Depois da aventura do metrô, eu passei a acreditar que loucuras podem acontecer com a gente. Dessa vez, fui levada pelo desejo de fazer algo proibido. Há mais de 20 anos que trabalho como cuidadora de pessoas idosas. No mês passado, fui contratada para cuidar de um senhor de 76 anos que havia sofrido uma queda e estava impossibilitado temporariamente de andar. A lesão exigiu que ele fizesse uma pequena cirurgia no joelho e teve que ficar de molho em casa por mais de seis meses, antes de iniciar a fisioterapia de recuperação do movimento. Peguei o turno da noite, pois trabalho em uma escola durante o dia. Chegava sempre por volta das 18h para render o rapaz que fazia o turno do dia. Já estava na segunda semana de cuidados, quando numa noite, o senhor me pediu para ajudá-lo a fazer xixi. Normalmente, o coletor ficava na cama próximo a ele que bastava esticar a mão para pegá-lo. Ele mesmo suspendia a bata e urinava no coletor. Não sei se por malandragem ou por esquecimento do colega do dia, o coletor estava no chão. Por isso, ele me chamou e pediu que eu posicionasse o aparelho. Muito profissionalmente, eu peguei o coletor e levei até entre as pernas dele. Antes que eu deixasse o coletor na cama, ele suspendeu a bata e pela primeira vez eu pude ver o seu pênis. Era grosso e estava com a cabeça quase pra fora. A partir desse momento, eu não conseguia mais desviar a minha atenção. Ele então pediu que eu levasse o coletor em direção ao pau pra poder mijar. Pra minha surpresa, eu mesma peguei o pau do senhor e coloquei dentro do coletor. Tudo isso sem desviar o olhar daquela cacete enorme. Acho que ele percebeu a minha admiração, pois ele demorou a mijar. Comecei então a notar que o pau se avolumava. Parecei que ele estava ficando excitado com a minha fixação na vara dele. Quando ele terminou, vi que o pau tinha inchado. Era uma pica muito grossa. Ele percebendo a minha excitação, pois a minha respiração aumentou e meu busto subia e descia rapidamente, pediu que eu enxugasse a cabeça da rola. Nesse momento, não tive dúvida segurei com vontade para sentir aquela rola na minha mão e enxuguei a cabeça após puxar a pele e revelar a glande enorme. Era um chapelão. Ele então fez um rápido movimento de vai e vem na rola que ainda estava entre os meus dedos. Há medida que ele se movimentava maior e mais rígido o pau ficava. Logo percebi que da cabeça descia um líquido que aproveitei para lubrificar a palma da minha mão. Comecei a punhetá-lo sem nenhum constrangimento e receio que alguém entrasse no quarto. Ele muito excitado olhou para os meus seios e fez um gesto que entendi como um pedido para mostrá-lo. Assim fiz. Abri a bata e deixei meu seio que já tinha o bico durinho pra fora. Ele não parava de olhar e eu não tirava o olhar daquele pau enorme que já estava pra jorrar porra na cama. Ele então se contorceu e iniciou um gozo que jogou esperma no lençol da cama. Ainda fiquei um tempo segurando para curtir aquela rola. De repente, me dei conta da situação. Limpei a cabeça do pau dele, desci a bata e comecei a limpar o lençol da cama. Pela manhã, ao voltar para casa contei para o meu marido que já não demonstrou ciúmes, mas muita vontade de que eu avançasse ainda mais nesse cuidado com o idoso
Cuidados atenciosos
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