Obrigado a todos pelos votos e comentários. Leio todos e gosto muito de ver as reações de vocês. Na verdade, esse feedback é a coisa mais importante e o único pagamento que quem escreve aqui tem.Gosto de ler contos detalhados, onde a história nos envolve até chegar ao ápice. E é assim que escrevo também!
Sempre digo que tive uma infância e adolescência muito felizes. Nascido e criado no subúrbio do Rio, numa rua tranquila de um bairro tranquilo do Rio dos anos 80. Tudo tem seus lados positivos e negativos, mas sempre digo que tive boa sorte, pois tinha uma família amorosa, necessidades básicas atendidas e bons colegas, amigos e vizinhos.
Aliás, colegas, amigos e vizinhos MUITO BONS, como vocês que me acompanham aqui já perceberam.
Naquele começo de noite quente das férias de verão de um ano qualquer da década de 80, todo mundo estava de bobeira, sem nada pra fazer. Como estava calor, tava todo mundo pelos quintais e calçadas porque ninguém aguentava ficar dentro de casa sem ar condicionado e quem tinha o aparelho só iria ligar mais tarde pra dormir.
A social então se fazia nas ruas e praças do bairro. Logo um grupo se formou pra brincar de pique-esconde. Eu fui logo um dos primeiros a aderir, pois adorava tudo que envolvesse essas atividades de grupo e, às vezes, ainda rolavam uns dividendos extras (ver meu conto "Brincadeira entre primos".
Tiramos no zerinho ou um e uma das meninas ficou na contagem e todos corremos pra nos escondermos. Sem titumbear, logo me dirigi àquele terreno onde várias árvores e folhagens forneciam o esconderijo perfeito àquela hora: impossível de enxergar qualquer coisa de fora pra dentro e de fácil controle de quem estava lá dentro, pois era possível ver qualquer pessoa se aproximar, mesmo de longe.
Como já conhecia o local de outros carnavais, entrei e me posicionei na pequena clareira entre as folhagens e os troncos de árvores logo atrás. Mal havia me ajeitado quando vi alguém vir correndo disparado. Não era possível; alguém também pensou o mesmo que eu. Pensei comigo. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ele havia se embrenhado na mata e quase me derrubado.
Ih, caralho! Quem tá aí? Ele falou.
É o Marcos, Luisinho. Pica mula daqui, não cabe mais ninguém. Falei, reconhecendo a voz do meu vizinho.
Ih, fudeu, Marquinhos! Agora não dá mais tempo! A gente divide o espaço aqui. Ele falou, já se apertando e me empurrando de leve pra dar espaço para o seu corpanzil, já que o espaço sem mato era realmente minúsculo.
Porra, Luisinho, que merda! É muito pequeno aqui, cara! Falei, meio puto mas já começando a rir do perrengue criado.
Foi mal, Marquinhos! A gente vai ficar se esfregando suados aqui, mas depois a gente toma banho e tira o cheiro de macho. Ele falou, rindo também.
Aquela fala de machos se esfregando, junto ao fato que ele era realmente um macho se esfregando em mim, no entanto, me fez sentir sentimentos, sentir sensações e, com isso, senti meu pau dar sinal de vida.
Abro aqui um parênteses para falar como sou um homem de sorte. Não posso reclamar da (grande) cota de machos que a vida me destinou. O Luisinho era um dos caras mais gatos da Taquara. Talvez uns 21 anos. Um pouco mais alto que eu, moreno de uns 1,85m, adepto da musculação, com uns peitões e brações de quem malha, mas sem grandes exageros. Tinha os olhos e cabelos pretos e uma boca, meus amigos, uma boca que as pessoas hoje em dia pagam muito dinheiro injetando coisas e não chegam perto.
Eu era menos vistoso, mas não era de jogar fora. Tinha 1,80 e estava no auge da minha forma. Gostava de nadar e ainda fazia musculação. Uma bunda com marquinha de sungão e uma pica de respeitáveis 18cm que eu sabia usar muito bem me tornavam um ativo interessante, sem trocadilho, ou com trocadilho! Mesmo assim, não fazia frente ao Luisinho, ele era um tipão assim como o Alexandre Frota. As meninas, e os meninos também, porque não, estavam sempre em polvorosa, loucos pra dar pra ele.
Bem, era essa a situação na qual eu me encontrava. Escondido no meio do mato com um cara gato quase grudado em mim. Sentia nossos suores escorrerem e se confundirem antes de pingar no chão. Podia sentir seu hálito gostoso de hortelâ de quem estava chupando bala halls.
Porra, tá muito quente. Eu vou tirar a camisa. Ele falou. A situação não tinha mesmo como ficar mais perfeita.
Porra, tá foda mesmo. Eu, sem camisa, já tô morrendo de calor; imagino você. Falei, dando uma força sutil.
Ele tirou a camisa se esbarrando todo em mim. Ele não tava fedido nem nada, mas já tava com aquele cheiro de macho suado, sabe?
Eu comecei a ficar entorpecido com aquilo. Meu pau alcançou a dureza máxima e esticava o meu short adidas ao máximo, dando nome à expressão barraca armada.
Ao prender a camisa em seu próprio short, seu antebraço resvalou e roçou no meu pau. Ele puxou rápido e não falou nada. Mas eu percebi que ele notou. Era impossível não ter notado.
O silêncio. Nem uma lufada de vento passava pra aliviar o calor. Estávamos tão bem escondidos que ninguém nem passava ali. Dois machos na flor da idade e com os hormônios fervendo parados ali, lado a lado, suor escorrendo e esperando. Meu pau tava duraço. E agora ele sabia.
Será que tem alguém vindo? Ele perguntou.Sua respiração parecia mais acelerada.
Não sei, acho que não. Respondi, sem entender bem.
Tenta chegar mais pra frente pra ver melhor. Ele sugeriu.
Eu dei um passo à frente e tentei abrir mais espaço nas folhas pra enxergar melhor...
Nesse meio tempo, ele se reposicionou.
Quando eu voltei à minha posição inicial, bingo! Encostei no pau dele, que já não estava puro.
Pô, cara! Falei, tentando manter a compostura e chegando pra frente.
Desculpa, tá apertado aqui. Ele falou.
Chega pra lá um pouco. Falei
Peraí. Ele respondeu e pareceu se movimentar.
Eu tentei voltar à posição inicial e encostei nele de novo, ainda mais duro agora.
Porra, Luisinho! Tá de sacanagem?! Falei. Falsamente indignado, mas com o pau já duraço dentro do short.
Porra, é complicado aqui, Marquinhos. Tá apertado pra caralho. Mas sem viadagem, parceiro. É só que quando encosta assim é foda!
Vai se fuder, seu viado. Falei, rindo. Vou ficar atrás de você então pra ver se você vai gostar.
Ele riu e não falou nada, mas, num golpe rápido, passou a mão no meu pau, que já tava até babando com aquele roça-roça.
Mas tu tá gostando, né? Tá duraço! Ele falou, me dando o xeque-mate, enquanto me puxava e colava o seu corpo no meu.
Tá gostando de sentir o pau do Luisinho aqui roçando esse bundão, né seu putinho? Ele falou no pé do meu ouvido, enquanto continuava a sarrar minha bunda e suas mãos passeavam livremente pelo meu corpo todo.
Como eu ainda não demonstrava reação, ele deu uma mordidinha e enfiou a língua na minha orelha.
Vai deixar o Luisinho botar o pau nesse cuzinho, vai? Ele sussurrou baixinho.
Ahhhhhhhh! Foi só o que consegui responder.
Não conseguia falar nada, só sentir. E completei com uma rebolada em seu pau, sentindo a dureza daquele mastro que sarrava minha bunda.
Pronto. Se ainda havia alguma dúvida sobre o que poderia acontecer ali, agora não restava mais nada. Aliás, desconfiava que essa era sua intenção desde o início, quando ele se enfurnou ali junto comigo. Mas agora, meu filho, eu só pensava em servir aquele homem até sugar até a última gota de leite de macho disponível naquele corpo. E iria deixá-lo querendo mais. Muito mais.
Sua reação à minha entrega foi me envolver com seus braços, colando seu corpo junto ao meu. O calor do começo de noite fazia nossos corpos exalarem nossos cheiros de machos no cio em toda sua plenitude. Meu pau pinga só de lembrar.
Ele alternava fungadas na minha nuca com mordidinhas na minha orelha e beijos no meu pescoço. Hoje eu vou botar nessa bundinha que eu desejo há tanto tempo! Ele cochichou no meu ouvido.
Na sequência, ele se afastou um pouco e começou a baixar o meu short, no que eu ajudei prontamente, sentindo-o cair aos meus pés. Quando ele voltou a colar em mim, já podia sentiir a quentura do seu pau buscando se aninhar no meu rego, buscando meu buraco.
Empina a bundinha, vai. Ele ordenou.
E eu fiz o que? Obedeci, óbvio! Além disso, fiz o que todo passivo disciplinado faz. Botei as mãos pra trás e, segurando cada banda, abri a bunda pra liberar o acesso pro pau do meu macho.
Ele deu uma risadinha. Isso, meu puto, Doido pra levar pirocada do teu macho, né?
Senti o cuspe descendo pelas minhas costas. Ele aparou com o dedo e procurou a entrada do meu cuzinho, espalhando a saliva e brincando na portinha.
Aiiiiiiinnnnnnnnnnnn, gemi baixinho com a intrusão daquele dedo grosso. Normalmente não gosto de dedadas, o povo é afoito demais, mas o Luisinho foi lento e cirúrgico: entrou, ficou brincando na portinha e depois de um tempo, entrou até o fundo, me fazendo gemer.
Tá gostoso, meu puto? Tá gostoso? Sente só pra ver o que te espera! Ele falou, enquanto tirava o dedo e encaixava o cabeção do pau na portinha do meu cuzinho.
Nunca tinha visto ele pelado, só imaginava o tamanho daquele pauzão pelo tamanho geral dele e pelo volume que fazia quando ele passava de short. Mas naquele momento, pelo tato, dava pra sentir que ele era grande. Bem grande! Bateu aquele medinho básico, mas, sabe como é: Verás que um filho teu não foge à luta!
Dei aquela reboladinha marota e notei que ele estava todo babado.
Ajuda a botar ele pra mim. Ele falou quando o pau deslizou e desceu.
Como bom passivo, segurei firme seu pau, confirmando minhas estimativas sobre comprimento e grossura (Uma loucura! Uma loucura!), e rebolei de novo, fazendo força pra fora pra ficar bem abertinho e aconchegante pro pau do meu macho.
Sentindo o caminho livre, ele empurrou o cabeção todo e, possivelmente, o pau até a metade antes de eu conseguir pará-lo.
Putaquepariu! Filhodaputa! Falei, entre os dentes, sentindo aquela dor do caralho que todos conhecemos.
Tu é grosso pra caralho, filho da puta. Espera aí.
Desculpa, desculpa. Foi sem querer. Quer que eu tire? Ele foi soltando todas as desculpas de uma vez e, por fim, ofereceu tirar, no que não fez mais do que a obrigação de todo ativo que faz merda, mas achei digno da parte dele.
Não tira, não. Falei de imediato, meu lado puto tomando frente. Deixa quieto até eu acostumar.
Isso, fica quietinho, que vai passar. Vou fazer você gozar gostoso com a minha pica enfiada bem fundo no teu cuzinho. Tu vai ver só. Ele falou, fazendo promessas no pé do meu ouvido.
Suas mãos subiram das minhas ancas até o meu peito, que ele passou a acariciar. Eu gemi baixinho com a sensação. O calor continuava forte, mas ouvíamos trovões ao longe. Ele, sentindo que eu tinha gostado, deu uma torcidinha nos bicos dos meus peitos.
AAAAAAAIIIIIIIIIIII. Dei um gritinho manhoso, totalmente entregue.
Ele, aproveitando o momento, começou a bombar o meu cu, metendo até o talo e tirando praticamente tudo, só deixando a cabeça. Algo me dizia que ele parecia ter muita experiência em fazer aquilo.
Ah, ah, ah, ah, ah... eu só gemia a cada bombada dele, quase sem ar. Sentia meu pau balançar livremente e babar muito com cada roçada que a cabeça do pau dele dava na minha próstata.
O calor estava insano, suávamos em bicas, mas não nos largávamos porque estava muito bom. Os trovões ficaram mais perto e a chuva começou forte de repente, aliviando um pouco o calor.
Ele acelerou ainda mais o ritmo, se é que era possível. Aquilo só podia significar uma coisa e, sem surpresa, logo ele estava me esmagando num abraço, enquanto urrava no meu ouvido, despejando seu esperma dentro do meu rabo.
Que delícia, Marquinhos! Se eu soubesse que esse teu rabinho era tão macio, já tinha dado em cima de você há muito tempo. Ele falou no meu ouvido, recuperando o fôlego. A chuva estava começando a apertar, fazendo subir aquele cheiro maravilhoso de terra molhada, e os primeiros pingos já venciam a folhagem e caíam sobre nossos corpos pegando fogo.
Você não gozou? Ele perguntou, quando passou a mão e sentiu meu pau ainda muito duro.
Não deu tempo, sussurei dando uma risadinha.
Mas vai gozar gostoso agora, com o pau do Luisinho atochado bem fundo nesse bundão gostoso. Ele falou, começando a rebolar o quadril, fazendo seu pau rodar dentro de mim sem tirar de dentro.
Puta que pariu! Que sensação maravilhosa! Parecia que ele me tocava em todos os lugares lá dentro ao mesmo tempo! Sentia seu pau pressionando meu cu, suas mãos massageavam meus peitos, sua boca mordia minha orelha, tudo isso enquanto ele falava putaria baixinho no meu ouvido.
Goza, meu puto! Goza! Sente o meu pau no cuzinho e goza!
Era demais pra mim. MInha mão subiu e desceu umas duas vezes no meu pau e explodi num gozo como há muito tempo não gozava. Quase desfalecendo.
A chuva agora já nos molhava completamente, amainando o calor delirante e lavando os nossos atos pecaminosos naquele terreno baldio.
Eu tenho que ir. Ele falou, desengatando o pau do meu cu e subindo o short. Isso foi bom demais. Temos que fazer mais vezes.
E me deu um beijo. Rápido, mas com direito até à língua.
Mal posso esperar! Falei, ainda meio surpreso, com aquela demonstração de carinho.
Ele passou a mão no meu cabelo, como se faz com um irmão menor, e saiu, me deixando sozinho ali. Ali, do meu esconderijo, pude vê-lo correndo e entrando em sua casa, a cerca de uns 100 metros, do outro lado da rua de onde estávamos.
E eu ali, pelado, todo molhando e sentindo o cuzinho começando a vazar toda a porra que aquele macho tinha despejado em mim. Me ajeitei como podia e saí para a rua, andando rápido, mas sem correr. A noite já ia caindo e a chuva continuava a apertar. Dei uma parada na única casa da rua que tinha uma cobertura no portão pra me proteger da chuva e dar um tempo, exatamente a casa do Luisinho.
Estava ali há uns minutos quando senti um cheiro de cigarro e virei para o portão em tempo de quase morrer de susto ao ver o seu Luís, pai do Luisinho, jogando um cigarro fora. Ele estava no lado de dentro, meio escondido pela escuridão e veio chegando perto do portão.
O Luisinho é muito mal educado. Vocês estavam brincando e ele te largou na chuva... Ele falou. Aquela voz grossa ressoando sobre o barulho da chuva.