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Entre Propostas E Segredos: Como Transformei Minha Esposa Fiel Em Uma Puta PT 1

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3021 palavras
Data: 13/07/2026 14:51:23

Eu estava me arrumando para ir ao trabalho, vestindo minha calça jeans, conferindo os bolsos cheios de moedas e papéis picados que acabavam sendo esquecidos e eram lavados junto com a calça. Eu, Alisson, 30 anos, 1,85 de altura, branco, olhos castanhos, cabelos pretos com grisalhos já em evidência, com um corpo forte e braços musculosos devido à rotina de trabalho, saio do quarto meu e de minha esposa e sigo até a cozinha. Nossa casa é imóvel e confortável, a realização de um sonho meu e de minha esposa. Ela possui quatro quartos, sendo o principal o nosso, também o dos nossos dois filhos, Gabriel e Valentina, de 6 e 2 anos, e um quarto de hóspedes. Na casa há também um banheiro social, sala de estar ampla decorada por minha esposa, uma cozinha integrada à sala. A cozinha foi toda planejada com uma janela que é a entrada da luz natural do quintal, quintal que conta com árvores frutíferas, que deixam o quintal com sombras o dia todo, ideal para as crianças brincarem.

Enquanto me aproximo da cozinha, o som dos pássaros cantando, o sol brilhando entrando na janela da sala de estar e o cheiro de ovo, bacon e café recém-coado me fazem sentir uma paz no meu coração. Sento na mesa, pego o pão fresco, me sirvo com ovo e bacon e coloco uma xícara generosa de café. Ainda sem camisa, mas já de tênis e calça, ouço o barulho de água sendo jogada nas árvores e ouço que a torneira foi desligada. Então vejo minha bela esposa Carol, 30 anos, cabelos pretos lisos e longos e sempre bem cuidados, olhos castanhos levemente puxados. Carol é brasileira com pai japonês. Ela usa um pijama bem curto, coisa bem incomum. Ela vem deslumbrante, 1,68 de altura, curvas naturais e proporcionais ao corpo, seios médios e bem definidos e redondos, bunda média e proporcional ao corpo, cintura fina, com as mãos delicadas. Ela me abraça e diz "bom dia amor". Eu retribuo com um beijo e digo "estou atrasado, minha japonesinha". Me levanto e ela me olha e fala "não esqueceu de nada, amor?". Eu pego meu uniforme, uma blusa preta, e pego meu Honda Civic preto e saio pela garagem.

No caminho para o trabalho, eu observo nosso bairro de classe média. A minha rua é sem saída, mas o bairro é bem aconchegante, pouco movimentado, com a maioria das ruas e casas com câmeras de segurança. Nossa rua, como já dito antes, é sem saída. Nela há uma série de casas e um prédio residencial antigo que foi feito pela prefeitura há anos atrás. Ainda dirigindo meu carro pela avenida que decreta o final do meu bairro, me lembro de como Carol e eu nos conhecemos. Estudamos juntos o final do ensino fundamental e o médio praticamente inteiro na mesma escola e turma. Eu me apaixonei por ela desde que a vi pela primeira vez: tímida, educada e extremamente simpática e inteligente. Eu era o cara mais calado e calmo da nossa turma. Por algum motivo, nenhum dos meus colegas prestava atenção nela. Ela ainda não tinha o corpo que tem hoje e isso jogou a meu favor. A primeira vez que ela se dirigiu a palavra a mim foi para me xingar na frente de toda a turma, pois eu não tirava os olhos dela. Mas eu me apaixonei de verdade. Porém não foi fácil me aproximar novamente depois dela me dar um xingo na frente de toda a turma. Até que no nosso último ano, ela prestes a completar a maioridade — coisa que já tinha acontecido comigo, pois sou uns meses mais velho —, rolou um trabalho em grupo e nós dois nos aproximamos e passamos a nos falar todos os dias, sempre após a aula. Eu fazia questão de levar ela para a casa dos pais dela de bicicleta. Foram 2 anos de namoro e depois o casamento. Agora estamos completando 10 anos juntos, e isso é incrível. Nossos filhos, a casa e tudo que construímos juntos me motivam a seguir melhorando nossa vida.

Após uns minutos de carro, estaciono na avenida onde há vários comércios: supermercado, lojas de roupas, lotérica, loja de móveis, oficinas. Está localizado nossa própria empresa, a Autopeças Aliança, um sonho antigo meu realizado com a ajuda de Carol. Nos últimos cinco anos esse lugar, que começou pequeno com pouquíssimos clientes, vem ganhando espaço, clientes novos, visibilidade devido à nossa forma de trabalho e honestidade no preço das peças. Nosso foco é atrair clientes das oficinas que ficam na avenida, visando sempre o público que não tem condições de fazer um alto investimento em peças. Mas um erro meu quase pôs essa ideia em risco. Graças a Carol e a um quase divórcio, tudo se resolveu. O nome Aliança vem de uma promessa que nós fizemos de que essa loja seria algo que nós dois iríamos deixar de legado no futuro de nossos filhos. A fachada é simples, com uma placa bem conservada, uma vitrine exibindo baterias, óleos lubrificantes, palhetas de limpador e outros acessórios automotivos. Na frente há espaço para estacionar três ou quatro carros.

O interior é organizado, com prateleiras repletas de peças para carros populares, utilitários e motocicletas. Atrás do balcão ficam os catálogos e computadores usados para localizar peças rapidamente. Nos fundos há um pequeno estoque com os itens de maior procura, além de uma copa, um banheiro e um escritório modesto onde eu cuido das compras, do financeiro e da administração da empresa.

A loja conta com cinco funcionários, além de mim: um gerente, dois vendedores, um estoquista e um entregador que faz as entregas para as oficinas da região. Eu então confiro o estoque e aproveito e faço uma ligação para um fornecedor pedindo um kit de amortecedor, homocinética e rolamentos para um cliente que tem van escolar. Eu sorrio com o lucro que devo ganhar com essas vendas. Então Carol me liga e fala "amor, a minha irmã vai passar uns dias aqui, tudo bem?". Eu me lembro da irmã mais nova de Carol, Ana. Faz anos que não a vejo, pois os pais de Carol moram em outro estado. Então sigo para o balcão e vejo uma sedã BMW estacionar bem em uma das vagas do espaço de estacionamento da minha loja. Eu fico olhando e então sai lá de dentro meu irmão, Alex, 28 anos, 1,88 de altura, olhos castanhos escuros e barba bem aparada. Olho para ele, sempre de terno bem elegante, corpo bem atlético definido por anos de academia, braços musculosos mas não exagerados, com abdômen definido. Eu digo "o que um mauricinho veio fazer na minha loja?". Ele sorri e diz "vim aqui ver meu irmão, não posso?" e nos abraçamos.

Alex e eu sempre fomos o tipo de irmãos que se gostam, mas nunca tivemos os mesmos gostos e nunca fomos o tipo de irmãos que estavam na casa um do outro no final de semana. Alex não seguiu o modo tradicional assim como eu, não quis terminar o ensino médio, odiava estudar. Mas é o cara mais inteligente e oportunista que conheço. Ele pegou um dinheiro que nossos pais nos deram quando eles se mudaram para o interior, cerca de 150 mil. Eu usei para comprar o terreno da nossa casa com a ajuda do pai de Carol assim que nos casamos. Já ele assumiu investimentos de risco, aprendendo por conta própria sobre o mercado. Com disciplina e visão estratégica, construiu uma empresa de investimentos de sucesso, acumulando um patrimônio que lhe permite viver com muito conforto e luxo.

Ele me pede para nós dois conversarmos em particular. Eu o levo para o escritório e ele me diz diretamente, olhando nos meus olhos: "tenho o investimento perfeito para você". Ele me explica que ele precisa de alguém que saiba de peças de carros e motos para, ele e um investidor, abrirem uma loja de automóveis e precisa criar uma loja de peças integrada junto com uma oficina no mesmo local da loja de automóveis. Eu fico pensativo. A última vez que eu ouvi uma de suas propostas eu perdi todo meu investimento e quase me divorciei. Há cinco anos, como eu já disse, eu acabei colocando a idealização da loja em risco, pois ele me propôs abrir um restaurante com a sogra dele, algo que achei vantajoso, e acabei jogando 90 mil no lixo. Ele me prometeu reembolso, mas nunca tivemos, eu e a sogra dele, um retorno do dinheiro investido. Eu digo "não sei, preciso falar com a Carol". Ele me olha com aquele olhar de cachorro pidão e me diz "hoje é aniversário da Júlia, aparece lá em casa com a Carol, nós conversamos melhor". Eu concordei com um aceno e nos abraçamos e ele saiu.

Eu segui minha rotina durante o dia, mas a proposta de Alex não saía da minha cabeça. Enquanto atendia clientes, organizava o estoque e fazia pedidos, minha mente voltava o tempo todo para aquela conversa. Era uma oportunidade grande, mas o histórico dele me deixava cauteloso. O dia passou mais rápido do que eu esperava. Por volta do meio-dia, decidi ir almoçar em casa, como fazia quase sempre.

Cheguei em casa e o cheiro de comida caseira já tomava conta do ambiente. Carol estava na cozinha, usando um vestido leve e florido que marcava suavemente suas curvas, daqueles que ela sabia que eu gostava. O tecido fino caía bem em seu corpo, valorizando a cintura fina e os seios médios. Os cabelos pretos estavam soltos e ela parecia ainda mais bonita sob a luz natural que entrava pela janela.

— Oi, amor — disse ela com um sorriso ao me ver entrar.

Eu me aproximei, dei um beijo demorado em seus lábios e a abracei pela cintura.

— Você está linda nesse vestido.

Enquanto almoçávamos juntos na mesa da cozinha, com os sons das crianças brincando no quintal ao fundo, resolvi tocar no assunto:

— Amor, o Alex passou na loja hoje cedo. Ele me fez uma proposta de investimento... quer abrir uma loja de automóveis com oficina e peças integradas. Disse que precisa de alguém como eu no ramo.

Carol parou de comer e fechou a cara imediatamente. Sua expressão mudou de serena para incomodada.

— E ele te chamou para conversar melhor hoje à noite, né? — perguntou ela, já sabendo a resposta.

— É... Hoje é aniversário da Júlia. Ele pediu pra gente aparecer lá na casa dele .

Ela bufou baixinho, mexendo a comida no prato.

— Você já viu as fotos que ela posta no Instagram?

Não havia como não ver as fotos que Júlia, minha cunhada, postava no Instagram. Júlia, 26 anos, cabelos loiros lisos e brilhantes, seios médios com silicone e bunda média siliconada também, pele clara mas bronzeada, olhos azuis intensos e um corpo bem chamativo. De família de classe média, ela e meu irmão se conheceram numa festa e nunca mais se desgrudaram. Já são três anos de casamento. Ela é linda, sempre querendo atenção, elegante e uma empresária bem-sucedida, dona de uma loja de roupas no shopping. Agora tenta emplacar carreira de digital influencer, com cerca de 100 mil seguidores.

Eu terminei meu almoço, dei um beijo de despedida em Carol e voltei para a loja.

A tarde na loja foi movimentada como de costume. Atendi vários clientes, fechei vendas de kits de freio, filtros de óleo e uma bateria para um táxi que precisava rodar o dia todo. Enquanto o estoquista reorganizava as prateleiras e o entregador saía com mais uma carga para as oficinas da avenida, eu ficava no escritório alternando entre o computador e o telefone, sempre com a proposta de Alex rondando meus pensamentos. O gerente cuidou do balcão com eficiência, os vendedores fecharam bons negócios e o dia rendeu um faturamento acima da média. Por volta das seis e meia da noite, desliguei o sistema, conferi o caixa e fechei a loja.

Cheguei em casa já anoitecendo. Carol estava terminando de arrumar as crianças com a babá que tínhamos contratado para as noites em que saíamos. Subi para o quarto, tomei um banho rápido e me vesti com uma polo azul escura que marcava meus ombros e braços, combinada com uma calça jeans escura e sapatos casuais. Fiquei satisfeito com o visual: simples, mas arrumado o suficiente para uma visita à casa do meu irmão.

Carol saiu do banheiro enrolada na toalha e começou a se arrumar. Ela escolheu um vestido preto justo, de comprimento médio, que valorizava suas curvas naturais. O modelo era elegante, com um decote em V discreto que mostrava o colo sem exageros, mangas curtas e um caimento perfeito na cintura fina e nos quadris. O tecido levemente brilhante realçava sua pele e o cabelo preto solto caía sobre os ombros, dando um ar sofisticado e sensual ao mesmo tempo. Ela completou o look com uma maquiagem leve e um par de brincos delicados.

— Pronta? — perguntei quando ela terminou.

— Pronta — respondeu ela, ainda com uma expressão não muito animada por causa da Júlia.

Pegamos o carro e saímos em direção à casa de Alex.

Chegamos ao condomínio fechado pouco depois das oito da noite. O segurança reconheceu meu carro, abriu o portão automático e nos desejou boa noite. Dirigi pelas ruas arborizadas e bem iluminadas até a residência de Alex e Júlia. A casa de alto padrão se destacava mesmo à noite. A fachada moderna combinava vidro, concreto e madeira, com um jardim cuidadosamente projetado e iluminação sutil que realçava a arquitetura sofisticada.

Estacionei o Honda Civic ao lado dos carros de luxo na garagem coberta para seis veículos. Dava para ver o sedã BMW, o SUV BMW, o Porsche esportivo, o Land Rover, a picape de luxo e as duas motos — uma BMW Motorrad e uma Ducati — brilhando sob as luzes.

Carol e eu descemos do carro. Eu apertei sua mão enquanto caminhávamos até a entrada. O hall de entrada impressionava com seu pé-direito duplo, criando uma sensação de amplitude e luxo desde o primeiro passo. Alex apareceu logo na porta com um sorriso largo, vestindo uma camisa social bem cortada.

— Chegaram! Que bom que vieram — disse ele, nos abraçando.

Entramos e fomos recebidos pela casa completa: a sala de estar ampla e elegante, a sala de televisão, a sala de jantar, a cozinha planejada de alto padrão, o escritório, o lavabo e o acesso às quatro suítes, com a master tendo um closet enorme. Nos fundos, através das grandes portas de vidro, dava para ver a área de lazer completa — a piscina de borda infinita iluminada, o deck com espreguiçadeiras, o jardim com palmeiras, o pergolado e o espaço gourmet com churrasqueira pronto para confraternizações.

A casa inteira transmitia conforto, tecnologia e sofisticação, com automação residencial, câmeras, iluminação inteligente e um paisagismo que garantia privacidade total.

Júlia surgiu logo depois, radiante como sempre. Ela usava um vestido deslumbrante, vermelho vivo, curto e bem decotado, que valorizava seus seios siliconados e deixava grande parte das pernas à mostra. O tecido justo marcava sua cintura e a bunda siliconada, deixando pouco para a imaginação. Os cabelos loiros lisos caíam perfeitamente sobre os ombros e os olhos azuis intensos completavam o visual chamativo.

Ela veio em nossa direção com um sorriso largo.

Primeiro abraçou Carol rapidamente, um abraço quase formal e frio.

— Oi, Carol! Que bom te ver.

Em seguida, virou-se para mim. Seu abraço foi bem mais demorado. Ela pressionou o corpo contra o meu, os seios firmes encostando em meu peito, e segurou a nuca por alguns segundos a mais do que o necessário. O perfume doce e marcante invadiu minhas narinas.

Senti imediatamente a mão de Carol apertar meu braço com força, as unhas cravando levemente na pele em sinal claro de desconforto.

Júlia se afastou devagar, ainda com o sorriso nos lábios, e disse:

— Vou pegar umas bebidas pra gente.

Alex nos levou para a sala de estar ampla e confortável. Assim que nos sentamos, ele olhou para Carol com um sorriso admirado e disse:

— Carol, você está cada dia mais linda. Esse vestido ficou incrível em você.

Carol ficou claramente constrangida, corou levemente e baixou o olhar, murmurando um “obrigada” tímido.

Poucos minutos depois, Júlia retornou trazendo uma garrafa de champanhe no gelo e quatro copos de whisky bem servidos. Ela distribuiu as bebidas com um sorriso sedutor e se sentou ao meu lado no sofá, cruzando as pernas de forma que o vestido subisse um pouco mais.

Colocamos o papo em dia, falando sobre trabalho, nossos filhos e os últimos acontecimentos. Bebemos a primeira rodada de whisky e logo depois a segunda. Durante a conversa, eu percebia Júlia me lançando olhares insinuantes, um sorriso cúmplice e toques “acidentais” no meu braço ou na minha perna.

De repente, o celular de Alex tocou. Ele atendeu, franziu a testa e se levantou:

— Com licença, vou atender no escritório.

Enquanto ele estava fora, Júlia começou a falar animadamente sobre sua nova carreira:

— Estou investindo pesado como influencer agora. Meu objetivo é me tornar uma das mais famosas do Brasil em cinco anos. Já tenho planos de parcerias grandes e viagens patrocinadas.

Carol tentava acompanhar a conversa, mas eu percebia o quanto ela ficava desconfortável com aquele ambiente. Minha esposa era uma mulher linda e bonita, mas nunca foi fã de ostentação, fama e luxo como minha cunhada.

Alex retornou com a cara fechada. Ele me olhou e disse:

— Alisson, me desculpa, mas meu investidor não vai poder vir. O jatinho dele não pode partir de Buenos Aires.

Júlia não perdeu o ritmo e logo falou, animada:

— Já que estamos todos aqui, vamos aproveitar a piscina!

Eu e Carol nos olhamos. Pelo olhar dela, eu reconhecia claramente que ela não queria aceitar. Mas minha boca falou antes que eu pensasse:

— Por que não?

Júlia abriu um sorriso largo, pegou minha esposa pela mão e disse:

— Vem, Carol, vou te levar para escolher um biquíni.

As duas saíram em direção às suítes. Alex se aproximou, me deu um abraço forte nos ombros e falou com um sorriso:

— Boa, cara! Vamos nos divertir.

Mal sabia eu que aquela noite iria iniciar uma nova fase nas nossas vidas.

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