Era Carnaval, e eu e meu irmão, Gabriel, decidimos ir para Barreiras, na Bahia, para aproveitar a festa. Nossa cidade fica relativamente perto, mas resolvemos nos hospedar em um hotel para evitar o desgaste de ir e voltar todos os dias. Para economizar, optamos por dividir o mesmo quarto.
Até aquele dia, confesso que nunca tinha acontecido nada entre mim e meu irmão, nem sequer havia passado algo parecido pela minha cabeça. Ele tem 32 anos, mede 1,75 m, é musculoso e sempre chamou muita atenção por onde passava. Fazia sucesso com as mulheres e, para falar a verdade, já tinha ficado com várias das minhas amigas.
Assim que chegamos ao hotel, deixamos nossas coisas, tomamos um banho, nos arrumamos e fomos direto para o Cais, onde as festas já estavam acontecendo. Bebemos bastante. Alguns rapazes deram em cima de mim, mas não fiquei com ninguém. Meu irmão beijou algumas garotas, trocou telefones, mas ficou só nisso. Como ele mesmo disse:
— Não vou me enrolar com ninguém logo no primeiro dia. — e caiu na risada.
Já era noite quando voltamos ao hotel para tomar outro banho e nos preparar para ir à avenida, onde passariam os trios elétricos.
Nessa altura eu já estava bem alterada por causa da bebida, mais solta e bem safadinha. Enquanto nos arrumávamos, comentei com meu irmão:
— A última garota que você beijou era muito gata.
Ele perguntou:
— Você gostou?
Respondi:
— Muito. Deu até vontade de beijar ela também.
Ele sorriu e respondeu:
— Podia ter beijado. Eu deixava.
Caímos na risada e completei:
— Se ela me beijasse, você perdia.
Terminamos de nos arrumar e seguimos para a avenida.
Por volta da uma da manhã, enquanto esperávamos um trio começar a passar, percebi uma garota muito bonita ao meu lado. Era loira, chada Larissa, tinha cerca de 1,65 m e um corpo que chamava atenção, um bumbum delicioso.
Puxei conversa e logo ficamos amigas. Perguntei se ela não tinha medo de estar ali sozinha, no meio daquela multidão.
Ela explicou que havia se perdido dos amigos e que, como estava sem sinal de celular, não conseguia encontrá-los novamente.
Na mesma hora convidei:
— Fica com a gente até encontrar seus amigos. É perigoso ficar sozinha por aqui.
Ela agradeceu e respondeu:
— Não quero atrapalhar vocês.
Achando que éramos um casal.
Por causa do barulho, apenas balancei a cabeça dizendo que não.
Poucos minutos depois, meu irmão voltou trazendo nossas bebidas. Assim que viu a garota, percebi que não conseguia tirar os olhos dela.
Não demorou muito para ele cochichar comigo:
— Mana, ajeita essa sua amiga. Ela é uma gostosa.
Sorri e respondi:
— Acho que ela está achando que a gente namora.
Ele deu risada e brincou:
— Melhor ainda. Chama ela pra formar um trisal.
Eu ri da ideia, mas, de alguma forma, aquela brincadeira ficou martelando na minha cabeça.
Será?
Será que eu teria coragem?
Nunca tinha ficado com uma mulher e muito menos imaginado viver algo assim na frente do meu irmão. Só de pensar já sentia vergonha. Ao mesmo tempo, a bebida parecia diminuir todos os meus freios, e a curiosidade começava a falar mais alto.
As horas passaram entre música, bebidas e muitas conversas. A amizade entre nós três cresceu rapidamente.
Quando já era quase cinco da manhã, ela ainda não havia encontrado os amigos. Demonstrava preocupação, pois não conhecia bem Barreiras e estava hospedada na casa de uma amiga, sem saber como conseguiria voltar.
Foi então que tive uma ideia.
— Se você quiser, pode dormir no hotel com a gente.
Ela respondeu:
— Não quero atrapalhar a noite de vocês.
Brincando, respondi:
— Não precisa atrapalhar... é só participar.
Ela sorriu e, com um olhar de safadinha, respondeu:
— Olha que eu participo mesmo.
Eu ri.
— Então vai ser ótimo.
Quando contei a ideia ao meu irmão, ele ficou visivelmente animado.
Pouco depois, voltamos para o hotel.
Já no quarto, ela pediu um pijama emprestado. Entreguei um vestido largo para ela vestir. Depois de se trocar, deitamos os três na cama, com ela no meio.
Em tom de brincadeira, ela comentou:
— Se eu não vou dar hoje, ninguém vai.
Ela continuava achando que eramos um casal.
Meu irmão entrou na brincadeira e respondeu imediatamente:
— E quem disse que você não vai?
Nesse momento, olhando para Larissa, eu tomei coragem. Segurei delicadamente o rosto dela e dei um beijo em sua boca. Os lábios de Larissa eram macios, mornos, e abriram-se lentamente para mim. No mesmo instante, Gabriel se aproximou dela por trás e começou a acariciar sua cintura, deslizando as mãos lentamente até sua bunda, apalpando com firmeza por cima do vestido largo.
Meu coração acelerou. Larissa voltou a atenção para mim e levou a mão até minha buceta. Já estava completamente excitada — sentia o tecido úmido da minha calcinha colado à pele, todo tensão da noite concentrado naquele instante.
Gabriel então ergueu delicadamente o vestido de Larissa, revelando um corpo que parecia ainda mais bonito sob a luz fraca do abajur. A calcinha fio-dental destacava suas curvas, marcava a divisão das nádegas e a deixava ainda mais atraente aos meus olhos.
Larissa voltou o olhar para Gabriel e, com um sorriso malicioso, passou a mão sobre o volume que se formava por baixo do short dele. Gabriel, sempre impulsivo, afastou um pouco a roupa, sem conseguir esconder o quanto estava envolvido. Pegou sua rola e colocou pra fora — um pau roliço, grosso, já duro, com veias que saltavam sob a pele escura.
Foi ai percebi que tudo estava acontecendo de verdade. A situação havia ultrapassado qualquer fantasia. Misturavam-se curiosidade, surpresa e uma excitação que ela nunca tinha experimentado antes.
Larissa se abaixou e passou a língua ao redor da cabeça do pau de Gabriel, molhando lentamente, antes de engolir um pouco, chupando com ritmo. Eu assistia de perto, o respirar curto, as coxas apertando uma contra a outra. Sem perceber, minha mão desceu até a minha buceta e começei a me tocar, os dedos circulando meu clitóris já inchado.
Gabriel notou me puxou pela cintura, deitando-me ao lado de Larissa. Beijou minha boca enquanto Larissa continuava chupando. O gosto de uísque e batom se misturava na língua dele. Agarrei os cabelos de Larissa, puxando-a para cima, e a beijei — a língua da loira com gosto do pau de Gabriel, e isso me excitou ainda mais.
Larissa se levantou e tirou a calcinha. Sentou-se no meu rosto, que passei a língua na entrada daquela buceta lisinha, sentindo o gosto salgado e adocicado do tesão da loira. Larissa se inclinou para frente e voltou a chupar Gabriel, que gemia baixo, as mãos espalmadas nas minhas coxas.
— Vem pra cá — Gabriel disse, puxando-me pelo braço.
Ele me posicionou de quatro na cama e passou a língua na minha buceta, de baixo para cima, lentamente, enquanto Larissa continuava montada no meu rosto. A língua dele era larga, quente, e entrava fundo. Eu gemia sendo chupada pelo meu irmão com a boca colada na buceta de Larissa, as vibrações fazendo a loira se contorcer.
Gabriel se ergueu, posicionou a rola na entrada da minha buceta e empurrou devagar. A cabeça abriu os lábios inchados e entrou, quente e grosso. Soltoi um gemido longo, abafado contra a pele de Larissa. Meu irão estava me comendo, nunca imaginei isso, eu tina bebido muito e estava muito safada, por isso nem pensei muito, so uqeria sentir o pprazer do momento. Ele começou a bombar com ritmo, segurando os meus quadris, enquanto Larissa se masturbava em cima do meu rosto, os dedos apertando os próprios mamilos.
— Vira — Gabriel mandou, e Larissa obedeceu, deitando-se de costas na cama ao meu lado.
Ele alternou — bombardeava em mim por alguns segundos e depois tirava e entrava em Larissa, que gemia alto, as pernas abertas. Eu assistia de perto, a respiração irregular, e passava a mão no corpo de Larissa, apertando seus seios, beijando seu pescoço.
— Quero sentir você gozando nela — sussurrei no ouvido de Gabriel, e ele acelerou o ritmo dentro de Larissa, que arqueou as costas e veio, o corpo inteiro tremendo.
Gabriel tirou e voltou para mim, que agora estava de quatro, a bunda empinada. Ele entrou de uma vez e bombardeou forte, as bolas batendo contra a minha pele. Larissa veio logo em seguida, as paredes da buceta apertando ao redor do pau dele, e Gabriel gozou dentro, os espasmos enchendo-a de porra quente.
Os três caíram na cama, ofegantes. Larissa se levantou depois de alguns minutos, se vestiu e disse que precisava ir embora antes que a amiga dela acordasse. Eu a acompanhei até a porta do quarto e a beijei uma última vez.
Quando voltei para a cama, Gabriel já estava deitado, a rola ainda semi-dura repousando sobre a coxa. Ele olhou para mim com aquele olhar que eu conhecia — o olhar de quem não tinha terminado.
— Vem cá — ele disse, a voz grave.
— tá louco? Sou tua irmã.
— Mas poucos minutos vc taca se acabando no meu pau.
— Foi coisa do momento, que isso não se repita. E se vc contar ppra alguem eu te mato.
— Relaxa, vem terminar essa noite inesquecivél, deixa de se fazer de difícil, que eu sei que vc ainda quer rola, kkkk
Não aguentei, pq ainda tava louca de tesão pra sentir mais aquela rola dentro de mim. Subi na cama e montei nele, sentindo o pau endurecer completamente dentro de mim. Lentamente, começei a cavalgar, as mãos espalmadas no peito largo dele, os seios balançando a cada movimento. Gabriel segurou meus quadris e a ajudou no ritmo, entrando fundo a cada descida.
Me inclinei para frente e ele me beijou, a língua dele invadindo minha boca, enquanto as mãos desciam até minha bunda, apertando com força. O ritmo aumentou. Joguei a cabeça para trás e veio de novo, o corpo todo se arrepiando. Gabriel a virou de costas na cama, ergueu as minhas pernas sobre os ombros e bombou rápido, fundo, até gozar pela segunda vez, enchendo-me de gozo.
Caímos lado a lado, o silêncio do quarto quebrado apenas pela respiração ainda ofegante de ambos. Pela janela, o sol começava a subir sobre Barreiras.
Tivemos algumas aveturas depois, um dia ele me comeu logo deppois de um cara ter acabado de gozar em mim, mas isso eu conto depois.