Meu nome é Bernardo, atualmente moro em São Paulo capital, tenho 36 anos, solteiro, 1m82, e um tipo físico que chama atenção de certa forma, me visto bem, uso óculos, barba, tatuagem, um misto de estilo nerd com altura. Confesso que não sou muito de academia, mas me alimento bem e principalmente sou um voraz consumidor de livros, filmes e tudo que envolve intelectualidade. Trabalho na área contábil, o que me obriga todos os dias a me deslocar de metrô para o trabalho, poderia sim usar carro, mas como moro em apartamento distante do trabalho e evito dirigir em SP, opto por metrô ou aplicativos. Sou natural do interior e mesmo morando há alguns anos aqui, tudo acaba sendo um tanto novo. Gosto de detalhes, por isso estou falando muito a meu respeito nesse momento para que quem se interessar possa criar uma real imagem dos fatos narrados abaixo.
Sou completamente apaixonado por duas coisas, mulheres de cabelos curtos (raridade hoje em dia) e que gostam de literatura, se usar óculos então e fizer aquele estilo meio leitora nerd, pronto. Confesso que hoje em dia é quase impossível achar esse combo, seja em aplicativos ou mesmo na rua, é algo até incomum a união entre corpo, mente e estilo. Recentemente, estava aguardando meu metrô chega e em pé, encostada na parede, com cerca de 1m70, diria que até alta, pele morena com bronzeado natural, lábios bonitos, tatuagem pelo braços, óculos de leitura, bumbum arrebitado, seio médios, observo uma mulher de cerca de 33 anos, me olha de canto e retorna para um livro, tento ver a capa, mas antes reparo em sua saia midi, tênis allstar, camiseta com a imagem do pai psicanálise, Freud e cabelo curto, já volumoso pelo pescoço, mas curto destacando seu rosto. Ficamos cerca de 5 minutos parados lado a lado, sem falar nada, trocando olhares que talvez nunca mais fossem se cruzar. Entramos no mesmo vagão, não tão lotado, mas já distantes nos olhamos e sorrimos, não daria tempo de conversar e em meio aquelas pessoas a conversa não seria produtiva a ponto de pegar contato. Tomei uma atitude e fui até ela, poderia descer em qualquer estação e rapidamente falei:
- Olá, me chamo Bernardo, você quer me passar seu contato, fiquei encantado, espero que seja solteira
- eu notei você, e se você não fizesse isso, eu faria, marca aí, Carolina...
Ela passou o número e logo desceu, me deu um tchau pela janela, agora sabia seu nome, seu número e seu cheiro e o livro que lia, sobre psicanálise. Ao chegar em casa, tomei um banho, vesti uma box preta, liguei a TV baixinho, peguei o celular e adicionei, lá estava ela, bela, com roupa de frio. Começamos a conversar e ela respondia tudo super rápido. Seus olhos castanhos, grandes, eram um cartão de visitas que mexiam comigo, mas agora, falando,.ouvindo eu sentia um tesão absurdo, até que ela me manda uma foto, usando apenas um pijaminha como se mostrasse a poupa, uma blusinha com a barriguinha de fora do conjunto e o seio com bico marcando. Não resisti e mandei apenas de camiseta e box, a conversa evoluiu, de livros, vida, música e filmes passamos a falar de sexo, tesão, fetiches, a química era absurda, um misto de admiração com vontade, hora a vontade era foder, hora era conhecer mais. Algo raro. Ela me liga em seguida dizendo que estava com tesão, retribui e passamos a nos provocar por telefone, punhetando meu pau branco, cabeça grande, rosa, nada de pelo cuspindo e babando porra, escorrendo pelas veias e ela melada com sua buceta inchada, lábios grandes ensopados gemendo. Era tudo perfeito, gozamos juntos sentindo o momento, passada a euforia, melados, ficamos mais meia hora conversando, e combinamos para nós encontrar dois dias depois, em um sábado em meu apartamento.
Até lá, falamos de tudo, uma duas horas no telefone, gozando uma, duas, três e se provocando ao longo do dia, o tesão só aumentava. No dia do e contro, comprei vinho, frios e a aguardava com uma roupa social, camisa longa, calça, sapatos, relógio e perfume árabe, ela veio estilosa como sempre, saia de um tecido parecido com lã, camisa, tênis, maquiada, cheirosa com um perfume que eu só descobri o nome depois (hoje eu sei quando sinto na rua). Com calma, beijamos, bebemos, brindamos, falamos da vida e no sofá o beijo ficou inté só, melada, alternando mordidas, mao gelada de frio no seu seio, dedo por cima da calcinha. Tiramos a roupa com intensidade e força e a deitei de forma que fosse lentamente descendo pelo seu corpo, mamando no seu seio, apertando o bico, dando tapa em sua bunda, e me preparando para chupar aquela buceta delicada, tirei sua roupa e fiquei um bom tempo fazendo um oral caprichado até ela implorar para eu foder, a coloquei de quatro e fui socando com força, vontade e intensidade, a cada gemido eu socava forte, dava tapa, segurava pelo pescoço, mandava e olhava admirado aquele corpo. Ela gozou duas vezes e pediu para gozar, tirei o pau e gozei na entrada da buceta que piscava, ensopada de tesão e agora melada de porra quente. Ficamos deitados nus namorando, conversando, provocando e decidimos ir para o banho, lá, beijando e masturbando passei a estimular seu anus até sentir gozar em minha mão e depois com ela de joelhos completei o banho com porra quente em seu rosto escorrendo pelo seio.
Dormimos juntos, acordamos juntos, de ambos aquela foda matinal, acordei chupando sua sua buceta e o sexo intenso bora um amorzinho sem pressa. Na manhã seguinte a levei em casa, e me despedi satisfeito e admirado com sua beleza e nossa noite.
É raro uma mulher que une a beleza, estilo, conversas gostosas e gosta de ser dominada, cortejada e cuidada.
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