A puta que malha pesado (parte 2)
Eram quase onze horas da noite quando Ronaldo abriu a porta do quarto. A luz estava baixa. Sua esposa, ainda vestida com a roupa de academia, estava deitada de lado na cama, fingindo olhar o celular.
— Amor, você demorou… — disse ele, aproximando-se. — Tá tudo bem? Você disse que ia só malhar.
Ela virou o rosto, com um sorriso cansado e safado ao mesmo tempo.
— Tô exausta, Ronaldo. Malhei pesado hoje… muito pesado mesmo.
Ele sentou na beira da cama e passou a mão na coxa dela, subindo devagar. A legging estava úmida de suor.
— Você tá toda suada… quer que eu te ajude a tomar banho?
Ela riu baixinho, quase debochando.
— Não precisa. Mas já que você quer tanto saber… vou te mostrar o que aconteceu na “academia”.
Ela se levantou, ficou de frente para ele e, sem cerimônia, abaixou a legging até os joelhos. O fio-dental preto estava completamente fora do lugar, enfiado de lado. A boceta inchada, vermelha e brilhando. Um filete grosso de porra escorria lentamente pela parte interna da coxa.
Ronaldo arregalou os olhos.
— Que… que porra é essa?
— Isso é o que acontece quando uma mulher malha de verdade — respondeu ela, autoritária. — Agora vira pra trás.
Ela virou de costas, empinou a bunda e puxou o fio-dental completamente pro lado. O cuzinho estava vermelho, aberto e piscando. Um pouco de porra ainda escorria devagar do buraco arrombado.
— Tá vendo isso? — perguntou ela, olhando por cima do ombro. — Hoje eu não malhei na academia. Eu desci, entrei no carro de um homem e ele me fodeu no banco de trás. Primeiro na boceta… depois no cu. E gozou bem fundo nos dois lugares.
Ronaldo ficou em silêncio, respirando pesado. O pau dele já estava duro dentro da cueca, visivelmente latejando.
— Você… você tá brincando, né? — murmurou, sem conseguir tirar os olhos da boceta e do cu dela.
— Olha pra mim, Ronaldo. — Ela virou de frente novamente, séria e dominante. — Eu sou uma puta casada. Enquanto você tava aqui em casa cuidando da nossa filha, eu tava quicando no pau grosso de outro homem. E ele me chamou de puta casada o tempo todo. Disse que meu marido é um corno que não sabe comer a mulher.
Ela subiu na cama, ficou de quatro e abriu bem as pernas, mostrando tudo.
— Agora vem cá. De quatro. Quero que você lamba tudo o que ele deixou dentro de mim.
Ronaldo hesitou por um segundo, o rosto vermelho de vergonha e excitação.
— Amor… eu…
— Agora — ordenou ela, firme. — Lambe a boceta primeiro. Limpa a porra que ele gozou dentro da sua mulher.
Ele obedeceu. Se ajoelhou atrás dela, de quatro, e encostou a língua na boceta inchada. O gosto forte e salgado invadiu sua boca. Ele lambeu devagar, depois com mais vontade, sugando o gozo que ainda escorria.
— Isso… assim, corno. Lambe tudo. Limpa a boceta que foi arrombada hoje.
Ela começou a se masturbar, esfregando o clitóris enquanto ele lambia.
— Agora o cu… vai. Enfia a língua no meu cuzinho. Foi lá que ele gozou mais. Tá todo arrombado por causa do pau grosso dele.
Ronaldo gemeu de excitação e obedeceu. Enfiou a língua no cuzinho dela, sentindo o gosto forte do gozo do amante. Ela rebolava devagar contra o rosto dele, cada vez mais excitada.
— Isso, Ronaldo… lambe o cu da sua mulher. Lambe o cu que foi fodido enquanto você tava em casa. Você adora isso, né? Adora ser corno…
Ela se masturbava cada vez mais rápido, gemendo alto. O marido continuava obediente, lambendo e sugando tudo que conseguia.
— Eu vou gozar… continua lambendo, corno!
Ela gozou forte, tremendo, apertando a cabeça dele contra a bunda enquanto o orgasmo tomava conta do corpo. Quando terminou, virou-se, olhou para o marido com o rosto sujo de porra e sorriu.
— Amanhã eu vou malhar de novo… e você vai ficar em casa esperando. Entendeu?
Ronaldo, ainda de quatro e com o pau latejando, só conseguiu responder:
— Sim… amor.