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Meu filho foi mais homem que o pai e realizou meu fetiche – 09 – Tentei “resistir”, mas Leo me imobiliza e me usa de biquini

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Um conto erótico de Sonhadora
Categoria: Heterossexual
Contém 3842 palavras
Data: 15/07/2026 17:31:02

Após ter pedido o divórcio a meu marido eu e meu filho Leo começamos a viver como um casal, fazendo amor como um casal recente, as vezes bem calmo, outras mais animadas, mas sempre fazendo amor, muito diferente daqueles momentos de meu fetiche.

Depois de 3 dias de minha mensagem, meu marido respondeu sem tentar se justificar, como pedi que agisse. Foi curto e grosso.

{No próximo final de semana estarei aí para conversarmos. Se preferir não durmo em casa}

Na hora respondi

{Você pode dormir, mas eu ou você, dormirá no escritório}

{Eu durmo lá}, falou encerrando a conversa.

Teríamos mais uma semana para baixar a poeira e ter uma conversa civilizada, que eu queria que fosse a mais curta possível, sem ficar falando do que nada adiantaria. Detalhes sobre nossa sociedade e patrimônios, deixaríamos para advogados que deveriam respeitar nosso direito de não brigar, se é que meu marido aceitaria não brigar.

No sábado, ainda faltando uma semana para ele chegar, com o sol decidi passar um tempo na piscina e convidei Leo para me acompanhar porque ele adorava muito mais do que eu por ser moreno e gostar mais do sol.

Toda branquinha e ficando mais vermelha do que bronzeada, mesmo com o sol fraco, eu me enchia de protetor, colocava um chapéu e ficava a maior parte do tempo na varanda bem ao lado da piscina.

Quando fui escolher o biquini, me lembrei que Leo confessou que cobiçava meu bumbum quando me via de biquini na piscina ou na praia e ainda não tínhamos feito anal após começarmos a fazer amor.

Excitada, quis testar se realmente essa cobiça existia e escolhi um biquini vermelho que combinava muito com meus cabelos ruivos e minha pele com sardas, além se ser o menor que eu tinha. Nada indecente pois a tira lateral de lycra da calcinha ligando os triângulos da frente e de trás, tinham pouco mais de 1 centímetro. O triangulo da frente cobria tudo que precisava cobrir com sobras de segurança e o de trás, mesmo maiorzinho, as vezes insistia em se enterrar em meu bumbum bem generoso.

A parte de cima não eram triângulos, mas meia taça exibindo bastante decote e muitas das sardas que Leo adorava. Por cima coloquei uma saída de banho florida e fui para a piscina onde ele já me aguardava na varanda em uma das espreguiçadeiras de madeira com almofadas macias sentado parcialmente inclinado e as pernas esticadas tomando um Spritz alaranjado e outro ao lado para mim.

– Fiz um aperitivo que combina com você mãe, falou apontando e sorrindo.

– Obrigado filho. Você sabe que adoro Spritz, talvez porque tem quase a cor de meus cabelos, falei já levantando a saída de banho e a tirando pela cabeça.

Quando olhei para ele, sua boca estava aberta e seus olhos vidrados.

– Isso é covardia mãe. Você está maravilhosa e muito gostosa.

– Era isso que eu queria. Que você me olhasse assim, falei dando uma voltinha mostrando meu bumbum com o biquini enterrado.

Quando terminei o giro voltando a ficar de frente, ele desconfiou de minhas intenções.

– Você fez de proposito usar um biquini pequeno, não fez? Só porque te falei que cobiçava seu bumbum na piscina e na praia.

Dei um sorrisinho incriminador.

– Já que fez de proposito, fique de costas e me deixe admirar mais. Me lembro desse biquini porque combina com seu cabelo. Você fica muito gostosa com ele.

Querendo o agradar fiquei de costas para que ele o admirasse e mais tarde matasse sua vontade, só não previ o que aconteceria. Percebi Leo se mexer e logo estava em pé atrás de mim e sem que eu tivesse tempo de reagir, algemou meus dois pulsos.

Fiquei sem reação pela surpresa e ele aproveitou e se agachou ainda por trás e algemou meus 2 tornozelos. Se levantando chegou com a boca perto de meu ouvido.

– Vou te usar para me aliviar em seus orifícios, porque fiquei muito tarado de te ver de biquini, principalmente sendo esse e nem vou tira-lo. Quando você me convidou para a piscina, na hora sabia o que eu faria, pois com qualquer biquini me deixaria tarado, mas você caprichou com o que te deixa mais provocante. Trouxe as algemas e deixei embaixo da minha toalha para que não visse.

Se o provoquei pensando que ele faria amor comigo e comeria meu bumbum, eu iria ter muito mais do que esperava e meu tesão foi aos céus com meu filho realizando novamente meu fetiche, mas eu tinha que fazer um pequeno teatrinho.

– Não faça isso filho. Sei que você é um jovem cheio de hormônios e sempre tarado, mas não é certo usar sua mãe sexualmente para aliviar suas necessidades.

– O que não é certo é uma mãe gostosa de um jovem cheios de hormônios o provocar com esse biquini como você me provocou.

– Sempre usei biquinis assim. Me solta filho, me solta. Isso é incesto.

Não podia mais usar o fato de ser casada, mesmo ainda sendo casada no papel, então o incesto era o argumento que sobrava para que eu usasse. Sem me responder, Leo me levantou do chão e me colocou de 4 na espreguiçadeira, mas onde ficavam os pés quando se deitava nela.

De frente para a piscina, olhava para ela enquanto Leo me posicionava melhor com certa dificuldade por causa das algemas nas mãos e nos pés, mas por fim fiquei na posição tradicional de 4. Pensei que ele ia me comer, os dois olhando para a piscina, mas assim que tirou o short, se posicionou a minha frente tampando minha vista e a visão que me deu de seu pau gigantesco era infinitamente melhor.

Movendo-se para a frente, encostou o pau em meus lábios.

– Vou usar seus lábios para primeiro lamber meu pau e depois o chupar até que eu use sua boca carnuda para gozar.

Com a excitação incontrolável, me dei conta que já estava com saudade de ser usada, mal acostumada que Leo me deixou. Na hora comecei a lamber aquele membro rijo como aço, apontando para o céu encostado em seu púbis e barriga.

– Ahhhhuuuuu. Isso mamãe. Aceite e colabore porque não quero te obrigar e te machucar.

Sorri mentalmente porque Leo jamais me machucaria. Eu tinha adorado ter tido aquele pau toda a semana fazendo amor, mas ser usada daquela forma sempre seria meu momento devassa tendo aquele tipo de fantasia e tendo prazeres espetaculares dentro dela.

Depois de o lamber muito, Leo veio com a mão e o empunhando o colocou na horizontal em direção a minha boca.

– Agora vou usar sua boca para gozar e me aliviar. Não tente resistir.

O sentindo pressionar meus lábios os abri e ao invés de os chupar foi Leo quem começou a penetrar e tirar como fazia em minha buceta. Para que eu não movesse minha cabeça, sua mão foi para nunca a segurando entre os cabelos.

– Hoje vou usar esse buraco como uso os outros e vou o foder até gozar.

Apesar de seu jeito rude e sujo de falar, pertinente naquela situação, Leo tinha cuidado com meus lábios e seu ir e vir era só até onde eu aguentava. Tive uma sensação explosiva de ser usada, pois sempre ele me obrigava a chupa-lo mesmo quando segurava minha nuca. Naquele momento a situação se invertia pois ele verdadeiramente era quem estava fodendo minha boca em seu ir e vir fogoso.

– Ahhhh mãe. Você é gostosa demais e ainda por cima usa esse biquini. Vou te usar de todas as formas sem o tirar.

No ar se escutavam aqueles ruídos de encher e esvaziar conforme minha boca era deliciosamente usada.

– Ohhhhhhuuuuu mãeee. Você não está de costas, mas daqui de cima dá para ver esse biquini enterrado em sua bunda que vou usar mais tarde. Ahhhuuuu. Arghhhh. Uhhfff. Vou gozarrrrrrr.

Os dois primeiros jatos volumosos passaram como um raio por minha garganta indo parar em meu estomago. Conforme ia injetando mais e mais esperma em minha boca Leo foi diminuído o ritmo e por fim parou deixando só a glande dentro sabendo que era só assim que eu dava conta de engolir tudo.

Sentir seu esperma quente passando por minha garganta e vendo seu rosto retorcido de prazer por estar se aliviando em meu corpo como em outras vezes me fez gozar, não tão forte como no anal ou vaginal, mas sendo maravilhoso por eu conseguir gozar tendo só minha boca estocada como se fosse minha buceta.

Mesmo terminando seu gozo, Leo ficou lá usando minha boca o que o manteve duro, mas pelo que fez a seguir, não teria sido necessário pois não usou seu pau.

Ele foi para a parte de trás de meu corpo e se sentou de cavalo na espreguiçadeira apoiando as costas no encosto inclinado. Leo tinha a visão da piscina e do jardim ao fundo, mas em close tinha meu bumbum com o biquini enterrado as uns 60 centímetros de seu rosto, pois meus pés algemados tocavam em seu pênis ereto me dando noção da distância.

– Ainda não acredito que não estou em um sonho. Só em um eu posso usar uma mulher tão maravilhosa como você. A racha de sua bucetinha está marcando seu biquini e o que eu quiser fazer com ela eu faço.

Tremi de tesão me sentindo um objeto, mas não podia deixar descarado que era isso que eu queria.

– Não é um sonho e o que você está fazendo comigo é errado.

Leo nem deu bola e ainda bem que não deu. Com o braço esticado usou os dedos e afastou o fundo de meu biquini o colocando bem para o lado. Com as pernas algemadas, a buceta estava bem fechadinha, mas levando a outra mão ele abriu bem os pequenos lábios grossos e ficou admirando me levando aos céus somente pela sensação de ser observada e cobiçada.

Vez ou outra um de seus dedos corria minha fenda, do cuzinho ao clitóris ou vice-versa.

– Você realmente tem uma bucetinha lindinha mãe. Nenhuma que vi chega perto. Forma perfeita, tamanho perfeito, cor perfeita e sempre escorrendo.

– Ahhhiiii. Uhhhiiii. Ahhhmmmm. Auuummm, eu gemia com seus toques e minha exposição.

O percebi se inclinando e vindo em minha direção e logo sua língua tocou meu buraquinho que vertia meu fluido e o sugou e o degustou.

– Seu sabor e seu cheiro também são perfeitos. Não vou gozar a lambendo, mas vou a usar para satisfazer minha necessidade de seu mel gostoso, falou começando a lamber com rudeza para cima e para baixo pincelando todo o comprimento.

Leo fez o que quis enquanto eu me segurava, mas depois de alguns minutos, safado levou o dedo a meu cuzinho o penetrando até a primeira junta e começou a lamber só meu clitóris sensível destruindo minha resistência e gozei mais uma vez feliz da vida de me sentir literalmente o brinquedinho sexual de meu filho.

– Aaaaaaaahhhhhnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn, gemi com meu corpo tremendo todo sobre a espreguiçadeira.

Leo ficou lá aproveitando o liquido que vertia em abundancia e quando terminei, parou evitando meu clitóris sensível, afastou suas mãos, mas não voltou o biquini ao lugar.

– Não vou cobri-la porque logo, logo vou a usar para me aliviar.

Eu mal escutava desorientada de tento prazer, inclusive aquele constante de estar tendo meu fetiche realizado.

– Vou a usar assim olhando para a piscina onde tantas vezes te desejei. Quando formos para a praia vou fazer o mesmo, pois lá além de te desejar ficava com raiva dos homens que olhavam para você.

Nunca percebi nada. Leo era mesmo muito discreto e uma mãe sempre teria dificuldade em perceber que seu filho a deseja.

Sem condições de falar, só o ouvia e o que ele falou a seguir me deixou arrepiada.

– Sabe, seu corpo deitado de bruços na areia ou aqui com esse bumbum redondo, empinado e lindo já te deixa irresistível, mas a forma que mais te desejei foi te vendo em pé de biquini, muitas vezes com ele enterrado, então sua bucetinha vou comer assim, mas seu bumbum, vou o comer em pé, te fazendo apoiar em um desse pilares de madeira.

Meu cuzinho até piscou e com a visão que tinha dele, Leo até poderia ter percebido. Me deixando imobilizada naquela posição de 4, por uns 10 minutos ele só observou meu bumbum, minha buceta e meu cuzinho à sua vontade, saboreando o poder animal sobre uma mulher.

– Hora de continuar ou você nem vai ter tempo de curtir a piscina como queria. O drink, já esquentou, mas farei outro para você.

Leo sabia que eu estava pouco me importando com a piscina e por nada na vida trocaria o que ele estava fazendo comigo. Se ajoelhando por trás de mim com os joelhos por fora de minhas panturrilhas juntas, chegou mais próximo até que sua glande escorregasse em minha fenda.

– Aaaaahhhhhhiiiii, nunca vou me acostumar com tanta beleza e gostosura.

Assim que encaixou a glande, parou e puxou o biquini que estava de lado o amontoando em meu rego esfregando em seu pau tendo a visão das duas polpas na pele com o biquini enterrado e seu pau encaixado. Muito safado da parte dele, que se justificou.

– Assim mostra sua bunda com o biquini enterrado como eu a cobiço sempre e meu pau realizando meu desejo te penetrando a buceta. Uma delícia de ruiva. Ohhhhuuuu.

Naquela posição naturalmente submissa para as mulheres, dentro de meu fetiche sendo realizado, de biquini e com Leo falando daquele jeito estava no ápice de minha sensação de ser um objeto sexual onde muitas vezes ele me levava. Perdi o controle de meu corpo que tremia, mais do que tremia, se debatia.

– Aaaahhhhhnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn, eu gemia sentindo seu pau me encher e me esvaziar esfregando no biquini.

As vezes olhava para a piscina a nossa frente e as vezes deixava a cabeça cair entregue aos prazeres que meu filho me dava, nada podendo ser melhor. Segurando firme em minha cintura, não deixava meu corpo ir para frente e a cada estocada um som de tapa se espalhava pelo ar com o choque de nossos corpos. Plaft. Plaft. Plaft. Plaft. Plaft.

Por minutos minha bucetinha foi devidamente usada por seu pauzão me levando ao paraíso dos prazeres, até que Leo gozou e me levou junto.

– Ohhhhhhhhhuuuuuuu, estou gozandoooooooooooo. Gostooooooosa.

Senti seu esperma delicioso e quente e vim junto com ele.

– Aaaaaaahhhhhhhhhmmmmmmmmmmmmmmm.

Quando comecei perder forças e os braços e pernas cederem, ele segurou meu quadril no ar o estocando enquanto eu apoiava os cotovelos na almofada ficando praticamente pendurada até que meu gozo terminou e ele me soltou me deixando deitar de bruços com as mãos algemadas por baixo de meu corpo e os pés também algemados.

Ajoelhado sobre meu corpo inerte, Leo arrumou melhor o biquini o deixando enterrado.

– Bunda gostosa. A próxima a ser usada vai ser ela, mas para a curtir precisamos descansar um pouco. Enquanto isso, vou lá buscar o gel. Quer algo para beber?

Com a face esquerda deitada na almofada ainda estava em estado delirante curtindo o enorme prazer, mas consegui responder com esforço.

– Não, estou bem.

Leo se levantou e se foi para buscar o gel e demorou um pouco, talvez tomando algo e se hidratando, pois, a maioria do esforço tinha sido dele.

Enquanto isso eu saboreava as sensações maravilhosas do prazer duplo da carne e da mente tendo meu fetiche realizado de uma forma deliciosa e inédita, até em meus contos.

Quando voltou com o gel na mão, se sentou na outra espreguiçadeira ao lado de onde via a piscina olhando para a frente e meu corpo de bruços, especialmente minha bunda arrebitada, se olhasse para o lado direito. E era para onde ele olhava.

– Vou ficar aqui admirando essa bunda maravilhosa até meu pau crescer sozinho e aí vou usar seu cuzinho em pé. Te aviso que não vai demorar muito, então aproveite descansar porque terá que se aguentar em pé.

Meu esfíncter e meu canal vaginal pulsaram de tesão, mas engoli meu gemido tentando o impossível de parecer contrariada.

Por uns 15 minutos o senti olhando para mim quieto enquanto eu olhava para o outro lado. Então o ouço se levantar e logo soltar a algema de minhas canelas. Com as mãos grande as pegou e abriu minhas pernas apoiando os pés quase para fora do assento.

Alguns segundos depois o sinto se sentando do lado de meu bumbum, sempre no lado oposto para onde eu olhava. A seguir acariciou cada polpa redonda e empinada e foi para o biquini amontoado entre elas o puxando para seu lado.

Com o rabinho e a buceta expostos, dois dedos correram por minha fenda até que penetraram minha buceta encharcada de seu esperma e meus fluidos e não consegui mais me conter em meu modo passivo e falsamente contrariado.

– Aaaaahmmmmmmm gemi, arrebitando a bunda o fazendo penetrar ainda mais.

Leo os tirou e levou para meu cuzinho os lambuzando.

– Vou preparar esse último buraco antes porque nunca o usei em pé.

Por uns 3 minutos Leo o acariciou, externamente, o penetrou primeiro com um dedo e depois com dois e o alargou só não me levando ao gozo, porque já tinha tido vários orgasmos.

No entanto gemia incontrolavelmente enquanto arrebitava meu bumbum toda oferecida como não deveria estar. Quando o sentiu pronto, parou.

– Vou passar gel só em meu pau, falou fazendo isso sem que eu visse.

Então se levantou e me ajudou a levantar.

– Não resista, porque você não vai conseguir impedir e pode se machucar.

Calada fui levada até o pilar de madeira de uns 25X25 centímetros e de costas para a porta da casa na varanda e de frente da piscina ele posicionou minhas mãos algemadas no pilar na altura de meu rosto. Empurrando minha nunca me fez apoiar a cabeça sobre as mãos deixando meu corpo levemente inclinado para a frente e a bunda empinada. Se abaixando atrás de mim, pegou em cada canela e as forçando empurrou cada uma delas para fora abrindo minhas pernas me deixando como queria.

Voltando a ficar em pé atrás de mim, ficou em silencio por um tempo.

– Era bem assim que eu imaginava te comer quando te via de biquini em pé na praia ou aqui na piscina. Enterrado como agora ou não, te queria da mesma forma e agora você é minha para que eu te use.

O senti se aproximando, afastando o biquini só o suficiente para ter passagem e logo sua glande forçando e dando uma leve encaixada.

– Ohhhh que cuzinho gostoso. Que visão maravilhosa. Ainda bem que já gozei, pois quero aproveitar muito, falou levando as mãos para minha cintura.

Assim que encaixou toda a glande, não consegui continuar disfarçando que não estava o desejando desesperadamente.

– Aaaaaahhhhhhhuuuuuuu. Eu não deveria estar gostandooooo, confessei.

Esperto, Leo não tripudiou e continuou em seu objetivo não sendo tão rude quanto quando comia meu cuzinho de 4, porque ainda não tínhamos feito daquele jeito em pé. Eu sentia as mesmas dores, o mesmo desconforto em um prazer imenso igual as outras vezes.

Largando de minha cintura, suas mãos foram para meus cabelos e os arrumaram em uma cascata avermelhada em minhas costas com certeza querendo me deixar mais sensual para seu próprio bem.

Eu estava em êxtase sendo usada na varanda de casa, de frente para a piscina usando biquini e em pé. Leo tinha voltado as mãos a minha cintura e lá as manteve até que o enterrou todo apertado e senti púbis em meu bumbum.

Por minutos ele estocou meu cuzinho bem lentamente para que não gozássemos rápido demais. No ar, além de pássaros se ouviam nossos gemidos e sussurros de prazer, pois eu não me continha mais.

O silencio também era excitante e me fez lembrar de quando Leo era pequeno e ganhava algum brinquedo que gostava e ficava horas brincando quietinho com ele. Sendo seu brinquedinho dessa vez, a lembrança me deixou muito excitada e meu corpo começou a tremer dando sinais que não duraria muito.

Confiante de que não me machucaria depois de minutos usando meu cuzinho, meu filho dotado voltou a ser deliciosamente rude o estocando com virilidade e largando minha cintura, levou as mãos a meus seios, puxou o biquini para os lados, os agarrou e com dois dedos apertou meus mamilos.

Foi como detonar explosivos, pois no mesmo instante explodi em um orgasmo imenso demais por já ter gozado várias vezes antes. Só melhorou quando senti que Leo tinha ainda mais esperma para mim e o despejava nas entranhas da mamãe.

– Aaaaaaannnnnnnnnnnnnhhhhhhhhhhhhhhhh, eu gemia e gritava.

– Ohhhh mãe estou gozando tão forte realizando meu desejo de comer seu cuzinho com você de biquini. Uhhhmmmmmm.

Era muito pouco o deixar realizar esse desejo perto de todos meus desejos que ele foi homem de realizar, e que homem.

Sendo usada ou fazendo amor, meu corpo sempre ansiaria por ele e minha alma sempre ansiaria por seu amor.

Desta vez, meu orgasmo, terminou mais rápido, quase junto com o dele e quando Leo percebeu, puxou seu pau para fora, arrumou o biquini no bumbum comportado sem o enterrar, o voltou sobre os seios e me desencostando do pilar, tirou a algema me libertando e nos desligando de meu fetiche.

Por eu estar ainda amortecida de tanto prazer, me pegou no colo e me levou até a borda da piscina.

– Posso pular mãe? Vai ser bom para recarregarmos as energias.

Balancei a cabeça concordando e só tapei o nariz enquanto ele pulava me segurando no colo e mesmo caindo na água não me soltou. A água estava morninha com o sol quente. Arrumei o cabelo, limpei a água do rosto e depois a água de seu rosto pois ele usava as duas mãos para me segurar.

Olhando para mim, se inclinou e me beijou amoroso.

– Eu te amo mãe. Te amo muito.

– Também te amo meu amor. Da mesma forma. Obrigado por sempre realizar meu fetiche sem me julgar e sem preconceito.

Ele dava pulinhos na água me segurando apertado e deu um sorriso solto.

– Como se eu não tivesse os mesmos desejos para te julgar. Nunca, nunca mesmo me agradeça novamente.

– Está bem. Agora preciso sair ou esse sol vai me deixar vermelha.

Sai da piscina subindo a escadinha sentindo seu olhar de cobiça em meu bumbum e não só isso.

– É gostoso demais de biquini. Com certeza vou come-lo como namorado, falou me deixando feliz.

No resto do sábado, ficamos o dia todo namorando ainda na varanda tomando meu Sprtiz alaranjado como meus cabelos que refez para mim, depois almoçamos um macarrão feito por ele e curtimos a companhia do outro até dormimos abraçados sem fazer amor, satisfeitos que estávamos. Até dormir fiquei pensando naquela manhã maravilhosa que tivemos.

No domingo, ficamos o dia todo como namorados, menos no almoço em seus avós paternos que ainda não sabiam da amante do filho em São Paulo e não entramos no assunto deixando que descobrissem por si.

A noite fizemos amor bem suavemente curtindo as sensações de sentir as deliciosas pulsações do sexo quentinho do outro enquanto estávamos conectados.

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