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Minha esposa queria me ver com outra, mas tinha algo por traz disso. (1º PARTE) Segunda temporada.

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Um conto erótico de Anderson
Categoria: Heterossexual
Contém 2159 palavras
Data: 15/07/2026 15:13:59
Assuntos: Heterossexual

Para minha sorte eu não estava bebendo nesse minuto, caso contrário teria passado vergonha, por me engasgar com a bebida.

A cumprimentamos e ela retribuiu. Depois disse algo no ouvido de seu marido, que eu já imaginava o que seria, ele me olhou de alto a baixo e sorriu, além de balançar a cabeça afirmativamente.

Sara se aproximou de mim, dizendo que eu tinha feito uma excelente trocar de Lara, por Clara, rindo.

Os demais acabaram se retirando de onde estávamos e ficamos apenas os quatro.

Acredito que a essa altura Clara, já devia ter percebido algo, pela expressão em seu olhar e pela forma como Sara, a encarava e a mim. Depois de um tempo eu acabei abrindo o jogo para ela, sobre quem era aquela mulher, pois ela sabia de tudo que rolou, eu só nunca tinha dado o nome.

A festa estava ótima, mas em dado momento eu e Clara, preferimos ir embora e ao nos despedirmos dos dois, Sara, como sempre direta, em voz normal disse para nós ouvirmos:

- Que tal um dia desses fazermos uma festinha a quatro, sabe Clara, conheço bem o brinquedinho de seu namorado gostosão, até que gostaria de relembrar nossas brincadeiras mais uma vez, quem sabe.

Continuação.

Nota do autor:

“A princípio a ideia era, escrever o conto sem uma segunda temporada, mas como alguns dos leitores manifestaram sua opinião sobre isso, resolvi voltar atras e escrever uma segunda temporada, espero que gostem e comentem.

Grato, Abraço a todos”.

Após ouvirmos aquelas palavras, eu e Clara nos olhamos, e nesse meio tempo que fazíamos isso, Sara ainda continuou:

- Não vai me dizer que nunca comentou com sua noiva sobre nossas aventuras com sua ex-esposa, Anderson, querido?

Para nosso sorte estávamos apenas o quatro próximos e os que ainda estavam no ambiente estavam a uma distância razoável, e acredito que não devam ter ouvido o que havia sido dito, então com a maior calma do mundo, Clara se virou para Sara que ainda nos encarava aguardando qualquer resposta sobre seu convite e comentários.

- Sara, para sua informação, eu e Anderson, não temos segredos, sei muito bem sobre você, Lara e Anderson, como tudo começou e até sobre sua última vez com ele, onde você o convidou para um almoço e você foi o prato principal naquele motel. Então sim ele me cotou tudo, até porque naquela época eu era apenas a amiga confidente que ele tinha, e como amigos eu apenas ouvia tudo sem julgamentos. – Ela disse com a voz calma e num tom que somente nos quatro poderíamos ouvir.

Carlos, apenas olhou para Sara, que ainda nos olhava, mas agora atônita com a resposta dada por Clara.

- A única coisa que nós não sabíamos, eu e Anderson, era que Carlos, meu ex-chefe era seu marido, e antes que eu me esqueça, ele sempre me tratou com respeito, sem segundas intenções, e eu da minha parte, apesar de acha-lo bastante interessante e bonito, nunca o vi como um amante em potencial, apesar do charme que ele possui.

A cada palavra que eu ouvia de Clara, eu ficava mais excitado, não sei explicar por qual motivo. Se era pela forma como ela estava agindo, pela frieza de suas palavras, por ser bastante direta, mas jamais tinha vista ela agir dessa forma antes.

- Antes que me esqueça, sobre seu convite que você acabara de fazer, vamos conversar a esse respeito e depois te daremos a resposta, mas adianto que caso aceitemos, será somente por que conversamos e chegamos a um acordo, não porque eu quero vê-lo com você ou ele querer me ver com o seu marido, até porque não tenho nada em comum a esse respeito com a Lara.

Finalizamos os cumprimentamos e saímos, deixando Sara e Carlos, boquiabertos pela forma como tudo aconteceu, eu mesmo ainda não acreditava na forma como Clara havia tratado tudo aquilo, com a frieza e a resposta na ponta da língua, como se tivesse planejado e se preparado para dizer todas aquelas palavras.

No carro enquanto eu dirigia para nossa casa, acabei tendo mais uma surpresa, vinda de Clara. Ela simplesmente levantou o vestido deixando sua calcinha a mostra, depois com a mão direita pegou minha mão que estava segurando o volante, e a levou até sua coxa, próxima de sua calcinha, a repousando sobre a mesma e soltando, em seguida puxou sua calcinha para o lado expondo sua bucetinha. Depois voltou e pegou minha mão retirando de sua coxa e a levou até sua fenda, me fazendo sentir sua umidade que estava muito grande, e já molhava suas partes internadas das coxas.

- Senti como estou, acho bom pararmos em algum lugar, um motel, não sei se consigo chegar em casa, estou com muito tesão agora.

Ouvindo isso, coloquei dois dedos dentro dela e realmente estava transbordando. Em seguida levei minha mão até meu nariz para sentir seu perfume e depois lambe-los.

Não foi preciso pedir uma segunda vez, pois eu sentia meu pau doer dentro da calça, desde que presenciei a forma como Clara, tinha agido com Sara, na festa. Meu pau estava parecendo uma barra de ferro.

Felizmente no caminha de casa haviam alguns motéis. Quando avistei o primeiro, um que já havíamos ido antes, dei seta e entrei, parando na recepção, pedi uma suíte e pernoite, pois da forma como Clara havia falado, e como eu estava também, tinha a impressão que apenas uma transa não seria suficiente para que nos dois ficássemos tranquilos. saciados.

Na garagem, com a porta fechada, saímos do carro já nos devorando, beijando, tocando, parecia que todo nosso desejo havia despertado de uma forma tão anormal. Era tudo tão intenso que me levou a lembrar da nossa primeira vez, de quando ela me agarrou e fomos para o motel a primeira vez, mas agora parecia que algo estava diferente, o tesão que estávamos sentindo era ainda muito maior, nossa necessidade estava multiplicada. Não dizíamos nada, pois não havia necessidade de palavras, apenas o desejo nu e cru, nos induzia para algo nunca sentido por nos dois.

Enquanto nos tocávamos e nos beijávamos, eu tentava entender do porquê de tudo aquilo, mas houve um momento em que resolvi deixar os pensamentos de lado e continuar a me entregar a ela sem pensar no porque naquele momento, mas sim deixar para depois.

Nossas roupas voavam para qualquer canto daquele quarto, nossa necessidade era urgente. Nossas roupas intimas seguiram o mesmo caminho. Queríamos apena um ao outro.

Já nus, Clara, se jogou na cama, ficando de costas com as pernas abertas e semiflexionadas, me encarando, com os olhos de desejo, mordendo os lábios, como que querendo dispensar as preliminares, querendo me ter dentro dela, com urgência.

Entendi o recado e praticamente me joguei sobre seu corpo, sem perder tempo, e tomando cuidado para não a machucar, me posicionei e entrei, e ela gemeu, me aceitando totalmente. Ela estava ensopada, sua lubrificação facilitou muito, e entrei fundo, quase como um animal. Os movimentos vieram em seguida, com urgência de minha parte, querendo dar a ela o mais queria naquele instante. Eu era apenas o instrumento que daria a ela todo o prazer que ela queria, que ela necessitava.

Foram poucas bombadas, não sei precisar quantas pois pouco importava, mas tão rápido que gozamos os dois juntos, foi uma quantidade grande da minha semente sendo depositada dentro daquela mulher que eu amava. Gememos, grunhimos, como se dependêssemos daquilo para vivermos.

Quando comecei a voltar ao normal apenas permaneci ali sobre ela, respirando profundamente, deixando que meu pau amolecesse dentro dela. Ela por sua vez, também como eu, respirava profundamente.

- Fica de costas.....- Ela me ordenou, antes mesmo de nos recuperarmos totalmente.

Sai de dentro dela e deitei. Ela se moveu ficando de quatro com o rosto próximo do meu pau meia bomba, e sua bunda voltada para o lado da minha cabeça. Então esticou a mão o pegou com delicadeza, e começou um vai vem lento. Sua mão deslizava facilmente com a humidade de nossos fluidos presente nele. Então falando ainda com a respiração pesada:

- Vou deixa-lo duro novamente, quero ele me fazendo gozar novamente.

Abaixou a cabeça e começou uma sequência de chupadas e lambidas que iam de cima a baixo, parando por vezes na cabeça, fazendo círculos com a linga, e hora parando em baixo e sugando, hora uma, hora a outra e as vezes tentando colocar as duas bolas juntas em sua boca, as sugando como se quisesse retirar de dentro o que restava de meu esperma.

Não demorou muito e ele já estava duro novamente, só que agora ela poderia aproveitar mais, pois sabia que depois da primeira, eu demorava mais para conseguir gozar novamente.

Percebendo que ele já estava como ela queria, se posicionou sobre mim e o encaixou em seu canal, descendo devagar. Foi uma penetração ainda mais profunda do que a primeira, fazendo com que ela emitisse um gritinho e na sequencia respirasse profundamente.

Os movimentos de sobe e desce vieram na sequência, enquanto eu com minhas mãos, tocava em seus seios, e com os dedos dava pequenos beliscões em seus bicos e as vezes os torcendo, apenas para provocar um pouco de dor, o que parecia excita-la ainda mais.

A cada descida que ela dava, jogava a cabeça para traz e gemia, por vezes eu podia sentir a cabeça do meu pau tocando seu útero, o que a fazia tremer, mas sem deixar que isso a impedisse de ser totalmente preenchida por mim.

Quando estava ficando cansada, apenas saiu de cima, e se postou ao meu lado, novamente de quatro e com sua linda bunda virada para meu rosto. Entendi o recado, mas antes de levantar, dei um generoso tapa em sua bunda, deixando a marca de minha mão, ela apenas deu um grito que me soou mais como um miado.

Olhando por sobre seu ombro, me encarou:

- Me marca do outro lado também. – Disse.

E eu a atendi, com a mesma intensidade, desferi outro no lado oposto ao primeiro.

Depois me levantei me posicionei atras dela e a penetrei novamente, começando em seguida a entrar e sair vigorosamente, a segurando pelos quadris.

O suor escorria de meu corpo caindo por sobre o dela, mas meus movimentos eram constantes, ritmados.

Percebi que Clara estava prestes a ter um novo gozo.

- Me fode, enterra tudo dentro de mim. Me faz gozar de novo, meu amor....

Em poucos segundos ela tremia, gemia, e chegava a um novo gozo, ainda mais forte que o anterior.

- Aaaaaahhhhhhh......assimm....estou gozandoooooooo.....

Cheguei a diminuir os movimentos, e antes que pudesse parar para que ela se recuperasse do seu novo gozo, ela deixou bem claro que ainda não era o que queria.

- Não para, goza dentro de mim de novo....eu quero te sentir gozando dentro de mim.

Não tive como parar, e voltei a fazer os movimentos de entra e sai. Não demorou muito e eu estava gozando novamente dentro dela urrando feito um animal, coisa que até me deixou surpreso. Não foram muitos jatos de porra, mas o suficiente para vazar de dentro dela juntamente com o primeiro gozo que tive.

Depois de ter gozado, sai de dentro dela, caindo de lado na cama ao seu lado, a respiração pesada, descompassada, o coração ainda acelerado, olhos fechados, sentindo ainda os resquícios do prazer que tivera.

Percebi que Clara, também caiu ao meu lado de costas para mim, vindo de encontro ao meu corpo se posicionando de conchinha, como se quisesse minha proteção e meu contato.

Devemos ter cochilado por alguns minutos, os dois. Quando abri os olhos ela já estava de frente para mim, me olhando, me encarando. Um brilho no olhar de quem ainda estava sob os efeitos de todo o prazer que recebera.

- Você não sabe o quanto eu te amo Anderson!!!

- Se para ouvir, dessa forma, isso de você, com certeza vou me dedicar ainda mais. Disse eu sorrindo.

Ela baixou o olhar como se estivesse envergonhada.

- Que tal um banho juntos? Disse na sequência.

- Vem, vamos.... Pegando minha mão para me ajudar a levantar.

Mas antes de me levantar a puxei e a beijei em seus lábios, e depois acaricie seu rosto.

Não foi preciso dizer nada, mas ela entendeu exatamente meu gesto.

Me levantei em seguida segurando sua mão, e seguimos para o banheiro.

Sob a água que caia, nos lavamos um ao outro com delicadeza, sem pressa apenas nos tocando de forma leve, como duas pessoas que se completam, toques estes que sabíamos exatamente onde deveriam ser. Às vezes parávamos e nos beijávamos com paixão, como se não quiséssemos que aquilo terminasse.

Depois de banhados, voltamos para a cama. Deitados, com Clara repousando sua cabeça sobre meu peito, sentindo meu peito subir e descer, agora relaxada.

Continua.....

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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