Meu nome é Matias, tenho 19 anos e essa história começou há um pouco mais de 1 ano. Eu estava fazendo 18 anos, e fui comemorar num bar com meus melhores amigos, e entre eles, Lucas, por quem eu nutro uma paixão platônica desde os 14 anos mas que nunca foi correspondida.
Pra começar, ele é hétero, namorou várias garotas nos últimos anos e havia ficado solteiro recentemente e depois tem o fato de eu ser um nerd desinteressante.
Bebemos bastante, mas Lucas bebeu muito mais porque estava na fossa por causa do término com Natália que já havia engatado um novo relacionamento, como ele estava muito bebado pra ir embora sozinho ele foi comigo pra minha casa, o que não era nada muito incomum porque ele já dormiu lá várias vezes…
Quando chegamos meus pais já estavam dormindo, fomos pro meu quarto e Lucas se sentou na cama e começou a choramingar que Natália já estava com outro cara e que com certeza estava traindo ele.
Eu tentei tirar ele do assunto, falei que tem várias outras pessoas interessadas nele e que ele iria superar isso. E então ele solta:
- Verdade, vou arrumar alguém pra comer agora e esquecer aquela desgraçada!
Pegou o telefone e começou a mandar mensagem.
- Você tá doido, Lucas? Vai transar com quem essas horas?
- Tem uma mina que to falando, já trocamos até nudes. Vou ver se ela tá afim agora…
A garota não respondeu, mas rever as nudes atiçou meu amigo, que pegou no pau duro no short e começou a reclamar.
- Merda, agora fiquei com tesão e sem ninguém pra me dar uma mamada!
Não consegui não olhar para aquele volume todo no short dele, foi então que ele fez uma proposta indecente:
- Bem que você podia me dar uma mão amiga, né?
Eu tentei demovê-lo da ideia:
- Você tá bêbado, Lucas. Não vou fazer nada com alguém bêbado.
A cara dele me fez perceber que essa era a resposta errada, eu deveria ter dito “sai fora”, “lá ele” ou ter perguntado se ele estava me estranhando, minha resposta só dava a entender que se ele tivesse sóbrio, teria a mão amiga…
- Calma aí, Matias! - Ele riu exasperado. - Você não negou ou ficou bravo, você gosta da fruta? Você corta pra esse lado.
Fiquei mudo.
- Poxa, e nem me falou nada?
Ele falou mais sozinho do que comigo, e pro meu desespero enfiou à mão embaixo do calção e puxou a rola dura pra fora.
- Agora que sei que você curte a fruta, não custa nada me dar uma mamada aqui né?
- Lucas, isso não tá certo cara… - Eu disse trêmulo.
- Corta essa, me mama rapidão aqui e depois a gente finge que nada aconteceu.
E pro meu próprio desespero eu me ajoelhei, coloquei meu rosto próximo daquele membro descomunal. Lucas era negro, forte e tinha um pau compatível com toda a sua estrutura: 23cm grosso, cheio de veias, com uma cabeçona grande e bem vermelha. Ao redor tinha uma pentelhada linda e cheia, quando me aproximei o cheiro de macho me inebriou… Abri a boca e abocanhei, mamei aquele membro como se fosse o último que eu fosse ter na minha boca.
O tesão era tanto que nem pensei que estava mamando o cara que eu gostava desde a adolescência, naquele momento era só sentir o gosto daquele homem, seu cheiro de macho viril e suado.
Quando ele pegou nos meus cabelos, forçou minha cabeça pra baixo e fez a glande do seu pau atravessar minha garganta, enquanto dizia:
- Isso, engole o pau do seu macho, vai… Que boca gostosa, você é profissa…
Ele começou a socar no fundo da minha garganta como se fosse uma buceta e eu aguentava firme o tempo que conseguia, com lágrimas saindo dos olhos, o rosto todo babado, até que ficava sem fôlego, ele me deixava respirar alguns segundos e voltava a socar fundo.
Ele se levantou, me mando deitar na cama se barriga pra cima e com a cabeça pra fora da cama, enfiou o pau na minha garganta e se inclinou e passou a meter na minha garganta como se tivesse me comendo.
A saliva viscosa escorria caindo pelos meus olhos, meu rosto estava branco de tanta baba e ele não gozava nunca… Até que ele parou, tirou o pau de dentro me deixando desperado pra que ele voltasse a socar na minha garganta.
- Quero meter no seu cu! Fica de quatro, agora!
Eu me levantei mas demorei obedecer a ordem e quando abri a boca pra protestar, levei um tapa na cara.
- Cala a boca e fica de quatro, viado.
Obedeci dessa vez, ouvi ele cuspindo na cabeça da rola e logo ele pressionou a cabeça no meu cu. A dor era dilacerante quando ele forçou a cabeça pra dentro, eu coloquei a mão pra trás pra tentar segurá-lo um pouco.
- Calma, Lucas! Tá doendo.
Ele segurou meu braço nas minhas costas, deu uma tirada na rola e logo socou um pouco mais pra dentro.
- Aguenta firme, viadinho, que logo a dor passa.
Eu não reconhecia aquele Lucas, ele estava me enrabando feito um animal, e logo ele enfiou o resto da rola e me fez ver estrelas, ficou poucos segundos parado e começou a estocar fundo.
Mas primeiras estocadas a dor era intensa, depois fui percebendo que apesar dela meu pau estava duro como uma pedra, e com estocadas cadenciadas logo eu só sentia um prazer intenso inenarrável.
Quando dei por mim, eu estava gozando sem tocar no meu pau, ele ainda estocava fundo então segurei a vontade de pedir pra ele parar um pouco e deixei aquele macho continuar metendo.
- Isso cadela, leva rola do seu macho. Assim…
Então ele começou a gemer e me encheu de leite, esperou o pau amolecer dentro de mim, subiu o calção e foi embora, sem trocar nenhuma palavra.
A medida que a adrenalina foi indo embora eu comecei a perceber que apesar de eu sonhar estar com Lucas tantas vezes, nunca imaginei fosse ser assim: violento e com ele me tratando como um objeto… Chorei ao pensar que o máximo que eu teria era isso, e que esse foi meu presente de aniversário.
Nos próximos dias ele não deu sinal de vida, ignorou minhas mensagens, não apareceu em roles de amigos e eu só fui vê-lo na sexta, quando eu estava numa balada e vi ele de relance aos pegas com uma menina. Eu fiquei arrasado, mas eu sempre ficava quando ele estava com alguém e sabia disfarçar. Ele não veio falar comigo e eu deixei pra lá, acho que a amizade tinha sido comprometida com meu erro de aceitar aquela loucura naquela noite.
Já de madrugada, troquei olhares com um rapaz e disfarcei pra meus amigos não perceberem quando fui em direção ao fumódromo seguindo esse rapaz. Demos uns amassos num canto escuro, ele me convidou pra ir pra casa dele e eu fui dizer aos meus amigos que estava indo embora, antes que eu pudesse chegar até eles, uma mão segura meu pulso firmemente e escuto a voz ríspida do Lucas atrás de mim:
- Vamos embora daqui agora!
- Me solta! Você não manda em mim. - Tentei me desvencilhar, sem sucesso, ele era muito mais forte que eu.
- Se você não quiser tomar porrada aqui, no meio de to mundo, é melhor você fazer o que eu to mandando.
Suspirei fundo, meus olhos encheram de lágrimas e então eu consenti com a cabeça. Menti pra meus amigos que estava passando mal, mandei uma mensagem pro rapaz que já devia estar me esperando na saída dizendo que tive um imprevisto com um amigo e precisei ir embora.
Já do lado de fora, com Lucas atrás de mim numa raiva quase palpável.
- Eu sei o caminho da minha casa, Lucas. Pode voltar lá pra dentro.
- Acha que eu sou idiota? Você tá doido pra dar um perdido e ir se agarrar com aquele aquele cara.
Ele me arrastou em silêncio pelo braço até o carro dele, e disse:
- Entra na merda desse carro.
- Me deixa em paz, você já estragou minha noite.
- Entra. Nesse. Carro. AGORA, MATIAS!
Abri a porta e entrei na merda do carro do Lucas, e depois de alguns segundos percebi que ele não estava indo pra minha casa.
- Estamos indo pra onde?
- Cala a boca, porra!
As lágrimas desceram pelo meu rosto até chegarmos no apartamento de Lucas, que morava sozinho. Ele abriu a porta calado e eu entrei. Ele me puxou violentamente pelo braço, indo em direção ao quarto mas parou em frente ao banheiro, entrou e com a porta aberta tirou o cacete pra fora e começou a mijar, os jatos eram fortes e faziam um barulho na água. Eu separo o mundo em dois tipos de macho: os educadinhos que mijam na lateral da privada pra não fazer barulho e o macho viril e rústico, que mija na água fazendo barulho. Lucas é do segundo tipo.
Aquela cena me hipnotizou, eu sempre tive um certo fascínio por homens mijando e ver aquele homem em específico mijando na minha frente? Queria pegar e balançar pra ele.
Lucas não demorou pra perceber que eu estava observando em transe:
- Tá olhando o quê? Gosta de ver um macho dando mijão?
Desviei o olhar, na esperança que ele parasse por aí. Não tive êxito.
- Como não percebi que tu era viado, antes? Você é viado pra caralho…
Ele já estava chacoalhando aquele membro, sem muito cuidado e com certeza deixou várias gotas para a cueca, o que explica o cheiro de mijo e suor quando o mamei.
- É, sou muito viado, Lucas. É só isso que tem a dizer?
Ele saiu, voltou a me puxar pelo braço e me levou pro quarto.
Ao entrar ele tirou a camiseta, coisa que não fez na outra vez e eu não pude disfarçar o tesão em ver aquele peito definido e volumoso, o abdômen com vários gominhos e o caminho da felicidade levando pra o início de uma virilha MUITO pentelhuda.
Ele esperou alguns segundos e disse:
- Não vai vir dar um trato no seu macho? Achei que tava desesperado pra levar rola, só assim pra explicar você se pegando com aquele bunda mole.
Eu desviei o olhar, e disse:
- Eu não estou desesperado, Lucas. Acho que já errei o suficiente na outra vez.
Ele deu um tapão forte na minha cara, me pegou pelo pescoço me sufocando, se aproximou do meu ouvido e disse:
- Respeita seu macho, tá entendendo? Se falar comigo assim de novo, não vai ser só um tapa que você vai levar.
Ele soltou meu pescoço e eu respirei fundo pra recuperar o fôlego, as lágrimas desceram silenciosas e quanto eu me ajoelhava e apesar da humilhação, meu pau estava duro feito pedra.
Puxei a bermuda dele pra baixo e tirei o pau pra fora, o cheiro de mijo me inebriou, confirmando a suspeita de que a cueca tinha ficado com algumas gotas de urina. Não refleti muito antes de fazer o que pareceu ser instintivo: aspirei fundo, cheirando aquela rola como quem cheira um buquê de flores e o gemido que escapou não passou despercebido por aquele macho sacana.
- Gostou do cheirão, viadinho?
- Sim. - Murmurei baixinho
- É cheiro de macho! Cheira mais a cabeça e os pentelhos do seu macho.
Obedeci de imediato, até com certo desespero.
- Falei que você tava desesperado por rola, mas tem que ser de macho como eu. - Ele deu um tapão na minha cara, mas dessa vez menos agressivo.
- Põe na boca! Engole tudo do jeito que você sabe… Isso. Caralho que boca gostosa, se eu soubesse que viado mama tão gostoso assim já tava comendo viado faz tempo.
Minha resposta foi um gemido de tesão, e engoli com dedicação deixando claro pra aquele macho que minha garganta era toda dele.
Ele segurou minha cabeça e socou forte na minha goela, estocadas fundas e rápidas e quando via que meu fôlego estava no fim socava até o talo, segurava e dizia:
- Segura! Isso… Aguenta firme! - quando eu já estava tremendo sem ar, ele tirava me deixava dar uma puxada de ar incompleta e enterrava de novo no fundo.
- Isso, deixa eu socar, viadinho. Tira a mão, não me segura se não você vai apanhar. Deixa o macho socar fundo!
Cada vez que eu engasgava ou me afogava na própria saliva ele ficava mais louco, e continuava socando sem pena.
Quando achei que ele estava satisfeito, me pediu pra deitar com a cabeça pra fora da cama e montou em cima dela socando na minha boca como se ela fosse uma buceta. Eu me surpreendi em como aguentei firme pra não decepcionar o Lucas.
Quando ele cansou, me pediu pra virar e dessa vez meteu de frango usando o mar de saliva que saiu da minha boca como lubrificação, mas uma vez no pelo e eu nem ousei a pedir camisinha.
Agarrando meu pescoço eu levei estocada no meu cu como se fosse uma água sendo montada por um cavalo, aquele pau grande e absurdamente grosso entrou sem cerimônia e dessa vez de uma vez só e sem tempo pra me acostumar. Eu vi estrelas com a dor, mas deixei meter sem intervir.
- Isso, tá aprendendo rápido, hein? Deixando macho meter sem reclamar… Eu já devia estar comendo esse cu faz tempo.
Entre tapas na cara e ele me chamando de cadela, cachorra, vagabunda, ele me mandou abrir a boca e cuspiu nela.
- Quem é seu macho?
- É você!
- Fala “é você, Lucas!”
- É você Lucas!
Ele gemeu alto. Estocou mais fundo.
- De quem é esse cu?
- Todo seu, Lucas! Você mete muito gostoso… - Eu disse gemendo.
Ele tirou o pau de dentro de mim, por instinto tentem segurar ele pra continuar metendo.
- Calma, meu viadinho! Você vai levar muito no cu hoje ainda. Mas quer gozar na sua boca… Ajoelha e mama!
Obedeci faminto, e deixei minha garganta a disposição pra ele usar. Não demorou muito ele ele começou a gemer alto, e deu uma ordem que nem precisava me dar:
- Engole tudo! Aaah caralho, to gozando!
Em vários urros ele despejou aquele líquido grosso na minha boca, tinha um gosto que lembrava água sanitária mas ao mesmo tempo era delicioso. Não precisei de esforço pra engolir, fiz com muito prazer.
- Levanta! - Ele ordenou.
Imaginei que essa era a hora que ele iria me mandar embora e fingir que nada aconteceu, mas ele me pegou no braço e me levou pro banheiro. Quando estávamos dentro do box, veio mais uma ordem que obedeci sem pestanejar:
- Ajoelha!
O pau meia bomba voltou pra minha boca, por instinto eu levei até a garganta esperando que ele iria endurecer pra mais uma manada… E então, Lucas segurou firme minha cabeça e senti um líquido quente descendo garganta abaixo.
Meu desespero era visível, não sabia o que fazer mas não tinha nenhuma vontade de sair dali.
- Isssssooo… Deixa eu mijar, você não tava doido vendo meu mijão?
Com o mijo sendo soltado no fundo da minha garganta, eu não sentia o gosto, só um calor intenso e muito gostoso na garganta… E parecia não acabar nunca, mas no meio da mijada ele segurou, tirou da minha boca e eu olhei pra ele com olhar de pidão…
- Gostou? - Ele disse.
- Sim! - Responde com urgência.
- Quer mais?
- Quero! - Respondi buscando a rola dele com a boca como um bezerro procura os tetas da vaca pra mamar.
Dessa vez ele não levou direto a minha garganta, me mandou abrir a boca e soltou o mijão de forma que ele pudesse ver minha boca enchendo, segurou e mandou eu engolir. Eu fiz sem rodeios, dessa vez eu sentia o gosto: um pouco amargo e salgado, mas não tanto como eu esperava, mas também era um pouco picante, algo que me intrigou. Foi tão fácil engolir, que percebi que poderia beber aquele néctar todos os dias e seria feliz!
- Isso aí, agora você é um viado bebedor de mijo de macho. Vai beber sempre?
- Sim, sempre que você quiser!
Ele riu, voltou a pica na minha boca e tornou a soltar mijo e eu fui engolindo gole após gole: gulp, gulp, gulp…
Ele observou com encantamento e acariciou meu rosto, o primeiro esboço de carinho.
- Agora vou mijar sempre nessa boca, meu viadinho. Não vai faltar mijo de macho pra matar essa sede!
Pensei em assentir com a cabeça ou tirar o pau da boca pra responder, mas fiquei com medo de deixar um gole escapar, então minha resposta foi: gulp, gulp, gulp, gulp, gulp… Até a última gota, sem desperdiçar um único gole de mijo.
Quando terminou, fiquei alguns segundos sugando até não sobrar absolutamente nada, minha barriga estava muito cheia de mijo, se tivesse mais provavelmente eu não conseguiria tomar.
De volta a cama ele meteu de ladinho em mim, e a cada estocada dava pra ouvir aquele mijo todo chacoalhando dentro de mim. Ele gozou no fundo do meu cu, me abraçou por trás e dormiu com aquele mastro dentro de mim.