Olá, queridos. Hoje acordei nostálgica, com um leve frio na barriga, lembrando de um caso que aconteceu um pouco antes do meu casamento.
Sou a Ju, tenho 46 anos, sou casada há mais de 15 e moro no interior de São Paulo. Sempre cuidei muito do meu corpo e da minha alimentação. Voltemos para o ano de 2009: eu tinha 29 anos, era superanimada, parceira e, como toda mulher nessa idade, cheia de fogo — embora, no dia a dia, fosse mais na minha.
Na época, eu já namorava meu atual marido. Gostávamos muito de ir aos rodeios da região. Como ele sempre conviveu com a alta sociedade, era um homem influente e conseguia os melhores convites. Naquela vez, fomos convidados pelo dono dos bois do rodeio. Por causa disso, nosso lugar seria no brete — bem perto dos peões, dos animais e do palco, exatamente como queríamos.
Ao chegarmos, fomos recepcionados pelo proprietário e por sua esposa, a Carol: uma morena alta e lindíssima. Fazia bastante frio naquela noite. Eu vestia um vestido de lã grosso e meia-calça opaca; já a Carol usava uma calça de couro e um belo casaco. Mesmo agasalhadas, o frio incomodava, então decidimos beber algo para esquentar. Meu esposo abriu uma caixa que trazia dois copos e uma garrafa de whisky. Serviu as doses e começamos a conversar. Eles eram um pouco mais velhos, então as histórias de vida iam e vinham.
Quando o rodeio começou, a atenção dos homens se voltou para a arena. Eu e Carol continuamos bebendo e conversando. Com o passar das horas e do álcool, ficamos bem mais soltas, rindo alto e nos abraçando. Em dado momento, precisamos ir ao banheiro. Como a fila do banheiro principal estava longe e nossas bexigas estavam quase estourando, decidimos ir atrás dos caminhões de transporte de animais, que ficavam logo atrás do brete. Era um local escuro e reservado.
Fomos uma vigiando a outra. Primeiro fui eu: levantei o vestido, abaixei a meia-calça e fiz rápido. Na vez da Carol, a calça de couro dificultou as coisas e ela precisou de ajuda. Fiquei por trás dela e puxei a calça para baixo, deixando-a apenas de calcinha na minha frente. Ela tinha um bumbum lindo. Não resisti e dei um tapa leve; ela olhou para trás rapidamente e sorriu.
Depois que ela terminou, posicionei-me à sua frente para ajudá-la a subir a calça de couro apertada. Pela proximidade física, pelo calor do momento e pelo efeito do whisky, nossos rostos ficaram a centímetros de distância. De repente, ela me deu um selinho. Fiquei surpresa, mas sorrimos juntas.
Assim que ela fechou a calça e nos viramos para sair, percebemos que um peão estava nos observando das sombras. Gelamos na hora. Carol, porém, apenas sorriu e começou a caminhar na direção dele. O rapaz, alto e forte, segurou a mão dela, puxou-a para perto e a beijou sem esforço. Eu travei, mas continuei ali, assistindo a cena. Quando terminaram o beijo, ele veio na minha direção. Dei um passo para trás e disse que era comprometida. Nesse instante, Carol se aproximou e me beijou, deixando o caminho livre para o peão se aproximar de nós. Ele ficou ao nosso lado, acariciando o corpo da Carol com uma intimidade impressionante.
Mesmo assustada com a audácia da situação naquele canto escuro, percebi que o beijo dela havia me excitado. Tentei me afastar, mas Carol me puxou de volta para a penumbra e voltou a beijar o peão, deslizando as mãos pelo corpo dele. Ele se desvencilhou do beijo, abriu o casaco dela e começou a acariciar seus seios, até colocar um deles para fora e começar a chupá-lo. Em completo êxtase com aquela cena, me aproximei. O peão me puxou pela nuca, oferecendo o outro seio da Carol para mim. Ainda tímida, comecei a beijar e morder o bico do seio dela, deixando-me levar pelo tesão.
Minha mão desceu pela calça apertada do peão, onde dava para sentir o volume impressionante de sua ereção. Não demorou para que ele desabotoasse a calça e seu membro pulasse para fora. Quando encostei minha mão gelada nele, ele soltou uma risada abafada de arreio. Comecei a masturbá-lo enquanto revezava carícias com a Carol. Entregue ao momento, me ajoelhei para iniciar um boquete — algo que, modéstia à parte, eu sabia fazer muito bem.
Carol, vendo a cena, ajeitou rapidamente sua blusa e agachou-se ao meu lado para ajudar. Começamos um trabalho em conjunto impecável: Carol revezava a boca comigo com maestria, enquanto eu segurava firme aquele membro pulsando, apertando os seios dela e, de vez em quando, roubando-lhe beijos molhados. Sentindo que ele estava prestes a chegar ao limite, usamos nossas mãos juntas em um ritmo acelerado até que ele despejou todo o seu gozo quente sobre nossos rostos e bocas. Saboreamos até a última gota.
Nos levantamos arfando. O peão guardou o membro na calça e Carol, com os lábios ainda sujos de sêmen, me puxou para um beijo quente, profundo e demorado. Ficamos ali alguns minutos, recuperando o fôlego enquanto nossos corpos emanavam calor.
Voltamos para perto dos nossos maridos, que continuavam compenetrados assistindo ao rodeio. Ficamos ali mais um pouco até decidirmos buscar mais bebida, já que o show principal estava para começar. Cruzamos a multidão em direção ao bar. Havia uma cumplicidade silenciosa e palpável entre nós duas. De mãos dadas, no meio do tumulto, Carol me puxou de repente para dentro de um banheiro químico que estava reservado para o pessoal do camarote.
Ela trancou a porta de plástico, me prensou contra a parede e me beijou com urgência. Suas mãos percorriam todo o meu corpo com força, enquanto sua língua explorava a minha de forma selvagem. Subiu meu vestido, expondo meus seios, e abocanhou um deles deliciosamente, apertando-me contra ela. Com certa dificuldade devido ao espaço apertado, desabotoei a calça dela e enfiei a mão em sua calcinha, encontrando-a completamente molhada, enquanto ela continuava a chupar meus mamilos.
As vozes das pessoas passando do lado de fora do banheiro só tornavam o clima ainda mais proibido e excitante. Comecei a masturbá-la com os dedos, deixando-a louca de desejo. Ela gemia baixinho contra o meu pescoço, sugando minha pele. Eu nunca havia sentido tanto tesão na vida. De repente, Carol me abraçou com força extrema; seu corpo começou a tremer e a respiração ficou pesada e profunda. Ela sussurrou no meu ouvido que aquela tinha sido a melhor gozada da sua vida.
Nos beijamos uma última vez, ajeitamos nossas roupas e abrimos a porta com discrição. Caminhamos rápido de volta ao brete, onde o show já havia começado. Nossos parceiros já tinham esvaziado a garrafa de whisky e cantavam abraçados, alheios a tudo.
Nós duas passamos o resto da noite conversando e, discretamente, trocamos nossos números de telefone. Sem dúvidas, aquele foi o melhor rodeio das nossas vidas.