Olá, eu sou o Robertão, tenho 34 anos, sou ruivo, bem branquinho, com o corpo trabalhado e bastante peludo. Sempre vivi em São Paulo, cidade que adoro. A história que vou compartilhar está ligada à minha profissão: sou policial e gosto muito do que faço, embora o trabalho seja, por vezes, perigoso. No entanto, há aspectos muito positivos, como este que vou relatar.
Trabalho sempre no turno da noite, das 22h às 6h, e quase sempre realizo as rondas sozinho, já que há menos efetivo nesse horário; caso ocorra algum problema grave, entro em contato com a central e recebo apoio imediato. Em um dia comum, enquanto fazia a ronda por um dos bairros mais complicados da cidade, flagrei um sujeito vendendo drogas. Eu já conhecia o rapaz — um jovem negro que eu monitorava há tempos —, mas ele era muito cauteloso e eu nunca conseguia pegá-lo em flagrante. Naquele dia, porém, a sorte dele acabou.
Ele não percebeu que eu o observava. Aproximei-me bem devagar, sem ser notado, e esperei que terminasse o negócio. Quando ficou sozinho, entrei em cena, pois o nosso objetivo era apanhar quem vende, não quem consome.
- Mãos para cima! — ordenei, apontando a arma para ele, que estava completamente distraído.
- O que é isso, seu guarda?
- Mãos para cima, eu já falei! — Foi só após a segunda ordem que ele se deu conta de que tinha sido pego e levantou as mãos.
- Tu estás armado?
- Não, mas o que está acontecendo? Eu não fiz nada.
- Caras como tu nunca fazem nada. Encosta aí que eu vou te revistar.
- Por favor, seu guarda, eu não fiz nada... — ele já estava desesperado, sabia que eu encontraria a droga.
- Encosta aí, eu já mandei! — gritei, e ele obedeceu imediatamente.
Ele já estava acostumado a ser revistado, logo foi colocando as mãos na parede, de costas para mim, e eu comecei a revistá-lo. Ele era um negrão muito gostoso; só estava com uma regata que realçava os seus músculos e umas calças pretas apertadas. Eu o revistei de cima para baixo, bem lentamente, apalpando cada músculo do seu peito; esta é a parte boa desta profissão: os marginais quase sempre são caras gostosos, por isso eu tanto me empenho em capturá-los para, depois, poder desfrutar dos seus corpos gostosos. E este negrinho, ainda por cima, tinha uma bunda arrebitada, bunda de negro; demorei um bom tempo nela. O carinha não falava nada, estava bem submisso; depois, quando o revistei na zona do seu pau, notei que ele estava duro.
- Estás gostando, seu viado?
- Eu estou sendo é abusado.
- Mais respeito, seu filho da puta, só te estou revistando, tu é que estás de pau duro, seu viado - e dei uma apertada no pau dele.
- Viado é você que está me apalpando todo - ele reclamava, mas estava gostando.
- Eu vou te ensinar a respeitar as autoridades, seu viado – me encostei atrás dele e comecei a roçar o meu pau, que, embora ainda estivesse dentro das minhas calças, também já estava bem duro.
- Me solte, isso é abuso de autoridade – falou isso, mas não fez qualquer força para que eu o largasse.
- Fica calado e colabora, se não vai ser pior – e botei a mão dentro da sua cueca para sentir a sua vara, e não é que encontro lá a droga?
- Então é aqui que tu guardas a droga, seu safado.
- Eu… - se o negrinho já estava submisso, depois disso ficou sem reação.
- Não fales mais nada, pois só vais piorar a tua situação.
Eu tinha encontrado a prova que pretendia; agora ele não tinha como me escapar, mas, antes de prendê-lo, eu ia desfrutar do seu corpinho gostoso. Aquele negrinho já não me escapava. Eu sou bem experiente em foder marginalzinhos como ele, ia fazê-lo rebolar no pau. Bem safado, agarrei nele, tirei a sua camisa e comecei a passar a mão no seu corpo lisinho; ele era bem musculado, um tesão.
- Que é isso, Sr. Guarda? O que pretende fazer comigo?
- Fica quieto, só estou continuando a te revistar - e comecei a desprender o botão da sua calça.
- E para isso vou ter que ficar pelado?
- Vais, a culpa é tua que escondes a droga em sítios muito curiosos — e baixei as suas calças juntamente com as cuecas e vejo a piroca dele saltar, grande como seria de esperar de um negro, mas ainda assim ligeiramente menor que a minha, que mede 22 cm.
- Vai me deixar pelado aqui no meio da rua? – Ele estava assustado, mas eu não ligava.
- Cala a boca. Como eu já imaginava, para além de traficante, tu és viado. Olha só como essa tua vara está dura.
- Eu já lhe falei que não sou viado – eu me agachei e comecei a massagear as suas bolas.
- Relaxa, cara, e descontrai; vai ser melhor para ti – e comecei a bater uma punheta nele. Queria ver qual era o verdadeiro tamanho daquela pica.
- O que você está fazendo?
- Só estou vendo qual é o tamanho do teu pau – o coitado não estava percebendo nada. Eu é que estava adorando aquela piroca negra; nossa, era bem bonita, retinha, cabeçuda e com aquele cheiro intenso de pica mal lavada que tanto adoro. Eu não consegui resistir e comecei a chupá-la; nossa, como estava saborosa. Ele ficou calado, só observando enquanto eu ia me deliciando com a sua vara negra, que era realmente grande, mas nada a que eu já não estivesse habituado. Eu já tinha chupado muitos paus de outros criminosos como ele, e o que me dá mais prazer é sentir o pulsar das suas veias grossas na minha boca.
- Afinal de contas, o viado aqui é mesmo você, que chupa melhor que uma puta – eu estava adorando mamar a sua vara, mas essas palavras dele fizeram com que eu perdesse o interesse no pau dele. Não tolero que me chamem de viado, embora eu seja bem viado.
Eu levantei-me e dei-lhe um beijo. Ele estava convencido de que ia ter uma foda em que eu ia ser o seu viado, e correspondeu ao meu beijo de uma forma bem gostosa. Ele era daqueles negros com cabelo raspado, uns lábios grossos e uma cara bonita, e eu adoro uns lábios grossos. Ficamos nos sugando por algum tempo enquanto, isso, ele batia uma punheta.
- Não quer continuar a chupar a minha vara, sr. guarda? – Ele continuava com o pau bem duro.
- Tu ainda não percebeste que o viado aqui és tu!
- Não foi o que me pareceu ainda agora há pouco!
- Tu és um carinha abusado, - falei dando uns tapinhas levezinhos no seu rosto - mas agora é a tua vez de me chupar.
- Tem a certeza que não quer continuar a chupar essa vara aqui? - o safadinho apontava o meu picão negro para mim.
- Tenho - coloquei a minha mão no seu queixo e apertei-o e falei olhando bem nos seus olhos - agora ajoelha e chupa logo o meu pau, a tua sorte vai depender disso – ele entendeu, acabou com a conversa, ajoelhou-se na minha frente e começou a desabotoar as minhas calças enquanto eu tirava a minha camisa.
- Caralho, que pau é esse! – Ele se assustou com o tamanho da minha piroca; mal ele imaginava que ia ter que aguentá-la no cu.
- Chupa!
- Mas eu não sei chupar…
- Chupa logo, cara. — Ele inclinou a cabeça, fechou os olhos e começou a chupar; o negrinho era inexperiente, mas eu até tive um arrepio quando senti aqueles lábios grossos na cabeça do meu pau; ele começou timidamente, mas eu fui forçando a sua cabeça contra o meu pau e ele foi chupando cada vez melhor. As mãos dele não tocavam no meu pau enquanto ele me chupava; eu tinha que estar sempre forçando a sua cabeça, mas o negrinho estava a ter prazer; enquanto me chupava, o pau dele continuava bem duro e ele batia uma punheta nele.
O negrinho, ao fim de algum tempo, até que já chupava gostoso, mas eu comecei a perder o interesse; ele era muito tímido, estava na hora de eu experimentar aquele cuzinho, e então eu comecei a olhar à volta para ver qual o melhor local para fodê-lo. Estávamos perto de uns contentores de lixo e não é que, junto a uma parede, estava um colchão usado? Era mesmo ali que eu ia arregaçar aquele negão; afastei-o do meu pau e provoquei-o:
- Para quem diz que não é viado, tu chupas muito bem.
- Você também – ele tinha sempre uma resposta.
- Tu és abusado, mas eu vou te ensinar a respeitar uma autoridade — mandei-o tirar a roupa toda; ele obedeceu, e nossa, que delícia de negão, o cara é um tesão. E fui buscar o colchão — vai, seu abusado, coloca-te de quatro nesse colchão.
- Eu não vou fazer isso, não dou o meu cu não! - Fui até ele e apertei o seu pescoço.
- Tu não estás em condições de recusar nada – ele não tinha saída e, a muito custo, lá se colocou de quatro e olhou para mim assustado; o pau dele até tinha amolecido.
- O que você pretende fazer comigo? Está indo longe demais.
- Por que é que eu estou indo longe demais? Eu só pretendo revistá-lo bem – estava sendo bem irônico.
- Você é um sacana. Eu estou completamente nu. Já não chega me ter obrigado a chupar o seu pau?
- Tens razão, mas ainda falta revistar o teu cu.
- Não faça isso, esse pau é muito grande, não vai entrar!
- Descontrai e relaxa, eu já revistei muito cu de marginalzinhos como tu com esta vara e todos gostaram, rsrs…
Ele se resignou e eu coloquei as minhas mãos naquela bundona, nossa como era tesuda, bem grandona, toda durinha e toda lisinha, sem nenhum pelo; fui logo abrindo bem as suas nádegas e mirei o meu pau ao seu cu, comecei a forçar, o neguinho tinha mesmo um cu bem apertadinho
- Aiiiii não vai entrarrrrr…
- Chuiiiiii, relaxa esse cu que jo meu pau á está entrando – o cu dele estava bem apertado, com certeza era a primeira vara que estava recebendo.
Eu continuei forçando, sentia o seu cu se alargando à medida que o meu pau ia entrando; o meu pau é foda porque é estreito em cima e muito largo na base, então quanto mais eu metia, mais o cu dele ficava arregaçado.
- Aiiii caralhoooo... por favor pare, você está me abrindo ao meio.
- Sossega negrinho, acabou de entrar tudo – devia estar doendo mesmo, mas eu sabia que para aquela dor passar só havia uma solução: começar com o vai e vem. Comecei bem lentamente para alargar mais um pouquinho o seu cu.
- Pare, por favor, eu não aguento mais... – ele tentava fugir para frente, mas eu o agarrava forte pela cintura.
- Aguentas sim, afinal de contas tu não dizes que és macho? Só mais um pouco e já vai estar bem gostoso – ele foi se acalmando e eu aumentando o vai e vem até que escutei o primeiro suspiro de prazer.
- Ahummmm....
- Eu não falei que ia ficar gostoso? — Ele não me respondeu, estava envergonhado por estar gostando, mas deu outro suspiro de tesão.
- Auhmmmm – o neguinho, sem se dar conta, começou a rebolar, e eu comecei a fodê-lo como eu gosto, na marra, como se fôssemos dois selvagens, e ele sempre gemendo.
O carinha estava se comportando como um verdadeiro macho, aguentava firme as minhas estocadas e rebolava gostoso. Era de noite, estava frio, mas nós dois estávamos todos suados; fodi assim um tempão até que caí sobre ele, eu estava exausto, ele também, e se deitou no colchão comigo em cima dele. Depois rolamos, ficamos de frente e começamos a nos beijar.
- Então, neguinho, é a primeira vez que estás levando vara no cu?
- Sim – ele respondeu muito envergonhado. Fiquei louco quando ele disse que sim, eu estava mesmo sendo o seu primeiro macho. Agarrei a sua cabeça e o beijei intensamente, rebolando naquele colchão. Depois ficamos parados, ele de barriga para cima e eu por cima dele, de frente para ele.
- Queres que eu continue te fodendo?
- Quero!
- Então me pede para te foder como deve ser – ele já estava tão dominadinho que eu podia fazer esse tipo de jogo com ele.
- Me fode, vai!
- Que pedido mais fraquinho, me pede com mais vontade ou tu não queres mais pica?
- Me fode, sr. guarda, que eu estou com muito tesão para rebolar nessa vara gostosa – ele falou isso gritando.
- Agora sim – eu levantei as suas pernas e empurrei os seus joelhos bem para frente e comecei a fodê-lo de novo.
Era a primeira vez que eu tinha um criminoso tão submisso, e só podia ser por um motivo: ele estava tendo prazer como nunca tinha tido na vida. Eu tirava e tornava a meter o meu pau bem fundo, fazia isso pausadamente, e sempre que o metia, ele suspirava e eu ficava ainda mais excitado.
- Aiiii porraaaaaa... - Que tesão ver aquele negão musculado a gemer assim.
- É assim que tu gostas de pica, né? Bem enterrada neste cu. - E dei uma socada bem forte nele.
- Aaaiiiii.... Sim, hummmmm…
Vê‑lo assim, gemendo de prazer, me deixava louco de tesão, e comecei a foder ele com tudo. Porra, aquele cu continuava bem apertadinho, mas já aguentava bem o meu pau; mas aquele neguinho estava me dando tanto prazer com aquele cuzinho delicioso, que eu não ia aguentar por muito mais tempo aquela metida:
- Caralho, neguinho, vou gozar, porra.
- Goza.
- Queres o meu leitinho neste cuzinho?
- Quero. - O safado estava tão louco de tesão quanto eu.
Fui para cima dele, sempre a socá-lo bem forte; o neguinho se contorcia de prazer, era gostoso demais ver aquele cara ter prazer assim com o meu pau. Eu fui ainda mais para cima dele e comecei a beijá‑lo, e, logo de seguida, o meu primeiro jato de porra saiu para dentro daquele cuzinho maravilhoso.
- Aaaiiiii pprraaaaaaaaa que tesão! - E, para minha surpresa, ele me agarrou bem forte.
- Isso, goza, caralho, deixe esse leitinho todo dentro de mim.
Porra, gozei um monte de leite dentro dele; quando terminei, começamos a nos beijar, e depois reparei que ele continuava de pau duro. Ainda não tinha gozado:
- Não gozaste, neguinho?
- Estou quase…
- Quero que gozes. - Ele começou a se punhetar, e eu, para lhe dar uma mãozinha, enfiei de novo a minha vara, que ainda estava dura, e não demorei muito para sentir as contrações do seu cu.
- Aiii que tesãoooo! – E começou a gozar um monte de porra em cima do seu peito.
- Isso, neguinho, goza, que tu mereces. – Continuei fodendo até ele terminar; no final, o meu pau já estava mole.
Depois que ele gozou, eu me levantei e fui me vestir. Ele ficou deitado no colchão com o peito cheio de porra. Como ele me tinha dado uma foda bem gostosa, eu resolvi deixá‑lo em liberdade.
- Estou indo, negrão, espero não te ver de novo traficando nesta área.
- Por favor, não vá agora. — fui me afastando dele — Quando poderei vê‑lo de novo?
Eu não respondi à pergunta dele e fui embora. Ele ficou deitado, completamente nu, naquele colchão. Na semana seguinte, eu o encontrei de novo no mesmo sítio a traficar droga, e acabamos transando; sem me dar conta, comecei a transar com ele sempre que podia, até que, uma das vezes, o levei para transarmos em minha casa. Nunca mais de lá saiu; estamos vivendo juntos, ele está completamente apaixonado por mim e eu pelo cu dele. Ele sabe disso, mas não se importa, pois sabe que, embora eu não admita, também estou completamente apaixonado por ele.
Ele agora está fazendo os testes para ser policial também; quanto a mim, continuo na ronda da noite fodendo criminosos gostosos, e de dia tenho um em casa sempre pronto para levar ferro; melhor, não poderia querer.
*****************************************************************
Compartilhem suas opiniões, votem e tragam sugestões para a história. Agradeço muito pelo feedback e pela leitura.