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A puta que malha pesado (parte 2)

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Um conto erótico de RicardoNatal
Categoria: Heterossexual
Contém 667 palavras
Data: 13/07/2026 13:52:58

A puta que malha pesado (parte 2)

Eram quase onze horas da noite quando Ronaldo abriu a porta do quarto. A luz estava baixa. Sua esposa, ainda vestida com a roupa de academia, estava deitada de lado na cama, fingindo olhar o celular.

— Amor, você demorou… — disse ele, aproximando-se. — Tá tudo bem? Você disse que ia só malhar.

Ela virou o rosto, com um sorriso cansado e safado ao mesmo tempo.

— Tô exausta, Ronaldo. Malhei pesado hoje… muito pesado mesmo.

Ele sentou na beira da cama e passou a mão na coxa dela, subindo devagar. A legging estava úmida de suor.

— Você tá toda suada… quer que eu te ajude a tomar banho?

Ela riu baixinho, quase debochando.

— Não precisa. Mas já que você quer tanto saber… vou te mostrar o que aconteceu na “academia”.

Ela se levantou, ficou de frente para ele e, sem cerimônia, abaixou a legging até os joelhos. O fio-dental preto estava completamente fora do lugar, enfiado de lado. A boceta inchada, vermelha e brilhando. Um filete grosso de porra escorria lentamente pela parte interna da coxa.

Ronaldo arregalou os olhos.

— Que… que porra é essa?

— Isso é o que acontece quando uma mulher malha de verdade — respondeu ela, autoritária. — Agora vira pra trás.

Ela virou de costas, empinou a bunda e puxou o fio-dental completamente pro lado. O cuzinho estava vermelho, aberto e piscando. Um pouco de porra ainda escorria devagar do buraco arrombado.

— Tá vendo isso? — perguntou ela, olhando por cima do ombro. — Hoje eu não malhei na academia. Eu desci, entrei no carro de um homem e ele me fodeu no banco de trás. Primeiro na boceta… depois no cu. E gozou bem fundo nos dois lugares.

Ronaldo ficou em silêncio, respirando pesado. O pau dele já estava duro dentro da cueca, visivelmente latejando.

— Você… você tá brincando, né? — murmurou, sem conseguir tirar os olhos da boceta e do cu dela.

— Olha pra mim, Ronaldo. — Ela virou de frente novamente, séria e dominante. — Eu sou uma puta casada. Enquanto você tava aqui em casa cuidando da nossa filha, eu tava quicando no pau grosso de outro homem. E ele me chamou de puta casada o tempo todo. Disse que meu marido é um corno que não sabe comer a mulher.

Ela subiu na cama, ficou de quatro e abriu bem as pernas, mostrando tudo.

— Agora vem cá. De quatro. Quero que você lamba tudo o que ele deixou dentro de mim.

Ronaldo hesitou por um segundo, o rosto vermelho de vergonha e excitação.

— Amor… eu…

— Agora — ordenou ela, firme. — Lambe a boceta primeiro. Limpa a porra que ele gozou dentro da sua mulher.

Ele obedeceu. Se ajoelhou atrás dela, de quatro, e encostou a língua na boceta inchada. O gosto forte e salgado invadiu sua boca. Ele lambeu devagar, depois com mais vontade, sugando o gozo que ainda escorria.

— Isso… assim, corno. Lambe tudo. Limpa a boceta que foi arrombada hoje.

Ela começou a se masturbar, esfregando o clitóris enquanto ele lambia.

— Agora o cu… vai. Enfia a língua no meu cuzinho. Foi lá que ele gozou mais. Tá todo arrombado por causa do pau grosso dele.

Ronaldo gemeu de excitação e obedeceu. Enfiou a língua no cuzinho dela, sentindo o gosto forte do gozo do amante. Ela rebolava devagar contra o rosto dele, cada vez mais excitada.

— Isso, Ronaldo… lambe o cu da sua mulher. Lambe o cu que foi fodido enquanto você tava em casa. Você adora isso, né? Adora ser corno…

Ela se masturbava cada vez mais rápido, gemendo alto. O marido continuava obediente, lambendo e sugando tudo que conseguia.

— Eu vou gozar… continua lambendo, corno!

Ela gozou forte, tremendo, apertando a cabeça dele contra a bunda enquanto o orgasmo tomava conta do corpo. Quando terminou, virou-se, olhou para o marido com o rosto sujo de porra e sorriu.

— Amanhã eu vou malhar de novo… e você vai ficar em casa esperando. Entendeu?

Ronaldo, ainda de quatro e com o pau latejando, só conseguiu responder:

— Sim… amor.

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Comentários

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Eu adoro obedecer minha mulher, as vezes ela conta o que vez, as veze não. Tenho que ficar imaginando. Por isso compra umas legs bem apertadas e calcinhas bem sexy. Mas tbm não conto quando chego com a cueca molhada de porra dos machos da sauna. Tenho vergonha de admitir para ela que sou meio viado. Corno ela entende.

Sempre gostei de obedecer, é sempre ela que decide se vai ter sexo em casa. Ela que escolhe a posição e ela para quando quiser, as vezes antes de eu gozar.

mas sempre gostei de obedecer, desde novinho , nos troca-troca, quando meus primos me comiam e saiam correndo, e mandavam eu ficar esperando. Quando via que não voltavam , colocava o shortinho e voltava a brincar.

No outro dia eu convidava eles de novo para fazer o troca-troca. Eles forasm se acostumando a me comer, as depois de um tempo, nem pediam para fazer troca-troca. Passavam a mão na minha bunda e mandavam eu ir em algum lugar afastado, ou simplesmente seguir eles. Mandavam eu baixar o short. Eu fingia que não queria, mas logo ficava de 4 levando pika.

O primeiro que me comeu, era o mais tarado, me comia varias vezes na tarde, e um dia mandou eu pegar uma calcinha das minhas irmãs. Obedeci. Quando entreguei para ele, ele me fez usar e brincamos de papai e mamãe.

Nunca comi nenhum dos meus primos, e quando arrumei uma namoradinha, levei numa festa de família para provar que eu era macho. Mas não funcinou, tomei um porre e meu primo ainda comeu a menina na minha frente. Eu fingi dormir para passar mais vergonha.

Fui embora de pau duro e tentei comer a menina, ams ela me esnobou.

Só perdi a virgindade aos 19 anos. Casei aos 24 com uma mulher mais velha e bem mais experiente. Obedeço ela até hoje.

Contos muitas das minhas estorias aqui no site.

Meu e-mail : boneco1965@gmail.com

tenho telegran : @luispoa

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