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ASSALTADO E CURRADO

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Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Grupal
Contém 1884 palavras
Data: 15/07/2026 18:15:17

– Perdeu... perdeu, playboy!

Não os vi se aproximar, tão sorrateiramente o fizeram. Só ao grito esganiçado do que parecia o chefe, com a arma na mão, apontada para mim, é que percebi os quatro caras cercando-me, em círculo, um com um canivete ameaçador, outros dois aparentemente desarmados. Eram jovens, deveriam ter entre 18 e 20 anos. Estavam vestidos de bermudas jeans, camisetas de malha, listradas, ou com estampas coloridas, umas com mangas outras sem.

Assustei-me, naturalmente, com a abordagem. Num átimo de tempo, calculei a quantidade, a energia, as armas e o nervosismo do grupo, e constatei a impossibilidade de qualquer tentativa de fuga ou de resistência. Mentalmente já contabilizei o prejuízo daquele passeio solitário que eu fizera ao isolado e deserto mirante, naquele fim de tarde, e me aquietei, esperando as ordens da gang.

– Vai, boy... Levanta, levanta, vai! E sem gracinha, viu?! – a determinação do líder, reforçada pelo cano do revólver direcionado a mim, foi prontamente atendida, eu me sentia o corpo todo tremer, o coração disparado...

Eles me empurraram com brutalidade por um beco e me fizeram entrar num barraco de pau a pique, minúsculo, as paredes cheias de buraco e o chão de terra batida. Com o coração aos pulos e os olhos arregalados, só esperava o pior daquela situação. Instintivamente, levantei os braços, e o relógio vagabundo mas brilhante reluziu e atraiu a atenção de um dos que estavam desarmados. Ele veio até mim e puxou meu braço, para retirar o produto do roubo. Atrapalhou-se um pouco e, de imediato, não conseguiu abrir a pulseira – seus dedos roçando na minha pele, na tentativa de subtrair o objeto, foi me provocando uma inexplicável sensação, e eu fui readquirindo a calma perdida com a brusca abordagem.

Ao perceber que o impaciente meliante se preparava para puxar e romper a pulseira, pedi para ajudar a tirar e, enquanto eu desatarraxava o fecho, nossos dedos novamente se tocaram e agora a estranha sensação adquiriu status de prazer.

Enquanto este se ocupava do relógio, outro visualizou um fino cordão de ouro falso no meu pescoço e já avançou para retirá-lo. Antes que ele arrebentasse a bijuteria, baixei a cabeça para facilitar a retirada e o toque de seus dedos em minha nuca também me fez sentir arrepios bons por debaixo da roupa.

Mas foi quando o da arma foi retirar o celular do meu bolso, que sua mão encontrou minha rola endurecida, que constatei o inusitado: eu estava excitado durante um assalto a mão armada, por uma gangue de quatro indivíduos, fechado num cubículo de pau a pique.

– Oxe, véio, tu tá de pau duro, é? – à fala de surpresa do assaltante, os demais ensaiaram um coro desengonçado de discreto apupo, alguns tocando acintosamente na própria rola.

Não pude evitar o olhar e flagrei o ladrão duplamente armado, a rola estufando a bermuda. Guardado meu ex-celular no bolso de trás, ele passou a falar, não mais no tom ríspido de antes, mas ainda nitidamente superior:

– Quer dizer que o playboyzinho tá a fim de uma manjuba no rabo, né? – e foi descendo o zíper, mostrando uma cueca vermelha, dentro da qual já pulsava uma rola ansiosa por liberdade. O ambiente já se configurava uma curra completa, naquele final de tarde, já que todos estavam ansiosos e se tocando sobre as bermudas.

O chefe desceu a roupa íntima e a vara grossa e recheada de veias vibrou no ar; quando ele desceu meu short, sem nada por baixo, não deixou de comentar: “Olha só, o putinho já veio preparado pra dar o cu...” Minha pica também dura e pulsante mostrou o quanto o clima inicial de susto intenso se transformara em tesão, na mesma intensidade. Naturalmente, o cara não estava a fim de detalhes mais meticulosos – afinal aquilo era um assalto, que estava se tornando estupro, e não havia lugar para delicadezas.

Apesar do extremo e do perigo da situação, eu não conseguia mais controlar o desejo imenso que tomava conta do meu corpo e não tive como evitar as escrotas piscadelas que meu cu involuntariamente dava. “Olha o toba do viado pedindo rola... que carinha safado, meu! Vou te ensinar o que é um macho, sua putinha... Vou arrombar esse toba peladinho, seu fresco!”

Suas palavras indelicadas, seus insultos soavam aos meus ouvidos como os mais exóticos elogios e meu corpo respondia com ansiedade a cada termo de baixo calão. Os outros três já expunham também suas toras grossas e duras, alisando-as, com certeza apenas esperando que o chefe abrisse os trabalhos.

Eu deveria estar em polvorosa, diante daquela situação e frente a frente com quatro paus enormes, que decerto me dilacerariam em série as pregas do cu, um após o outro. Mas estava inexplicavelmente tranquilo e na verdade ansioso por começar a sentir aquelas rolas a me perfurar o rabo. Respirei aliviado pela minha providência, que virou rotina, de sempre lambuzar o cu com creme, antes de sair de casa – a parte da dor seria parcialmente substituída pela do prazer da penetração.

O chefe foi para trás de mim, passou o cano do revólver entre minhas nádegas, rindo maldosamente (somente neste momento eu tive verdadeiro pavor), mas logo substituindo a arma pelos dedos gelados (não sei se do vento frio que já soprava ali ou de nervosismo). “Porra, que bundinha apetitosa, mermão... E olha o cuzinho do viado, chega tá babando... Vem cá, fulêro, vem conhecer a tora do papai aqui...”

Senti a cabeçorra de sua rola abrir espaço entre minhas pregas, e, sem nenhuma resistência, afundar dentro de mim. Não pude evitar o gemido... “Ah, a putinha tá gostando de ser fudida, né?” E empurrou toda a tora de uma vez. Senti a cabeça da rola tocar dentro de mim. Numa cadência acelerada e forte, sua rola entrava em meu cu com a mesma decisão máscula de seu dono, que falava grosserias e enxovalhos o tempo todo.

Senti então uma enfiada mais forte e o gozo explodindo nas minhas entranhas e vazando pelo meu cu. O vagabundo gozava aos berros interiores (afinal, não podia fazer barulho), enquanto os outros, ansiosos, mantinham suas rolas duras, à base da constante massagem, cada um esperando sua vez de me comer.

Nem bem o chefe retirou-se, o do canivete, que possuía uma rola maior e mais grossa, foi logo falando, com furor – a pica pulsando para cima –: “Agora eu! Deixa eu foder essa putinha pra ver se a bundinha é tão gostosa assim.” E aproveitando a farta gosma deixada pelo chefe, enfiou com tudo aquela lapa de vara pelo meu cu adentro. Senti o impacto, mas bastante amortecido por quanto minhas pregas estavam lambuzadas e arreganhadas pela primeira pica.

Enquanto isso, o terceiro indivíduo aproximou-se de mim, a rola também duraça, colocou a mão na minha cabeça e forçou que eu me abaixasse, o que facilitou as bombadas do cara que me comia. Entendi que o puto queria um boquete. Fingindo fraca resistência, mas no fundo adorando a ideia, cheguei junto da rola, que o cara trazia na mão e com a rola rígida bateu várias vezes na minha face, até que a enfiou na minha boca: “Chupa direito, viado, senão tu não sai daqui vivo!” Com esse “incentivo”, comecei como se estivesse muito nervoso, mas logo me deixando vencer pela gostosura daquela vara grossa em minha boca. “Eita, a putinha chupa melhor que qualquer quenga do cabaré de dona Zefa!” Adorei o elogio e caprichei, passando a língua por todos os recantos daquela pica.

Foi o tempo do meu comedor também gozar dentro de mim, aumentando ainda mais a lambança no meu interior. Sem perder tempo, o que eu chupava puxou a rola da minha boca e instantaneamente aprumou no meu cu, a essa altura todo escancarado e melecado – por isso entrou deslizando e o entra e sai furioso foi me elevando às alturas. Minha própria rola já babava também, de tão dura.

O último dos rapazes aproximou-se pela frente, passou a mão pesada nos meus mamilos e sem dizer nada, desceu até a minha rola, catando-a e passando a manipular. O que me fodia falou, enquanto me estocava o rabo: “Vai fresco, eu sei que tu tá doido pra chupar a rola do playboyzinho... Pode chupar...” O companheiro não esperou segunda ordem, agachou-se à minha frente e abocanhou minha pica; ao sentir o molhado de sua boca, gemi mais alto e o cara passou a me chupar com mais vigor. Também com mais força o cara metia a rola no meu cu e acelerou, gemendo forte. Senti as golfadas de gala se espalhando pelas minhas entranhas, mergulhando no lago que já fora formado pelas gozadas anteriores. No mesmo instante percebi os raios de energia se concentrando no meu pau.

Um forte jato de porra emergiu com força da minha vara, atingindo o rosto do que me chupava. “Eita, fi-de-uma-rapariga! Tu tá gozando na minha cara!” E abandonou minha rola, para se limpar. Mas agora eu não precisava de mais estímulo físico e os jatos seguintes saíram de minha rola e se perdiam no solo, enquanto o meu fodedor saía de dentro de mim e uma crosta volumosa de gala descia do meu cu pelas minhas coxas.

Como os companheiros já se arrumavam para encerrar a curra, o meu boqueteiro ficou bravo: “Não, não! Ninguém sai daqui enquanto eu não foder o cu do boyzinho também!” Resignados, eles ficaram ao redor, enquanto o último enfiava a rola com raiva no meu cu. E dizia coisas com ódio, estumados pela sacanagem e pelas putarias que os companheiros falavam, entre risadas. Eu fechava os olhos e somente procurava sentir os movimentos firmes no meu rabo, ouvindo o barulho molhado da sua pica entrando e saindo.

Até que ele acelerou, gritou e gozou também, seu corpo encostado na minha bunda, como a não querer deixar escapar uma gota sequer de sua gala. Quando terminou, e retirou-se, assim como uma tampa que destampa uma vasilha inchada de líquido, um barulho de mel misturado daqueles quatro safados descia em cascata, formando uma poça no chão.

Acometidos de repentina pressa, gritavam uns com os outros, aceleravam os preparativos para a fuga e em segundos sumiram pela porta tosca do barraco, deixando apenas o sol esticado e vermelho alumiando o local em que a cena de múltiplo estupro acontecera. No centro do barraco, estava eu: despido, maltrapilho, as roupas sujas, feitas em frangalhos, meu cu literalmente arrombado e encharcado de porra de vários estupradores; meus pertences surrupiados – celular, cordão, relógio... Limpei-me como consegui, organizei-me como pude, deixei o ambiente quando o sol era apenas uma brasa ocre no horizonte, refletida nas nuvens. Dirigi-me ao posto policial ali perto, prestei queixa, falei principalmente da subtração do celular (eu precisava do B.O. para acionar o seguro e para bloquear todas as funções do aparelho). Sobre se fui agredido, falei apenas de alguns empurrões e gritos; avaliado por um perito local, que constatou os vastos vestígios da carnificina sexual, tive que afirmar que sim, que eu fora currado pelos quatro meliantes, e que estava bastante constrangido.

Só não falei de como eu me sentia pleno e feliz com tantas e tão brutas rolas em mim, em tão pouco tempo. Mas acho que o agente não ficou muito convencido da gravidade do ocorrido – eu parecia tranquilo demais para quem acabara de ser assaltado e currado.

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Comentários

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Esse Assalto foi diferente e prazeroso kkk

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Muitas rolas...
Muitas picas, em desvairado encontro! Suruba geral!
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