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Entre Propostas E Segredos: Como Transformei Minha Esposa Fiel Em Uma Puta PT 3

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3048 palavras
Data: 15/07/2026 15:37:46

Após sair do escritório de Alex, eu e Carol nos despedimos rapidamente e saímos da empresa. Antes de irmos embora, Júlia fez questão de que Carol ficasse com o vestido que estava usando.

Enquanto caminhávamos até o carro, eu não conseguia parar de reparar na beleza da minha esposa. O vestido vermelho marcava suas curvas de forma perfeita, o decote generoso valorizava seus seios e a abertura nas costas deixava a pele dela exposta de um jeito extremamente sensual. Carol estava deslumbrante.

No caminho de volta para casa, contei a ela sobre a conversa com Henrique e Alex. Expliquei o clima tenso da reunião, a desconfiança de Henrique, os valores que ele esperava e como ele praticamente me desqualificou como investidor, sugerindo que eu seria mais adequado como funcionário.

Carol ouviu tudo com atenção e comentou:

— Então ele meio que disse que você não serve para ser investidor…

Ela ficou pensativa por alguns segundos e continuou:

— Eu acho que é melhor assim. 200 mil é muito dinheiro para nós dois.

Eu suspirei e respondi:

— É muito mesmo.

Carol retrucou com firmeza:

— Se ele não acha isso suficiente, ele não é o tipo de sócio que nós merecemos caso venhamos a entrar no negócio dele.

Seguimos o trajeto em silêncio por um tempo. A cada semáforo, eu olhava para Carol e notava o quanto ela estava gostosa com aquele vestido. O tecido brilhante colava sutilmente no corpo dela, realçando cada curva. Chegamos em casa já a noite.

Entramos em casa e fomos direto para o banheiro. Ana havia levado as crianças para a sorveteria e avisou por mensagem que demoraria um pouco. Decidimos tomar banho juntos.

A água quente caía forte sobre nossos corpos, enchendo o box de vapor e criando uma névoa quente e íntima. Eu estava pensativo, encostado na parede, pensando nas baixas chances de Henrique ligar e me aceitar como investidor.

Carol me observou por alguns segundos e percebeu meu estado. Com um sorriso safado, ela se aproximou, colou o corpo molhado no meu e disse:

— Vou te animar.

Ela se virou de quatro, apoiando as mãos na parede do box, empinando a bunda perfeita para mim. A água escorria pelas costas dela, descendo pela abertura do vestido que ainda não tínhamos tirado completamente, colando o tecido na pele.

— Vem, amor… Há anos não transamos no banho.

A excitação tomou conta de nós dois. Tirei o resto da roupa dela rapidamente e me posicionei atrás. Minha rola já estava dura, latejando. Segurei a cintura fina dela e penetrei devagar, sentindo a buceta quente e molhada me engolir. Carol gemeu alto, o som ecoando no box junto com o barulho da água caindo.

Comecei a meter com força, o vapor denso nos envolvia, a água quente batia em nossas peles, tornando tudo mais escorregadio e intenso. Eu segurava firme nos quadris dela, estocando fundo, enquanto a mão dela descia para esfregar o clitóris. Os gemidos dela ficavam cada vez mais altos, misturados com o som da água.

Troquei de posição, encostei ela de frente para a parede, levantei uma perna dela e voltei a meter fundo, beijando seu pescoço e mordendo o ombro. O tesão estava fora de controle. Carol gozou primeiro, tremendo e apertando minha rola com a buceta, gemendo meu nome. Eu continuei metendo mais algumas vezes até não aguentar, puxei para fora e gozei forte nas costas e na bunda dela, jatos grossos que a água quente logo levava embora.

Ficamos ali por mais alguns minutos, abraçados sob a água quente, ofegantes e satisfeitos.

Após o banho, nos secamos e fomos fazer outras coisas. Carol foi para a cozinha preparar o jantar. Notei que Ana e as crianças já haviam chegado da sorveteria. Segui até o quarto, peguei meu notebook e digitei “Henrique Vasconcelos”.

Apareceu a ficha do investidor que Alex havia mencionado. Eram poucas informações públicas, mas suficientes para impressionar: Henrique tinha 34 anos e era CEO e dono da Vasconcelos & Smith Capital Group (VS Capital Group). A empresa havia sido fundada pelo pai dele, Roberto Vasconcelos, junto com o empresário americano John Smith. O grupo tinha participação majoritária ou minoritária em várias empresas de diferentes setores.

Ele era casado com uma norueguesa chamada Ingrid Larsen. Cliquei na foto do casal. Ingrid era uma mulher impressionante: loira natural, cabelos longos e lisos, olhos verdes claros, pele muito branca e feições escandinavas marcantes. Alta, com corpo de modelo — pernas longas, cintura fina, seios firmes e postura elegante. Na foto, ela estava ao lado de Henrique, os dois pareciam um casal saído de revista.

Nesse momento, Ana apareceu no quarto só de toalha, com os cabelos pretos molhados caindo sobre os ombros. Ela sorriu e disse:

— Alisson, a janta está pronta.

Fechei o notebook rapidamente e desci com ela para a cozinha.

Ao chegar lá, vi Alex de pé conversando com Carol. Eles pareciam estar discutindo. Carol falava com tom alterado:

— Você colocou seu irmão lá e deixou um ricaço desfazer do nosso dinheiro e do seu irmão!

Alex tentou se defender:

— Me desculpa, mas…

Ele me viu entrando e parou. Abriu um sorriso forçado, veio até mim e me deu um abraço.

— Irmão…

Eu e Alex nos sentamos à mesa. Carol serviu a janta — um arroz bem temperado, filé de frango grelhado e salada. Ela e Ana se sentaram conosco. O clima ainda estava carregado.

Alex quebrou o silêncio primeiro:

— Me desculpa por mais cedo.

Eu respondi, tentando manter a calma:

— Tudo bem. Só espero que ele me aceite.

Nós quatro jantamos em meio a uma conversa superficial. Carol estava claramente brava com meu irmão, servindo a comida com movimentos secos e evitando olhar muito para ele.

No fim do jantar, ela não se segurou mais. Olhando diretamente para Alex, soltou:

— Como você escolheu o Alisson?

Alex ergueu as sobrancelhas:

— Oi, Carol?

Ela continuou, firme:

— Você conhece vários empresários, a maioria com muito dinheiro. Por que fez a proposta pro meu marido?

Alex respirou fundo e respondeu:

— Eu quero… ou queria alguém que eu confio ao meu lado.

Carol não perdeu a oportunidade:

— Então você assume que o tal Henrique é um empresário que você não confia totalmente?

Alex gaguejou um pouco:

— Não, cunhada… Eu não quero que ele decida tudo sem ninguém com poder pra contestá-lo.

Carol se calou por um momento. Alex continuou, com tom mais suave:

— Eu quero ajudar meu irmão a dar uma vida excelente pra família de vocês.

O clima ficou tenso e pesado na mesa. Ninguém sabia muito bem o que falar.

Nesse momento, Ana percebeu o desconforto e tentou mudar de assunto, olhando para mim:

— Alisson, você pode me ajudar entregando meus currículos pros seus vizinhos da autopeças?

Eu pisquei, surpreso:

— Você está procurando emprego?

Ana sorriu e confirmou:

— Sim, estou procurando emprego.

— Ok, vou te ajudar — respondi.

Alex se levantou, foi brincar um pouco com Gabriel e Valentina na sala e depois se aproximou de mim:

— Vou embora agora.

Antes de sair, Ana mostrou para ele e para mim um stories de Júlia comprando joias caras em uma loja de luxo. Ela comentou, animada:

— Você é casado com uma diva, hein?

Alex sorriu, mas não disse nada, apenas se despediu e saiu.

Eu o acompanhei até sua BMW. Nos abraçamos rapidamente e ele foi embora.

Voltei para dentro e disse para Ana, que estava ao meu lado:

— Diga à Carol que vou passar em um cliente meu. Ele tem um galpão cheio de vans e me pediu para levar umas peças. Esqueci de entregar mais cedo.

Ana acenou com a cabeça, concordando.

Saí de casa, passei na Autopeças, peguei todas as peças de van que havia no estoque e coloquei no Honda Civic. Segui até o galpão do cliente.

Eu e ele passamos cerca de uma hora conversando sobre as vans e o serviço. No final, ele me pagou dois mil reais na mão. Saí do galpão satisfeito com o pagamento.

O trânsito estava tranquilo. Até que parei em um semáforo e olhei para o lado. Em um restaurante elegante, vi Júlia sentada com um senhor mais velho, bem vestido. Eles se beijaram na boca de forma íntima e demorada.

Fiquei paralisado. Era a esposa do meu irmão traindo ele descaradamente.

O semáforo abriu. O carro de trás buzinou insistentemente. Eu arranquei, mas a cada metro que eu dirigia, uma sensação de enjoo e nojo tomava conta de mim. Meu irmão estava sendo enganado por Júlia. Isso me deixava profundamente enojado.

Cheguei em casa ainda abalado. Sentei na sala, peguei uma Brahma na geladeira e tomei devagar, pensando no que fazer com o que acabara de descobrir. A imagem de Júlia beijando aquele homem mais velho não saía da minha cabeça.

À noite, me deitei ao lado de Carol, mas quase não dormi. Fiquei a noite toda virando de um lado para o outro com aquela cena martelando na mente.

Pela manhã, eu e Carol seguimos nossa rotina normal. Ela fez o café, eu tomei, dei um beijo nela e saí para trabalhar. Liguei para o meu gerente e disse que ele podia abrir a Autopeças normalmente.

Em vez de ir direto para a loja, segui até o condomínio do meu irmão. Parei o carro e liguei para Júlia com a voz fria:

— Oi. Você pode me encontrar no café ao lado do condomínio?

Cheguei primeiro, pedi uma água e me sentei. Poucos minutos depois, Júlia apareceu, deslumbrante como sempre. Sentou-se à minha frente e perguntou, surpresa:

— O que você quer? Você nunca me liga. Aconteceu alguma coisa?

Eu fui direto, com raiva contida:

— Sim, Júlia. Eu te vi ontem com um velho traindo o meu irmão.

Ela sorriu, quase divertida, e disse:

— Não é o que você pensou.

Eu respondi firme:

— Você tem três dias para contar pro meu irmão. Se não, eu mesmo conto.

Júlia tentou se explicar:

— Ele viajou pra Bahia…

— Não importa — cortei. — Fala você. Se não, eu falo.

Ela passou a mão suavemente no meu braço e disse com voz carinhosa:

— Cunhado…

Eu tremi de nervoso com aquele toque. Júlia era muito bonita e charmosa, o que tornava tudo mais difícil.

Respirei fundo e falei mais calmo:

— Eu não quero acabar com seu casamento. Se for algo pontual, pede perdão. O Alex ama você, talvez te perdoe.

Levantei-me e saí sem esperar resposta.

Cheguei na Autopeças e segui a manhã toda trabalhando normalmente — atendendo clientes, organizando o estoque e resolvendo pendências administrativas —, mas minha cabeça não parava de voltar para aquela conversa com Júlia.

No início da tarde, Alex me ligou. A voz dele já não parecia boa:

— Irmão, tenho notícias ruins. O Henrique recusou nossa proposta.

Eu respondi, surpreso:

— A minha, você quis dizer?

Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, ele me cortou:

— Meu cliente chegou, vou desligar.

Segui meus afazeres pelo restante da tarde, tentando não pensar muito no assunto. Em determinado momento, Ana apareceu na loja e me entregou seus currículos. Ela ficou a tarde toda comigo, ajudando no que podia e, de certa forma, não desgrudava de mim — sempre perto, tocando meu braço ou conversando animadamente.

Às 16:30, ela segurou meu braço e disse:

— Você não apareceu pra almoçar. Vamos na padaria?

Fomos juntos até a padaria da esquina. Sentamos e tomamos café. Ana me olhou com um sorriso doce e falou:

— Eu sonho em arrumar um homem bonito e trabalhador como você.

Eu suspirei e contei:

— O Henrique recusou meu nome como investidor.

Ela fez uma expressão triste:

— A Carol me contou tudo. Eu sinto muito…

Ana se levantou, deu um beijo carinhoso na minha bochecha e foi pegar um sonho de doce de leite no balcão.

Nesse exato momento, Carol me ligou:

— Amor, o tal Henrique está aqui em casa.

Fiquei atordoado. Saí correndo da padaria e acabei esquecendo Ana lá. Dirigi o mais rápido possível até minha casa.

Quando cheguei, Henrique estava na sala, vestindo roupa de jogar tênis, casual mas ainda imponente. Ele estendeu a mão toda tatuada (na verdade o braço inteiro era tatuado) e eu notei claramente a aliança de casamento no dedo dele. Com um sorriso confiante, Henrique disse:

— Parabéns, novo sócio.

E me puxou para um abraço firme.

Eu me sentei ao lado dele na mesa da sala. Carol sentou-se ao meu lado, pegando minha mão com firmeza. Henrique, com seus olhos azuis penetrantes, começou a falar:

— Segundo minha análise, sua proposta inicial era insuficiente. Cheguei até a ligar para o Alex na noite anterior, depois do jantar na casa de vocês, para negar sua entrada no negócio.

Ele fez uma pausa e continuou:

— Mas pensei bastante e tive uma ideia que já apliquei em outras empresas. Você entra com os 200 mil e, após um ano, garante que pagará a metade do lucro anual da empresa — pelo menos metade do lucro correspondente à sua porcentagem.

Eu sorri, animado:

— Você pode fazer isso?

Henrique confirmou com a cabeça:

— Sim. Você aceita?

Ele pegou um contrato da pasta e colocou sobre a mesa. Carol apertou minha mão com mais força e disse rapidamente:

— Não assina ainda. Precisamos ligar para o advogado.

— Sim, você tem razão — respondi.

Henrique sorriu, compreensivo:

— Pega meu número e manda seu advogado me procurar.

Ele se levantou, me cumprimentou com um aperto de mão firme e abraçou Carol de forma educada. Depois saiu.

Assim que a porta fechou, eu e Carol nos abraçamos forte. Eu, eufórico, disse:

— Amor, eu consegui!

Carol me olhou com carinho e falou:

— Procura um advogado primeiro e depois você assina. Estou orgulhosa de você.

Ela pegou uma bolsa e completou:

— A minha parte está separada. Aqui estão meus 100 mil.

— Guarda isso até o dia que a advogada falar que é seguro assinar o contrato — disse ela.

Peguei a bolsa, fui até o quarto e guardei o dinheiro com cuidado. Tentei ligar para Alex, mas ele não atendeu. Deitei na cama, ainda maravilhado com tudo o que estava acontecendo.

Na manhã seguinte, meu advogado ligou cedo. Passei o número de telefone de Henrique para ele. O dia transcorreu normalmente na loja, com atendimento a clientes e organização de estoque.

No início da tarde, Ana apareceu na Autopeças. Ela me abraçou forte, sorrindo:

— Estou tão feliz por você!

Pouco depois, Carol também chegou e perguntou:

— Seu advogado já deu resposta?

— Ele me pediu algumas horas para avaliar o contrato direito — respondi.

No final da tarde, o advogado me retornou:

— Está tudo certo. Você pode assinar o contrato com segurança.

Contei para Carol, animado. Ela, cautelosa como sempre, disse:

— Procura uma segunda opinião. Já arrumei uns nomes de advogados.

E continuou:

— Lembra do contrato do carro? Se não tivéssemos consultado outro advogado, pagaríamos juros exorbitantes.

Nesse momento, Henrique apareceu na loja acompanhado de um homem. Ele foi direto:

— Vamos fechar o acordo.

Levei os dois até meu escritório. Henrique se sentou, elogiou minha esposa e a organização da empresa. Depois pegou um currículo de Ana que estava sobre a mesa e perguntou:

— Ela é quem?

Carol respondeu:

— É minha irmã.

Henrique sorriu:

— Ela está contratada. Manda ela passar na empresa do seu irmão. Ela é a nova funcionária dele.

Peguei o contato, assinei o contrato e Henrique também assinou. Ele me deu um abraço firme e disse:

— Estou atrasado para minha viagem. Daqui a três dias vou fazer uma festa e quero vocês lá. Posso esperar suas presenças?

— Claro — respondi.

Ele saiu, mas voltou rapidamente e falou:

— À noite meu motorista vai passar na casa de vocês para pegar o dinheiro. Seu advogado disse que vocês só têm dinheiro em espécie.

Eu e Carol confirmamos:

— Sim.

Assim que ele saiu de vez, eu e Carol nos beijamos, comemorando. Tentei ligar para Alex novamente, mas só dava fora de área. Isso me deixou preocupado.

Os dois dias seguintes passaram rápido. Eu e Carol estávamos felizes como casal, sentindo que havíamos dado um passo importante para o futuro da nossa família.

Durante esses dias, acordávamos juntos, tomávamos café da manhã com as crianças, e eu ia para a loja com mais motivação. Carol me apoiava o tempo todo, me ajudando a organizar os documentos e até conversando com o advogado sobre os próximos passos. À noite, depois do jantar, ficávamos um tempo na sala conversando sobre planos — a casa nova que poderíamos comprar, a educação das crianças, viagens em família. Fazíamos amor com mais intensidade e carinho, como se estivéssemos celebrando essa nova fase. O clima em casa estava leve e esperançoso.

Até que o dia da festa chegou.

Eu e Carol passamos o dia nos preparando com calma. Eu comprei um terno novo, preto, bem cortado, que marcava meus ombros e me deixava mais elegante. Carol escolheu um vestido elegante, sofisticado, que valorizava suas curvas de forma discreta e sensual ao mesmo tempo.

Mais tarde, Ana apareceu na casa e entregou um envelope:

— Um homem num carro preto deixou esse convite pra vocês.

Abrimos o envelope. Era o endereço da festa: um clube exclusivo em uma das áreas mais bem avaliadas e nobres da cidade.

Nós dois nos arrumamos com cuidado. Eu vesti o terno novo e Carol colocou seu vestido, ficando linda. Decidimos sair um pouco mais cedo para não nos atrasarmos. A festa estava marcada para as 21 horas.

O relógio marcava 21:11 quando chegamos ao Clube Privé Imperial. Estávamos onze minutos atrasados por causa do trânsito.

O clube era um dos espaços mais exclusivos da cidade, com fachada discreta, arquitetura moderna e um grande portão automatizado. Não havia placas chamativas — apenas privacidade. O Clube Privé Imperial pertencia a um grupo de sócios ocultos, tendo um diretor-geral que Alisson já havia ouvido falar em jornais, pois o local ocasionalmente sediava jantares beneficentes de alto nível.

O segurança na entrada pediu meu nome. Após confirmar, ele me entregou o cartão com o número da vaga. Estacionei meu Honda Civic em meio a carros de luxo: Porsche 911 Turbo, Lamborghini Urus, BMW Série 7, Mercedes G-Class, Range Rover Autobiography e uma Ferrari Roma vermelha.

Descemos do carro. Eu estava elegante no meu terno preto novo, camisa branca e sapatos bem engraxados. Carol estava deslumbrante em seu vestido elegante, justo o suficiente para valorizar suas curvas, com um decote sofisticado e caimento perfeito.

Seguimos até a entrada. Outro segurança nos recebeu, verificou o número da vaga e disse com um sorriso profissional:

— Bem-vindos, Alisson e Carol.

Nós dois entramos no clube...

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