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A conquista da bunda

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Um conto erótico de Normal
Categoria: Heterossexual
Contém 1195 palavras
Data: 14/07/2026 19:18:40

Após a viagem nossas escapadas começaram a ficar mais frequentes e ousadas. Cada um organizava sua agenda com clientes externos como queria. Eu, por ser chefe, tinha flexibilidade ainda maior e era eu quem tinha a palavra final sobre as agendas de todos, caso houvesse algum problema. Várias foram as vezes em que eu me coloquei em home office para poder passar a tarde fodendo aquela boceta e aquela boca. Porém, uma coisa começou a me chamar a atenção. Ainda que nossas transas fossem espetaculares, eu ainda não havia brincado com aquele cu. Aquela bunda maravilhosa, com aquela marca de biquini naquela pele morena, não havia sido penetrada por mim.

Comecei a brincar com ela sobre o assunto e ela dizia não gostar muito, que já tinha feito, mas não tinha gostado porque os dois que tentaram eram maiores que eu e, na empolgação, depois de terem bebido, machucaram e traumatizaram ela a ponto de não fazer há anos.

Foi aí que comecei a dizer que eu não era igual a eles, que meu pau era pequeno (no que ela respondia que não era tão pequeno assim, para eu parar de ser bobo) e que faria devagar, respeitando o tempo dela e com carinho.

A resposta dela me deixou preocupado, pois disse que iria tentar, mas que eu teria que conquistar o cu dela, já que o coração já era meu e estava apaixonada.

- “fudeu”, pensei na hora. Tudo o que eu não precisaria era ela apaixonada por mim, misturando sentimento com o que a gente tinha.

Não poderia simplesmente jogar para o alto, já que também gostava dela e da sua companhia, mas deixei para analisar isso em um segundo momento. Fui canalha, admito. “A conquista da bunda” ou do “cu”, como ela disse, tinha virado o objetivo primário e não havia espaço para outro raciocínio. Dizem que os homens pensam com a cabeça de baixo. É fato que isso ocorre em diversas oportunidades. O pau vira um projétil teleguiado, buscando o calor da boca, da buceta e, quando possível, do cu! E felizes são aqueles que atingem seus alvos!

Pensei que teria que fazer alguma coisa mais romântica. Não dava para ser durante uma rapidinha no almoço.

Eis que surge uma oportunidade em que ela tinha que ver um cliente próximo à praia. Fiz uma reserva em um hotel, em um quarto de frente para o mar e depois que ela cumpriu seu compromisso do trabalho, como estava liberada para ir para casa depois, seguiu ao meu encontro.

Desconfiou do porquê daquilo tudo e eu falei que queria uma tarde/início de noite especial com ela, com calma. Abri uma garrafa de vinho e ficamos namorando e bebendo. Ela tirou a roupa e ficou de lado para a janela, falando que queria apreciar a vista enquanto me chupava e eu olhava para ela, aquele mar e o reflexo de sua bunda no espelho do armário. O pau latejava de tão duro. Ela babava enquanto engolia meu pequeno amigo e se tocava. Não aguentei e comecei a apertar sua bunda e lhe dar alguns tapas.

Ela ficava falando que era para eu bater na funcionária vadia, que largava o trabalho e o marido para mamar o chefe, que ela só queria aquilo, que eu a fazia se sentir desejada, linda e gostosa, nisso ela pergunta onde estavam as camisinhas e eu digo que estavam no bolso do paletó. Ela se levanta e vai buscá-las rebolando aquela bunda que eu tanto queria.

Nisso, ela encontra as bisnaga de KY junto com as camisinhas e fala rindo: “-agora entendi o porquê do hotel com vista e vinho! Veio preparado para comer o meu cu, seu filho da puta!”.

Ri ao ser desmascarado e pergunto: “estou errado? 11 entre 10 gostariam de poder comer essa bunda e comigo não é diferente!”.

Ela se serviu de mais vinho e disse que tinha que beber mais para isso rolar. Enquanto bebia, quicava no meu pau e derramava vinho pela cama e pelo meu peito, que fazia questão de lamber para limpar.

Metemos em todas as posições possíveis, com paradas para descanso. Já estávamos há mais de 3 horas no hotel e na segunda garrafa, com ela já falando arrastado, vira para mim e fala: “vou colocar esse pau bem duro e você vai realizar o seu sonho! Você mereceu! Só vou te pedir para ir devagar, porque ninguém vai ali há muito tempo, mas eu confio que você não vai me machucar.”

Pronto! Ao mesmo tempo que senti o tranco no pau, senti a pressão de ter que fazer de maneira perfeita. Peguei o KY e comecei um dedo para ela ir se acostumando, depois o segundo. Algum tempo depois ela parou de reclamar quando comecei a preparar e disse para eu vir logo com o pau. Como diria uma grande amiga “quando a curra é iminente, relaxa e goza!” e foi isso que aconteceu.

Comecei devagar e quando senti que a cabeça passou, num aperto violento, fui introduzindo lentamente e deixando ela se acostumar. Quando entrou tudo, ela me olhou com uma cara safada e falou: “dá umas bombadas para eu me acostumar!”

Atendi e fiz lentamente algumas vezes e ela logo pediu para acelerar, no que atendi, mas ressalvando que pararia se ela estivesse sentindo dor. Fui surpreendido com a resposta que doeu no começo, mas que estava gostando muito, que estava sendo uma experiência diferente das outras com os antigos namorados.

Fui me empolgando e logo ela já estava praticamente pedindo para eu arregaçar, bater na bunda e chamá-la de cachorra! Disse que estava adorando e que estava se sentindo ainda mais poderosa e vagabunda, porque estava preenchida pelo meu pau e percebia que ele vibrava dentro do cu dela de uma maneira que ela não se lembrava de ter sentido na buceta. Confesso que estava quase gozando, no meu limite, vendo aquela mulher de quatro levando meu pau na bunda. Era a primeira vez que estava fazendo com ela. A novidade deixava tudo mais excitante. A vontade de gozar já tinha aparecido nas primeiras metidas. Pior foi quando ela pediu para mudar de posição e fazer uma monta invertida, mas com o pau no cu. Pensei que ia dar ruim com ela quicando com o pau enfiado na bunda, mas a visão era de outro planeta. Pena que ela deu umas cinco quicadas e a corrente da bicicleta arrebentou. Gozei muito, mas o mais incrível foi que aconteceu junto com ela, que tremia ao me sentir gozando e gritava para quem quisesse ouvir no hotel.

Consegui me arrastar com ela no meu colo para a cabeceira da cama e ela se recostou em mim, me beijando e dizendo que, de agora em diante, aquela bunda era toda minha para eu usar quando quisesse e que ela já vinha se preparando psicologicamente para o anal, mas que não esperava que tivesse sido tão bom e que tinha sido bom por ela ter feito com o homem que ela amava. Quando ouvi isso, que ela me amava, todos os meus alertas foram ligados e vi que era hora de sentarmos e termos uma conversa sobre nós dois....

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