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Claudia, a sogra 9

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1083 palavras
Data: 02/07/2026 07:19:18
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 9: O Trio sem Limites

André levantou o rosto, porra ainda no queixo, mas sorriu; ele sabia que Luiz estava vendo, filmando e fotografando tudo. Tinha combinado tudo por mensagem na véspera: “Quando eu mandar ‘já’, entra sem bater. Ela vai adorar a surpresa.”

Cláudia olhou para Luiz, depois para André, entendendo tudo em segundos. Em vez de raiva, riu baixo, safada. “Seus putos… armaram pra mim, né?” Falou se virando na cama, “Então se é isso que vocês querem…” continuou se despindo por completo, “me usem.” Ordenou abrindo as pernas e dando um tapa leve na própria buceta. “Os dois. De todas as maneiras.”

“É exatamente isso que vamos fazer” falou Luiz entregando o celular para André que se levantava da cama, “vamos foder todos os seus buracos” continuou chegando bem perto do rosto dela, ele a beijou com paixão e tesão.

Após o beijo, Cláudia segurou firme o pau de Luiz e começou a chupar, lambia, babava, tentava engolir ele inteiro como Lídia havia feito, mas era impossível, engasgava e tossia. André por sua vez filmava e fotografava tudo, ela então fazia Caras e boca para a câmera, batendo com o pau na própria cara, e pedindo pau.

“De quatro, sogrinha vagabunda.” Mandou Luiz. Cláudia obedeceu, empinando a bunda alta, cu ainda escorrendo porra do André. “ vamos encher essa cadela de porra.” Falou ele se posicionando atrás, encaixou o pau na buceta molhada e empurrou fundo, forte, sem aviso fazendo ela gritar e gemer teatralmente olhando para a câmera. André foi para frente, oferecendo o pau semi-duro para ela. Cláudia não se fez de rogada e mais que depressa abocanhou o outro pau. Luiz estocada com violência, sem pena da buceta encharcada da sogra que gemia com a boca cheia, chupando forte enquanto era fodida por trás.

Luiz metia com vontade na buceta, estocadas fortes e firmes, a cabeça do pau batendo fundo no útero dela, as mãos batendo na bunda dela, deixando marcas vermelhas. “Que buceta gostosa…” grunia “aperta assim, sogrinha …” pedia enquanto empurrava o pau o mais fundo que podia. André segurava os cabelos negros dela, metendo na garganta. “Chupa bem… engole tudo, puta…” mandava. “Hora de fuder esse cuzão arrombado” avisou luiz saindo da buceta dela e entrando de uma só vez no cu de Cláudia que estava todo sujo de porra.

“Isso seu puto…” gemeu ela enfiando a mão direita entre as pernas para se tocar, “ fode o cuzão arrombado e gozado da sogrinha” pediu se masturbando violentamente. Luiz não perdoou, e socava forte, segurando ela pela cintura. “Vou… goz…” grunhiu caindo em espasmos na cama. Cláudia gozou forte, caindo na cama tremendo e gemendo.

Ao verem a cena, André e Luiz riram e se cumprimentaram como jogadores que marcam um ponto em um jogo, “olha só a vagabunda está até mijando de tesão” riu André. “E nem começamos ainda” gabou se Luiz. André desceu para a cozinha e voltou com água e cervejas.

Depois de uns 10 minutos se recuperando, Cláudia resolveu mostrar quem é que mandava naquele jogo. “Vamos meninos, vocês já descansaram demais” falou se ajoelhando no chão, “hora de dar pau para a puta aqui” falou num tom que não admitia discussão. Os rapazes obedeceram, chegaram perto do rosto dela e ofereceram os membros ainda flácidos para ela. E ela fez o que sabia fazer e bem, chupando e babando os dois paus, ora tentando engolir um, e masturbando o outro, hora mamando as bola de um já olhando nos olhos do outro. Não demorou nada e os dois estavam rígidos como pedra pulsando e babando.

“Agora quero vocês dois dentro de mim” pediu ela já se levantando, “deita na cama André” ela mandou dando um beijo de língua nele pra colar a ordem. Ele, já completamente dominado pelo tesão obedeceu deitando se, ela subiu sobre ele de frente cavalgando devagar com a buceta melada. Por uns instantes Luiz apenas observou, porém, logo ela deu a ordem: “o que está esperando rapaz?” Falou olhando pra ele e batendo firme na própria bunda, “meu rabo precisa de pau, vem foder a sogrinha” mandou com um sorriso safado nos lábios.

Luiz subiu para a cama se posicionando atrás dela, encaixou a cabeça do seu pau no rabo da sogra vadia e pressionou fazendo o anel ceder e seu pau entrar devagar na bunda dela. Cláudia gemia alto e arfava de tesão e uma ponta de dor, havia muito tempo que não fazia uma DP, a última fora 5 anos atrás com o pintor e seu ajudante na sala de sua casa. Ela se deitou sobre André se oferecendo o máximo que podia para ser sodomizada por Luiz, que metia sem dó. O tesão de ser duplamente penetrada e dominada por seus dois genros subia entre as coxas e pelo rabo a cada estocada, Cláudia não fez o menor esforço para se controlar gozando fácil e pedindo mais.

E foi o que teve, os rapazes se empenharam em manter ela cheia de pau. Claudia sentia a buceta encharcada escorrendo sobre André e o cu arrombado engolindo Luiz que ia cada vez mais fundo. Foi então que ele parou com o pau o mais fundo que podia, ela achou que ele iria gozar em seu rabo, mas ele saiu, “caralho que cuzão gostoso” falou ele admirando o rabo aberto da vadia “sua filha não sabe dar o cu assim” comentou dando um tapa na bunda dela, “o pai dela também não sabe foder meu rabo assim” respondeu olhando pra trás.

Luiz voltou a meter no cu da sogrinha safada, mas foi por pouco tempo, logo ele saiu novamente e desta vez sem dizer nada meteu seu pau na buceta dela junto com o de André, Claudia gritou, mas se ofereceu ainda mais,os dois enchendo ela com tudo, como a muito não sentia, gozou novamente tremendo e xingando. Os rapazes se cumprimentaram rindo da vadia.

Luiz saiu e André jogou Claudia para o lado como uma boneca, mas ela não teve nem tempo de pensar e Luiz já estava novamente em cima dela, metendo com força na buceta encharcada dela e logo gozou dentro dela, enchendo ela de jatos quentes. Saiu e André tomou o lugar, metendo na buceta gozada, misturando o sêmen dos dois. Cláudia gozou de novo, líquido escorrendo pelas coxas. André saiu e gozou no cu dela, enchendo o anel aberto.

Claudia levou quase uma hora pra se recompor e voltar pra casa, chegou tarde, cansada e Rubens desconfiou, mas não disse nada.

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