No dia seguinte, a tarde estava ainda mais quente. Maria chegou para trabalhar com o corpo dolorido, o cuzinho ainda latejando da foda bruta do dia anterior. Ela mal conseguia sentar direito. O uniforme justo marcava suas curvas, mas agora havia uma mudança no jeito dela: os olhos baixos, os movimentos mais lentos e obedientes. A resistência do dia anterior havia sido completamente quebrada.
Roberto apareceu na cozinha logo depois do almoço. Maria estava lavando louça. Assim que o viu, ela parou, baixou a cabeça e murmurou baixinho:
— Bom dia, patrão...
Ele se aproximou por trás, agarrou sua cintura e apertou a bunda grande e redonda por cima do uniforme.
— Hoje você vai ser uma boa menina, não vai? — perguntou ele, já com a voz rouca de tesão.
Maria mordeu o lábio, corada, e respondeu quase num sussurro:
— Sim, patrão... eu vou obedecer.
Roberto sorriu satisfeito com a submissão dela. Levantou a saia devagar, expondo a bunda sem calcinha — ela já tinha vindo preparada. Pegou o pote de margarina que deixara em cima do balcão e enfiou os dedos na gordura.
— Abre as pernas — ordenou.
Maria obedeceu imediatamente, afastando os pés e inclinando o corpo para frente, apoiando os seios firmes no balcão. Ele espalhou margarina generosamente no cuzinho ainda um pouco inchado e enfiou dois dedos de uma vez, lubrificando bem. Ela soltou um gemidinho baixo, mas não resistiu.
— Tá vendo? Ontem você gritava... hoje já tá oferecendo esse cu gostoso pra mim — provocou ele, tirando o pau grosso para fora.
Sem esperar, encostou a cabeça lubrificada e meteu com força no cuzinho. Maria gemeu alto, apertando os olhos, mas empinou a bunda para trás, facilitando a entrada.
— Ai... patrão... devagar... ainda tá sensível — murmurou ela, a voz submissa.
Roberto segurou os cabelos dela e começou a foder o cu com estocadas longas e profundas, cada vez mais fortes. A margarina fazia o pau deslizar fácil, produzindo sons molhados enquanto ele arrombava o cuzinho apertado da novinha. Ele metia com vontade, batendo as bolas contra a bocetinha que já estava molhada.
Depois de uns minutos fodendo só o cu, ele tirou o pau, virou Maria de frente e sentou ela na beira do balcão. Abriu bem as pernas dela e enfiou o pau grosso na bocetinha apertada de uma vez, até o fundo.
— Aaaahh! — gemeu Maria, agarrando os ombros dele.
Roberto começou a meter com força na buceta, estocadas brutais que faziam os seios dela balançarem dentro do uniforme. Ele alternava: metia uns minutos na boceta, depois voltava pro cu, usando a margarina para lubrificar sempre que trocava de buraco.
— Qual você prefere hoje, sua putinha submissa? — perguntou ele, metendo fundo no cu novamente.
— Os dois... pode foder onde o senhor quiser, patrão... eu sou sua — respondeu ela, a voz entrecortada pelos gemidos, completamente entregue.
Roberto ficou selvagem. Colocou Maria de quatro no chão da cozinha, empinou aquela bunda grande e começou a foder o cu com força total, segurando os quadris dela e puxando-a contra ele em cada estocada. Depois virou ela de lado, levantou uma perna e alternava entre buceta e cu, enfiando tudo com violência. A margarina escorria pelas coxas grossas dela, misturada com os sucos da bocetinha encharcada.
Maria gemia alto, submissa, pedindo mais:
— Mais forte, patrão... fode meu cu... fode minha buceta... eu aguento...
Ele metia sem parar, trocando de buraco sempre que queria, esticando os dois orifícios da jovem empregada. O suor escorria nos corpos dos dois. Quando sentiu que ia gozar, Roberto enfiou tudo no cuzinho dela e acelerou o ritmo brutalmente.
— Vou encher esse cu de novo...
Com um grunhido alto, explodiu dentro do intestino dela, jatos grossos e quentes de porra enchendo tudo. Maria tremia inteira, gozando ao mesmo tempo, a bocetinha pulsando enquanto o cu era inundado.
Ele ficou dentro até esvaziar completamente, depois tirou o pau devagar. Um rio de porra misturada com margarina escorreu do cuzinho arrombado e pingou no chão.
Maria, ofegante e destruída de prazer, ficou de joelhos na frente dele, olhando para cima com olhos submissos.
— Obrigada, patrão... — murmurou ela, limpando o pau dele com a boca sem que ele precisasse mandar.
Roberto acariciou os cabelos dela e sorriu:
— Boa garota. Amanhã você vai vir sem calcinha de novo... e eu vou foder esses dois buracos o dia inteiro se eu quiser.
Maria apenas assentiu, ainda sentindo o cu e a buceta latejando, completamente dominada e obediente.