O pretexto do café da manhã durou segundos. O céu começava a clarear, mas o único calor que importava era o fogo que queimava entre os dois. Ela se ajoelhou na canga, os cabelos cacheados bagunçados pelo vento, e olhou bem nos olhos dele antes de puxar a bermuda dele para baixo de uma vez.
O pau dele pulou para fora, rígido, latejando de tesão. Sem perder tempo, ela o agarrou com força e o enfiou inteiro na boca. Ela chupava com uma vontade insana, querendo engolir cada centímetro, fazendo um barulho molhado que se misturava ao som das ondas. Usava a língua, a garganta, deixando a boca cheia de saliva enquanto olhava para cima para ver a expressão dele.
O moreno de barba grossa segurou a cabeça dela com força, guiando o ritmo, enquanto os olhos dela já começavam a lagrimejar de tanto prazer.
De repente, ela parou de chupar, deixando o pau dele brilhando de baba, e se virou de costas. Apoiou-se de quatro na areia, empinando aquele quadril largo e a bunda monumental na direção dele, puxando a calcinha do biquíni para o lado.
Ele não esperou. Segurou a cintura fina dela com as duas mãos, cravando os dedos na pele quente, e meteu com tudo por trás. A penetração foi direta, ela já estava pingando de tesão, a socada era forte com um baque carnal que fez ela soltar um gemido alto, ecoando na praia deserta. Ele socava com força, sem dó, fazendo a bunda dela estalar contra o quadril dele a cada metida violenta. Ela jogava a cabeça para trás, sentindo o pau dele rasgar sua buceta, completamente entregue àquela foda.
Mas o tesão de comandar falou mais alto. No meio de uma socada profunda, ela firmou os joelhos na areia, arqueou as costas com força e conseguiu se soltar dele, fazendo aquele pau gostoso escorregar para fora com um estalo úmido. Ofegante, ela se virou de frente, agarrou o moreno pelos ombros fortes e o empurrou, deitando-o de costas na canga.
Agora era a vez dela.
Ela subiu por cima dele, montando em suas coxas e segurando aquele pau latejante e melado para enfiá-lo novamente na buceta, descendo devagar até se preencher por completo. Sentada sobre ele, controlando o ritmo de subida e descida, ela se inclinou para frente, apoiando as mãos no peito dele com um sorriso safado nos lábios.
Desejando ainda mais controle, ela escorregou para fora do pau dele. Deixando a buceta escorrendo de desejo e o pau dele completamente melado, ela levou os dedos até a própria buceta. Enfiou-os fundo, tirando-os completamente lubrificados.
Olhando fixamente nos olhos dele, com um sorriso que o deixou sem ar, ela começou a empurrar o dedo no cu dele. O toque foi entrando lento, mas firme, fazendo o corpo dele se soltar aos poucos sob o choque de prazer. Ela se abaixou até a altura do quadril dele, empinando a bunda e continuou a empurrar o dedo, forçando agora um segundo dedo, aos poucos, enquanto abocanhava novamente aquele pau que estava prestes a explodir. Os olhos dele reviraram completamente, arrancando de sua garganta um rosnado animal, totalmente dominado pelo prazer duplo.
O ritmo virou um caos delicioso de puro suor, areia e lubrificação natural. Ele gozou forte, jorrando tudo dentro da boca dela. Mas o pau continuou duro, latejando de puro tesão. Sem perder um segundo, ela montou nele novamente, esfregando a buceta completamente molhada e cavalgando com força até gozar intensamente, sentindo aquele pau enorme preencher cada milímetro dela.
Os corpos tremeram e desabaram colados na canga, exaustos e prontos para tomar o café da manhã ou partir para outra em minutos...