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Helena, a suja 4

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1158 palavras
Data: 15/07/2026 06:05:03
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 4: O Personal Trainer

Na segunda-feira de manhã, Marcos se arrumava no quarto, ajustando a gravata no espelho. Eu estava na cozinha, vestindo apenas uma camisola curta de seda que mal cobria a curva da minha bunda, sem calcinha. O tecido leve roçava meus mamilos endurecidos enquanto eu tomava café. Ele veio por trás, envolveu minha cintura com os braços fortes e pressionou o pau meio duro contra minha bunda macia.

— Amor, o que você vai fazer hoje? — perguntou, beijando meu pescoço com carinho.

Virei o rosto, sorrindo com falsa inocência.

— Tenho um relatório pra terminar até o meio-dia. Depois vou pra academia, suar um pouco. Preciso descarregar essa energia.

Ele apertou minha bunda com vontade, dando um tapa leve.

— Tá bom. Se cuida. Te amo.

— Te amo também — respondi, virando-me e beijando-o com fome, minha língua invadindo sua boca enquanto esfregava discretamente a boceta molhada na coxa dele.

Quando a porta bateu e ele saiu para o trabalho, fiquei sozinha na cozinha, o coração acelerado e a calcinha imaginária já encharcada. Academia. Perfeito. Rafa, o personal trainer, estava lá esperando por mim — mesmo que ele ainda não soubesse o quanto eu planejava usar seu pau hoje.

Cheguei na academia por volta das 10h. O lugar estava quase vazio, apenas alguns frequentadores isolados. Rafa dava aula particular para uma aluna no canto da sala de musculação. Eu me posicionei no banco de supino, de legging preta colada que marcava cada curva da minha bunda empinada, top esportivo justo que realçava meus seios. Alonguei-me devagar, empinando a bunda na direção dele, sabendo que ele me observava.

Nas últimas semanas, eu vinha o seduzindo aos poucos. Durante os treinos, eu “acidentalmente” esfregava a bunda no volume da calça dele nos agachamentos, deixava ele corrigir minha postura com as mãos grandes na minha cintura, gemendo baixinho quando seus dedos apertavam. Ele sempre ficava duro. Eu sorria inocente: “Foco, professor.”

Hoje, porém, eu não queria mais joguinhos. Eu estava louca por pau grosso e bruto.

Assim que terminou a aula, Rafa se aproximou, secando o suor do rosto com a camiseta. Seus olhos desceram pelo meu corpo como se já me despisse.

— E aí, Helena? Treino hoje?

Eu me aproximei até quase colar meu corpo no dele, baixando a voz para um sussurro safado:

— E aí, Rafa… vai foder meu rabo ali no vestiário masculino ou vai ficar só passando vontade como nas últimas semanas?

Ele arregalou os olhos por um segundo, depois um sorriso predatório tomou conta de seu rosto.

— Agora, sua puta vagabunda.

Caminhamos rápido até o vestiário masculino. Ele trancou a porta atrás de nós com um clique que soou como um gatilho. Mal entramos e ele me prensou contra os armários de metal frio. Suas mãos grandes desceram com violência, puxando minha legging para baixo junto com o top. Em segundos eu estava completamente nua, os mamilos duros e a boceta brilhando de tesão.

Rafa tirou a roupa com pressa. Quando o pau saltou para fora, meu cu piscou de expectativa. Era enorme: quase 20cm, grosso como meu pulso, cheio de veias saltadas e a cabeça rosada babando pré-gozo.

— De joelhos, vadia — ordenou, com tom dominante que me fez estremecer.

Obedeci imediatamente, ajoelhando no chão frio. Segurei aquele monstro com as duas mãos e chupei com fome, lambendo da base até a glande, enfiando a língua na fenda. Depois abri a boca ao máximo e engoli até onde consegui, babando sem controle. Rafa segurou meu cabelo com força e começou a foder minha garganta.

— Isso, engole tudo, cadelinha — grunhiu.

Ele metia fundo, fazendo-me engasgar, lágrimas escorrendo pelo meu rosto. O som obsceno de gluck-gluck preenchia o vestiário. Ele deu um tapa forte no meu rosto, depois outro, enquanto continuava socando. Meu queixo babava, saliva escorrendo pelos seios. Eu adorava ser usada assim.

Ele me puxou pelos cabelos, levantando-me.

— Vira de costas e empina essa bunda.

Obedeci, apoiando os braços nos armários e arqueando as costas. Quando ele viu o plug anal rosa brilhando entre minhas nádegas, ficou louco.

— Mas é uma vagabunda preparada mesmo… Veio com o cu plugado pra dar pro personal trainer. Que puta casada safada.

Ele deu um tapa estalado na minha bunda, depois outro, deixando a pele vermelha. Puxou o plug sem aviso, fazendo-me gemer alto. O buraco ficou aberto, piscando, já lubrificado. Rafa cuspiu na cabeça do pau e meteu de uma vez, sem dó.

— Aaaahhh! — gritei, dor lancinante misturada com prazer insano.

Ele não esperou. Segurou minha cintura e começou a estocar com força bruta, enterrando todo o comprimento até as bolas batendo na minha boceta encharcada. Cada estocada era profunda, violenta, fazendo meu corpo bater contra os armários com barulho metálico.

— Aposto que o corno do seu marido não come seu cu desse jeito — Falou ele metendo até o talo o meu rabo.

— Não dou meu cu pro corno do meu marido — gemi, empurrando a bunda contra ele. — Vai, Rafa… me arromba… me faz chorar de tesão!

— Pode deixar, sua vadia. Vou deixar esse cu todo destruído — rosnou ele, acelerando.

Os tapas vinham sem parar. Mão no meu pescoço, apertando o suficiente para me deixar tonta de prazer. A outra mão apertava meus seios, beliscando os mamilos com força. Ele metia como um animal, o pau grosso esticando minhas paredes internas, roçando fundo, fazendo meu corpo inteiro tremer. Chorei de tesão naquela rola enorme.

— Gosta de dar o cu pro seu personal, sua vagabunda casada?

— Adoro… me destrói… sou sua puta na academia! — respondi entre gritos.

Ele me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e meteu novamente no cu, agora olhando nos meus olhos enquanto me fodia. O ângulo era ainda mais fundo. Eu gozei pela primeira vez, o cu apertando o pau dele em espasmos fortes, minha buceta jorrando no chão.

— Porra, que cu guloso!

Não parei. Gozei uma segunda vez, e uma terceira, o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo, baba no queixo. Rafa estava suado, os músculos tensos, metendo sem piedade. O som molhado de carne contra carne ecoava alto.

— Vou gozar dentro, vadia.

— Goza! Enche meu cu de porra!

Ele enterrou até o fundo com um rugido, jatos quentes e grossos inundando meu intestino. Ficou lá, pulsando, esvaziando tudo enquanto me segurava firme. Quando finalmente saiu, meu cu ficou aberto, vermelho, com sêmen escorrendo pelas coxas.

Caí de joelhos, ofegante. Rafa pegou o plug no chão e me entregou.

— Coloca isso de volta. Quero você chegando em casa com minha porra guardada dentro.

Sorri, cansada e satisfeita. Enfiei o plug devagar, sentindo o sêmen quente sendo empurrado para dentro. Limpei o que escorria com os dedos e lambi tudo, olhando nos olhos dele.

— Pode deixar, professor.

Saí da academia mancando sutilmente, o cu ardendo deliciosamente a cada passo, o plug mantendo o gozo dele bem guardado. Meu telefone vibrou. Mensagem de Marcos:

“Almoço juntos hoje, amor?”

Respondi com um sorriso:

“Tô toda suada da academia. Vou pra casa tomar banho primeiro. Te amo.”

Se ele soubesse…

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