A Gostosa da academia era meu amigo de infância e pré-adolescência.
Isto mesmo!
Hoje fui para a academia mais cedo que o horário de costume por causa do jogo da seleção e para surpresa minha, a vi sentada no escritório. Sem força a barra, fui fazer meus treinos e assim que terminei me dirigi até ela:
- Boa tarde, gata!
- Boa tarde.
- Tudo bem contigo?
- Tudo.
- Está lembrada de mim?
- Claro! Sempre... você é quem parece não lembra de mim!
- Como assim? Claro que lembro! Eu jamais poderia esquecer aquele nosso lance embaixo do chuveiro!
- Não estou falando disso. Estou falando dos velhos tempos. Sei que muita coisa mudou – e para melhor! – Mas você continua o mesmo! Sempre que estou trabalhando aqui fico a te observar pelas câmeras... ela explicou que trabalha na administração das academias – é uma rede de várias na cidade – e que de-vez-em-quando é escalada para ficar nessa onda treino, mas vamos ao que interessa:
... pois é, é difícil de lembrar de um garoto traquino que gostava muito de jogar bola e brincar de troca-troca com alguns amiguinhos... é isso mesmo, eu sou o Pelezinho – apelido dado por que o moleque era muito bom de bola, o qual vamos manter, mas claro; com autorização da (o) dona (o) – desde aquela época sentia que eu sou um homem que gosta mais de homem, de sentar numa Jeba, mas também curto ppk. Lembra dos nossos troca-troca? Eu sabia que você era bissexual e que tinha tendências mais para o sexo oposto, ou seja, iria transar com outros caras, comer cu de gays e bissexuais, mas também querer ser arregaçado pelos dotado da vida!
Nosso papo demorou cerca de 10 minutos. Tivemos que parar.
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Despertou em minhas lembranças os troca-troca que fazíamos
Quando éramos garotos: Pelezinho gostava de dar o cuzinho para a garotada, mas exigia comer também. A maioria de nós tínhamos medo de dar para ele – principalmente eu – porque o pau dele já era grande e grosso.
Geralmente, depois de jogar bola, íamos para a casa dele – os pais eram feirantes ele e a irmã ficavam em casa a sós; ele na parte da manhã por que estudava a tarde e a irmã no outro turno – depois de ajudar a prepara o almoço íamos para o quarto e lá fazíamos de tudo o que fosse possível no pouco tempo que tínhamos...
Certa vez, a irmã não iria para casa naquele dia, ficamos mais à vontade em casa, tomamos banho e ficamos pelados: já no quarto da irmã fizemos um 69 demorado até sentir que iria ejacular – já éramos pré-adolescentes e já fabricávamos porra – pedi para parar, tomei coragem e fiquei de quatro dizendo que queria gosar com a sensação de sentir o pau dele enterrado dentro do meu cu até o “talo”. Assim foi feito! Ele empurrou aquele mastro; no início parecia que não queria entrar, ele posicionava a cabeça do pau na porta do cu, mas escorregava;
Tentou algumas vezes. Empinei a bunda mais ainda, ficando com o rabo todo para cima e a cabeça colada no colchão; ele botou a cabeça da vara na porta do meu cu e foi empurrando devagar até que entrou uma boa parte – a metade, eu acho! – Doeu muito, mas não desisti. Parou por um momento para acostumarmos com a situação e depois foi forçando devagar até que senti ele todo dentro do meu rabo! Aquilo estava maravilhoso; de dor passei a sentir prazer e vontade de ser arregaçado por aquela vara grossa e grande! Eu rebolava enquanto sussurrava: fode meu macho! Come sua putinha! Fode o cu desse veadinho seu! Deixa eu ser sua puta submissa! ...
O corpo suava; dava esparmos; tremia... senti um jato forte e quente dentro do meu rabo. Não aguentei mais segurar e despejei um jato de esperma sujando boa parte da cama.
Ficamos um tempo recuperando as energias e fomos providenciar trocar o lençol e perfumar o quarto para não deixar rastos... Energias recuperadas fomos para o banheiro. Lá já com o meu pau duro, fizemos um boquete um no outro e foi a minha vez de fuder o cu do Pelezinho: Ele se apoiou no vaso com a bunda empinada, encaixei o pau lubrificado na porta do cu e empurrei devagar até sentir que já estava todo dentro. Comecei um movimento de vai e vem sentindo cada centímetro daquele túnel já acostumado com minha, e outras, varas duras... ele rebolava o quanto podia, pois, o local não permitia muito e gemia gostoso feito uma cadela no cio. Sentiu que o “goso” vinha e pediu para gosarmos juntos novamente. Acelerei os movimentos até sentir o pau pulsar e despejar um jato, desta vez bem fraco, de porra dentro daquele rabo gostoso ao mesmo tempo que ele se contorcia de goso.
Essa foi a primeira vez que dei para um dotado, pois tinha medo – tenho ainda, mas encaro quando acho um – de não aguentar um pauzão na bunda.
São muitos os nossos troca-troca de infância e adolescência, mas vão ficar para serem contadas em outras oportunidades.
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Nesse encontro nada de anormal aconteceu, nem um beijinho, mas já estamos combinados de sairmos – eu, minha esposa e ela – para bater um papo, tomar uns drinks e terminarmos a noite em um motel!
Como costumo escrever: não sei fazer contos, não sou contista. Apenas gosto e quero registrar as minhas aventuras sexuais.