reparo aqui na casa da minha mãe, você podia trazer aqui para mim se não tiver fazendo nada?
Como eu pensei era o Fernando me arrumando trabalho no meio da semana. O Fernando é aquele amigo nota mil, que tu sempre pode contar, mas o que tem de gente boa, também tem de folgado.
— E o que houve com as que eu te emprestei e nunca mais vi? — Já na perguntei na resenha. — Até vou levar aí, mas vou cobrar o dia, porque se deixar contigo, nunca mais vejo.
Alguma coisa caiu do outro lado da linha, um som de pancada, um monte de coisas desabando e a voz dele veio por fim meio envergonhada de quem acabou de se esborrachar — Beleza, te aguardo.
Nisso, peguei a moto e dentro de 15 minutos estava na casa da mãe dele. Enquanto ia chegando, vi que o movimento estava maior do que eu esperava, Marina irmã dele devia estar ali também. Fui entrando pela varanda subi as escadas e tava um falatório danado entre a família. Assim que terminei subir a escada, topei com a outra irmã do Fernando, a Natália. Não fazia ideia de que ela estava ali. E o sacana nem pra me avisar. Bem logo ela veio me cumprimentar com um sorriso aberto dois beijinhos no rosto, fazia anos que não nos víamos.
— Oi, moço, quanto tempo! — ela disse, já ruborizando, parecendo que também não esperava me ver.
— Oi, Nat… — comecei a cumprimentar de volta, mas fui atropelado pela gritaria de Marina, que ao se aproximar da irmã gritava pra mãe e o irmão ouvir.
— Na hora que a Natália tomar um chá de rola bem tomado, ela para de aceitar ser tratada assim por aquele babaca! — A voz da Marina ecoou enquanto ela saía para a varanda. — Ohhhh! — Quando me viu, ela entrou correndo para dentro de casa; sabia que tinha constrangido a irmã.
O rosto da Natália foi de corado para roxo de vergonha. Tentando descontrair, começou a falar um tanto afoita, mas olhando fixamente para mim:
— Bom, parece que minha irmã acha que todos os meus problemas vão se resolver na sua rola… — Claramente, o nervosismo com a situação fez com que ela errasse o que queria dizer.
— Hoje eu vim solucionar problemas — Entrei na resenha e emendei de pronto, antes que ela pudesse tentar consertar.
Então o nervosismo passou e caímos na gargalhada, mas a semente já estava ali.
O resto da noite foi batendo papo e trabalhando praticamente com a ajuda das "meninas". Meu amigo era um tanso para lidar com reparos e conseguiu se machucar com o tal do tombo que tinha levado, melhor assim e eu não queria emprestar meu jogo de ferramentas novo para ele comer tudo, desmazelado como é. Depois de quase tudo pronto e umas boas duas horas, decidiram que a Marina ia emprestar uma cômoda para a Sônia (mãe deles) e iriam buscar. O Fernando levaria a Natália e a Marina (esta ficaria em casa), e na volta o Fernando e a Natália trariam uma pizza, enquanto a Dona Sônia me faria companhia enquanto eu terminava os reparos.
Passados alguns minutos com o povo discutindo a logística, escutei o som do carro saindo e tão logo um som de passos entrando no quarto de hóspedes enquanto eu terminava o conserto do guarda-roupa.
— Então, Dona Sônia, agora só falta arrumar os bocais desse quarto e do corredor e acabamos por hoje — falei sem olhar para trás.
— Eu realmente gostaria muito de te agradecer por tudo o que fez por mim hoje. — Mas a voz meiga que ecoou foi a da Natália, que me observava com um olhar admirado por todo o arranjo que fiz. Ela separou do cuzão e ia passar um tempo com a mãe.
— Não há o que agradecer, Nat, tá tudo certo — falei já sorrindo e me sentindo um tanto orgulhoso. — Em alguma coisa tenho que ser bom, né? — brinquei, para desinflar meu ego.
— É. Você é realmente ótimo em resolver problemas — ela disse, concordando e entrando na brincadeira.
— E dessa vez nem precisei usar a rola — falei zombeteiro, espezinhando ela pelo furo de mais cedo.
Ela me olhou com aquele olhar sapeca de menina-moça que foi pega em uma armadilha, encheu os pulmões e soltou, com um ar de deboche calculado:
— Eu disse ótimo, mas poderia ter dito excelente.
Ela não esperava o que estava por vir.
Foram três passos largos em sua direção. Antes que ela pudesse entender, seus lábios foram beijados, seus pés saíram do chão, minha mão tomou seu cabelo e seu corpo preso contra a parede. As palavras dela explodiram todo o desejo que segurei por mais de quinze anos.
Depois de alguns minutos de um beijo intenso, ela se desvencilhou de mim e disse, entre gemidos:
— Ai, Raul, seu gostooso…
Eu a guiei até a cama, a coloquei de quatro, baixei suas roupas de uma vez só e abri a minha calça. Meu pau, já babando, encontrou a bocetinha dela completamente molhada. Entrei apertado, enquanto ela soltava aquele chorinho de prazer.
Eu queria me controlar, mas aquela bundona redondinha engolindo meu pau e o chorinho dela não estavam me ajudando. Levantei-a pelo cabelo, segurei-a pelo pescoço, no que minha mão cobria ele por inteiro, e com a outra mão, comecei a estimular o clitóris enquanto acalmava as estocadas. Alguns minutos depois, ela gozou choramingando. Dei um tapa gostoso naquela raba e acelerei o ritmo e foram alguns minutos como um animal descontrolado até enchê-la de porra.
Ela olhou para mim com uma carinha de choro e perguntou:
— O que você fez comigo, homem? A gente não devia…
— Fiz o que sempre quis fazer. Te tratei como minha putinha e você gostou. — Peguei-a pelo cabelo e beijei a boca dela novamente.
Toda dengosa, ela olhou no meu olho e perguntou:
— Você vai resolver todos os meus problemas?
Puxei-a para os meus braços e sussurrei em seu ouvido:
— Na minha rola!
E caímos na gargalhada.