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Festa de Rodeio, não dá para ficar parada

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Um conto erótico de july
Categoria: Lésbicas
Contém 1141 palavras
Data: 15/07/2026 12:17:42
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Olá, queridos. Hoje acordei nostálgica, com um leve frio na barriga, lembrando de um caso que aconteceu um pouco antes do meu casamento.

Sou a Ju, tenho 46 anos, sou casada há mais de 15 e moro no interior de São Paulo. Sempre cuidei muito do meu corpo e da minha alimentação. Voltemos para o ano de 2009: eu tinha 29 anos, era superanimada, parceira e, como toda mulher nessa idade, cheia de fogo — embora, no dia a dia, fosse mais na minha.

Na época, eu já namorava meu atual marido. Gostávamos muito de ir aos rodeios da região. Como ele sempre conviveu com a alta sociedade, era um homem influente e conseguia os melhores convites. Naquela vez, fomos convidados pelo dono dos bois do rodeio. Por causa disso, nosso lugar seria no brete — bem perto dos peões, dos animais e do palco, exatamente como queríamos.

Ao chegarmos, fomos recepcionados pelo proprietário e por sua esposa, a Carol: uma morena alta e lindíssima. Fazia bastante frio naquela noite. Eu vestia um vestido de lã grosso e meia-calça opaca; já a Carol usava uma calça de couro e um belo casaco. Mesmo agasalhadas, o frio incomodava, então decidimos beber algo para esquentar. Meu esposo abriu uma caixa que trazia dois copos e uma garrafa de whisky. Serviu as doses e começamos a conversar. Eles eram um pouco mais velhos, então as histórias de vida iam e vinham.

Quando o rodeio começou, a atenção dos homens se voltou para a arena. Eu e Carol continuamos bebendo e conversando. Com o passar das horas e do álcool, ficamos bem mais soltas, rindo alto e nos abraçando. Em dado momento, precisamos ir ao banheiro. Como a fila do banheiro principal estava longe e nossas bexigas estavam quase estourando, decidimos ir atrás dos caminhões de transporte de animais, que ficavam logo atrás do brete. Era um local escuro e reservado.

Fomos uma vigiando a outra. Primeiro fui eu: levantei o vestido, abaixei a meia-calça e fiz rápido. Na vez da Carol, a calça de couro dificultou as coisas e ela precisou de ajuda. Fiquei por trás dela e puxei a calça para baixo, deixando-a apenas de calcinha na minha frente. Ela tinha um bumbum lindo. Não resisti e dei um tapa leve; ela olhou para trás rapidamente e sorriu.

Depois que ela terminou, posicionei-me à sua frente para ajudá-la a subir a calça de couro apertada. Pela proximidade física, pelo calor do momento e pelo efeito do whisky, nossos rostos ficaram a centímetros de distância. De repente, ela me deu um selinho. Fiquei surpresa, mas sorrimos juntas.

Assim que ela fechou a calça e nos viramos para sair, percebemos que um peão estava nos observando das sombras. Gelamos na hora. Carol, porém, apenas sorriu e começou a caminhar na direção dele. O rapaz, alto e forte, segurou a mão dela, puxou-a para perto e a beijou sem esforço. Eu travei, mas continuei ali, assistindo a cena. Quando terminaram o beijo, ele veio na minha direção. Dei um passo para trás e disse que era comprometida. Nesse instante, Carol se aproximou e me beijou, deixando o caminho livre para o peão se aproximar de nós. Ele ficou ao nosso lado, acariciando o corpo da Carol com uma intimidade impressionante.

Mesmo assustada com a audácia da situação naquele canto escuro, percebi que o beijo dela havia me excitado. Tentei me afastar, mas Carol me puxou de volta para a penumbra e voltou a beijar o peão, deslizando as mãos pelo corpo dele. Ele se desvencilhou do beijo, abriu o casaco dela e começou a acariciar seus seios, até colocar um deles para fora e começar a chupá-lo. Em completo êxtase com aquela cena, me aproximei. O peão me puxou pela nuca, oferecendo o outro seio da Carol para mim. Ainda tímida, comecei a beijar e morder o bico do seio dela, deixando-me levar pelo tesão.

Minha mão desceu pela calça apertada do peão, onde dava para sentir o volume impressionante de sua ereção. Não demorou para que ele desabotoasse a calça e seu membro pulasse para fora. Quando encostei minha mão gelada nele, ele soltou uma risada abafada de arreio. Comecei a masturbá-lo enquanto revezava carícias com a Carol. Entregue ao momento, me ajoelhei para iniciar um boquete — algo que, modéstia à parte, eu sabia fazer muito bem.

Carol, vendo a cena, ajeitou rapidamente sua blusa e agachou-se ao meu lado para ajudar. Começamos um trabalho em conjunto impecável: Carol revezava a boca comigo com maestria, enquanto eu segurava firme aquele membro pulsando, apertando os seios dela e, de vez em quando, roubando-lhe beijos molhados. Sentindo que ele estava prestes a chegar ao limite, usamos nossas mãos juntas em um ritmo acelerado até que ele despejou todo o seu gozo quente sobre nossos rostos e bocas. Saboreamos até a última gota.

Nos levantamos arfando. O peão guardou o membro na calça e Carol, com os lábios ainda sujos de sêmen, me puxou para um beijo quente, profundo e demorado. Ficamos ali alguns minutos, recuperando o fôlego enquanto nossos corpos emanavam calor.

Voltamos para perto dos nossos maridos, que continuavam compenetrados assistindo ao rodeio. Ficamos ali mais um pouco até decidirmos buscar mais bebida, já que o show principal estava para começar. Cruzamos a multidão em direção ao bar. Havia uma cumplicidade silenciosa e palpável entre nós duas. De mãos dadas, no meio do tumulto, Carol me puxou de repente para dentro de um banheiro químico que estava reservado para o pessoal do camarote.

Ela trancou a porta de plástico, me prensou contra a parede e me beijou com urgência. Suas mãos percorriam todo o meu corpo com força, enquanto sua língua explorava a minha de forma selvagem. Subiu meu vestido, expondo meus seios, e abocanhou um deles deliciosamente, apertando-me contra ela. Com certa dificuldade devido ao espaço apertado, desabotoei a calça dela e enfiei a mão em sua calcinha, encontrando-a completamente molhada, enquanto ela continuava a chupar meus mamilos.

As vozes das pessoas passando do lado de fora do banheiro só tornavam o clima ainda mais proibido e excitante. Comecei a masturbá-la com os dedos, deixando-a louca de desejo. Ela gemia baixinho contra o meu pescoço, sugando minha pele. Eu nunca havia sentido tanto tesão na vida. De repente, Carol me abraçou com força extrema; seu corpo começou a tremer e a respiração ficou pesada e profunda. Ela sussurrou no meu ouvido que aquela tinha sido a melhor gozada da sua vida.

Nos beijamos uma última vez, ajeitamos nossas roupas e abrimos a porta com discrição. Caminhamos rápido de volta ao brete, onde o show já havia começado. Nossos parceiros já tinham esvaziado a garrafa de whisky e cantavam abraçados, alheios a tudo.

Nós duas passamos o resto da noite conversando e, discretamente, trocamos nossos números de telefone. Sem dúvidas, aquele foi o melhor rodeio das nossas vidas.

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