Júlia chegou em casa mais cedo do que havia planejado. A porta da frente estava apenas encostada. Ela entrou silenciosamente, pensando que a mãe ainda estava sozinha. Mas logo ouviu gemidos intensos vindos do quarto principal.
Curiosa e preocupada, aproximou-se devagar pelo corredor escuro. A porta do quarto estava entreaberta, com uma fresta de uns quinze centímetros. O que viu a deixou completamente paralisada.
Andressa, sua mãe, estava completamente nua sobre a cama. Seu corpo brilhava de suor: seios firmes balançando, cintura fina, quadris arredondados, bunda empinada tremendo a cada estocada. Atrás dela, Marcelo metia com força bruta. Seu pau grosso, cheio de veias saltadas, entrava e saía da buceta depilada e encharcada de Andressa com estocadas profundas e molhadas.
— Isso… me fode mais forte! Me arromba essa buceta! — gemia Andressa, empinando a bunda.
— Toma caralho, sua vadia casada! Essa bucetinha gulosa é minha! — grunhia Marcelo, dando tapas estalados na bunda dela.
Júlia ficou congelada no corredor, olhos arregalados. Sem perceber, sentiu um calor proibido subir entre as pernas. Sua respiração ficou pesada. Uma das mãos desceu devagar até dentro do short jeans, deslizando para dentro da calcinha. Seus dedos encontraram a buceta já molhada.
Enquanto assistia pela fresta, Júlia começou a se tocar lentamente. Dois dedos circulavam o clitóris inchado, depois entravam na entrada escorregadia. Ela mordia o lábio para não fazer barulho.
No quarto, Marcelo puxou o cabelo de Andressa com força e apertou levemente o pescoço dela.
— Empina essa bunda! Mostra como você é puta pra mim! — ordenou.
— Me fode mais! Quero sentir suas bolas batendo! — respondia Andressa, rebolando contra ele.
Júlia acelerou os movimentos dos dedos, olhos fixos no pau grosso entrando e saindo da buceta da mãe. Via os lábios inchados agarrando o pau, o mel escorrendo pelas coxas. Seus próprios dedos entravam e saíam mais rápido, mas ela se controlava, não permitindo chegar ao orgasmo. A excitação era enorme, mas a vergonha a segurava.
Andressa gozou primeiro com um gemido alto, corpo convulsionando, buceta contraindo forte ao redor do pau de Marcelo, esguichando nos lençóis. Marcelo continuou metendo.
Depois de vários minutos, Andressa virou o rosto, olhos cheios de desejo, e pediu com voz rouca:
— Quero que você goze na minha boca… me dá toda essa porra quente.
Marcelo saiu de dentro dela. O pau latejava, inchado e brilhando. Andressa se posicionou rapidamente de joelhos na beira da cama, abriu a boca e segurou o pau grosso com as duas mãos.
— Vem… enche minha boca — pediu novamente.
Marcelo enfiou o pau entre os lábios dela. Andressa chupava com fome, garganta aberta, baba escorrendo pelos cantos da boca enquanto ele fodia sua boca.
— Isso… mama esse caralho, sua cachorra! Engole até o talo! — gemia Marcelo.
Júlia, ainda na fresta, acelerou os dedos dentro da própria buceta molhada. Via a mãe mamando com vontade, o pau grosso entrando e saindo da boca, as bolas batendo no queixo de Andressa.
Marcelo começou a tremer.
— Tô gozando… toma tudo! — grunhiu.
Os primeiros jatos grossos e brancos explodiram na boca de Andressa. Ela manteve o pau dentro, engolindo parte, enquanto o resto escorria pelos cantos dos lábios e pingava nos seios firmes.
Foi nesse exato momento que Júlia, sem querer, encostou levemente no batente da porta. O leve rangido fez Andressa e Marcelo virarem a cabeça.
Os olhos de Andressa encontraram os da filha pela fresta. Porra ainda escorrendo do queixo, pau de Marcelo na boca.
Júlia recuou rapidamente, coração disparado, e correu em silêncio para o próprio quarto. Trancou a porta, jogou-se na cama, abaixou o short e a calcinha até os joelhos.
A imagem não saía da cabeça: a mãe de joelhos, mamando o pau grosso, pedindo para gozarem na boca, porra escorrendo dos lábios. Júlia enfiou dois dedos fundo na própria buceta encharcada e começou a se masturbar freneticamente, polegar pressionando o clitóris inchado.
— Porra… — sussurrou, lembrando da cena.
Em menos de um minuto, o orgasmo veio violento. Seu corpo arqueou na cama, buceta contraindo forte nos dedos,enquanto ela mordia o travesseiro para abafar o gemido alto. Ondas de prazer proibido a percorreram, a imagem da mãe engolindo porra dominando sua mente.
Júlia ficou deitada, ofegante, olhando para o teto. Vergonha, choque e uma excitação confusa se misturavam dentro dela.
Enquanto isso, no quarto principal, Andressa engoliu o resto da porra, limpou a boca e olhou para Marcelo, pálida.
— Ela… ela viu.
Marcelo ficou paralisado.
— Porra…
Andressa vestiu o robe às pressas e foi atrás da filha. Encontrou Júlia sentada na cama, rosto vermelho, ainda tentando recuperar o fôlego.
— Filha… eu não sei o que dizer — começou Andressa, voz tremendo.
Júlia levantou o olhar.
— Eu vi tudo, mãe. Desde o começo. Você… pedindo pra ele gozar na sua boca… Eu vi pela porta.
O silêncio foi pesado. Andressa sentou ao lado dela.
— Eu sei que é errado. Mas… eu precisava disso. Seu pai e eu… faz tempo que não tem mais nada.
Júlia não respondeu imediatamente. Depois de um longo suspiro, murmurou:
— Eu vou fingir que não vi nada. Mas mãe… toma muito cuidado.
Andressa abraçou a filha, ainda sentindo o gosto de Marcelo na boca. Quando voltou para o quarto, Marcelo estava nervoso.
— E aí?
— Ela viu tudo… mas disse que vai fingir que não viu.
O susto passou, mas a adrenalina do flagrante deixou o ar carregado. Andressa deixou o robe cair.
— Me fode de novo… sabendo que ela quase nos pegou com você gozando na minha boca — sussurrou.
Marcelo a jogou na cama e a fodeu devagar, mas profundo, enquanto Andressa mordia o ombro dele para abafar os gemidos.
O risco tinha aumentado. E, estranhamente, isso só tornava tudo mais viciante.